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23 março 2011

Definitivamente, se fazem leis ANTIFUMANTES!
O Velhinho deve deixar claro que não é contra os estudos da Organização Mundial da Saúde - OMS e sabe do mal causado pelo fumo ao fumante.
O que se pretende demonstrar é que as ações dos governos NÃO SÃO CONTRA O FUMO, MAS SIM CONTRA OS FUMANTES, como já se escreveu aqui quando o ex-governador Serra (SP), alegando se tratar de um caso de saúde pública, impôs uma lei totalitária que ataca não a causa (o fumo), mas um dos efeitos (o fumante).
Essa lei não só proibiu que se fumasse em prédios públicos, como em particulares, demonstrando o viés de intervir no setor privado somente em função do interesse de controlar o cidadão ou de tutelá-lo como se fosse incapaz de agir por seu próprio discernimento.
Leiam esta notícia sobre a China, extraída do Estadão on line de hoje, com grifo do Velhinho:

PEQUIM - A nova regulamentação contra o consumo de tabaco na China, o país com o maior número de fumantes do mundo, obrigará os estabelecimentos públicos a realizar campanhas antitabaco e utilizar seus funcionários para tentar dissuadir os fumantes, informou o Ministério da Saúde chinês.
As medidas, que entrarão em vigor em 1º de maio, proíbem o fumo em locais fechados de uso público, o que a China tenta pôr em prática - com pouco êxito, por enquanto - desde que em 2003 assinou o Convênio Marco da Organização Mundial da Saúde para o Controle do Tabaco.
A nova regulação também obriga os estabelecimentos a colocar claros sinais de não fumar à vista dos clientes, e os proíbe de ter máquinas para a venda de tabaco a varejo.
Os estabelecimentos poderão ter locais especiais para fumantes, mas estes "não poderão ocupar o caminho das pessoas", assinala a regulação, que não deixa claro se estas áreas devem ficar totalmente isoladas ou não.
A China fabrica 42% do tabaco do mundo e seus 350 milhões de fumantes (mais de um quarto da população) consomem 2,2 trilhões de cigarros por ano, um terço do total mundial, afetando ainda cerca de 540 milhões de fumantes passivos (dos quais 180 milhões são menores de idade).
Estudos da OMS assinalam que 1,2 milhão de pessoas morrem na China por doenças relacionadas com o tabagismo todos os anos, e advertem que o número pode aumentar para 3,5 milhões em 2030 se não for feito nada para evitar isso.

Pois bem. Se a OMS e os governos - p.ex., do Brasil e da China - estivessem realmente preocupados com a saúde pública, função de doenças e mortes provocadas pelo tabagismo, bastaria PROIBIR O PLANTIO, INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TABACO (PODENDO SE INCLUIR A MACONHA!) NESSES PAÍSES.
Ora, se somente a China FABRICA 42% DO TABACO DO MUNDO, já imaginaram qual seria o impacto para os fumantes, caso viesse a proibir o plantio, industrialização e comercialização do tabaco?
Haveria, naturalmente, escassez de matéria-prima, o que elevaria astronomicamente o custo do produto final. Somente uma mínima parcela da população mundial, a mais endinheirada, é que provavelmente teria acesso aos produtos derivados do tabaco (e da maconha?), sendo que boa parte da mão de obra que ficaria desempregada, poderia ser alocada na área da saúde em clínicas e serviços de recuperação dos drogadictos do fumo.
Uma coisa é certa, DIMINUIRIA O NÚMERO DE FUMANTES NÃO SOMENTE NA CHINA, MAS NO MUNDO!
AÍ SIM, PODERÍAMOS FALAR EM LEI ANTIFUMO.
Por enquanto, ao que tudo indica, existem leis antifumantes e o interesse na saúde pública apresentado pelos governos de muitos países, o nosso inclusive, é puramente demagógico. Simples assim.

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