Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

31 março 2009

29 março 2009

Fazendo contas...
A matéria é do Último Segundo:
União repassa R$ 151,8 mi a entidades ligadas ao MST
Entidades cujos dirigentes são ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) receberam, desde 2002, R$ 151,8 milhões em recursos da União, montante distribuído em cerca de mil convênios celebrados entre governo e grupos de desenvolvimento agrário. É o que aponta levantamento divulgado hoje (29) pelo site Contas Abertas, com informações obtidas no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).
Comentário do Velhinho: Se o governo Lula tivesse - como o antigo Lula do PT diria - "vontade política" e lançado desde 2002 o programa Minha Casa, Minha Dilma, oops, digo, Vida, seriam construídas cerca de 4.464 casas, com o valor de R$ 34.000,00 cada. Com certeza, algo de maior utilidade que a manutenção de invasões, pois não?

27 março 2009

Enquanto isso, na saída da escola mais próxima de sua casa...
Variações de um tema eleitoreiro...

25 março 2009

Pois é...
Cotas raciais - uma visão sensata
Publicado na seção Opinião do Estadão on line, em 25/03/09, mas com grifos do Velhinho.

José Roberto F. Militão
Afro-brasileiros contra leis raciais
No Congresso debatem-se os polêmicos projetos de leis raciais, que preveem cotas em universidades e até no mercado de trabalho e em concursos. São matérias que interessam a todos e dividem também os afro-brasileiros. Há os favoráveis, muitos bem organizados e bem financiados, e há os cidadãos comuns, não organizados - 62,3% são contrários às leis e cotas raciais, de acordo com pesquisa Cidan/IBPS de 20 de novembro.


Os argumentos contrários são de razões éticas e psicossociais, já que a aprovação dessas leis significa a imposição pelo Estado de uma identidade jurídica racial que hoje não temos, alterando substancialmente o status da cidadania de todos. A Constituição federal repudia a classificação racial e está conforme as convenções internacionais que, desde a 2.ª Guerra Mundial e desde a Declaração Contra o Racismo da Unesco, de 1950, têm reiterado o consenso de que a luta contra o racismo exige esforços estatais para a destruição da crença em raças. Isso pressupõe a necessária abstenção do Estado para não legitimar essa crença racial.

Desde então, nenhum país tem recorrido a leis raciais para conferir ou excluir direitos. Estamos trilhando a contramão da história. Sem pensar nas gerações futuras, leis e políticas públicas estão racializando o Brasil e violando os artigos 5.º e 19.º da Constituição, segregando direitos da cidadania. Não é disso que precisamos. Queremos que o Estado nos assegure o direito à igualdade de tratamento e de oportunidades, o que não equivale a privilégios raciais.

Outra objeção conceitual é que políticas de cotas raciais não são equivalentes a programas de ações afirmativas. As cotas compulsórias não têm acolhimento em razão dos males que produzem: aprofundam a crença racial, geram no meio social, a médio e a longo prazos, divisões, conflitos e ódios raciais, em que as vítimas são os afro-brasileiros. Os defensores de leis raciais ludibriam a boa-fé alegando que cota racial é ação afirmativa. Mas especialistas ensinam que "ação afirmativa" é a boa doutrina jurídica acolhida pelo Direito, destinada a coibir todos os tipos de discriminações atuais cotidianas, como racismo, sexismo, machismo, homofobia, etc. Portanto, nos moldes do que lecionava em 2001 o jurista Joaquim Barbosa, atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), "somente os inimigos de ações afirmativas é que as denominam por cotas raciais". Era essa, também, a opinião da ministra do STF Carmem Lúcia e do professor Mangabeira Unger: as ações afirmativas não fazem reparações do passado, não fazem cotas estatais, mas atuam com eficácia para que as discriminações históricas não persistam no presente. Portanto, os afro-brasileiros precisam de políticas públicas de inclusão, indutoras e garantidoras da promoção da igualdade, e não das cotas de humilhação.

No caso da escassez de vagas nas universidades, não é razoável que, sem qualquer novo investimento público, sob alegação de falacioso direito racial, venha o Estado retirar vagas de brancos pobres para entregá-las a pretos também pobres, oriundos de mesma escola pública e mesmo ambiente social. Basta, portanto, a reserva de 50% das vagas por meio de critérios sociais e de origem na escola pública, suficientes para ampliar oportunidades e igualar a disputa entre os pobres. Com isso também se reduz o privilégio dos ricos.

