Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

31 julho 2009

Enquanto isso, nas bandas tupiniquins, a velha e batida estória continua...
Venezuela, uma nova ditadura que surge...A matéria é do Estadão on line:

Promotora venezuelana propõe lei contra 'delitos midiáticos'

Medida prevê quatro anos de prisão para quem divulgar informações que atentem contra ordem e 'saúde mental'
CARACAS - A promotora geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, propôs nesta quinta-feira, 30, penalizar as pessoas e os donos dos meios de comunicação que divulguem informações que atentem contra a ordem pública e "saúde mental" dos venezuelanos. A medida, apresentada à Assembleia Nacional, é parte de um projeto de lei contra "delitos midiáticos", e prevê quatro anos de prisão para quem cometê-los.
Ortega Díaz afirmou que o objetivo do projeto de lei não é "limitar" a liberdade de expressão, mas "regulá-la". "É necessário que o Estado venezuelano regule a liberdade de expressão", disse a promotora em sessão especial do Congresso, onde pediu que a liberdade de expressão seja enquadrada "no marco do nosso direito, do direito de todos os venezuelanos". Peço que seja colocado um limite a esse direito", destacou.
A promotora pediu que "sejam castigadas" as pessoas e donos dos meios de comunicação que "manipulem, tergiversem a notícia com o propósito de transmitir uma falsa percepção dos fatos, ou criar uma matriz de opiniões na sociedade para alterar a paz social, a segurança da nação, a ordem pública, a saúde mental ou a moral pública."
Segundo o jornal El Universal, a promotora afirmou que os meios de comunicação "interferem de forma gigantesca" na vida dos venezuelanos e, por isso, não podem ser utilizados para "delitos" nem para "gerar um clima de insegurança". "Pelo contrário, devem cumprir uma função educativa", acrescentou.
Para ela, "está em jogo" a segurança da nação frente a liberdade de expressão. Resguardar a segurança da nação, continuou Ortega Díaz, é um valor constitucional e "se colocamos à frente da liberdade de expressão, deve prevalecer a segurança da nação."
O novo projeto de lei surge em meio às tensões geradas por cinco investigações administrativas que poderão levar ao fechamento do único canal de notícias crítico ao governo do presidente Hugo Chávez, a Globovisión, e os processos que começaram nesta semana contra 50 rádios, como parte de um grupo de 240 emissoras, que enfrentam o risco da retirada da concessão.
Durante seus dez anos de governo, Chávez manteve relações turbulentas com os principais jornais e emissoras de televisão da Venezuela, aos quais acusou de difundir informações "falsas" contra o seu governo e promover conspirações.

Comentário do Velhinho:
Aqui no Brasil, a liberdade de imprensa dá azia em muita gente. Mas essa liberdade, assim como a de expressão, é que foi sempre defendida pelos libertários da chamada esquerda.
Será que quando estão no poder, essa gente não consegue conviver com a democracia?
Não conseguem!
Bem de acordo com a "Revolução do Bichos", a liberdade individual deve ser controlada pelo Estado Patrão, na figura do Pai ou Mãe da Pátria.
Esses totalitários, candidatos a ditadores, se arrogam a tutela do que o povo pode e deve pensar, de quem pode ou não se manifestar, daquilo que a imprensa pode ou não publicar.
Aparelha-se o Estado e a própria iniciativa privada.
Os que defendiam as diferenças antigamente, agora condenam o pensamento que diverge. Só pode existir uma única verdade: aquela chamada "oficial", geralmente divulgada pela militância a soldo.
Prática comum dos Estados Totalitários - a História ensina! - que continua a ser implementada na Venezuela sob os auspícios da demagogia bucéfala do bolivarianismo, o tal socialismo do século XXI.
Ninguém se intromete no assunto e nem palpita, sob alegação de respeito à soberania nacional.
Já no caso da Colômbia, justamente por não fazer parte do rebanho da Vaca Sagrada Bolivariana, contesta-se a soberania de firmar acordos com os EUA. Acordos com o Irã seriam contestados? Não o são em Venezuela.
Seria bom que nossos congressistas acordassem para os rumos que segue o Brasil, em uma América Latina cada vez mais populista, oportunista e totalitária.

30 julho 2009

Biografia impoluta...
Inépcia do Ministério Público?
A matéria é do Estadão on line.

Palocci já se livrou de 20 das 21 ações
Se caso Francenildo for arquivado, deputado vai garantir ficha limpa
Felipe Recondo

Enquanto espera o julgamento do mais complicado de seus processos, sobre a quebra de sigilo do caseiro Francenildo dos Santos Costa, o deputado e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci (PT-SP) contabiliza o arquivamento pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de 20 das 21 acusações contra ele, na maioria dos casos por falta de provas. Nesse ritmo e com a previsão do presidente do STF, Gilmar Mendes, de que a denúncia no caso Francenildo será julgada em agosto, Palocci poderá estar, em breve, com a ficha limpa.
Ministros do STF adiantaram, extraoficialmente, que devem rejeitar a denúncia do Ministério Público, que vê envolvimento de Palocci no vazamento das informações obtidas com a quebra do sigilo bancário do caseiro. Argumentam, assim como a defesa do deputado, faltarem provas do envolvimento de Palocci. Sem isso, não haveria como instaurar ação penal. Até procuradores admitem que o STF deve dar ao caso o mesmo destino dos demais: o arquivo.
Se essa previsão se confirmar, Palocci não terá mais nenhuma pendência no STF. Livra-se, principalmente, da acusação que o derrubou do comando da economia em 27 de março de 2006, três semanas após o Estado publicar relato do caseiro sobre festas e suspeita de partilha de dinheiro em uma mansão no Lago Sul, em Brasília - casa que ficou conhecida como sede da república de Ribeirão.
O caseiro afirmou que Palocci frequentava a casa, desmentindo declaração do ex-ministro à CPI dos Bingos. Dois dias depois da entrevista, Francenildo teve o sigilo bancário violado e levantada a suspeita de que recebeu dinheiro da oposição para denunciar Palocci. Em depoimento à Polícia Federal, o ex-presidente da Caixa Jorge Mattoso, também denunciado, relatou que entregara pessoalmente a Palocci os extratos bancários do caseiro.
O assessor de imprensa do Ministério da Fazenda à época, Marcelo Netto, teria vazado os dados para a revista Época, conforme o Ministério Público. Mattoso e Netto aguardam o julgamento para saber se aceitam, em troca do fim do processo, penas alternativas.
Mesmo que a denúncia contra os dois não seja rejeitada, eles devem se beneficiar do possível arquivamento das suspeitas sobre Palocci. Como nenhum tem foro privilegiado, o caso será remetido para a primeira instância, se o deputado não figurar como investigado. Contarão com prazos elásticos e uma infinidade de recursos.

''MÁFIA DO LIXO''
Outro caso que provocou prejuízos políticos para Palocci na CPI e contribuiu para a crise no governo, o suposto envolvimento com desvio de recursos pela chamada "máfia do lixo", em Ribeirão Preto, foi arquivado em junho deste ano, antes de os ministros entrarem em recesso.
O Ministério Público investigava o pagamento de propina para Palocci, prefeito à época, por dirigentes da empresa Leão Leão. Em troca, a prefeitura assinaria um contrato superfaturado para a coleta de lixo. Palocci foi denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha, falsificação de documento público e peculato.
No plenário do STF, nove ministros votaram pela rejeição da denúncia. Apenas um ministro - Marco Aurélio - disse ser favorável à abertura de uma ação penal e continuidade das investigações.
Os outros nove investigados no caso da "máfia do lixo" serão julgados pela 4ª Vara Criminal de Ribeirão.

