Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

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Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

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Lembre-se disso nas próximas eleições...

20 agosto 2011

Depende, senhor ministro, depende...
Vejam a fala do atual ministro da agricultura, de acordo com o site G1:
'Lobista é uma coisa, ladrão é outra', diz novo ministro da Agricultura
Antecessor de Mendes, Wagner Rossi, caiu por suposta ligação com lobista.
Como deputado, ele apresentou projeto para regulamentar prática.
O deputado federal Mendes Ribeiro (PMDB-RS), que tomará posse na manhã da próxima terça como ministro da Agricultura, defendeu nesta sexta-feira (19) a regulamentação da prática de lobby. Segundo ele, não se pode fazer uma associação direta entre lobistas e irregularidades. “Lobista é uma coisa, eu já disse, ladrão é outra”, disse.

Comentário do Velhinho Rabugento: Existe controvérsia, senhor ministro. Não sei se o cidadão, eleitor e contribuinte tem essa percepção. O Velhinho aqui considera que um lobista (aquele que pratica lobby) representa grupos de pressão que tentam influenciar os ocupantes de cargos eletivos, tanto do Poder Executivo, quanto do Legislativo. O objetivo seria direcionar decisões do poder público, em especial as legislativas e regulatórias, em benefício do grupo ou setor da sociedade que os lobistas representam. Ou seja, os lobistas são a ponta de lança de grupos de pressão.
Nos Estados Unidos têm a atividade regulamentada, porém naquele país o sistema eleitoral difere muito do nosso.
Grupos de pressão existem vários, em geral representando as chamadas minorias. Há ainda aqueles que defendem causas ecológicas e outros tantos que buscam benefícios de setores privados da economia.
Todos esses grupos tentam mudar os rumos do país de acordo com os seus interesses, pois não?
A ação dos lobistas se dá, direta ou indiretamente, sobre aquelas figuras de moral ilibada que ocupam cargos eletivos após apuração do resultado das eleições.
E onde fica o resultado das urnas para mudar os rumos do país?
Ora, o cidadão, eleitor e contribuinte que usou seu voto para eleger um candidato baseado nas promessas feitas em campanha fica em desvantagem nesse processo. Não é à tôa que é muito mais lembrado no período de eleições, uma vez que, ja eleitos, as figuras de moral ilibada normalmente se distanciam dos eleitores, embora no Legislativo concedem a si próprios alguns dias de toda semana para, alegam, "consultar as bases".
O Velhinho não lembra de políticos percorrendo semanalmente os mesmos bairros em que perorou votos para perguntar aos seus eleitores como deveria votar, por exemplo, sobre o aumento dos próprios subsídios, a aprovação de uma medida provisória ou o aumento de impostos, muito menos sobre reforma política ou tributária.
Mas à volta dessas figuras de moral ilibada sempre pululam lobistas, seja na atividade legislativa ou executiva, seja na tal "consulta às bases", seja em lobbys de hotéis ou restaurantes. Um tanto desleal para com o eleitor, não?
E quando um lobista pode ser um ladrão? Talvez nunca, mas um potencial corruptor... bem..., existe diferença entre ladrão e corruptor, pois não?
Entretanto o cidadão, eleitor e contribuinte pode ficar tranquilo. Aquela figura pública de moral ilibada nunca se deixará corromper por um lobista em pele de cordeiro, não é mesmo?
Como diria o menino prodígio: Santa ingenuidade, Batman!

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