Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

17 dezembro 2010

Revoltando...
O título desta postagem representa tanto a volta do Velhinho como a revolta que deve estar na alma de todo brasileiro.

Após aprovar, sem nenhum pundonor na Câmara e no Senado, um inadmissível reajuste de 61,83% sobre seus vencimentos, o Congresso Nacional demonstra que seus parlamentares não tem noção do que seja atuar sem se imaginar num palco.
Vejam bem, os otários e palhaços somos nós, que lá colocamos esses senhores e senhoras na ilusão de que representariam os interesses do povo, do cidadão, do contribuinte, ao invés de seus próprios interesses.

Mal é aprovado esse vergonhoso reajuste, tivemos mais um "show" do Senador-cantor Eduardo Suplicy, durante uma justa homenagem a Noel Rosa e Adoniram Barbosa. É uma festa, não?
Quem quiser ver o mimo, basta clicar aqui.
O Velhinho deixa também uma homenagem, desta feita aos senhores parlamentares de ambas as Casas do Congresso Nacional, recorrendo a um trecho da letra de uma música de Noel e de outra de Adoniran.
Será que entenderão o recado?


Pra quê mentir?

Noel Rosa
Composição: Noel Rosa/Vadico

Pra que mentir se tu ainda não tens
Esse dom de saber iludir?
Pra quê?! Pra que mentir
Se não há necessidade de me trair?
(...)
Pra que mentir
Tanto assim
Se tu sabes que eu já sei
Que tu não gostas de mim?!
(...)


Filé de onça
Adoniran Barbosa
Composição: Adoniran Barbosa E Jorge Costa

Você só me prejudica
E depois quer o meu perdão
Amigo não é da onça
Nem é urso, nem leão

Você só me utilizou
Me usou e abusou
Eu sempre fui simplório
Agora quer o meu enterro
Mas não pode esquecer
Que antes tem velório.

Você comeu o filé?
Rói o osso, toma fé
Nada mais é ilusório
Todo mundo sabe
Que pra segurar a calça
Tem que ter cinto ou suspensório.

15 janeiro 2010

Mal não faria... Mas e quanto aquilo que é de nossa responsabilidade, heim?

09 janeiro 2010

Brasil Sociedade Anônima - Uma empresa que poderia dar certo...
Sabem qual é a grande falha do Socialismo ou do Comunismo?
É omitir a informação de que o interesse financeiro, o ganho e o lucro movem a humanidade desde o início dos tempos e sempre moverá.
Independente de haver Estados capitalistas e socialistas (ou comunistas) no planeta ou mesmo que deixasse de existir várias nações soberanas para a prevalência de um governo único mundial, a base da relação humana ainda estaria na troca, seja de produto ou trabalho, objetivando alguma forma de ganho.
Daí que as decisões ditas políticas são, na realidade, decisões de troca para se tentar a obtenção de algum ganho.

Ocorre que o ganho deveria ser para os acionistas dos países-empresas - o povo - e não para o político que está no poder e seu partido.
Decisões de um hipotético Brasil S.A. deveriam ser similares à de empresas privadas: técnicas, de baixo risco financeiro e sempre com algum retorno positivo para os acionistas. Ainda mais porque os acionistas têm direito a voto na escolha do CEO (Chief Executive Officer) ou Chairman do Brasil S.A.!
Contudo, no Brasil das decisões políticas, o contribuinte, eleitor e cidadão é tratado como um otário que é obrigado, por força de lei, a sustentar as decisões políticas conforme a vontade do governante ou de partidos políticos, que dão em contrapartida o mínimo de retorno que baste para garantir votos na próxima eleição. Não é de estranhar que a corrupção grasse em meio a surrealísticos "eu não sabia" e pedidos de perdão por ter-se deixado apanhar com a boca na botija.
O otário, cidadão, eleitor e contribuinte, continua a votar - um voto obrigatório! - nesses espertalhões pragmáticos que acham correto o povo sustentar seus desejos de poder e lucro fácil.
Que se danem as referências técnicas e a economia de dinheiro público pago pelos contribuintes!

08 janeiro 2010

Culpa, não. Responsabilidade! Lógica imbatível!