Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

06 maio 2011

Falando em plebiscitos...
O Velhinho, quando muito Rabugento, se questiona se a democracia no Brasil não seria uma piada de mau gosto, por vezes amargo.
Recentemente, por conta de um crime estúpido (um de muitos!) ocorrido numa escola do Rio de Janeiro, surgiu um movimento para a realização de um plebiscito sobre desarmamento - do cidadão de bem, claro! - apenas 6 anos após um referendo sobre o mesmo tema, onde se pretendia proibir o comércio de armas e munições ao cidadão comum (porque criminosos, em especial traficantes de drogas, não adquirem armas dentro das regras legais). Os defensores desse novo plebiscito entendem que desarmar a população é tão relevante para a Nação que merece nova consulta popular.
O curioso é que quando se fala em reforma política, especificamente na forma como votamos no Brasil, o cidadão deixa de ter importância e o tema deixa de ser relevante para um plebiscito.
Assim, querem nossos chamados representantes do Legislativo, enfiar goela abaixo de todos os eleitores e contribuintes uma aberração denominada "voto em lista" onde a escolha de quem comporá tal lista se faz sem consulta popular.
O último plebiscito ocorrido no Brasil versava, vejam a relevância!, sobre a forma de governo, onde as opções eram entre um regime monarquista ou republicano e entre um sistema de governo parlamentarista ou presidencialista.
Apesar da grande ausência nas urnas - apenas 74,3% dos eleitores compareceram para votar - o POVO decidiu o regime e o sistema pelos quais somos governados.
Por quais motivos, então, se abre precedência a um plebiscito para desarmar a população, sobre aquele de poderia dar as melhores armas ao eleitor e contribuinte para a escolha de seus representantes?
Porque se gastar uma fortuna num plebiscito que vai repetir o que já foi decidido há apenas 6 anos e se deixa os cidadão alijados do processo de escolha numa reforma eleitoral?
Parece que nossa cidadania existe apenas para seguir as vontades daqueles que se encontram no poder, justamente através de nossos votos!
Somos cidadãos, eleitores e contribuintes apenas quando interessa à classe política? Ou essa classe pensa que somos vacas de presépio a ruminar enquanto espanta as môscas do traseiro com um abanar de cauda?
O Velhinho já escreveu muitas vezes que falta vergonha na cara de muitos políticos, mas a verdade, nua e crua, é que falta vergonha na cara do povo que elege sem critérios qualquer candidato e depois passa a exigir uma lei de "ficha limpa", como se nos faltasse a capacidade para identificar quem presta e quem não presta num rol de candidatos.
Para os políticos tentarem, despudoradamente, alijar a população da decisão de como votar, eles devem estar realmente convencidos que não temos condições para nada escolher, além daquilo que a classe política previamente escolheu.
E pensar que os polpudos subsídios que sustentam essa classe, e que passarão a sustentar também seus partidos através do financiamento público de campanha, são bancados pelos tributos - caros tributos! - de TODOS os cidadãos.
Afinal de contas, os políticos estão ao nosso serviço, ou nós, o POVO, é que somos meros serviçais da classe política?
Não seria para se refletir um pouco sobre o assunto?

Nenhum comentário: