Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

18 agosto 2011

Partido político no Brasil é uma piada e de mau gosto!
O que deveria ser uma "organização social espontânea que se fundamenta numa concepção politica ou em interesses políticos comuns e que se propõe alcançar o poder", segundo a primera acepção do Houaiss, mais está para "associação de pessoas em torno dos mesmo ideais, interesses, objetivos" conforme a segunda acepção.
Quando os ideais, interesses, objetivos passam por desvios de recursos públicos configurando crime contra a administração pública praticados por funcionário público (e um político que ocupa qualquer cargo eletivo é um funcionário público por excelência!), aí a definição que melhor caberia talvez fosse a do artigo 288 do Código Penal: "Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para fim de cometer crimes".
A etimologia do verbete partido nos dá uma dica: "lat. partítus,a,um que partilhou, que tomou o seu quinhão" (Houaiss)
Cada vez mais nos parece que a mudança de partido por um político se fundamenta no princípio do quinhão que se pode tomar e não na concepção política ou em interesses políticos comuns.
A própria facilidade em se criar um partido político que jamais chegará ao poder, contribui para que essas mudanças "pragmáticas" ocorram entre seus afiliados. Para comprovar essa tese, creio que basta verificar quantas vezes um politico mudou de partido, com qual frequência e diante de qual quadro da política nacional ou local, na época de cada mudança.
Claro que um político, como cidadão, pode mudar de opinião, de visão da concepção política, mas convenhamos que quando essas mudanças são frequentes, no mínimo se pode supor que o indivíduo, na melhor das hipóteses, não tem convicção política.
Existem no Brasil 27 (!) partidos políticos ativos (PMDB, PSDB, PTB, PDT, PT, DEM, PCdoB, PSB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PTdoB, PRTB, PP, PSTU, PCB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSL, PRB, PSOL, PR). Repito, 27 partidos políticos ativos! É muita concepção política diferente, mas que se tornam "quase" iguais quando se juntam em coligações para disputar uma eleição... e o seu quinhão que sai do bolso de todos os contribuintes brasileiros!
Mas não para por aí. Existem ainda 08 partidos com registro em TREs, mas sem registro nacional (PEN, PC, PTS, PF, PHB, PPL, PS, PSD).
Ainda existem 29 partidos políticos em processo de legalização (CONS, LIBER, MNN, AUTO, POP, P-CON, PJS, PJDC, PMP, PRD, PRVP, PE, PMDC, P3S, PGT, PGT do B, PLD, LIVRE, PNC, PNB, PND, NOVO, PPC, PRO, PSR, PSE, PVA, UDN, PROS).
Essa abundância de concepções políticas que existe nos 27 partidos político ativos, se estendida aos 37 partidos em gestação, que, em tese, têm a intenção de um dia chegar ao poder é algo digno de Maquiavel.
Daí vem um salvador da pátria qualquer e diz que a culpa é da "direita", enquanto outro diz que é da "esquerda", e ambos afirmam que, na realidade, a culpa é da chamada mídia (leia-se a imprensa em geral). O pior é que os fanáticos, os mal informados e o crédulos... acreditam!!!
Outra coisa para se pensar é: diante de tantos partidos políticos, haverão cargos eletivos suficientes que justifiquem sua existência? Não tem problema, minha gente, o Legislativo atua e CRIA novos cargos eletivos como, por exemplo, de vereadores.
Enquanto isso, a reforma política de fato, aquela que poderia moralizar um pouco o sistema político do Brasil com a adoção do VOTO DISTRITAL, é relegada, solenemente, ao quinto dos infernos.
Devem existir políticos sérios, mas se existem são poucos e, às vezes, podem estar em partidos políticos que não são tão sérios assim.
Todos eles, partidos políticos e seus afiliados, estão à caça do "quinhão" que está na mão de cada cidadão, eleitor e contribuinte: o VOTO!
Vamos dar a eles nosso quinhão de mão beijada em troca de uma cestá básica, um churrasco e um vale-transporte?
Acorda, Zé Povinho!!!

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