A realidade inaceitável é que a apologia de raças pelo Estado produzirá efeitos colaterais conhecidos e prejudiciais aos afro-brasileiros, pois se trata da crença racial edificada para oprimir. Ao Estado cabe atuar para destruir a crença em raças, neutralizar as discriminações no presente e induzir a igualdade de oportunidades. Leis raciais não servem para redução das desigualdades entre brancos e pretos, pois atacam os efeitos, mas aprofundam as causas, alimentando a perniciosa autoestima racial, em prejuízo da autoestima humana. Isso é violência contra a dignidade humana, pois deduz-se, nesse conceito, pelo senso comum, que há uma perversa hierarquia implícita, na qual a "raça negra" seria a "raça" inferior.

Nos EUA, desde 1990, importantes intelectuais afro-americanos como Thomas Sowell, Cornell West, Kevin Gray e inclusive o atual presidente, Barack Obama, denunciam que a autoestima racial está dilacerando a juventude afro-americana, vítima do niilismo social. Dados oficiais revelam que 1 em cada 3 jovens de 16 a 24 anos está sob a custódia da Justiça. Quase 2 milhões estão nas prisões, o equivalente a mais de 4% dos afro-americanos. Eles são 12% da população, correspondem a 60% dos presos e a 70% dos casos de gravidez na adolescência. São estatísticas que revelam a tragédia social numa sociedade que cultua uma profunda crença racial. Atinge inclusive os filhos da classe média. Não é justo que o Parlamento condene nossas crianças com a mesma crença de que pertencem a uma "raça negra e inferior". Essas leis, segregando direitos, aumentam a autoestima racial, mas enfraquecem o caráter e deformam a personalidade, afirmava Martin Luther King em Carta da Prisão de Birmingham (1963).

Até o presente momento, não somos vítimas dessa autoestima racial. Se nossos jovens talentos tiverem oportunidades iguais, sem o estigma da inferioridade implícita nas cotas raciais impostas pelo Estado, saberão aproveitá-las. A identidade racial é, portanto, assunto que diz respeito aos afro-brasileiros, pois nos afetará, enfraquecendo a autoestima humana. O Parlamento atento a preceitos éticos não deve cometer esse crime de lesa-humanidade. Com sabedoria, nossas avós ensinaram: somos homens e mulheres "de cor". Elas deduziam que a cor de pretos e pardos é uma característica biológica natural, diferente do conceito de "raça negra" - uma construção social para oprimir, violar a dignidade dos humanos de cor e sonegar a inteira humanidade, conforme dizia o líder afro-americano Malcom X.

José Roberto F. Militão, advogado, membro da Comissão de Assuntos Antidiscriminatórios Conad-OAB/SP, foi secretário geral do Conselho da Comunidade Negra do governo do Estado de São Paulo (1987-1995)

23 março 2009

Seqüência lógica e auto-explicativa...
(Ou, o acordo ortográfico não tem importância nenhuma...)
As escolas deveriam formar brasileiros que saibam ler, escrever e raciocinar, para que com isso deixem de ser usados como massa de manobra e possam exercer, realmente, a cidadania. Sobre esta foto, vale ler o comentário de Reinaldo Azevedo.

Resultados óbvios...

21 março 2009

Senadores: Respeitem seus acionistas!A matéria é do Estadão on line:
Senado exonera 50 diretores e vai economizar R$ 400 mil
Valor da economia é mensal; continuidade de 131 diretores na Casa ainda dará gasto de R$ 12 mi ao ano
BRASÍLIA - Depois do escândalo com a revelação de que o Senado possuiu 181 diretores, a Casa divulgou nesta sexta-feira, 20, a lista de nomes e respectivos cargos dos 50 diretores exonerados. A dispensa dos funcionários representará uma economia mensal de R$ 400 mil, segundo o diretor geral do Senado, Alexandre Gazineo. A permanência de outras 131 diretorias, no entanto, continuará a produzir gastos mensais estimados em R$ 1,048 milhão ou cerca de 12 milhões por ano.
Nesta sexta, o primeiro secretário, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), prometeu mais demissões para a próxima semana. Mas não quis, porém, se comprometer com números.

Leia a íntegra aqui.
Comentário do Velhinho: No Brasil, o Senado Federal comporta 81 senadores, 03 para cada Unidade Federativa. Até ontem, havia no Senado 181 diretorias. Agora restam 131.
Fazendo uma comparação grosseira com uma empresa de sociedade anônima, seria como se cada acionista tivesse direito a criar e indicar uma diretoria, além daquelas realmente necessárias para a administração da empresa.
Assim sendo, teríamos hoje 50 diretorias supostamente necessárias e 81 que existem como um apêndice supurado de um acionista.
Empresas tendem a gerar lucros e devem manter suas contas equilibradas, sob pena de pedir concordata ou ir à falência.
Mas quem seriam, realmente, os acionistas com direito a voto da empresa Senado Federal? Ora, os cerca de 193 milhões de brasileiros!
Os acionistas com direito a voto, para representar seus direitos e honrar cada centavo investido no País através dos tributos, escolheram como gestores aqueles senadores que ora cumprem seus mandatos.
Os eleitores/acionistas devem, agora e sempre, cobrar resultados desses gestores, a começar de como é empregado o tributo/investimento.
Já passou da hora de se exigir uma reengenharia na administração do Senado, a começar, talvez, pelo próprio número de senadores. Nos E.U.A., são 02 senadores para cada Estado. Aqui são 03.
Que tal um plebiscito para saber se, pela vontade popular, não se deve reduzir o número de senadores? O que dizer quanto ao número de diretorias? O bom senso nos diz que não deveriam passar de 10, havendo, tal e qual uma empresa, níveis subalternos de gerências, chefias e supervisão. Com hierarquia salarial, claro.
Quanto em economia de tributos não se obteria ao mês, ao ano?
Sem falar nesse assunto dos senhores senadores afirmarem não saber da existência de tantas diretorias; fosse este um País sério, ações de improbidade já estariam correndo no Judiciário atreladas a pedidos de cassação de mandatos.
Mas qual! Falta caráter para tanto, pois a imoralidade abunda.

19 março 2009

Congresso Nacional: O que os "paralamentar" pensam e o que o eleitor exige...

18 março 2009

A história das coisas...
O Velhinho assistiu no site do Del Debbio e recomenda.
A referência é sobre os E.U.A., porém na relação entre governo e corporações, pode-se pensar em Brasil, bancos, sistema financeiro, bolsa de valores e (atenção!) poupança, sem contar o lance de "devemos consumir, comprar mais" (afinal, é só uma marolinha...)

Agora brilha como a estrela quem sempre foi...


17 março 2009

O blá-blá-blá de toda uma vida...
Vampiros não tem bandeira e se confundem entre situação, oposição e aliados. O que querem mesmo, é um naco do Contribuinte...

15 março 2009

Homenagem póstuma a todo assalariado que pagou Imposto de Renda e trabalhou mais de 03 meses em 2008 só para pagar os demais tributos.
Brasil. Um país de tolos!
Grande novidade! Esperavam que fizessem o que com o dinheiro dos impostos? Devolver em serviços para o Otário, digo, o Cidadão, Eleitor e Contribuinte?