DENÚNCIAS LIMPEZA DE FICHA
As acusações contra o ex-prefeito e atual deputado Antonio Palocci (PT-SP)

O QUE JÁ FOI ARQUIVADO

Inquérito 1614 - crime contra a administração pública - origem: Prefeitura de Ribeirão Preto - arquivado em 03/2005
Inquérito 1888 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 03/2003
Inquérito 1889 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 04/2003
Inquérito 1890 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 03/2003
Inquérito 1891 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 04/2003
Inquérito 1892 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 03/2003
Inquérito 1893 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 03/2003
Inquérito 1894 - lavagem de dinheiro - Prefeitura de Ribeirão - arq. em março de 2003
Inquérito 1895 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. 03/2003
Inquérito 1907 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 04/2003
Inquérito 1908 - crime contra a administração - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 04/2003
Inquérito 1909 - crime contra a administração - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 03/2003
Inquérito 1947 - crime contra a administração - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 09/2003
Inquérito 1967 - crime contra a administração e improbidade administrativa - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 03/2003
Inquérito 1975 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. 09/2003
Inquérito 2184 - emprego irregular de verbas públicas - Prefeitura de Ribeirão Preto - arquivado em 09/2003
Inquérito 2651 - crimes de responsabilidade - Prefeitura de Ribeirão - arq. em 09/2003
Inquérito 2767 - formação de quadrilha, falsificação de documento público e peculato - Prefeitura de Ribeirão - arquivado em junho de 2009
Petição 3347 - crime previsto na lei de licitações - Prefeitura de Ribeirão - arq. 06/2005
Petição 3946 - crime previsto na lei de licitações - origem: Prefeitura de Ribeirão - arquivada em fevereiro de 2009

Comentário do Velhinho:
Duas questões para o pessoal do Direito.
1. Os procuradores e promotores do Ministério Público são tão ineptos para ajuizar 18 inquéritos e duas petições sem que houvesse provas robustas que sustentassem as ações? Se sim, estão capacitados para os cargos que ocupam? Se não, onde o erro?
2. Independente do resultado do processo envolvendo o caseiro Francelino, pode o senhor Palocci ajuizar ação de danos morais contra o Estado?
Uma questão para os Otários,ooops, os Eleitores e Contribuintes.
Vocês votariam em Palocci para qualquer cargo que ele viesse a se candidatar?
O Velhinho não votaria.
Conselho de Ética?
É muito difícil criar um conselho de Ética, cujos componentes mantenha sua biografia impoluta. Com tantos "eu não sabia", "os outros também fazem", "indicar parente não é crime", "estou me lixando para a opinião pública", em resumo, com tantos "quero o meu e o povo que se exploda!" à moda da personagem Justo Veríssimo, do Chico Anísio... é muito difícil.
A matéria é do Estadão on line:

70% do Conselho de Ética tem ficha com problemas
Ao menos 21 membros são alvo de inquérito, réus em ação ou têm ligação com nepotismo e atos secretos
Leandro Colon

A esperada benevolência do Conselho de Ética com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pode ser explicada, entre outras coisas, pela biografia de seus integrantes. Pelo menos 70% dos membros do conselho são alvos de inquéritos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), réus em ações penais e/ou envolvimento com nepotismo e atos secretos nos últimos anos. Caberá a esses senadores decidir na próxima terça-feira o destino dos pedidos de abertura de processo de cassação de Sarney.
Pressionado a renunciar, o peemedebista é acusado de ligação com boletins administrativos sigilosos, nomeação de parentes e afilhados, além de desvio de recursos da Petrobrás pela Fundação José Sarney. A fundação vive hoje a perspectiva de intervenção por parte do Ministério Público do Maranhão, por causa do desvio de cerca de R$ 500 mil de uma verba de patrocínio de R$ 1,34 milhão concedida pela estatal do petróleo.
O Estado cruzou a lista de integrantes titulares e suplentes do Conselho de Ética com escândalos recentes semelhantes aos que alcançaram Sarney. Poucos escapam. Dos 30 titulares e suplentes, ao menos 21 estão nessa malha fina.
A tropa de choque do PMDB, por exemplo, marcha unida nesse quesito. Os quatro titulares - Wellington Salgado (MG), Gilvan Borges (AP), Paulo Duque (RJ) e Almeida Lima (SE) - têm algum tipo de ligação com nepotismo, ato secreto ou investigação externa. Outros quatro titulares aliados de Sarney também fazem parte desse grupo: Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Gim Argello (PTB-DF), João Durval (PDT-BA) e Romeu Tuma (PTB-SP). Juntos com João Pedro (PT-AM) e Inácio Arruda (PC do B-CE), eles somam votos suficientes - entre os 16 titulares - para barrar as cinco representações que já foram protocoladas contra Sarney.
Porta-voz do presidente do Senado em plenário, Wellington Salgado é alvo de três inquéritos no Supremo por sonegação fiscal e crimes contra a Previdência. É suspeito ainda de empregar funcionários fantasmas em seu gabinete. Anteontem o Estado revelou que o presidente do Conselho de Ética, Paulo Duque, emprega um assessor fantasma no próprio órgão desde novembro.
No ano passado o motorista de Duque foi demitido após a descoberta de que era irmão do chefe de gabinete do senador. Suplente do suplente do ex-senador e hoje governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), Duque não esconde que fará tudo para evitar a abertura de investigação contra Sarney no conselho.
Ele contará com o apoio de Gilvan Borges, que emprega parentes de um assessor em seu gabinete. Quando foi descoberto que empregava a mãe e a mulher no gabinete, ele disse: "Dou emprego a elas porque uma me pariu e a outra dorme comigo." O senador ainda é suspeito de uso irregular da verba indenizatória.

SUPLENTE
Se um senador faltar à sessão do Conselho de Ética, o suplente assume a vaga. Mas nem assim o quadro muda. Dos 14 reservas, 10 empregaram parentes, assinaram atos secretos, são alvos de inquérito ou réus em processos. O PMDB, partido de Sarney, mais uma vez, se destaca. Os quatro suplentes estão no banco de dados do STF: Valdir Raupp (RO), Lobão Filho (MA), Mão Santa (PI) e Romero Jucá (RR). Os três primeiros tiveram de demitir parentes em outubro do ano passado, em meio ao cumprimento da súmula antinepotismo. Ex-líder do PMDB, Raupp é alvo, por exemplo, de dois inquéritos e duas ações penais sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa.
Os quatro petistas reservas aparecem em atos secretos: Delcídio Amaral (MS), Ideli Salvatti (SC), Eduardo Suplicy (SP) e Augusto Botelho (RR).
Este último já empregou o irmão no Senado. Delcídio empregou um filho do ex-diretor João Carlos Zoghbi, nomeado por ato secreto, além de ter abrigado em seu Estado uma sobrinha de Sarney, Vera Macieira, que também conseguiu o emprego por meio de boletim sigiloso.
Já Suplicy assinou um ato secreto que deu assistência médica vitalícia a Agaciel Maia. A medida foi anulada recentemente pela Mesa Diretora.
Nem mesmo a oposição - que pede a abertura dos processos contra Sarney - fica de fora. Três titulares no Conselho de Ética têm seus nomes em boletins sigilosos ou casos de nepotismo: Demóstenes Torres (DEM-GO), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Eliseu Resende (DEM-MG).

CRISE NO LEGISLATIVO
Senadores do Conselho de Ética que respondem a inquérito no Supremo, estão envolvidos em nepotismo ou com os atos secretos

TITULARES

Paulo Duque (PMDB-RJ) - presidente
Atos secretos (nomeação de assessores)
Nepotismo (motorista do senador, irmão do chefe de gabinete foi demitido)
Empregou um assessor fantasma no Conselho de Ética

Wellington Salgado (PMDB-MG)
Três inquéritos (sonegação fiscal e crime contra a previdência)
Teria funcionários fantasmas

João Durval (PDT-BA)
Nepotismo cruzado com a Câmara Distrital de Brasília

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Um inquérito (crime eleitoral)
Atos secretos (como membro da Mesa Diretora)
Nepotismo (um genro do senador trabalhou no gabinete)

Heráclito Fortes (DEM-PI)
Atos secretos (como membro da Mesa)
Nepotismo (cunhada, demitida ano passado)

Gilvan Borges (PMDB-AP)
Dois inquéritos (injúria e difamação)
Nepotismo (emprega concunhada, prima de ex-mulher e ex-chefe de gabinete mantém oito parentes no quadro)

Gim Argello (PTB-DF)
Um inquérito (lavagem de dinheiro, peculato e corrupção)

Almeida Lima (PMDB-SE)
Atos secretos (nomeação de assessores)
Nepotismo (dois sobrinhos trabalharam no gabinete)

Demóstenes Torres (DEM-GO)
Atos secretos (nomeação de assessores)

Eliseu Resende (DEM-MG)
Nepotismo (sobrinho foi empregado)

Romeu Tuma (PTB-SP)
Atos secretos (como membro da Mesa)

SUPLENTES

Rosalba Ciarlini (DEM-RN)
Um inquérito (Crimes de responsabilidade)
Nepotismo (sobrinho empregado até ano passado)

ACM Júnior (DEM-BA)
Atos secretos (nomeação de assessores)

Romero Jucá (PMDB-RR)
Um inquérito (crime eleitoral)

Mão Santa (PMDB-PI)
Três inquéritos (peculato, crime eleitoral e injúria)
Atos secretos (assessores nomeados)
Nepotismo (filha e mulher já foram lotados no gabinete)

Ideli Salvatti (PT-SC)
Atos secretos (assessores nomeados)

Augusto Botelho (PT-RR)
Atos secretos (assessores nomeados)
Nepotismo (um irmão trabalhou no gabinete)

Valdir Raupp (PMDB-RR)
Dois inquéritos e duas ações penais (corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa)
Nepotismo (dois cunhados e dois sobrinhos no gabinete)
Atos secretos (assessores nomeados)

Lobão Filho (PMDB-MA)
Um inquérito e uma ação penal no STF (formação de quadrilha, falsidade ideológica e uso de documento falso)
Nepotismo (um tio e um primo foram lotados no gabinete)

Delcídio Amaral (PT-MS)
Atos secretos (assessores nomeados)

Eduardo Suplicy (PT-SP)
Atos secretos (como membro da Mesa)

Comentário do Velhinho:
Anotem os nomes acima, senhoras e senhores. Peguem um caderno de 500 folhas e escrevam na capa: NÃO MERECE MEU VOTO.
Depois é simples. Anotem os nomes acima e de todos os políticos, incluindo aqueles que já ocuparam cargos no Governo e que pretendem se candidatar, e os deslizes que mancharam, de forma indelével, suas biografias.
Um mês antes das eleições, nos próximos 6 anos, divulguem essa lista por todos os meios possíveis.
Isso se chama MEMÓRIA, que os políticos acreditam que não temos.
Até quando seremos lembrados pelo slogan abaixo?
Brasil, Um País de Tolos!
Dinheiro jogado fora...
Dinheiro de quem? Ora, do Otário de sempre: O Eleitor e Contribuinte.A matéria é da Folha on line:

Criada para ser a principal rede pública do país, TV Brasil sofre baixas
ANA PAULA SOUSA
da Folha de S.Paulo

Há um ano e sete meses no ar, a TV Brasil tenta ajustar o seu foco. No período, a emissora ligada ao governo federal viu sua diretoria despedaçar-se, enfrentou acusações de má gestão e foi criticada pela falta de consistência da programação. Agora, outras duas baixas em seus quadros se anunciam.
À Folha, o presidente do conselho curador da TV, Luiz Gonzaga Belluzzo, disse que entregará o cargo. Nos últimos meses, 6 dos 15 conselheiros deixaram suas vagas.
Com um orçamento de R$ 350 milhões, a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) congrega, além da TV Brasil, duas emissoras de TV e nove rádios. Nasceu com a ambição de tornar-se a rede pública nacional. Mas parece tropeçar em seus objetivos. "Tanto a sociedade quanto o governo têm baixa expectativa em relação à TV. É um espaço público pelo qual o público não se mobiliza", diz Mário Borgneth, um dos diretores afastados.
Borgneth representava, ao lado de Orlando Senna e Leopoldo Nunes, o projeto acalentando pelo MinC (Ministério da Cultura). Com a saída dos três, o MinC foi, na prática, afastado da EBC, controlada pela Secom (Secretaria de Comunicação), do ministro Franklin Martins. "A TV é vinculada à secretaria que maneja a informação do governo. O ideal seria que não tivesse esse perfil estatal, que fosse, por exemplo, uma fundação.
Em outros países, se ligadas ao governo, as TVs públicas tendem a estar ligadas aos ministérios da Cultura ou da Educação", diz Senna.
Comentário do Velhinho:
Parece que nunca aprendemos. O Executivo mal consegue cumprir cronogramas nas áreas de Saúde, Educação, Moradia, Transporte, Emprego, Segurança, e vai se meter em algo que não é de seu ofício?
Se ao menos houvesse coerência, o Executivo assumiria que a TV Brasil é um aparelho ideológico de Estado para divulgar ações do próprio Estado e acabaria com as vultuosas despesas em propaganda na iniciativa privada e muitas vezes igualmente aparelhada.
Com boa vontade, se economizaria uns tostões do erário e, quem sabe, diminuiría a carga tributária.
Mas é bom ser perdulário com o dinheiro dos contribuintes, não é?
Brasil: Um País de Tolos

29 julho 2009

E assim caminha a humanidade... (e surgem os oportunistas...)
Ajuda alimentar no mundo é insuficiente, diz ONU

Reuters - (Por Roberta Rampton)
WASHINGTON (Reuters) - O mundo está muito aquém do que é preciso no que diz respeito à alimentação dos mais famintos, tendo prometido para 2009 apenas 3,7 bilhões de dólares dos 6,7 bilhões que seriam necessários, disse na quarta-feira a chefe do Programa Mundial de Alimentos da ONU.
A agência até agora recebeu apenas 1,8 bilhão de dólares em verbas e teve de cortar programas e rações para as 108 milhões de pessoas atendidas, segundo a diretora-executiva Josett Sheeran.
Esses cortes terão um impacto "desestabilizador" em partes do mundo ainda afetadas pelo recente aumento dos preços alimentares e pelas reduções de rendimentos provocadas pela crise global, disse ela a jornalistas.
"Não há nada mais básico do que comida. Se as pessoas não a têm, uma das três coisas acontecem: elas se revoltam, elas migram ou elas morrem," disse Sheeran.
Comentário do Velhinho:
Esse pessoal da ONU é inguinhoranti mesmo, heim?
Basta copiar o programa "Fome Zero" que os problemas de fome no mundo acabam; haja vista que, em menos de dois mandatos do atual presidente Lula, não existe mais fome no Brasil, nem mendicidade, nem falta de moradia, nem de terra, nem má saúde, nem má educação, nem desemprego, nem falta de saneamento básico, nem falta de transporte, não existe mais nem crime.
Assim é possível ceder dinheiro - uma vez que não é necessário investir no Brasil! - para qualquer país do mundo, cujo presidente esteja em dificuldades com seu eleitorado bovino.
Mas sobram bolsas, camisetas, bonés, palanques, PACs, acordos e negociatas, preconceito, insulto à inteligência alheia, racismo praticado por quem se diz defensor de igualdades, demagogia, alienação.
Tudo isso, com uma carga tributária pequenina.
Brasil: Um pais de Tolos
US$ 240 milhões ao ano para o Brasil pagar...
Lugo diz: "Esta é uma conquista de todos, de paraguaios e brasileiros. Aqui não há vencedores nem vencidos".
Ora, se o Paraguai vai receber do Brasil US$ 360 milhões ao ano, por conta da energia usada, o custo dessa energia aumentará.
O que o Brasil recebe em troca? Nada, exceto a conta.O Governo anda dizendo que as tarifas de energia elétrica ao consumidor comum não sofrerão reajustes. Será?
Por conta do "não reajuste", não será o consumidor quem pagará a conta de US$ 260 milhões ao ano a mais, mas o Tesouro Nacional.
O Tesouro Nacional também é conhecido como Erário, sustentado através dos tributos, diretos e indiretos, cobrados à população.
A pergunta que fica é, quando a carga tributária será diminuída?Quem pagará a conta de acordo é o perdedor de sempre: o Otário, o Eleitor,o Contribuinte.
Vence a demagogia midiática dos dois presidentes, Lula e Lugo; a população brasileira sai vencida, sem ver seus tributos investidos em Saúde, Educação, Moradia, Emprego, Transporte, aquelas necessidades básicas que fariam melhorar a vida do povo.Brasil, um país de tolos!
Seja um pálio de luz desdobrado
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Alguém conhece esse hino? São as estrofes iniciais do Hino da República, aquele que diz:
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Atualmente se fala muito ser ser republicano, governo republicano, não é verdade?
O Velhinho recomenda a leitura do artigo publicado no Estadão on line, seção Opinião:

Quarta-Feira, 29 de Julho de 2009
Vamos proclamar a República?
Sandra Cavalcanti

Os dias constrangedores que estamos vivendo mostram, de forma inequívoca, que muita gente no Brasil não tem a menor noção do que seja exercer uma atividade pública. A maioria dos representantes do povo, bem como esmagadora parte do próprio povo, todos demonstram, seguidamente, que não sabem fazer a correta distinção entre o que é publico e o que é particular. O comportamento da maioria dos cidadãos e dos governantes revela esta realidade: os conceitos de bem público e bem privado aparecem sempre muito misturados, de forma confusa e até ardilosa, sufocados pelos interesses particulares de pessoas, famílias, corporações, sindicatos, ONGs suspeitas e seitas pseudorreligiosas.
Os resultados dessa criminosa contaminação são aterradores: populismo, demagogia, uso perverso dos meios de comunicação, acirramento dos ressentimentos entre categorias sociais, total falta de transparência no gerenciamento dos tributos arrecadados, nepotismo, enriquecimentos inexplicáveis. Ou seja, o apodrecimento dos valores morais.
É chocante o que vem sendo trazido à tona nestes últimos tempos, mesmo com a desculpa de que em épocas anteriores também era habitual a pilhagem do bem comum. Sabemos disso. Mas havia reação. Havia quem se escandalizasse, quem reagisse. Havia quem se envergonhasse... Hoje, não. A impunidade vira regra geral e o povo não tem mais a quem recorrer diante da violência crescente. Parece que todo o talento de nossa gente mostra sua fantástica criatividade na invenção de novas modalidades de golpes.
Pior do que isso é ter de aturar, na mídia, as declarações e explicações de nossos caciques, pedindo respeito a pessoas incomuns. E exigindo atenção à sua biografia. Ou alegando valores republicanos!
Francamente! República não é nada disso. Essa palavra veio do latim res publica. República cuida da coisa pública. Seu objetivo principal é o bem comum. Ser republicano é dar primazia ao bem comum. Isso significa que cabe ao político cuidar do bem comum. E que essa atividade política se desenvolve na área da justiça e se vincula integralmente à ética. Sem ética não há política nem políticos. Sem justiça não há política nem políticos.
Vale a pergunta: de que cuidam os políticos em nosso país, nestes tempos negros? Só pensam em chegar ao poder. Ficar no poder. Usufruir o poder. Gozar o poder. Aproveitar o poder. Tirar vantagens do poder.
Acontece que o poder existe para que alguém exerça a tarefa de governar. É isso que os brasileiros devem exigir de quem chega ao poder. Que cuide só de governar. Governar, em seu significado republicano, significa zelar pelo bem comum, gerenciar com honestidade os recursos públicos, prestar contas de todos os atos e respeitar as leis. Leis votadas para serem cumpridas por todos, governantes e governados.
Tudo o que estamos vendo é exatamente o contrário. Os encarregados de zelar pelo bem comum só cuidam de interesses particulares, partidários, ideológicos, sindicais, corporativos, familiares, etc., ignorando todos os objetivos do bem comum e dele se apropriando sem nenhum sinal de vergonha ou constrangimento.
Daí a estranheza que nos aflige. Se todos estão vendo tudo isso, onde está a indignação de nossa gente? A indignação só se volta contra alguns do Senado. E os outros Poderes, em Brasília e no resto do Brasil?
Encarapitados no planalto goiano, os governantes vivem fora da vigilância próxima da população brasileira. Sabemos que ali é quase milagre escapar da contaminação. Pode ser presidente, deputado, senador, enfim, o que for, todos se movimentam num ambiente à parte do País, mergulhados nas vantagens e benesses que marcaram a implantação de Brasília e ainda imprimem o ritmo de seu funcionamento. Lá tudo é coisa pública pronta para virar coisa privada! Emprego, carro, combustível, verbas indenizatórias, gabinetes, luz, telefones, passagens, parentes, amigos, presentes, as famosas bases, obscuros artigos das medidas provisórias, misteriosas emendas orçamentárias, verbas com endereço certo, concorrências de fachada, licitações com cartas marcadas, recibos técnicos, notas frias - enfim, um labirinto burocrático infernal, onde o bem comum jamais é levado em conta.
Qual a solução? Trazer a capital de volta para o Rio? Levar para São Paulo ou Belo Horizonte? Não dá mais. Agora é tarde. Existe alguma? Claro que sim. Mas para isso, para que o elefante acorde e reaja é preciso que apareçam lideranças. Lideranças de verdade. Não há de ser com os caras-pintadas de ontem comandando a UNE subordinada de hoje, certo? Qual o caminho, então?
Mudar nosso sistema de representação democrática. Acabar com a passividade do eleitor. Dar-lhe voz ativa. Dar-lhe o direito de eleger e o poder para deseleger. Dar-lhe meios para vigiar, nos partidos, a indicação de nomes sérios. Dar-lhe meios para dizer sim e não.
Só com uma profunda e revolucionária alteração no processo de participação do eleitor, no comando Legislativo do País, pode-se pensar em mudar este quadro. Sem isso, nada feito. Pelo sistema de hoje, nosso voto não passa de um simples voto de boas-festas, de parabéns, de pêsames ou de louvor. Os partidos atuais não vivem pela força de seus filiados atuantes. Sobrevivem por causa de alianças passivas com o poder. Essa mudança tem de ser feita. Quem fará? O Congresso? O Executivo? O Judiciário? Quem, afinal?
Nós! Nós, os republicanos indignados, explorados. Depende só de nós. O mundo mudou muito, mas a internet mudou o mundo. Essa é a revolução. A turma do Poder já percebeu e está-se mexendo. E nós? Nossa praça virtual vai ser ouvida. Só depende de nós. Quantos somos? Onde estamos? Qual o nosso alvo? Vamos proclamar a República?

Sandra Cavalcanti, professora, jornalista, foi deputada federal constituinte, secretária de Serviços Sociais no governo Carlos Lacerda, fundou e presidiu o BNH no governo Castelo Branco
E-mail: sandra_c@ig.com.br

28 julho 2009

Enquanto isso, em São Paulo, fumantes NÃO são discriminados, NEM humilhados...
Acorda, Zé Povinho!!!
Conselho de Ética? Não! De É TITICA!
A matéria é do Estadão on line.

Presidente do Conselho de Ética emprega ''fantasma''
Advogado mora no Rio de Janeiro e não cumpre expediente no órgão

Leandro Colon

Um assessor do recém-eleito presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), é funcionário fantasma do próprio órgão há mais de oito meses. O advogado Luiz Eustáquio Diniz Martins foi transferido do gabinete de Duque para o Conselho de Ética em 19 de novembro do ano passado com um salário de R$ 5 mil. Martins, no entanto, mora no Rio de Janeiro e não cumpre expediente no órgão.
Duque não integrava o Conselho de Ética quando transferiu o assessor de seu gabinete. Em novembro do ano passado, seu nome passava longe de qualquer especulação para presidir esse colegiado, responsável por investigar a conduta parlamentar. Ontem, o Estado procurou Luiz Eustáquio Martins na sala onde ficam os funcionários do Conselho de Ética. No local, a reportagem apurou que ninguém conhece o advogado.
O chefe de gabinete de Paulo Duque, Zacheu Barbosa Teles, admitiu que Martins, na verdade, é assessor do senador, e não do Conselho de Ética.
"É assessor há muitos anos", afirmou. O advogado foi parar no órgão, segundo Zacheu Teles, para resolver um problema de falta de vaga no gabinete de Duque. "Foi um negócio de vaga, alguma coisa assim, foi preciso fazer umas trocas", explicou.
Duque passou a integrar o Conselho de Ética no começo do mês, quando foi indicado pelo PMDB e eleito, no dia 15,para presidi-lo com a missão de evitar a abertura de processo contra o presidente José Sarney (PMDB-AP), alvo de denúncias de nepotismo, desvio de verbas de Petrobrás e envolvimento nos atos secretos. Naquela semana, Duque defendeu Sarney e esbanjou frases polêmicas. "A opinião pública é muito volúvel", disse. Ele não contou, porém, que mantém um assessor escondido na lista de funcionários do próprio Conselho de Ética desde novembro.

CONTRADIÇÃO
O conselho não se reuniu no primeiro semestre deste ano. Estava parado até o início dos escândalos envolvendo Sarney. A reportagem localizou Luiz Eustáquio Martins por telefone no Rio de Janeiro.
Num primeiro momento, ele contou que assessora Paulo Duque desde janeiro de 2007, quando o parlamentar assumiu, como segundo suplente, a vaga do então senador e hoje governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). "Eu trabalho com ele há muito tempo, há muitos anos. Sou assessor do senador", disse.
Confrontado com a informação de que é lotado no Conselho de Ética desde novembro, o advogado tentou mudar a versão. Irritado, afirmou trabalhar para o órgão - apesar de este ter passado o primeiro semestre parado. "São diversas funções. São atividades que não dizem respeito a jornalistas. Eu não tenho que lhe dar informações sobre nada", disse.
Dois dados contradizem Martins: o fato de ser desconhecido entre os funcionários do Conselho de Ética; e o próprio chefe de gabinete de Duque confirmar que a nomeação dele no órgão foi feita apenas para ajustar um problema de vaga.
Martins é um defensor ferrenho de Paulo Duque. Ele costuma visitar blogs de política e deixar, como leitor, comentários em defesa do patrão. O advogado ajudou o senador, por exemplo, a lançar em 2007 o livro Peço a palavra de ordem, com discursos históricos de outros senadores. Na época, Martins afirmou que o trabalho "joga luz sobre o conceito de Estado de Direito Democrático".

Comentário do Velhinho:
Urge que o Congresso Nacional (Senado e Câmara dos Deputados) faça uma cartilha para a população brasileira, que explicite o que deve ser entendido por ÉTICA e quais seriam os comportamentos e atos de parlamentares que podem ser considerados NÃO ÉTICOS.
De preferência, justificando com exemplos o porquê os comportamentos e atos assinalados são considerados NÃO ÉTICOS.
Seria uma mão na roda para os eleitores, contribuintes, o povo em geral, deixar de se sentir OTÁRIO, quando algum caso viesse a ser julgado por conselhos de ética daquelas Casas Legislativas.
Poderiam, inclusive, fazer ligação entre atos NÃO ÉTICOS e crimes reconhecidos como tal pela legislação vigente.
Essa cartilha deveria compor o Regimento Interno do Congresso Nacional.
Enquanto isso não for feito, senhores legisladores, a bandalheira - como esta apresentada pela matéria do Estadão - irá continuar e a imagem da Instituição seguirá esgoto abaixo.
É claro que os senhores parlamentares estão preocupados com a Instituição do Poder Legislativo e não apenas com suas próprias biografias, não é mesmo?
E durma-se com um barulho desse...

27 julho 2009

Adivinha quem?
Falta...A matéria é do yahoonotícias:

Sarney é o senador que mais faltou neste ano, diz site

Envolvido em uma série de suspeitas de irregularidades, que vão do tráfico de influência para nomear parentes ao uso de atos secretos e desvio de verbas públicas, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi o senador mais faltoso às sessões deliberativas do Senado no primeiro semestre. De acordo com levantamento feito pelo portal "Congresso em Foco", das 60 sessões, Sarney faltou a 17, quase um terço. O senador mais assíduo foi Epitácio Cafeteira (PTB-MA), que apesar dos 85 anos e de ter dificuldades de locomoção, apareceu em todas as votações.
Se tivesse faltado a mais três sessões apenas, Sarney poderia responder a processo de perda de mandato - penalidade prevista pelo artigo 55 da Constituição (item III), mas pouca acionada. De acordo com a norma constitucional, perderá o mandato o deputado ou o senador que faltar à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada. Até hoje, a punição foi aplicada em apenas dois casos. Em 1990, os então deputados Mário Bouchardet (PMDB-MG) e Felipe Cheidde (PMDB-SP) foram cassados por gazeta. Desde então, os parlamentares sempre justificam suas faltas e escapam dos processos.
O presidente do Senado, segundo assessores, tem muitas faltas em decorrência de compromissos fora do Congresso. Integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL), Sarney costuma ir ao Rio de Janeiro às quintas-feiras para participar do tradicional chá das 15 horas. Agripino disse que estava surpreso por aparecer em terceiro lugar. Acha que pode ter havido algum erro na hora do registro da presença, pois se considera um dos mais assíduos.

Comentário do Velhinho:

Falta é vergonha na cara, tanto de políticos, quanto de quem os elege. Essa é a verdade.
De quem os elege, porque votam em quem sabem não poder confiar. Que se dê o beneplácito da dúvida: quando votaram, não sabiam que não podiam confiar, souberam depois. Ainda assim, deixam de cobrar postura adequada, ética, pelo voto dado. Não há como se eximir da responsabilidade.
Dos políticos, bem, nem é preciso desenhar, não é? No mínimo se espera que um político eleito - um deputado federal, um senador ou outro qualquer - que dê prioridade para a coisa pública, razão de haver se candidatado, ao invés de seus compromissos privados.
A verdade é que se candidatam pela coisa pública, porém para usufruí-la e, se conseguirem, transformá-la em algo privado.
No caso em pauta, ou bem o senador dá prioridade a desempenhar seu papel representativo do povo que o elegeu, em benefício do Brasil como um todo, ou renuncia e vai cuidar de seu fardão na Academia Brasileira de Letras e tomar seu chá com bolo. Quem sabe até se dedicar a uma nova obra literária.
O próprio Congresso Nacional estaria capacitado e habilitado para mudar muita coisa - para melhor!
Assim, o Velhinho refaz o desafio, lançado em 17 de abril de 2009:
E aí? Vai encarar? (clique para ler de novo)
Lições de Ética (Como Não Ter!)....
O País das Bolsas Furadas e do PACquiderme emPACado...Político sobrevive de promessa e de esmola pagas a eleitores, geralmente com o dinheiro público.
É assim desde o tempo dos coronéis que criaram os currais eleitorais.
Opa! Pensando bem, CONTINUA ASSIM!
Os coronéis ainda existem, uns poucos que apresentam de chapelão aba larga à vista, outros tantos que envergam caros ternos de grife no Congresso Nacional, e muitos outros ainda, bem no estilo populista, que trocaram o chapelão por bonés e os ternos por camisetas, em geral na cor vermelha.
Mas o procedimento padrão continua: se mantém o curral eleitoral com esmolas pagas com o dinheiro dos contribuintes. Nada de efetivo muda na vida dentro do curral e a boiada, o alfeire, a récua, o ovil, o persigal segue seu destino de mascar a ração com o focinho abaixado.
Por essa e outras, é que começa a dar raiva pagar impostos...
O comentário é de Gilberto Dimenstein, na Folha de São Paulo on line:

Lula cria a Bolsa-Circo

Lula ajudou a dar o pão, ao ampliar (corretamente, diga-se), o Bolsa-Família. Agora, na reta final de seu governo, está querendo dar o circo, batizado de Vale-Cultura. É um risco de desperdício de bilhões que só explica pelo clima de eleições para agradar trabalhadores, artistas e empresários. No final, quem paga quase toda a conta é o contribuinte.
O empresário terá abatimento de imposto ao dar o Vale-Cultura para seus trabalhadores que, por sua vez, pagam a menor parte; o governo, ou seja, o contribuinte entra com o resto. É absolutamente previsível que o dinheiro público, tão escasso num país pobre e deseducado, vai acabar patrocinando shows e eventos populares, mas sem conteúdo educativo.
Participo da experiência batizada de Catraca Livre (www.catracalivre.com.br), um banco de dados sobre o que existe de graça ou a preço popular na cidade de São Paulo. É gigantesco o número de ofertas culturais de alta qualidade, mas com baixa frequência dos mais pobres o que já é um monumental desperdício.
Não é elitismo querer que dinheiro público não patrocine espetáculos de shows de música funk, sertaneja ou pagode. Ou que vá para autores de livros de autoajuda ou filmes de violência. Assim como obviamente, não tem nada de errado que as pessoas se divirtam como quiserem. E não temos nada a ver com isso.
Considero, sim, importantíssimo aumentar o repertório cultural do brasileiro.
O desperdício está no fato de que, se é para gastar esse valor, muito melhor seria deixá-lo nas mãos dos estudantes de escolas públicas, capacitadas a fazer a ponte entre a cultura e o currículo. Educação ficaria mais interessante e se formariam, de fato, plateias.

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.


Comentário da Fã Nº 1:
Tenha dó!
Definitivamente o sujeito entende que nosso dinheiro é capim!
E na mão dos estudantes? Só se for para pastar!

Comentário do Velhinho:
Se "nas mãos dos estudantes de escolas públicas" significar "nas mãos da UNE", o termo correto é Bolsa-Cala-a-Boca!, porque a UNE já pasta na mão do governo faz tempo.
Se este País e seus governantes fossem sérios, qualquer verba pública iria para fortalecer o básico: Saúde, Educação, Trabalho, Moradia, Segurança e Transporte.
Se essas necessidades básicas estivessem atendidas, alguém duvida que a Cultura não estaria mais prestigiada, como conseqüência natural do bem estar da população?
Pegue todo esse dinheiro público - que sai do bolso dos contribuintes - "investido" em ONGs, empréstimos e doações para outros países, do entreguismo por não cumprimento de acordos comerciais que sempre beneficiam os outros e não o Brasil, sem contar o tanto que se desvia em obras superfaturadas e falcatruas diversas. Tivesse essa grana sido empregada naqueles setores citados acima, será que existiriam coronéis e currais ainda?
E durma-se com um barulho desse...

25 julho 2009

Ninguém é de ferro...

Alarm from Meteorix007 on Vimeo.

Um empregando, outro entregando... e o povo, pagando...
Mais uma vez, nunca antes tantas vezes seguidas "nestepaíz", se fica de quatro...A matéria é do G1:

No Paraguai, Lula e Lugo anunciam acordo sobre energia de Itaipu
Brasil vai pagar US$ 360 milhões ao ano, o triplo do que paga.
Presidente brasileiro considerou acordo como 'histórico'.

Do G1, em Brasília e em São Paulo

Reunidos em Assunção, no Paraguai, os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Paraguai, Fernando Lugo, anunciaram neste sábado (25) um acordo sobre a exploração da hidrelétrica de Itaipu, na fronteira entre os dois países.
Pelo acordo, o Brasil, que já paga US$ 120 milhões anuais pela energia de Itaipu, passará a pagar US$ 360 milhões anualmente. Para ser firmado, o acordo precisa ser aprovado pelos Congressos dos dois países.
Em discurso após o anúncio, o presidente Lula considerou o acordo como "histórico". "Estou convencido que esse é acordo histórico entre nós", afirmou o brasileiro ao paraguaio.
A discussão sobre o preço pago pelo Brasil pela energia de Itaipu foi um dos temas da campanha eleitoral de Lugo no ano passado.
O acordo oficializado neste sábado prevê ainda que o Paraguai tenha acesso privilegiado ao mercado brasileiro. O Brasil se compromete ainda a financiar projetos de infra-estrutura no Paraguai.
Em seu discurso, Lula diz que o Brasil quer os outros países da região se desenvolvam. "Ao Brasil não intessa que o Brasil se desenvolva se outros não crescerem nem se desenvolverem. Não faltaram brasileiros que queriam que endurecêssemos", disse.
Para o brasileiro, o acordo melhora a relação entre Brasil e Paraguai. "Confirma que estamos de forma responsável tratando de melhorar as relações entre os países. Você já leu ou escutou em centenas de discursos que faço pelo mundo de que a integração da América do Sul e da América Latina passa sobretudo pela boa qualidade das relações bilaterais dos países."

