Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

25 março 2011

O direito de pedir é universal, mas o de conceder é pessoal...
Essa frase me foi dita várias vezes por um profissional, mais velho que o Velhinho.
Ela se aplica a inúmeras coisas, inclusive ao dever (lembre-se, NÃO É um direito!) de votar.
O cidadão eleitor vota em quem quiser, de acordo com a sua consciência e esclarecimento, pois não? Esse seria o único direito embutido no dever, ou obrigação de votar: a escolha é do eleitor, decida ele votar em algum canalha ou em um candidato que demonstre seriedade de propósitos.
Quando se tenta criar uma lei, recheada de atos inconstitucionais e essa lei - é de pasmar! - é aprovada por uma tal Comissão de Constituição e Justiça do Congresso Nacional sem que se retire o que nela contraria a Constituição, pode-se inferir algumas coisas:
a- quem propôs a lei e aqueles que a aprovaram acreditam que o eleitor ou não tenha discernimento para votar ou simplesmente não saiba votar (se bem que Pelé, quando de seu milésimo gol, afirmava isso!) e precisa se protegido da canalha;
b- quem propôs e aqueles que aprovaram uma lei que fere a Constituição não compactua com o processo democrático existente.
c- quem propôs a lei e aqueles que a aprovaram talvez tenham tentado alterar a Constituição fora do processo que nela está determinado, ou seja, ao arrepio da própria Carta Magna.
d- não fosse o STF preservar a Constituição, principalmente em suas cláusulas pétreas, nossa democracia já teria ido para o beleléu.
e- democracia não é ouvir apenas o "rouco clamor das ruas". Isso remete ao Anarquismo.
f- quem propôs e aqueles que aprovaram tal lei, aparentemente não acreditam que mudanças podem ocorrer via Legislativo sem que se fira a Constituição.
g- quem propôs e aqueles que aprovaram tal lei não deveriam fazer parte do Legislativo, mas lá estão por conta do voto do eleitor que querem tutelar.
Será que são poucos os que vêem a lógica do que está ocorrendo?
Daqui a pouco vão estar definindo a forma como a população irá votar, voto por lista ou distrital e, mais uma vez, na opinião do Velhinho, se tentará tutelar o voto do eleitor caso prevaleça o voto por lista.
Atualmente existe aberrações que ainda não foram corrigidas, como por exemplo o caso de suplência do Senado. Se vota num senador e, de repente, quem assume é o suplente que não recebeu voto nenhum!
O povo brasileiro pode não saber votar, mas deveria exigir que se mantivesse, ao menos, o direito à liberdade de escolha, inclusive para errar!
Pergunte a esses pais da pátria se antes de aprovarem a tal lei da Ficha Limpa, aprovariam uma PEC para que o voto NÃO MAIS FOSSE OBRIGATÓRIO?
Eles não têm coragem...


23 março 2011

RaioX de um político de ontem e hoje...
Definitivamente, se fazem leis ANTIFUMANTES!
O Velhinho deve deixar claro que não é contra os estudos da Organização Mundial da Saúde - OMS e sabe do mal causado pelo fumo ao fumante.
O que se pretende demonstrar é que as ações dos governos NÃO SÃO CONTRA O FUMO, MAS SIM CONTRA OS FUMANTES, como já se escreveu aqui quando o ex-governador Serra (SP), alegando se tratar de um caso de saúde pública, impôs uma lei totalitária que ataca não a causa (o fumo), mas um dos efeitos (o fumante).
Essa lei não só proibiu que se fumasse em prédios públicos, como em particulares, demonstrando o viés de intervir no setor privado somente em função do interesse de controlar o cidadão ou de tutelá-lo como se fosse incapaz de agir por seu próprio discernimento.
Leiam esta notícia sobre a China, extraída do Estadão on line de hoje, com grifo do Velhinho:

PEQUIM - A nova regulamentação contra o consumo de tabaco na China, o país com o maior número de fumantes do mundo, obrigará os estabelecimentos públicos a realizar campanhas antitabaco e utilizar seus funcionários para tentar dissuadir os fumantes, informou o Ministério da Saúde chinês.
As medidas, que entrarão em vigor em 1º de maio, proíbem o fumo em locais fechados de uso público, o que a China tenta pôr em prática - com pouco êxito, por enquanto - desde que em 2003 assinou o Convênio Marco da Organização Mundial da Saúde para o Controle do Tabaco.
A nova regulação também obriga os estabelecimentos a colocar claros sinais de não fumar à vista dos clientes, e os proíbe de ter máquinas para a venda de tabaco a varejo.
Os estabelecimentos poderão ter locais especiais para fumantes, mas estes "não poderão ocupar o caminho das pessoas", assinala a regulação, que não deixa claro se estas áreas devem ficar totalmente isoladas ou não.
A China fabrica 42% do tabaco do mundo e seus 350 milhões de fumantes (mais de um quarto da população) consomem 2,2 trilhões de cigarros por ano, um terço do total mundial, afetando ainda cerca de 540 milhões de fumantes passivos (dos quais 180 milhões são menores de idade).
Estudos da OMS assinalam que 1,2 milhão de pessoas morrem na China por doenças relacionadas com o tabagismo todos os anos, e advertem que o número pode aumentar para 3,5 milhões em 2030 se não for feito nada para evitar isso.

