Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

07 junho 2011

Quem não deve, não teme e nem treme...
O recado não vai apenas para o atual Chefe da Casa Civil do governo da presidente Dilma. Serve para QUALQUER ocupante de cargo público, eletivo ou não.
A qualquer suspeita de tráfico de influência, uso indevido de informação privilegiada, gritante aumento de patrimônio ou suposto desvio de verba pública, seja envolvendo a Excelência de plantão ou algum de seus familiares até segundo grau, no mímino!, o ocupante de qualquer cargo público, eletivo ou não, deveria se afastar de suas funções alegando impedimento e se colocar à disposição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito Mista.
Mais ainda, deveria exigir que os membros que vierem a compor tal CPI sejam escolhidos entre seus maiores opositores, para que não seja alegado a existência de operação para "blindar" sua Excelência.
Deveria também exigir que as audiências dessa CPI fossem públicas, transmitidas ao vivo pelas TVs do Congresso Nacional.
Deveria, igualmente, abrir mão de sigilo telefônico e bancário. Afinal de contas, o que está em jogo é a imagem e a honra do ocupante de um cargo público, que deveria ter uma conduta proba e ilibada. Não basta alegar ser probo, é preciso parecer probo, sem nada esconder ou omitir.
Quando se ocupar um cargo público, senhores, a vida privada se restringe ao recesso do lar! É o preço que se paga para se ocupar um cargo público: deve-se satisfação ao distinto público, o povo brasileiro!
Em nada devendo, qual mácula recairia sobre sua Excelência? Nenhuma! Ao contrário, haveria o reconhecimento público de conduta reta, feita pelos seus próprios opositores; sua Excelência sairia do episódio com um capital político inabalável, sendo devidamente reconduzido às suas funções.
Para seus aliados, outro ganho político imenso, facilmente capitalizado em eleições vindouras.
Mas para que esse cenário ocorra, é certo, sua Excelência deve demonstrar com todos os pingos nos is, que não esteve envolvido em tráfico de influência, não usou indevidamente informação privilegiada, que não participou de desvio de verba pública, que o aumento de seu patrimônio se deu exclusivamente por seu trabalho honesto e que seus familiares não foram favorecidos de nenhuma maneira, em função do cargo ocupado por sua Excelência.
O Velhinho pergunta: Quantas Excelências podem afirmar, de peito aberto, que não devem, não temem e nem tremem?

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