O contrato
A hidrelétrica de Itaipu foi criada em 1973, mas so começou a gerar energia em 1984. Ela abastece 20% do território brasileiro.
Para a construição, o Paraguai obteve empréstimos com o Brasil e os dois se tornaram sócios. O resultado foi uma dívida de US$ 18 bilhões, a ser paga até 2023.
Como o Brasil pagou mais pelo projeto, tinha privilégios no acordo inicial. O Paraguai tinha direito a 50% da energia gerada, mas como não precisa de todo esse montante, acaba usando apenas 5% e repassava a preço de custo os 45% restantes para a Eletrobrás.

Comentário do Velhinho:
Não há dúvida de que o acordo é histórico. Nem reconhece que o tratado inicial poderia conter erros (e não reconhece porque não houve erros), nem permite que o Paraguai venda parte de seu excedente de energia elétrica produzida para outros países vizinhos.
Antes, triplica o preço da energia que é comprada pelo Brasil ao Paraguai.
Tradução para isso: O Brasil pagara mais caro pela energia elétrica comprada ao Paraguai.
Tradução melhor: O consumidor brasileiro arcará com os custos da dobrada de joelhos de Lula perante Lugo.
Depende agora do Congresso Nacional de ambos os países.
Quem poderá contar com o Congresso Brasileiro para defender o contribuinte brasileiro? Os paraguaios?
O Velhinho não vê nada de mais, é já escreveu isso aqui, que o Brasil ajude países, seja da América Latina ou de África, ou até da Europa, ou da Ásia, DESDE QUE ANTES SE RESOLVAM AS DIFICULDADES INTERNAS DO BRASIL.
Temos uma carga tributária das mais altas do mundo, como se fôssemos uma país ultradesenvolvido - do chamado "Primeiro Mundo". Mas a contrapartida do Governo em serviços prestados à população (Educação, Saúde, Transporte, Emprego, Moradia, Segurança, Saneamento Básico, etc.) é de "Quarto Mundo".
Não é com o PAC empacado e se emprestando a rodo dinheiro do BNDES e fazendo acordos entreguistas como o da Petrobrás, com relação à Bolívia e agora o de Itaipú, com relação ao Paraguai, que RESOLVEREMOS NOSSOS PROBLEMAS PRIMEIRO, PARA DEPOIS RESOLVER OS DOS OUTROS.
"Caridade" com o bolso dos contribuintes é fácil, senhor presidente.
Toda essa dinheirama seria melhor empregada dentro dos limites territoriais do Brasil. Ou não?
Por isso que começa a dar raiva pagar imposto.
Pelo descalabro da malversação do dinheiro público, pela falta de controle das Instituições sobre como, efetivamente, se gasta o dinheiro do contribuinte, pelos escândalos seguidos no Congresso Nacional e o sabor amargo da impunidade que resta.
E durma-se com um barulho desse....
Vamos moralizar o Congresso? NÃO REELEJA NINGUÉM!
Incrível! A primeira dama brasileira existe e fala para a imprensa... italiana!
Deve ser algo relativo à dupla cidadania.
Tradicionalmente, as primeiras damas brasileiras estavam envolvidas em projetos sociais que poderiam envolver,p.ex., a APAE, o Hospital do Câncer, a luta contra o câncer de mama e outras atividades de cunho assistêncial (não necessariamente assistencialista como o bolsa-qualquer-coisa).
Onde esteve D. Marisa nestes dois mandatos do presidente Lula, além da companhia companheira em palanques eleitoreiros?
Onde D. Marisa se manifestou sobre os grandes problemas sociais, incluindo a pobreza, que existem no Brasil?
Onde, nos periódicos brasileiros, se encontra uma coluna, ao menos mensal, escrita por D. Marisa?
Nada!
Daí a surpresa do Velhinho com esta matéria do Yahoo notícias:

Roma, 25 jul (EFE).- Marisa Letícia, mulher do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que a prioridade do Governo do marido é "proteger os pobres".


"Lula sempre diz que respeita todo mundo. Os Estados Unidos, a União Europeia, os ricos... Mas a prioridade de seu Governo é proteger os pobres", disse a primeira-dama numa entrevista publicada hoje pelo semanário italiano "iO, Donna".
"Eu compartilho 100% deste objetivo, assim como do pedido que (Lula) lançou ao mundo inteiro para que salvem a Amazônia. Em 2007, com o PAS - Programa Amazônia Sustentável -, teve início um programa de intervenções para salvar a floresta. Temos que acreditar em todos" esses objetivos, destacou.
Perguntada sobre o que significa ser uma mulher no Brasil atualmente, Marisa afirmou que "o papel da mulher encontra-se no centro de um processo de transformação".
"A maior parte de nós está conquistando novos espaços no mundo do trabalho. No âmbito político e social, a mulher brasileira também ganhou muitíssimo", opinou.
"Acho que o grande desafio é o de construir, junto com os homens, condições de igualdade para todos os seres humanos. Só assim poderemos ter um mundo melhor", concluiu a primeira-dama.

Comentário do Velhinho:
Bem, entre dizer que respeita e respeitar a todos,existe uma diferença astronômica. Por outro lado, o Velhinho sempre imaginou que a prioridade de um governo seria governar para todos os cidadãos, consoante com a Constituição.
"Proteger os pobres" também é bem diferente de minimizar a pobreza, se é que me entendem.
A preservação da Amazônia não é obra do presidente Lula, convenhamos, mas de qualquer governo com um pouco de decência. Bastaria manter gente competente no Ministério do Meio Ambiente e não criticar as dificuldades criadas pelo Ministério que impediriam as obras do paquiderme, ooops, PAC.
Quanto a declaração sobre a condição das mulheres no Brasil, dizer o quê?
É a opinião dela, né? Só não vale dizer que esse processo, que vem avançando há mais de dois séculos, também seja fruto do atual presidente da República.
Aí precisaria dizer: nunca antes "neztepaís".

