Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

21 junho 2012

Alianças que desmascaram. Ou, façam o que eu falo e não o que eu faço...


A desculpa é velha, já utilizada no episódio do mensalão como justificativa da (falta de) ética: Não fazemos nada diferente do que fazem todos os outros partidos políticos...
 Depois os militontos ainda se dizem progressistas. Ah, vão plantar batatas!
Nesse momento, nada como ler o artigo de Reinaldo Azevedo para exercitar o pensamento e não se deixar levar por pragmatismos chulés...


É Maluf quem ajuda a “higienizar” o PT, não o contrário. Ou: Aliança com deputado do PP é parte da saga petista para se constituir como Partido Único


Ontem, eu lhes fiz um desafio: explicar por que Erundina está errada ao dizer que o PT ajuda a “higienizar” a imagem de Maluf. Abaixo, num daqueles textões (!), explico por que a aliança é absolutamente coerente e por que é Maluf quem contribui para lavar a imagem do partido, que o utiliza como instrumento na consolidação de seu projeto autoritário. Acho que ficou bacana. Se gostarem, debatam e passem adiante.
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Vocês perceberam, caros leitores, dada a aliança do PT com Maluf, o tom choroso, lacrimejante, funéreo, de muitos colunistas “isentos”, como se estivessem assistindo à queda de um puro ou à morte de uma utopia? Alguns chegaram mesmo a encomendar as exéquias do antigo “partido ético”, “diferente de tudo o que está aí”. Houve os que fizeram como José Saramago quando Fidel Castro mandou fuzilar, em 2003, sem julgamento, três dissidentes que haviam tentado fugir de Cuba: “Até aqui fui com Fidel, agora não mais”. Pô!!! O barbudo assassino já era responsável por 100 mil mortes, e Saramago tinha ido com ele “até ali”??? Aquelas três a mais, no entanto, mexeram com seu coração humanista… Assim fizeram certos analistas “isentos”: “Até aqui fui com o PT; agora não mais!”. Faço a eles pergunta semelhante à que fiz à época a Saramago: “Por quê? Tudo o que PT havia feito até então parecia pouco?”.


Luiza Erundina, que foi vice por dois dias na chapa de Fernando Haddad, recorreu a uma imagem que vira emblema dessa leitura torta sobre o PT: “Maluf quer aparecer em outra imagem, que não aquela de estar sendo procurado pela Interpol. Ele se higieniza ao lado de forças que não têm nada a ver com o malufismo. Somos do outro lado. Só quem ganha nisso é ele, aparecendo, falando comemorando junto. É todo o significado que tem”. Erundina está absurdamente errada porque, e vou demonstrar isto aqui, o que se tem é justamente o contrário — e alguns leitores acertaram na mosca: É O PT QUE USA MALUF PARA SE HIGIENIZAR, DEPUTADA, NÃO O CONTRÁRIO! No projeto de poder petista, quem, para ficar no paradigma vocabular escolhido, “suja” o PT é Erundina; Maluf, ao contrário, ainda que a muitos pareça incrível, ajuda a “lavar” o projeto hegemônico. Vou explicar tudo direitinho. Antes, uma questão de natureza conceitual.


A questão conceitual
Um partido — e isto é teoria política, não paranoia, como acusaria aquele economista que tem de se conter para não cair de boca no Sonho de Valsa — está a caminho de construir a hegemonia quando determina até os critérios segundo os quais será criticado. Ou por outra: quando aqueles que se opõem a suas orientações o fazem segundo marcos que ele próprio estabeleceu. Eis o partido tornado, como queria o teórico comunista Antonio Gramsci, “um novo imperativo categórico”, um “laicismo moderno”, de sorte que tudo o que se pensa só faz sentido segundo o que é e o que não é útil a esse partido.


