Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

31 agosto 2011

Um país quase perfeitinho...

Na ética dos políticos
Na Educação Pública
Na Saúde Pública
Na Segurança Pública

29 agosto 2011

28 agosto 2011

Em qual dos dois chargistas se deve dar crédito?
(considere todos os escândalos - como nunca antes "neztepaiz" - denunciados pela revista, as demissões e/ou afastamentos partidários e o ódio que se tem contra a imprensa quando ela cumpre o seu papel de informar)

27 agosto 2011

Quem sabe faz a hora, dizia Vandré...
Peço que leiam o artigo de Felipe Salto e José Emydio de Carvalho Neto, publicado na Folha de São Paulo de hoje e, se concordarem com o conceito do Voto Distrital, divulguem através de suas comunidades.
Está em curso um projeto de lei que obrigará o cidadão, eleitor e contribuinte a votar em lista. Voto em lista significa que o eleitor não estará elegendo diretamente um candidato de sua livre escolha, mas alguém indicado por um partido político. Na prática, possibilitará que os partidos escolham aqueles que consideram os melhores candidatos para GOVERNAR E LEGISLAR POR NÓS. Essa decisão deveria ser de cada eleitor, mesmo que no conjunto venhamos a eleger tranqueiras. Voto em lista é uma versão revisada do voto de cabresto dos coronéis e dos seus currais eleitorais.
O cidadão, eleitor e contribuinte NÃO É GADO e pode decidir democraticamente a quem eleger, sem que qualquer partido tente definir por nós quem será eleito.
A propósito, o projeto dessa lei equivocada é daquele partido que até uma década atrás levantava a bandeira dos ideais democráticos e se dizia contra qualquer tipo de coronelismo. O mesmo PT cujos líderes acreditam que um coronel do Nordeste e há muito senador não deva ser tratado como um cidadão comum.
Vale o trabalho de formiga, do boca-a-boca. Vamos fazer a tal reforma política, a começar pela defesa do VOTO DISTRITAL. A hora é agora!

Pelo Voto Distrital no Brasil

Somos contrários à proposta de reforma do sistema eleitoral do deputado Henrique Fontana (PT-RS), pois, se aprovada, pioraria os já conhecidos problemas de nosso sistema eleitoral. Segundo a proposta, o eleitor votaria duas vezes.

O primeiro voto seria computado como hoje; no segundo voto, em lista, o eleitor perderia o direito de eleger diretamente seus candidatos. Mas quem escolheria essa lista? Os caciques dos partidos.
A proposta não parece ser produto de estudos de sistemas eleitorais, mas de uma tentativa de acomodação de interesses.

Nossa proposta é bastante distinta e com objetivos bem claros.
Vemos no voto distrital uma poderosa ferramenta para reduzir o custo das campanhas eleitorais e motivar uma maior fiscalização por parte do eleitor sobre o trabalho do político. A sociedade tem se mostrado propensa a esse debate. Tal propensão ao “novo”, como temos chamado, é o que se vê no movimento #EuVotoDistrital.

O sistema eleitoral proporcional, que é o atualmente empregado no Brasil, permite que votemos em candidatos a deputados federal, estadual e a vereador, mas também em suas legendas, se desejarmos.

Extremamente confusa, a mudança para proporcional misto só pioraria um sistema em que já é difícil entender como nosso voto contribui para eleger representantes.

Com o voto distrital, seria fácil entender os caminhos do voto, e o custo de acompanhar o processo eleitoral, pela facilidade do sistema (o mais votado em dois turnos ganha no distrito), seria bem menor.
Na prática, o eleitor precisaria acompanhar apenas um representante. Também o eleito teria incentivos para lutar pelas demandas do distrito, aproximando representante e representado.

Pelo lado dos custos das campanhas, os candidatos não teriam que percorrer todo o Estado, mas apenas uma região muito menor (o distrito), de modo que a demanda por financiamento cairia, segundo alguns estudos, de 50% a 70%.

Como funcionaria o sistema distrital (ou majoritário)? O país todo seria dividido em distritos -áreas com limitações geográficas parecidas e número similar de eleitores - de acordo com o número atual de deputados a que cada Estado tem direito. São Paulo, por exemplo, continuaria a eleger 70 representantes para a Câmara (70 distritos, sendo um por distrito).

Aliás, estamos às vésperas das eleições municipais. Por que não alterar nosso sistema eleitoral para a escolha dos próximos vereadores? Funcionaria como no caso dos deputados federais. Isto é, o eleitor escolheria seu representante distrital como se fosse o vereador do bairro (ou regiões que englobariam alguns bairros).

A sociedade quer e busca a mudança. Ela se organiza para isso. Diretas-Já, Ficha Limpa e tantos outros exemplos. Resta-nos potencializar a força que emana desse novo poder, dessa força pela mudança e pela Política (com “P” maiúsculo).

Eis a inflexão que queremos ver na política nacional -fruto de uma nova postura, que é a expressão do desejo de construir um país melhor.

É essa a causa que guarda e defende o movimento livre, apartidário, que surgiu da sociedade civil e que nesse momento angaria assinaturas - o #EuVotoDistrital (www.euvotodistrital.org.br).

Milhares de cidadãos de todos os Estados do Brasil já se apresentaram para essa mudança. Agora, buscamos seu apoio para que o Congresso seja compelido a realizar a verdadeira reforma política e, acima de tudo, para que façamos da nova política que queremos ver a próxima grande mudança liderada pela sociedade em benefício da democracia no Brasil!

25 agosto 2011

21 agosto 2011

O Velhinho é CONTRA a descriminalização da maconha!
Por ser contra, por acreditar que usuário de maconha sustenta o trafico de drogas (e não apenas da maconha!), o Velhinho continua a postar as "pequenas" apreensões desse lixo feitas pelos órgãos policiais. Só para se ter uma idéia, EM TONELADAS, do poder "recreativo" e "medicinal" da maconha em nosso país.
Pode demorar alguns dias, talvez, poucas semanas, mas não falha. Quando o uso "recreativo e medicial" da maconha sensibiliza traficantes, eles nem pensam na grana dos usuários que sustenta o narcotráfico, não é mesmo?
20/08/2011
Motorista de caminhão é preso com mais de seis toneladas de maconha
Apreensão foi realizada pela Polícia Federal em Céu Azul, Oeste do Paraná.
Droga estava escondida em meio à carga de farelo de milho.
Um motorista de 33 anos foi preso com mais de seis toneladas de maconha por volta das 15h deste sábado (20), em Céu Azul, na região Oeste do Paraná. De acordo com a Polícia Federal, a droga estava escondida em um caminhão em meio à carga de farelo de trigo. O preso foi encaminhado para a Delegacia de Foz do Iguaçu, também na região Oeste. (Foto: Reprodução RPC TV)

20 agosto 2011

Depende, senhor ministro, depende...
Vejam a fala do atual ministro da agricultura, de acordo com o site G1:
'Lobista é uma coisa, ladrão é outra', diz novo ministro da Agricultura
Antecessor de Mendes, Wagner Rossi, caiu por suposta ligação com lobista.
Como deputado, ele apresentou projeto para regulamentar prática.
O deputado federal Mendes Ribeiro (PMDB-RS), que tomará posse na manhã da próxima terça como ministro da Agricultura, defendeu nesta sexta-feira (19) a regulamentação da prática de lobby. Segundo ele, não se pode fazer uma associação direta entre lobistas e irregularidades. “Lobista é uma coisa, eu já disse, ladrão é outra”, disse.