24 julho 2009

Biografias e Fantasias...
É por isso que a Educação Pública vai mal no Brasil!
A matéria está no Estadão on line e os grifos são do Velhinho:

Senadores criticam declarações do presidente

Rosa Costa, BRASÍLIA

Os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF) atacaram ontem a insistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em desmerecer as investigações de um órgão do Estado como a Polícia Federal (PF) e em defender o senador José Sarney (PMDB-AP). Simon disse que Lula está sendo "infeliz" nos comentários e pediu que o presidente "feche a boca e pare de falar".
Cristovam ficou particularmente incomodado com a recomendação de Lula para que as investigações do Ministério Público levem em conta a "biografia dos investigados". Segundo ele, "a biografia é para os livros, a Justiça é para ações deste momento, uma coisa é a história, outra é a política".
"Feche a boca, Lula", disse Simon. "Ele (Lula) está sendo infeliz porque entrou numa situação que não precisaria ter entrado da maneira que está entrando." Simon lembrou que foi a operação Boi Barrica, da PF, que obteve as gravações autorizadas pela Justiça, divulgadas pelo Estado, nas quais Sarney e seu filho Fernando Sarney tratam de nomeações para cargos de confiança de parentes e até de um namorado da neta.
Simon considerou "infeliz" a intervenção de Lula por dois motivos: primeiro, porque ao tomar partido de Sarney ele ignora a autonomia do Senado na busca de solução para seus problemas; segundo, porque avalia que o apoio a quem foi investigado pela Polícia Federal desmerece o trabalho do órgão.
Simon e Cristovam estão convencidos de que a resistência de Sarney em permanecer no comando do Senado se deve ao apoio do presidente. É ele, na avaliação de Cristovam, a "base mais sólida da sua continuação na cargo, além da teimosia dele (Sarney) e da blindagem que o PT e seus aliados estão fazendo". "Lula vem cometendo um grave erro porque, como presidente, ele é um educador e o que ele diz a população ouve", avaliou.
Cristovam disse ainda que Lula tira proveito da crise do Senado, passando a ideia de que a instituição é ruim e ele é o bom. "Isso tudo é muito negativo para o processo democrático."
Comentário do Velhinho:
Senador Cristovam, como assim, "Lula(...), como presidente, ele é um educador..."?
Não seja, senador, condescendente nem com o presidente, nem com a população.
Ao menos, não generalize. Se como presidente, Lula é um educador, está planmente explicado porque a Educação Pública vai de mal a pior no País. Falta capacitação contínua!
Quanto a população, boa parte dela questiona e muito as falas inadequadas do senhor presidente da República. Acredite, vira piada de botequim. Mesmo aquela parcela do povo mais humilde, porém trabalhadora, que tenta pagar os altos impostos em dia, faz pilhéria do que diz Lula. Especialmente os que não dependem de bolsa-qualquer-coisa.
De resto, senador Simon, até petistas gostariam que Lula falasse menos. Mas adianta? Justo ele, aquele do "nunca antes neste país"?
A esperança sempre será um resposta através do voto. Quem sabe das urnas surja o "cala boca, Lula!" definitivo.
Um novo porco fedorento, às vésperas de se tornar assassino...
Assim pode ser definido o senhor Zelaya, que afirma não trazer violência com seu retorno a Honduras.
Isso pode ser constatado na foto do militante a soldo mascarado feito um bandoleiro e com a camiseta bolivariana do Che "Porco Fedorento Assassino" Guevara, tão decantado pelos defensores dos direitos humanos alinhados à esquerda.
Comparem com a manifestação ordeira daqueles que repudiam o retorno de Zelaya. Abaixo, outra amostra da "democracia pacífica" dos bolivarianos de Zelaya. Aquela "democracia" que realmente derrama - e em Honduras pode vir a derramar - sangue do povo inocente. Quem estimula isso? Zelaya, o verdadeiro golpista que quis rasgar a Constituição de seu país, apoiado pelo proto-ditador Chávez del cadenas.
A matéria é do G1.


Presidente deposto prepara volta a Honduras para sábado

Zelaya 'montou base' na Nicarágua, a 40 km da fronteira.

Governo interino promete prendê-lo se ele voltar.
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, "montou acampamento" na cidade nicaraguense de Esteli e prepara, nesta sexta-feira (24), seu retorno ao país em uma "caravana".

Em entrevista, ele pediu aos soldados do Exército de Honduras que "ignorem" a ordem de prisão que o governo interino contra ele e desmentiu que sua volta possa provocar violência no país.
Zelaya chegou a Estelí de jipe. A cidade fica a 40 km da fronteira com Honduras. Ele disse que deve tentar seu retorno no sábado, acompanhado de parentes, jornalistas e correligionários.
O presidente deposto voltou a dizer que a mediação patrocinada pelos EUA, com o presidente da Costa Rica, Óscar Arias, à frente, falhou.

Zelaya foi deposto e exilado por um golpe militar em 28 de julho. Ele foi acusado de tentar mudar a Constituição para obter mais um mandato. O presidente negou a acusação.
O governo foi assumido pelo presidente do Congresso, Roberto Micheletti, que prometeu eleições em novembro deste ano, com a posse do novo presidente em janeiro de 2010. A comunidade internacional condenou o golpe e exige a volta de Zelaya, mas o governo provisório não cede. Negociações patrocinadas pelos EUA não avançaram.
Mais uma crônica de Briguet...
O Velhinho precisa escrever para o autor e informá-lo que o seu número de leitores aumentou em mais um! O link é do Jornal de Londrina.

Posso ser visto
24/07/2009 | Paulo Briguet

Posso ser visto todas as manhãs levando o meu cachorro Francisco para passear. Levanto cedo; Cisco aprecia pontualidade. Carrego um saco plástico para recolher eventuais resíduos do meu colega de passeio. Qual é a raça do Cisco? A melhor de todas: nenhuma. É meu amigo vira-lata.

Mas não posso ser visto defendendo a construção do teatro municipal com dinheiro público. Ninguém, ou quase ninguém, concorda comigo. Todos, ou quase todos, querem que o teatro seja construído com a grana dos impostos. Não tem problema; estou acostumado a ficar sozinho em termos de política cultural (política cultural, para mim, é contradição em termos). Agora que o prefeito aceitou fazer o tal teatro no Marco Zero, um novo grupo de cidadãos defende outro local, mais próximo do centro. Se os empresários querem tanto o teatro, por que eles mesmos não o fazem com recursos próprios?

Posso ser visto andando de ônibus. Às vezes pego a linha normal, às vezes pego o Psiu. Quando estou com pressa chamo o táxi, mas não dá para chamar todo dia. Pelo jornal, fiquei sabendo que haveria problemas jurídicos com o Psiu. Isso deve ser corrigido, mas fica o pedido de um modesto usuário: mantenham o serviço. É confortável, é simpático, é útil. Nesses anos todos, os micro-ônibus azuis foram uma das poucas boas notícias relacionadas ao transporte público. O Psiu poderia ser ampliado, e não extinto.

Mas não posso ser visto ao volante de um carro, pelo simples motivo de que não sei dirigir.

Posso ser visto na Biblioteca Municipal. De vez em quando, pego emprestado algum livro que pertenceu ao saudoso arquiteto Luiz César da Silva. Fico feliz em saber que temos gostos literários parecidos.

Mas não posso ser visto defendendo a Lei Rouanet ou o tal Vale-Cultura, que acaba de ser lançado. Mais um financiamento público para a cultura! Ah, passa amanhã, Lula.

Posso ser visto revendo um filme antigo do Woody Allen.

Mas não posso ser visto vendo o documentário sobre o Caetano Veloso.

Posso ser visto lendo, mais uma vez, um discurso do escritor John Updike a uma subcomissão do governo americano, em 1978:

“Numa família onde todos os filhos recebem bombons regularmente, negar este prêmio torna-se uma reprimenda. Um totalitarismo cultural impõe-se através de tais negações mais frequentemente do que com penalidades ostensivas. (...) Como é que comissões de concessão de verbas poderão não se sentir atraídas pelo sociologicamente cativante e ludicamente comunitário? Como é que os legisladores podem não começar a pensar em ‘diretrizes’ que insidiosamente irão se aproximando da censura? Não existe o perigo de que os humanistas se tornem lobbistas, e de que as estratégias da política substituam as estratégias da mente?”