Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

21 novembro 2011

15 novembro 2011


O Velhinho é CONTRA a descriminalização da maconha!

Por ser contra, por acreditar que usuário de maconha sustenta o trafico de drogas (e não apenas da maconha!), o Velhinho continua a postar as "pequenas" apreensões desse lixo feitas pelos órgãos policiais. Só para se ter uma idéia, EM TONELADAS, do poder "recreativo" e "medicinal" da maconha em nosso país.
Pode demorar alguns dias, talvez, poucas semanas, mas não falha. Quando o uso "recreativo e medicial" da maconha sensibiliza traficantes, eles nem pensam na grana dos usuários que sustenta o narcotráfico, não é mesmo?
14/11/2011
PF apreende cerca de duas toneladas de maconha em embarcação no PR

Barco foi encontrado às margens do Lago de Itaipu, oeste do Paraná.
Piloto tentou fugir mas foi preso em seguida.
Entorpecente foi encontrado às margens do Lago de Itaipu.


(Foto: Reprodução RPC TV)

A Polícia Federal (PF) apreendeu cerca de duas toneladas de maconha em uma embarcação na noite de sábado (12), às margens do Lago de Itaipu, na região de Santa Helena, oeste do Paraná.
De acordo com os policiais, após perceber a abordagem dos agentes o piloto tentou fugir pulando no rio, mas foi preso em seguida.
Um menor de idade, que também estava no barco, foi apreendido e encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil.

06 novembro 2011

Dizem que "não se faz omelete sem quebrar ovos"...
mas não explicam que SEMPRE são os ovos de outros!

04 novembro 2011

E ainda pretendem que essa incompetência venha administrar São Paulo...

02 novembro 2011

E aí, valentes? Depois ainda falam em novo tributo para a Saúde...

01 novembro 2011


Reitora da FFLCH não estaria sendo omissa?
Um patrimônio público, o prédio da administração daquela faculdade foi tomado/ocupado por invasores; estudantes ou não, o termo é exatamente este: invasores do patrimônio público.
Pois bem. Respeitando a autonomia universitária, a reitora tem a primazia de negociar com estudantes qualquer pleito que diga respeito ao ambiente da faculdade, em especial àqueles que digam respeito à qualidade de ensino. O Velhinho queria saber se essa autonomia é superior ao dever que o cargo de reitor(a) detém de preservar não só o patrimônio público que ocupa, como também as atividades administrativas daquela faculdade. A príncipio, antes de assumir qualquer compromisso com invasores, deveria a reitora exigir a contrapartida: a imediata desocupação do prédio para que as negociações fossem abertas.
Ao invés disso, foi constituida uma comissão de negociação que já começa a manifestar asneiras.
A matéria está no Estadão on line:


A Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP montou uma comissão de três professores e dois funcionários para negociar a desocupação do prédio administrativo da faculdade, tomado por estudantes na noite de quinta-feira.
Tiago Queiroz/AE
A decisão saiu no início da noite desta segunda-feira em reunião extraordinária da Congregação, a instância máxima da faculdade.
Segundo o vice-diretor da FFLCH, Modesto Florenzano, também foi aprovada por unanimidade uma moção de repúdio tanto à atuação da Polícia Militar no confronto de quinta-feira quanto à ocupação do edifício da diretoria naquela mesma noite.
Estudantes invadiram o prédio administrativo da FFLCH e dizem que só saem de lá quando a reitoria romper o convênio com a secretaria estadual da Segurança Pública que intensificou o policiamento na Cidade Universitária. Eles realizaram ato no início desta noite em frente à reitoria.
'Termos vagos'
Por volta das 20h30, a Congregação da FFLCH afirmou, em nota, que o convênio firmado entre a USP e a pasta da Segurança Pública tem termos "vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada". Diz, ainda que a intervenção da PM "extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio".
A Congregação se propõe a "realizar gestões" junto à reitoria visando a reavaliação do protocolo que reforçou a presença da PM no câmpus. "É preciso que haja clareza quanto aos exatos fins e alcance da política de segurança nos campi", afirma o documento.


Abaixo segue a íntegra do documento da Congregação da FFLCH, com comentários do Velhinho.