11 março 2009

E eles, os políticos, dão risada de nossa cara...
Por um Tibete livre! O Tibete para os tibetanos!
Antes do século XX
Entre os séculos 7 e 9, o rei tibetano Namri Lontsen e seus descendentes disputam territórios com a China, na tentativa de unificação. Sob a dinastia Yuan, a partir do século 13, a China passa a clamar o território tibetano. Seriam mais de 700 anos de jurisdição chinesa no território.
O Tibete, por sua vez, argumenta que era um protetorado dos impérios dominantes, oferecendo auxílio espiritual em troca de proteção política. Além disso, dizem os tibetanos, vários impérios alternaram-se no controle da região, como o Mongol e o Manchu - os quais eventualmente incluíam a China em suas fronteiras.
Independência
Depois de anos de exílio por causa do domínio da dinastia chinesa Qing, que entra em colapso em 1912, o 13º dalai-lama retorna ao Tibete e declara independência do país. Apesar disso, a China e alguns países ocidentais, como os EUA e o Reino Unido, não reconheceram a independência do Tibete.
(Thubten Gyatso, o 13º Dalai Lama)
Invasão e Acordo
Um ano após a fundação da República Popular da China, comandada por Mao Tsé-tung, o governo chinês decide reincorporar o Tibete. A invasão causa a morte de cerca de 1,1 milhão de pessoas. Em 1951, líderes tibetanos são forçados a aceitar o 'Acordo de 17 Pontos para a Liberação Pacífica do Tibete', que garantiria a autonomia política e religiosa do Tibete, mas sob a condição de estabelecimento de bases militares e civis chinesas em Lhasa. As Nações Unidas anulam o acordo, assinado sob pressão.
(Mao Tsé-tung anuncia a criação da República Popular da China, em 1949)
Protesto e Exílio
Acusando a China de não cumprir o acordo, os tibetanos organizam o primeiro levante contra as forças chinesas. As manifestações são repreendidas com violência. O Dalai-Lama, vários de seus ministros e cerca de 80 mil tibetanos fogem para a Índia. No plano internacional, os EUA adotam postura ambígua: enquanto se recusam a reconhecer a indepêndência do Tibete, financiam grupos separatistas de guerrilha. O auxílio financeiro americano dura até 1971, quando iniciam aproximação com a China.
(Em 1956, o vice-premiê comunista Chen Yi - à frente, de chapéu - visita Lhasa acompanhado do Dalai Lama - à esquerda)
Revolução Cultural (Anos 60-70)
Durante os anos da Revolução Cultural de Mao, as atividades religiosas no Tibete são proibidas e templos são destruídos. Em 1965, o Tibete é declarado região autônoma da China. Nas décadas seguintes, o governo chinês passaria a investir na região, modernizando-a e exaltando os progressos materiais que promove. Para os tibetanos, no entanto, a suposta ajuda beneficiaria mais a etnia han, que passou a migrar para o Tibete, e contribuiria para a descaracterização da cultura local.
(A capital tibetana, Lhasa, em 1965)
Diálogo Retomado
Sob o governo de Deng Xiaoping, a China adota uma postura menos dura e abre canais de negociação com o Dalai-Lama, exilado. As discussões sobre a soberania tibetana são abaladas quando novos protestos surgem. Em resposta, a China impõe Lei Marcial no Tibete. Em 1989, o Dalai-Lama recebe o prêmio Nobel da Paz. No mesmo ano, acontece o massacre dos estudantes na Praça da Paz Celestial.
(Manifestante não identificado impede avanço de 59 tanques do exército chinês durante protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim)
Rompimento e interferência
China interrompe as negociações com o Dalai-Lama. Em 1995, o governo chinês prende Gedhun Choekyi Nyima, o garoto de seis anos apontado pelo Dalai-Lama como o Panchen Lama, segunda figura mais importante do budismo tibetano, e nomeia outro no lugar. O menino nunca mais foi visto e é considerado o mais jovem prisioneiro político do mundo.
(Uma das raras imagens do garoto Gedhun Choekyi Nyima, raptado pelo governo chinês em 1995)
Olimpíada e protestos
Em 2002, o governo chinês retoma contato com o Dalai-Lama. Em 2008, às vésperas da Olimpíada em Pequim, na China, as manifestações pela independência tibetana se intensificam e tornam-se violentos. A causa atrai simpatia também no ocidente, e o revezamento da tocha olímpica no mundo se transforma em catalisador de protestos.
(Protestos pró-Tibete se inensificam com a proximidade dos Jogos em Pequim) Fonte: O Estadão on line
Tibete - Metamorfose Digital - fotos