Comentário do Velhinho Rabugento: Existe controvérsia, senhor ministro. Não sei se o cidadão, eleitor e contribuinte tem essa percepção. O Velhinho aqui considera que um lobista (aquele que pratica lobby) representa grupos de pressão que tentam influenciar os ocupantes de cargos eletivos, tanto do Poder Executivo, quanto do Legislativo. O objetivo seria direcionar decisões do poder público, em especial as legislativas e regulatórias, em benefício do grupo ou setor da sociedade que os lobistas representam. Ou seja, os lobistas são a ponta de lança de grupos de pressão.
Nos Estados Unidos têm a atividade regulamentada, porém naquele país o sistema eleitoral difere muito do nosso.
Grupos de pressão existem vários, em geral representando as chamadas minorias. Há ainda aqueles que defendem causas ecológicas e outros tantos que buscam benefícios de setores privados da economia.
Todos esses grupos tentam mudar os rumos do país de acordo com os seus interesses, pois não?
A ação dos lobistas se dá, direta ou indiretamente, sobre aquelas figuras de moral ilibada que ocupam cargos eletivos após apuração do resultado das eleições.
E onde fica o resultado das urnas para mudar os rumos do país?
Ora, o cidadão, eleitor e contribuinte que usou seu voto para eleger um candidato baseado nas promessas feitas em campanha fica em desvantagem nesse processo. Não é à tôa que é muito mais lembrado no período de eleições, uma vez que, ja eleitos, as figuras de moral ilibada normalmente se distanciam dos eleitores, embora no Legislativo concedem a si próprios alguns dias de toda semana para, alegam, "consultar as bases".
O Velhinho não lembra de políticos percorrendo semanalmente os mesmos bairros em que perorou votos para perguntar aos seus eleitores como deveria votar, por exemplo, sobre o aumento dos próprios subsídios, a aprovação de uma medida provisória ou o aumento de impostos, muito menos sobre reforma política ou tributária.
Mas à volta dessas figuras de moral ilibada sempre pululam lobistas, seja na atividade legislativa ou executiva, seja na tal "consulta às bases", seja em lobbys de hotéis ou restaurantes. Um tanto desleal para com o eleitor, não?
E quando um lobista pode ser um ladrão? Talvez nunca, mas um potencial corruptor... bem..., existe diferença entre ladrão e corruptor, pois não?
Entretanto o cidadão, eleitor e contribuinte pode ficar tranquilo. Aquela figura pública de moral ilibada nunca se deixará corromper por um lobista em pele de cordeiro, não é mesmo?
Como diria o menino prodígio: Santa ingenuidade, Batman!

18 agosto 2011

Partido político no Brasil é uma piada e de mau gosto!
O que deveria ser uma "organização social espontânea que se fundamenta numa concepção politica ou em interesses políticos comuns e que se propõe alcançar o poder", segundo a primera acepção do Houaiss, mais está para "associação de pessoas em torno dos mesmo ideais, interesses, objetivos" conforme a segunda acepção.
Quando os ideais, interesses, objetivos passam por desvios de recursos públicos configurando crime contra a administração pública praticados por funcionário público (e um político que ocupa qualquer cargo eletivo é um funcionário público por excelência!), aí a definição que melhor caberia talvez fosse a do artigo 288 do Código Penal: "Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para fim de cometer crimes".
A etimologia do verbete partido nos dá uma dica: "lat. partítus,a,um que partilhou, que tomou o seu quinhão" (Houaiss)
Cada vez mais nos parece que a mudança de partido por um político se fundamenta no princípio do quinhão que se pode tomar e não na concepção política ou em interesses políticos comuns.
A própria facilidade em se criar um partido político que jamais chegará ao poder, contribui para que essas mudanças "pragmáticas" ocorram entre seus afiliados. Para comprovar essa tese, creio que basta verificar quantas vezes um politico mudou de partido, com qual frequência e diante de qual quadro da política nacional ou local, na época de cada mudança.
Claro que um político, como cidadão, pode mudar de opinião, de visão da concepção política, mas convenhamos que quando essas mudanças são frequentes, no mínimo se pode supor que o indivíduo, na melhor das hipóteses, não tem convicção política.
Existem no Brasil 27 (!) partidos políticos ativos (PMDB, PSDB, PTB, PDT, PT, DEM, PCdoB, PSB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PTdoB, PRTB, PP, PSTU, PCB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSL, PRB, PSOL, PR). Repito, 27 partidos políticos ativos! É muita concepção política diferente, mas que se tornam "quase" iguais quando se juntam em coligações para disputar uma eleição... e o seu quinhão que sai do bolso de todos os contribuintes brasileiros!
Mas não para por aí. Existem ainda 08 partidos com registro em TREs, mas sem registro nacional (PEN, PC, PTS, PF, PHB, PPL, PS, PSD).
Ainda existem 29 partidos políticos em processo de legalização (CONS, LIBER, MNN, AUTO, POP, P-CON, PJS, PJDC, PMP, PRD, PRVP, PE, PMDC, P3S, PGT, PGT do B, PLD, LIVRE, PNC, PNB, PND, NOVO, PPC, PRO, PSR, PSE, PVA, UDN, PROS).
Essa abundância de concepções políticas que existe nos 27 partidos político ativos, se estendida aos 37 partidos em gestação, que, em tese, têm a intenção de um dia chegar ao poder é algo digno de Maquiavel.
Daí vem um salvador da pátria qualquer e diz que a culpa é da "direita", enquanto outro diz que é da "esquerda", e ambos afirmam que, na realidade, a culpa é da chamada mídia (leia-se a imprensa em geral). O pior é que os fanáticos, os mal informados e o crédulos... acreditam!!!
Outra coisa para se pensar é: diante de tantos partidos políticos, haverão cargos eletivos suficientes que justifiquem sua existência? Não tem problema, minha gente, o Legislativo atua e CRIA novos cargos eletivos como, por exemplo, de vereadores.
Enquanto isso, a reforma política de fato, aquela que poderia moralizar um pouco o sistema político do Brasil com a adoção do VOTO DISTRITAL, é relegada, solenemente, ao quinto dos infernos.
Devem existir políticos sérios, mas se existem são poucos e, às vezes, podem estar em partidos políticos que não são tão sérios assim.
Todos eles, partidos políticos e seus afiliados, estão à caça do "quinhão" que está na mão de cada cidadão, eleitor e contribuinte: o VOTO!
Vamos dar a eles nosso quinhão de mão beijada em troca de uma cestá básica, um churrasco e um vale-transporte?
Acorda, Zé Povinho!!!