A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, reunida em sessão extraordinária, no dia 31 de outubro de 2011, na sala 08, do Conjunto de Filosofia e Ciências Sociais, à vista da gravidade dos acontecimentos que resultaram na ocupação do prédio da Administração, vem declarar sua disposição para o encaminhamento de soluções mediante negociação com as partes envolvidas no conflito.
A Congregação reconhece que os termos do convênio firmado entre a USP e a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo são vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada. Reconhece igualmente que a intervenção da Polícia Militar extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio.
Comentário do Velhinho: O Convênio firmado entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo foi definida e aprovada pelo Conselho Gestor da USP, que tem prevalência sobre a Congregação da FFLCH. Essa Congregação pode entender o que quiser sobre a decisão do Conselho Gestor, mas não tem o poder de invalidá-lo, nem de se propor, sequer, a mudá-lo, faltando-lhe de competência estatutária. Assim, essas promessas emitidas pela congregação não tem efeito legal na prática.


Como é tradicional em suas manifestações, a Congregação repudia com veemência o recurso a todas as formas de violência. É oportuno lembrar que a intervenção da PM  ocorreu em um espaço social sensível à presença de forças coercitivas, face ao histórico, ainda recente na memória coletiva da comunidade acadêmica, de intervenções policiais violentas durante a ditadura militar.
Comentário do Velhinho: É oportuno lembrar que o "espaco social" é área pública e que a intervenção da PM se deu no estrito cumprimento das leis vigentes. O episódio de violência foi protagonizado por aqueles que tentaram, por todos os meios - inclusive pela violência! - impedir os policias presentes, incluindo um Delegado de Polícia, de cumprir com suas obrigações legais. A reação da PM foi proporcional e adequada, dada as circunstâncias. Por outra, a chamada ditadura militar acabou há 26 anos atrás, em 1985. Já passou da hora de incorformados aceitarem que vivemos num Estado Democrático e de Direito. Coisa que, aparentemente, a Congregação da FFLCH ignora ou se esforça por ignorar.


As reações de alunos, embora previsíveis, não teriam tido o desdobramento que tiveram caso houvesse prevalecido o bom entendimento entre as partes envolvidas, sem apelo à violência. A Congregação envidará todos seus esforços para desarmar o conflito e conduzir seu desfecho à mesa de negociações.
Comentário do Velhinho: o bom entendimento houve: os jovens seriam - como foram! - encaminhados à delegacia de polícia para instauração de um Termo Circunstanciado por posse de drogas. Os intransigentes foram os estudantes, não os policiais. A lei, senhores da Congregação, existe inclusive para os estudantes, inclusive para dentro do campus da USP. Autonomia universitária não significa Estado Independente!


Para tanto, se propõe a realizar gestões junto à superior administração visando reavaliação do protocolo entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de S. Paulo. É preciso que haja clareza quanto aos exatos fins e alcance da política de segurança nos campi. Uma moderna política de segurança pública prescinde da criminalização de comportamentos.
Comentário do Velhinho: A Congregação aparentemente quer se fazer passar não só por especialistas em segurança pública, como por legisladores. De novo, para ficar claro: O convênio visa melhorar as condições de segurança da USP que tem sua estrutura própria de segurança. A PM, chamada a colaborar, não pode ignorar sua responsabilidade como instituição do Estado Democrático de Direito, de cumprir e fazer cumprir as leis vigentes, de prevenção e combate à criminalidade. Sejam criminosos estudantes ou não. A LEI Nº 11.343, DE 23 DE AGOSTO DE 2006, no Capítulo III -0 dos Crimes e das Penas, em seu art. 207 esclarece:


Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:
I - advertência sobre os efeitos das drogas;
II - prestação de serviços à comunidade;
III - medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.
§ 1o  Às mesmas medidas submete-se quem, para seu consumo pessoal, semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à preparação de pequena quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência física ou psíquica.
§ 2o  Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.
§ 3o  As penas previstas nos incisos II e III do caput deste artigo serão aplicadas pelo prazo máximo de 5 (cinco) meses.
§ 4o  Em caso de reincidência, as penas previstas nos incisos II e III do caput deste artigo serão aplicadas pelo prazo máximo de 10 (dez) meses.
§ 5o  A prestação de serviços à comunidade será cumprida em programas comunitários, entidades educacionais ou assistenciais, hospitais, estabelecimentos congêneres, públicos ou privados sem fins lucrativos, que se ocupem, preferencialmente, da prevenção do consumo ou da recuperação de usuários e dependentes de drogas.
§ 6o  Para garantia do cumprimento das medidas educativas a que se refere o caput, nos incisos I, II e III, a que injustificadamente se recuse o agente, poderá o juiz submetê-lo, sucessivamente a:
I - admoestação verbal;
II - multa.
§ 7o  O juiz determinará ao Poder Público que coloque à disposição do infrator, gratuitamente, estabelecimento de saúde, preferencialmente ambulatorial, para tratamento especializado.