10 março 2009

Direitos coletivos, difusos e, por vezes, confusos...
Ou, o direito de greve de uma categoria versus o direito à Educação, de uma coletividade de crianças e adolescentes...
Quando um sobrepuja ao outro e qual o alcance da responsabilidade de um servidor público que deixa de atender ao contribuinte?
Os militantes da área de Direito saberão responder?
Vá se queixar ao hierofante!O Velhinho não é católico, mas acredita ser burrice, no mínimo, essa celeuma sobre a posição e fala do arcebispo de Olinda acerca de excomunhão.
Burrice, pois excomunhão diz respeito, única e exclusivamente, àqueles que se consideram realmente católicos. Quem não é, nem deveria se sentir incomodado.
Por outro lado, pertencer à fé católica pressupõe um compromisso integral com a religião, seus dogmas, ritos e leis. É um compromisso, afinal, de crença individual. Ou a pessoa crê na religião que abraçou ou não.
Se tiver dúvidas e estas não forem sanadas na própria fonte da religião, a fé, a crença está abalada, portanto o compromisso com o divino, de fato, não é válido, de acordo com os ditames da religião.
Então, independente da opinião dos não católicos e dos que se acham católicos mesmo sem possuir a fé preconizada como necessária pela ICAR, a excomunhão existe na religião católica e é justificada por determinados desvios de conduta, dentre eles o aborto. Goste-se ou não, é o que vale para os católicos.
Quem não concordar com o preconizado pela ICAR, que opte pela religião que melhor lhe convier ou até nenhuma religião. Isso se chama LIBERDADE RELIGIOSA!
Ora, o arcebispo de Olinda não cometeu nenhum crime ao falar sobre excomunhão, de acordo com a religião que segue e representa. Nem incitou ninguém a algum crime previsto no Código Penal Brasileiro.
Pode-se discordar do arcebispo, mas não tentar impedir de que se pronuncie, ou tentar mudar mudar a religião pela "pressão popular". Quando isso ocorre, corteja-se o PRECONCEITO RELIGIOSO, isto sim um crime tipificado, agravado por uma tentativa de se impor CENSURA, outro crime contra a LIBERDADE DE EXPRESSÃO E OPINIÃO.
A gravidade está no fato de que ir contra a liberdade de expressão e opinião e liberdade religiosa afeta o horizonte do ESTADO DEMOCRÁTICO E DE DIREITO.
Será que o foco, ao invés de ser a fala do arcebispo, não deveria estar centrado no MOLESTAMENTO INFANTIL e nas responsabilidade e ações da família, da sociedade e do Estado para reduzir a incidência desse crime e suas variantes como a prostituição infantil?
Quando o jornalismo vai voltar a ser, realmente, investigativo, informativo e formativo, ao invés de meramente espetaculoso?
Ou seja, no fundo, no fundo, nada mudou... (Parte 2)

09 março 2009

Ou seja, no fundo, no fundo, nada mudou...
Emburrecimento da sociedade. Ou, ENEM para quê mesmo?

07 março 2009

E o Otário, digo o Povo, Eleitor e Contribuinte, ainda acredita que exista diferença entre políticos...O Malandro entra de pau onde Otário abunda, manja?

06 março 2009

Principalmente na política, sempre tem alguém de joelhos ou de quatro, beijando (ou o que o valha) algo de alguém...

05 março 2009

04 março 2009

Será que os que defendem o fim da Lei de Anistia só para os militares, defendem uma anistia só para os militantes? A pergunta não é pertinente?
Durante o regime de exceção, onde a democracia não era plena, crimes contra a vida e os direitos humanos foram praticados por todos os que aderiram a luta armada e por alguns - e não todos - militares. Os primeiros justificam seus crimes dizendo que lutavam pela democracia; os segundos, que lutavam contra a tentativa de implantação de outro regime de exceção, comunista ou socialista.

Ambos os lados foram anistiados de seus crimes. Hoje, em pleno regime democrático e de direito, crimes continuam sendo praticados e devem ser levados, não importa quem os pratique ou sob qual justificativa, às barras dos tribunais. Invadir propriedade alheia é crime. Ou não?
Se um ladrão invadir minha casa, é ele o criminoso. Ou não?
Defender sua propriedade pelos meios legais disponíveis é um direito. Ou não?
Se um ou mais ladrões invadem a minha casa, tenho o direito de defende-la e à minha vida, mesmo que no processo vier a ferir ou matar algum dos invasores, porém, ainda assim responderei por algum crime praticado. Ou não?
Se um ou mais ladrões invadem minha casa, se apropriam e/ou destroem meus bens, ou ainda me ferem ou tiram minha vida, soma-se ao primeiro crime os crimes subseqüentes. Ou Não?
Há quem acredite que os ladrões tem o direito de invadir minha casa, se apropriar de meus bens e/ou destruí-los, me ferir e até me matar. Os ladrões estariam sendo "arrojados".
Existe uma linha tênue que separa o cidadão comum do criminoso.
Mas quem ignora conscientemente isso e defende o criminoso, não seria igualmente criminoso? Os valores morais estão se esboroando... e só resta imoralidade...
O pior que é realidade...
O Velhinho, que já lecionou por alguns anos, encontrou esse tipo raro de aluno que destoa da maioria. Brasil, um país sem futuro...