10 agosto 2011

Não vale dizer que não sabia... afinal de contas, a "presidenta" foi chefe da Casa Civil no governo anterior, pois não?
Que a corrupção sempre esteve ao lado do poder, creio que ninguém contesta. Porém, desde que o PT - aquele partido que alardeava representar a bandeira da ética e da moral - assumiu o poder, os escândalos de corrupção, quando não a incompetência, aumentaram como "nunca antes se viu neste país".
Nenhum dos poderes que representam a República ficou isento de denúncias, nem sempre apuradas à risca.
Nem se pode contar com nossos legisladores para sanar o problema através de leis que punam exemplarmente corruptor e corrupto. Afinal de contas, é praxe não legislar algo que possa prejudicar... os legisladores.
Pensemos um pouco.
O cidadão que, flagrado em infração de trânsito, tenta subornar um policial com uma "cervejinha", quando encontra aquele corrupto acaba por lesar os cofres públicos que deixam de recolher uma multa; por extensão, lesa os demais contribuintes, uma vez que o valor de multas são revertidos em benefício da população (ou deveria assim ser!). De quebra, o corruptor se sente impune e livre para infringir a lei novamente.
Quando um vereador, deputado estadual, deputado federal, senador, prefeito, governador, presidente, ministro de estado, procurador, desembargador, juiz, ou qualquer um de seus subordinados diretos aceitam, de alguma forma, uma "cervejinha" - e dependendo do escalão, um "caminhão de cerveja" ou uma "cervejaria"! - novamente a população, eleitores e contribuintes, são lesados de uma forma que a imprensa ainda não denunciou de maneira efetiva.
Quando a corrupção se faz através de desvios do erário público, seja para obras superfaturadas, licitações viciadas, contratações de cargos de confiança, venda de sentenças, ou para beneficiar os amigos dos amigos, quantos brasileiros tem seu futuro comprometido pelas perdas no sistema de saúde, pelo aumento da falta de segurança, por crises nos transportes, nas comunicações, na transmissão de energia elétrica, na reforma agrária e na propria agricultura, no aumento do custo de vida e dos juros bancários, sem contar na alta carga tributária que coloca o contribuinte e eleitor de joelhos?
Quantos brasileiros deixam de ter saúde, alimentação, moradia? Quantos acabam por morrer por falta de melhor condição de atendimento da Saúde Pública?
CPMF para a Saúde? Conversa! Bastaria diminuir drasticamente a corrupção.
E o que dizer do loteamento de cargos feito pelo Executivo aos partidos da base aliada? Não se enquadra como forma de corrupção, onde as partes envolvidas ganham o que lhes interessa, mas quem paga o pato é a população brasileira?
Outro dia um pai da pátria qualquer, tentando explicar o inexplicável, dizia que não queria ser ufanista na sua fala.
O Velhinho Rabugento gostaria de ter ufanismo pelo Brasil, mas tem vergonha dos partidos políticos e seus componentes.
Faltam-nos Rui Barbosa, mas abundam vigaristas, escumalha, malandros, safados e sem-vergonhas. Demagogos que dizem representar o "Bem" e que utilizam de pragmatismo para mamar das tetas dos cofres públicos.
Daqui a pouco virão novas eleições. Será que teremos um povo consciente e com coragem de dar um basta à politicanalha que está por aí?
Pelo andar da carruagem, parece que não. Como sentir orgulho desse lixo que se tornou a política no Brasil? Como ser ufanista diante de tantas reformas prometidas e não cumpridas, diante da falta de vergonha na cara dessa gente que diz querer o nosso bem?
Malditos sejam, ladravazes da esperança alheia!