Ora, um crime estava sendo praticado e, de acordo com a Congregação, "É preciso que haja clareza quanto aos exatos fins e alcance da política de segurança nos campi"? Clareza é o cumprimento da Lei, pois não? Ou a Lei não está clara?


Nessa medida, a Congregação acolhe as sugestões dos alunos relativas a medidas que podem contribuir para o aperfeiçoamento da segurança na USP, entre as quais: melhoria da iluminação, aumento da frequência de ônibus de linha e circulares, guarda universitária, constituída por funcionários de carreira, desempenhando preferencialmente funções preventivas e com formação compatível com direitos humanos, criação de um corpo de guardas femininas, capacitadas para o atendimento de vítimas de assédio sexual e estupro.
Comentário do Velhinho: Sem dúvida, dentro da autonomia universitária essa discussão é válida. Porém, enquanto tais discussões e definições não se concretizam, não resta dúvida que a presença da PM é necessária no campus da USP, inclusive com policiais femininas, haja vista a ocorrência, como declarado pela congregação da FFLCH de vítimas de assédio sexual e estupro. Quando e se a estrutura de segurança interna da USP estiver adequada, a PM poderá, caso assim decida o Coselho Gestor, deixar de prestar o auxílio ora requerido.


A Congregação da FFLCH também se compromete a desencadear discussão ampla e aberta a toda a comunidade acadêmica para a formulação e execução de política interna de prevenção de drogas
Comentário do Velhinho: Como assim, desencadear discussão ampla e aberta para formulação de uma política interna de prevenção de drogas? É sério que somente agora os excelsos membros do Congregação da FFLCH vieram a saber que as drogas são um problema no campus?


Com o propósito de reduzir oportunidades de conflitos com desfechos violentos, igualmente se compromete a promover estudos que fundamentem proposta ao Conselho Universitário de revisão e modernização dos regulamentos que disciplinam processos administrativos movidos contra estudantes. A Congregação reconhece que as discussões e debates a respeito da estrutura de poder na USP tem caráter de urgência e não podem mais ser postergadas sob quaisquer razões ou pretextos.
Comentário do Velhinho: Não sei porque, revisão e modernização acaba soando ao Velhinho como IMPUNIDADE. Tomem vergonha na cara, senhores! Ou querem me convencer que tais processos administrativos não foram motivados justamente pela violência com que alguns estudantes, de forma contumaz, agem, em especial promovendo invasões?


Por fim, convém destacar que a Diretora da FFLCH da USP esteve presente no momento dos acontecimentos e fez a negociação visando a proteção dos direitos dos três alunos envolvidos, acompanhando-os à Delegacia de Polícia. Além disso, garantiu que não teriam nenhum tipo de punição. Portanto, não é verdadeira a afirmação veiculada na comunidade de que a Diretora apoiou a ação da PM. Nesse sentido, a Congregação manifesta-se pelo desagravo á injusta acusação que lhe foi imputada em documentos de circulação pública.
Comentário do Velhinho: Se o alegado pela Congregação for expressão da verdade, urge uma ação correcional na delegacia de polícia que atendeu o caso, uma vez que somente um juiz de direito é que pode determinar se haverá ou não pena a ser cumprida pelos infratores da lei - e quem infringe a lei, comete crime, portanto criminoso é! Acredito que caberia ao Ministério Público averigar essa declaração da Congregação.


Ao Conselho Gestor ou ao órgão superior de administração da USP, por fim, caberia verificar se a atual reitora da FFLCH não está praticando crime de improbidade, simplesmente por não pedir na Justiça a reitegração de posse do patrimônio público e de retardar a volta à normalidade nas atividades da administração da faculdade que está sob sua responsabilidade. Não seria o correto?