Ora, quando Maluf é contrastado com o petismo, tomando-se o deputado do PP como símbolo de tudo o há de ruim na política brasileira — e isso, em si, é verdade —, está-se partindo de um pressuposto, PETISTA EM ESSÊNCIA, segundo o qual o PT é, então, a antítese de Maluf. O erro é brutal e se dá em duas dimensões, uma mais rasa, revelada pelo noticiário cotidiano, e outra mais profunda, que requer algumas especulações além da notícia. Fixemo-nos primeiro na dimensão mais superficial do engano, e demonstrá-la é tarefa simples. Pode alguém advogar a pureza ética, ora supostamente conspurcada, do partido que fez o mensalão? Pode alguém advogar a pureza ética, ora supostamente maculada, do partido que patrocinou o escândalo dos aloprados? Pode alguém advogar a pureza ética, ora supostamente violada, do partido capaz de criar uma CPI para perseguir adversários, tentando impedir que uma central de escândalos como a Delta seja investigada?


Que pureza de lupanar é essa?


Calma aí, senhoras carpideiras, a derramar cachoeiras de lamentos por causa dos descaminhos do partido puro! Em que a moralidade de Paulo Maluf é essencialmente diferente da moralidade dos petistas? Maluf é pior do que José Dirceu? Por quê? Lambanças acabam de derrubar o presidente do Banco do Nordeste — sim, em razão de reportagens da imprensa que os vigaristas chamam “golpista”. Ele era homem do deputado federal José Nobre (PT-CE), chefe daquele pobre-coitado que foi flagrado, em 2005, com a cueca cheia de dólares, notoriamente mero pau-mandado. Nobre, calculem, é considerado figura em ascensão no partido. É irmão de José Genoino, presidente do PT quando estourou o escândalo do mensalão e um dos réus no processo que tramita no STF. Ora, por que, afinal de contas, Maluf não pode se juntar com o PT? Dólares ilegais na cueca, nas Ilhas Jersey ou num banco em Miami para pagar Duda Mendonça pela campanha eleitoral de Lula, qual é a diferença? Eu lhes conto qual é a diferença: Maluf há tempos é tratado, e com razão, como uma figura detestável da política, e Lula, o chefe da organização petista, é considerado um herói. Inclusive por esses que ficam derramando lágrimas. Será que Maluf não pode se juntar com o governo que levou a Caixa Econômica Federal a comprar o Panamericano, um banco quebrado?


Por que não?


Eis a dimensão que chamo mais rasa, que pode ser percebida com uma simples pesquisa no Google. O elenco de malfeitos e de operações suspeitas do petismo no governo federal — e, se quiserem, de administrações estaduais e municipais — referenda uma observação que já fez aqui: a diferença entre Maluf e o PT é aquela que existe em “Era Uma Vez no Oeste” entre a pistolagem que chegava a cavalo — bruta, mas algo romântica — e aquela que vinha de trem: não menos bruta, mas já profissional.


A dimensão profunda
Agora vamos à dimensão mais profunda, esta mais difícil de detectar porque requer algum aporte teórico para entender o projeto de poder petista. De saída, cumpre notar: os petistas não são socialistas à moda antiga, do tipo que ainda mandam flores… vermelhas para a camarada. Isso é uma bobagem — a rigor, nunca chegou a ser assim. O próprio Babalorixá de Banânia, como o jornalista José Nêumanne demonstra em detalhes no livro “O que sei de Lula”, jamais foi de esquerda. Ao contrário até: tem uma visão de mundo que as esquerdistas de antigamente chamariam “conservadora”. E sempre soube se orientar muito bem nos bastidores do poder. Tudo bem analisado, a sua ascensão no sindicalismo, leiam lá, se deveu a uma espécie de golpe desferido contra antigos “companheiros”. Muito bem, dito isso, vamos adiante.


Lula não é de esquerda, mas é autoritário. Suas decisões recentes no partido o comprovam à larga. Esse autoritarismo se estende também à sua concepção de poder. Influenciado pelas esquerdas — sim, elas existiam — que ajudaram a criar o PT, o Apedeuta passou um bom tempo fazendo um discurso com forte conteúdo classista, com sotaque socializante, avesso a alianças com “partidos da burguesia” ou com “forças conservadoras”. Na face indigna de sua história, o homem que agora vai à casa de Paulo Maluf recusou o apoio de Ulysses Guimarães no segundo turno das eleições de 1989, contra Fernando Collor. Escrevo de novo: o homem que repudiou o apoio de Ulysses e que proibiu seu partido de participar do colégio eleitoral que elegeu Tancredo Neves foi prestar homenagens a Maluf — nada menos do que o adversário de Tancredo no Colégio Eleitoral!