09 agosto 2011

É só a ponta do iceberg...
Querem ver a grande fábrica de cabides? Tem nome e endereço. Por nome, é conhecida por CARGO OU FUNÇÃO COMISSIONADOS; Por endereço, qualquer Casa Legislativa que os crie por lei, inclusive o Executivo por decreto, desde o mais pequeno município até o Congresso Nacional.
Um exemplo disso é retratado nesta matéria do site Consutor Jurídico:

AMPLIAÇÃO DO CONSELHO
Conselho Nacional de Justiça ganha 313 novos cargos
Por Pedro Canário
A lei que cria 313 novos cargos no Conselho Nacional de Justiça foi publicada nesta sexta-feira (5/8) no Diário Oficial da União. Do total de cargos, 210 serão efetivos, sendo que 100 são de analista judiciário e 110 de técnico judiciário. Os demais são cargos de confiança dos gabinetes dos conselheiros do CNJ. Hoje, o Conselho tem 88 funcionários concursados. A Assessoria de Imprensa do CNJ não soube informar quantos são os cargos comissionados.
Para a alocação das novas vagas, o CNJ elaborou um estudo das necessidades de cada juiz e de cada gabinete. A distribuição desses cargos será feita depois da consolidação do relatório, ainda sem data. Os profissionais devem assumir os cargos gradativamente, em até dois anos depois da vigência da Lei 12.463 que os criou.
As despesas decorrentes da criação dos novos cargos serão cobertas do orçamento do CNJ previsto no Orçamento Geral da União. Com a criação das novas vagas, o CNJ está obrigado a reduzir, proporcionalmente, o número de contratados terceirizados.

Quem quiser ler a íntegra da lei, basta clicar aqui: Lei 12.463.
Ora, 210 cargos (analista e técnico judiciário) serão preenchidos por concurso público. O restante 103 cargos, que correspondem A UM TERÇO DO TOTAL, são classificados como cargos e funções comissionados; ou seja, UM TERÇO de vagas que NÃO serão preenchidas por concurso público, mas pelo famoso Q.I. (Quem indica!).
O CNJ é composto por quinze membros com mandato de dois anos, admitida uma recondução, sendo (Emenda Constitucional nº 61, de 2009):
• O Presidente do Supremo Tribunal Federal (redação dada pela EC nº 61, de 2009);
• Um Ministro do Superior Tribunal de Justiça, que será o Corregedor Nacional de Justiça;
• Um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho;
• Um Desembargador de Tribunal de Justiça;
• Um Juiz Estadual;
• Um Juiz do Tribunal Regional Federal;
• Um Juiz Federal;
• Um Juiz de Tribunal Regional do Trabalho;
• Um Juiz do trabalho;
• Um Membro do Ministério Público da União;
• Um Membro do Ministério Público Estadual;
• Dois advogados;
• Dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada.
Provavelmente os 103 cargos comissionados, também chamados "de confiança", serão distribuidos como 7 para cada um dos 13 primeiros membros e 6 para os dois últimos (dois advogados e dois cidadãos de notável saber jurídico).
Será que dentre os atuais 88 funcionários concursados não existem pessoas confiáveis para assumir essas funções mais próximas dos conselheiros? Aliás, existe tal necessidade? O que justifica a não contratação por concurso público?
Porém, lembrem-se que isto é mero exemplo.
Já imaginaram quantos cargos e funções comissionados são criados em municípios, estados e nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e que PODERIAM SER PREENCHIDOS POR CONCURSO PÚBLICO QUE MEDISSE COMPETÊNCIA AO INVÉS DO "Q.I."?
E a conta cara quem para é o otário de sempre: o cidadão, eleitor e, principalmente, contribuinte. Sem direito a avaliar desempenho, exceto pelo voto, nem sempre consciente.
Brasil, um país de tolos sem saúde, segurança, trabalho, moradia, transporte, educação... mas com muito tributo (inclusive o que é "imposto" goela abaixo!)

06 agosto 2011

O caráter (ou melhor, a falta dele!) determina o corruptor e o corrupto...

03 agosto 2011

Voto: a única forma de diminuir a corrupção e reciclar políticos e partidos!

02 agosto 2011

"Eu não sabia", aquela frase célebre de Lula com relação do chamado Mensalão, não serve para quem já foi ministra de Minas e Energia, bem como da Casa Civil no governo passado...