Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

13 novembro 2012

Melhor pesar a mão...


Aparentemente por conta das condenações da Ação Penal 470, conhecida por mensalão do PT, começaram a se destacar opiniões quanto a aplicação de penas privativas de liberdade, onde se advoga de que tais penas somente deveriam ser aplicadas para condenados "perigosos", ao passo que aos "não perigosos" seria recomendado a aplicação das penas restritivas de direitos, como a prestação de serviços à comunidade e a interdição temporária de direitos.
Tudo muito bem, tudo muito bom. Mas qual o sentido que devemos dar a essas qualificações de "perigoso" e "não perigoso"?
Perigoso por atentar contra a vida de um indivíduo ou grupo social? Perigoso por conta da violência potencial ou de fato do condenado?

No caso das pessoas envolvidas e condenadas na Ação Penal 470, onde se comprovou ter havido desvio de dinheiro público, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, considerando ainda que envolveu um ministro de Estado, um presidente de partido político (que já fez dois presidentes da República, o primeiro deles no mandato quando da denúncia do mensalão, cujo ministro de Estado era e é figura de primeira linha dentro daquele partido político) e o tesoureiro do mesmo partido, como deixar de considerar perigosos seus atos criminosos para a Nação, para a Democracia e para as Instituições? Como deixar de considerar os condenados perigosos avaliando o impacto que suas ações tiveram na destinação de verbas e políticas públicas, que afetam a toda a população brasileira?
Esses condenados ou qualquer outro que no futuro venha a ser condenado por crimes semelhantes contra o Estado Democrático e de Direito, são todos perigosos sim! Tanto os que corrompem como os corrompidos não são pessoas quaisquer, nem de menor importância na política brasileira, sabiam o que estavam fazendo e que estavam errados. Por isso são perigosos, mesmo que aleguem não haver recebido nenhuma benesse ou enriquecido com suas ações. Como o objetivo era a perpetuação no poder de um determinado partido político, caso a tramoia viesse a se concretizar receberiam, mais cedo ou mais tarde, o seu quinhão. Defender o contrário, a meu ver, se trata de credulidade exacerbada beirando um Efeito Poliana...

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