Política de alianças
Num dado momento,  o PT percebeu fragilidades e fissuras na política brasileira. ATENÇÃO PARA ISTO: em vez de corrigidas, pensaram  os chefões, elas deveriam ser revertidas em ações benéficas à construção, consolidação e fortalecimento do partido. E decidiram, então, aderir às alianças políticas. Socialista à moda antiga o partido não era. Mas autoritário sempre foi e é. Desde que mudou a sua prática — E AQUI ESTÁ O BUSÍLIS PRINCIPAL DESTA ANÁLISE — e passou a fazer composições, os petistas buscam de modo obcecado forças antes ditas “conservadoras”. O objetivo é “lavar”, disfarçar, travestir o projeto político do partido, que continua o mesmo: constituir-se como Partido Único. “Ah, como Reinaldo é paranoico!”, diriam os comedores de bombons. “Isso é impossível no Brasil!” Não se trata, bobinhos, de partido único à moda cubana ou chinesa (bem que eles gostariam, mas sabem ser impossível). Trata-se de deter a hegemonia do processo político de tal sorte que as demais forças organizadas da sociedade se tornem irrelevantes. E não só as da política. Gilberto Carvalho, sempre ele!, alertou os petistas para a necessidade de comçear a enfrentar os evangélicos, como vocês bem se lembram.


Em 2002, o PT escreveu a sua  carta de conversão ao capitalismo porque pesava ainda uma, em muitos aspectos, injusta desconfiança sobre a adesão do partido à economia de mercado. Muito modestamente, então no site e revista Primeira Leitura, escrevi algo assim: “Vamos parar de besteira! O PT não é candidato a implementar o socialismo no Brasil; ele é candidato a pôr a sua canga no capitalismo que temos”. Acho que acertei. Cercado de desconfiança, o partido deu a potentados do capital financeiro e industrial o que eles não teriam ousado pedir a um “partido de direita”.


Entenda o partido que a senhora ajudou a criar e do qual teve de sair, deputada Erundina! O PT precisa de forças que ele próprio chama “de direita” para tentar aniquilar qualquer um que lhe faça oposição. Em 2002, quando buscava um vice, a única exigência era esta: tinha de ser do campo conservador. E encontraram o então senador José Alencar. Ora, é evidente que o PSDB ou José Serra estão à esquerda, respectivamente, de PP e Paulo Maluf! Ocorre que esses dois não representam empecilho ao tal projeto hegemônico — logo, são aliados. ASSIM, NÃO É MALUF QUE BUSCA O PT PARA SE HIGIENIZAR. É O PT QUE BUSCA MALUF PARA, A UM SÓ TEMPO, EXIBIR A SUA FACE SUPOSTAMENTE PLURAL, TOLERANTE E INCLUSIVA E PARA DAR PROSSEGUIMENTO AO PROJETO DO PARTIDO ÚNICO.


Gilberto Carvalho confessou isso anteontem com clareza inequívoca. Defendeu a aliança com Maluf deixando claro que o PT está no comando. José Dirceu fez a mesma coisa. Quem não cabe nesse processo é justamente Luia Erundina —  não por acaso, pertencia ao partido e teve deixá-lo. Ela já não cabe porque fala aquela linguagem do socialismo à moda antiga — chegou até a evocar “a luta de classes”. Ela já não cabe porque relembra aquele partido que queria se dirigir aos “oprimidos” (e o PT é hoje uma força da ordem, que tem muita intimidade com os que a ex-prefeita considera “opressores”). Ela já não cabe porque cria obstáculos à aliança com o capeta se o capeta ajudar a vencer o único núcleo mais ou menos organizado que ainda pode liderar uma resistência ao PT: os tucanos! A propósito: não foi Lula quem disse que Jesus Cristo, se voltasse à terra, acabaria tendo de se aliar ao demônio? O “cristo” de Lula, por óbvio, é uma criação à sua imagem e semelhança.


Não sei se o PT será bem ou malsucedido ao se aliar a Maluf. O que sei é que a aliança é absolutamente coerente porque não há entre eles diferença nenhuma de moralidade — a do deputado do PP leva alguma vantagem porque ligeiramente menos cínica — e porque Maluf é mais um, vá lá, “conservador” cooptado na saga para aniquilar o que resta de oposição no país. Assim, ele é, a um só tempo, uma conquista e uma presa. E olhem, para citar Lula, que o ex-prefeito, muito provavelmente, ainda não é o diabo. Imaginem quando chegar a hora…


Por Reinaldo Azevedo

O Velhinho é CONTRA a descriminalização da Maconha...


Por ser contra, por acreditar que usuário de maconha sustenta o trafico de drogas (e não apenas da maconha!), o Velhinho continua a postar as "pequenas" apreensões desse lixo feitas pelos órgãos policiais. Só para se ter uma idéia, EM TONELADAS, do poder "recreativo" e "medicinal" da maconha em nosso país.
Pode demorar alguns dias, talvez, poucas semanas, mas não falha. Quando o uso "recreativo e medicial" da maconha sensibiliza traficantes, eles nem pensam na grana dos usuários que sustenta o narcotráfico, não é mesmo?
Como as drogas de uso "recreativo e medicinal" não se resumem à maconha, a matéria abaixo demonstra a equação aritmética onde maconha, drogas ilegais, armas, traficantes e drogadictos (além dos apologistas da liberação da maconha) são elementos interdependentes e complementares.
21/06/2012
PRF apreende cerca de 4 toneladas de maconha no Rio
Do G1 RJ
Foi apreendido na quarta-feira (20) cerca de quatro toneladas de maconha, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação aconteceu na BR 040, no município de Três Rios, região Serrana do Rio de Janeiro, e a droga estava escondida em dois carros, transportados por um caminhão.
Durante a fiscalização, os policiais abordaram um caminhão graneleiro com placa do Mato Grosso do Sul. De acordo com a PRF, a atitude do motorista chamou a atenção da equipe. "Antes que a gente pedisse a documentação, o condutor, um homem de 45 anos, foi logo entregando a carteira de habilitação e explicando que só possuía permissão para dirigir carros", afirmou um dos agentes responsáveis pela apreensão. Segundo o policial, foi constatado que o motorista também tinha habilitação para dirigir caminhão. "Acredito que ele tenha mentido para desviar nossa atenção", explicou.
De acordo com PRF,  o motorista disse que o caminhão estava vazio, mas quando a lona que o cobria foi retirada, os policiais encontraram dois carros. Quando os agentes abriram as portas dos veículos, vários tabletes de maconha caíram no chão.
Ainda segundo informações da PRF, os dois veículos foram preparados para transportar a droga, já que todos os bancos foram arrancados e até o compartimento do motor estava cheio de droga. O motorista, que já havia cumprido pena por roubo, foi preso em flagrante por tráfico de drogas. A PRF informou que o motorista declarou que levaria a droga até a cidade do Rio de Janeiro e receberia mil reais pelo transporte. A ocorrência será encaminhada à Polícia Federal.

04 junho 2012

Recantos de Florianópolis, após 34 anos...

O Velhinho conheceu Floripa no princípio de1978 e somente agora, 34 anos depois, é que teve o prazer de retornar à ilha. Prazer com rabugice, por conta do crescimento urbano, trânsito e "points". Mas nada disso foi capaz de subtrair o encanto, quiçá magia!, natural daquela ilha...
Ficou registrado uma pequena parte desse encanto.


Armação









Praia Daniela







Lagoa da Conceição
(apenas uma pequena parte dela)




Pântano do Sul






Praia do Forte
(34 anos atrás, o Forte não havia sido restaurado e preservado pelo Patrimônio Histórico)




















Ribeirão da Ilha






E na noite do dia 02, foi esta a imagem da Lua que iluminava Florianópolis...