Pois bem. Se a OMS e os governos - p.ex., do Brasil e da China - estivessem realmente preocupados com a saúde pública, função de doenças e mortes provocadas pelo tabagismo, bastaria PROIBIR O PLANTIO, INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TABACO (PODENDO SE INCLUIR A MACONHA!) NESSES PAÍSES.
Ora, se somente a China FABRICA 42% DO TABACO DO MUNDO, já imaginaram qual seria o impacto para os fumantes, caso viesse a proibir o plantio, industrialização e comercialização do tabaco?
Haveria, naturalmente, escassez de matéria-prima, o que elevaria astronomicamente o custo do produto final. Somente uma mínima parcela da população mundial, a mais endinheirada, é que provavelmente teria acesso aos produtos derivados do tabaco (e da maconha?), sendo que boa parte da mão de obra que ficaria desempregada, poderia ser alocada na área da saúde em clínicas e serviços de recuperação dos drogadictos do fumo.
Uma coisa é certa, DIMINUIRIA O NÚMERO DE FUMANTES NÃO SOMENTE NA CHINA, MAS NO MUNDO!
AÍ SIM, PODERÍAMOS FALAR EM LEI ANTIFUMO.
Por enquanto, ao que tudo indica, existem leis antifumantes e o interesse na saúde pública apresentado pelos governos de muitos países, o nosso inclusive, é puramente demagógico. Simples assim.

10 março 2011

Um documentário sobre Henrique de Aragão...
Certas iniciativas merecem divulgação. É o caso deste documentário produzido por alunos do curso de Pós Graduação em Cinema e Documentário da Faculdade Pitágoras de Londrina/PR. Os agradecimentos do Velhinho para seus realizadores: Ana Cláudia Mendes, André Luiz de Souza Dutra, Bruno Bergamo, Danilo Eduardo Pinto de Miranda, Jaqueline Deodato Rodrigues, João Rodrigo Santos Milanez, José Marcos Bacette, Luiz Crocera, Natália Sanches Piacentini, Rafael Ferraz Arruda e Romão Antonio Martini Martins .

08 março 2011

05 março 2011

Perguntar não ofende... PIB
O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer seja, países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região. (Fonte: Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Produto_interno_bruto)


IBGE - Conta Satélite Saúde
Considerações finais

Em 2007, a despesa de consumo das famílias com bens e serviços de saúde chegou a R$ 128,9 bilhões (4,8% do PIB).
A despesa da administração pública com
esses bens e serviços foi de R$ 93,4, bilhões (3,5% do PIB).
Instituições sem fins de
lucro a serviço das famílias gastaram R$ 2,3 bilhões (0,1% do PIB). Assim, o consumo de bens e serviços de saúde nesse ano representou 8,4% do PIB.
A despesa das famílias com o consumo com bens e serviços de saúde teve um crescimento real de 3,7% em 2006 e de 4,6% em 2007.
A despesa do governo com
esses bens e serviços cresceu 7,4% e 5,8%, respectivamente.
O valor adicionado, a renda gerada pelas atividades de saúde, foi de R$ 137,9
bilhões, ou 6,0% do valor adicionado total da economia em 2007.
Essa participação
no valor adicionado total foi maior que a de 2005 (5,5%).
(Fonte: IBGE, Conta Satélite Saúde Brasil - http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/economia_saude/css_2005_2007/economia_saude.pdf)
Perguntas de um Velhinho que não entende economês:
1) Num país onde a carga tributária é muito alta, quando a despesa de consumo
com bens e serviços de saúde de famílias é maior que a despesa da administração pública, isso não significa que o sistema de Saúde Pública é precário?
2) Se as famílias gastam mais em bens e serviços de saúde quando está doente (com má saúde), o aumento desses gastos não significa uma piora da condição de Saúde Pública?
3) É de se comemorar um PIB alto, quando dos 8,4% no item Saúde, somente 3,5% são referentes a despesas do Governo nessa área?
4) Considerando que o Governo recupera em tributos parte do que as famílias gastam em bens e serviços de saúde, não dev
eria ser abatida a percentagem correspondente ao retorno de capital, via tributos, das depesas realizadas pelo Governo nesse segmento? Afinal de contas, essas despesas são pagas com tributos, ou não?
5) É correto dizer que o Governo faria um real investimento em Saúde Pública se suas despesas totalizassem 8,03% do PIB (ao invés de apenas 3,5%) e as famílias não tivessem que desembolsar um único centavo de real?

6) Como que aumento de despesas em Saúde pode significar MELHORIA da Saúde Pública???