Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

27 fevereiro 2009

Ah! Vai nessa, para você ver o que é bom prá tosse!
E você, professor(a), o que acha disso?
Dizem que esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia, E.U.A., decidiram gravar na secretária eletrônica, uma vez que a instituição cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa
Por essa atitude de cobrar responsabilidades, a escola e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.
Aqui a mensagem gravada:

"Olá! Para podermos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:

- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2
- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3
- Para insultar os professores - tecle 4
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5
- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8
- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0

Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!"

25 fevereiro 2009

24 fevereiro 2009

E apesar de ter virado cinzas, muita gente continua aplaudindo...

20 fevereiro 2009

É o que dá engolir molusco com abobrinha...

18 fevereiro 2009

Mais velho que Estampa Eucalol...
Foto duvidosa...Autoria de Duda Sampaio/AE. Presidente brinca com crianças em evento no DF.
Porém, pela cara e roer de unhas da ministra e ex-terrorista, bem que a legenda poderia ser:
"Me aguardem! Vocês vão estar duplamente Fu..."
Pé na bunda geral...

17 fevereiro 2009

Para o pessoal de DireitoSe livro "O Caso dos Irmãos Naves", de João Alamy Filho é leitura obrigatória, o filme dirigido por Luiz Sérgio Person deve ser, também, assistido.
É possível encontrá-lo (e outras gratas surpresas do cinema nacional) no site O Sétimo Projetor.
Sinopse: A reconstituição de um caso real, ocorrido no Estado Novo em 1937, na cidade de Araguari (MG). Tudo começa quando um homem foge levando o dinheiro de uma safra de arroz. Os irmãos Naves (Raul Cortez e Juca de Oliveira), sócios do fugitivo, denunciam o caso à polícia. De acusadores passam, no entanto, a réus, por obra e graça do tenente de polícia (Anselmo Duarte), que dirige a investigação. Presos e torturados, os Naves são obrigados a confessarem o crime que não cometeram.
Revolução do "raciossímio"...
Olhando através dos óculos de Millor
(publicado no saite do próprio e capturado na data de hoje)
www.millor.com.br • Ano X • Número 473 • Fevereiro de 2009
DAILY MÍLLOR: A PROPÓSITO
Essa garotada aí do Congresso Nacional, que tem em média 30 anos de idade, não conhece o sentido e o valor de certas palavras. Você e eu, que já passamos dessa faixa, conhecemos.
Exemplo: nesse mutirão de quero-o-meu, nessa terra de ninguém de quem quiser, de repente se aponta, se identifica, com ficha, CPF, registro policial e tudo o mais, um deputado ou senador, ou governador, que roubou dinheiro, comprou o cargo, empregou a própria mãe e estuprou uma cachorrinha menor de idade, e, horror!, está envolvido em assalto a banco com justa causa.
Depois de rigoroso processo - dezessete anos de etapas - o Congresso decide afastar da vida pública o acusado. Por que, ô meu? Porque roubou, porque matou, porque comprou cargos, porque distribuiu cargos? Não senhor. Por falta de decoro parlamentar.
Fico perplexo: aprendi, já em criança, que falta de decoro era sair da privada sem fechar a braguilha.
Flatos ao léu num pedaço da América Latrina...
(E há quem os aprecie...)

16 fevereiro 2009

Coitados dos venezuelanos!
Mais Nacional Socialismo que pari ditaduras sob o égide da democracia.

15 fevereiro 2009

Bolsa-Burro
Texto extraído do site Sítio Terra Vermelha, de autoria de Domingos Pellegrini.
Uma leitura deveras interessante.

BOLSA-BURRO
Vou contar pro senhor o que aconteceu, aí o senhor vai entender porque a gente tem de trocar esse burro velho por uma televisão nova.
Aí o senhor bota um anúncio direitinho no jornal, pra sair o negócio.
A gente tinha uma carroça, puxada por esse burro, no tempo em que ele era um bicho forte, animado, trotava alegre mesmo com a carroça cheia.
Aí a gente ganhou bolsa-família e foi uma beleza, né, até cartão a gente ganhou, pra comprar cesta básica no mercado. Deu pra comprar duas cestas, macarrão, arroz, café, açúcar, feijão, óleo, a gente empapuçou de tanto comer, cada prato redondo de tão cheio.
Depois no segundo mês a gente descobriu que podia comprar só uma cesta básica e, com o resto da bolsa, podia comprar iogurte, queijo, mortadela, salsicha, milho em lata, igual gente rica.
Até shampu a gente comprou, o cabelo ficou fininho que só vendo, mas no fim do mês faltou feijão.
Daí as moças do governo apareceram lá no barraco perguntando se a gente tinha também o bolsa-escola, mas a gente não tinha criança pra ir na escola, daí arranjamos um sobrinho e um priminho pra cadastrar que moram com a gente e pronto, biscoitamos também o bolsa-escola.
Aí descobrimos que, em vez de cozinhar com lenha catada pelo mundo, a gente podia ter vale-gás, e compramos um fogão usado, um botijão velho e pronto, a gente tinha gás pra queimar o mês inteiro, se ninguém esquecesse o fogo ligado como aconteceu na primeira semana mas depois aprendemos.
Aprendemos também que, passando dos sessenta ou setenta anos, não lembro mais, a gente podia pedir a bolsa-idoso, então jogamos fora documento velho, tiramos documento novo com mais idade e pronto, com três bolsas viramos os milionários da favela.
Até vizinho invejoso concordou quando a gente falou que não precisava mais viver catando papel e lata com a carroça, e por falta de serventia fomos deixando de levar o burro para pastar, ele ficou comendo os capinzinhos de volta da favela mesmo, amarrado numa corda comprida.
Burro é bicho que não faz questão de muito trato, né, é quase que nem cabra, come de tudo.
Mas o bicho às vezes ficava o dia inteiro de orelha murcha, um dia descobrimos que era porque uns meninos endemoinhados mijavam no latão dele tomar água.
Encompridamos a corda pra ele alcançar o riacho, mas o bicho é entojado, só bebia do riacho depois que chovia e o riacho enchia e perdia esse cheiro fedido, uns dizem que é por causa de muito esgoto, outros dizem que é muito despejo de fábricas, o certo é que o burro teimoso passava dias sem beber.
Enquanto isso, a gente pensou até em vender a carroça, pra não ficar esse trambolho lembrando o tempo em que a gente tinha de catar papel e lata pelo mundo pra viver.
Aí o nosso primo, pai do priminho que emprestou pra nós, precisou dele lá na casa deles, por causa de um tal recadrastamento, palavra difícil que a gente só aprendeu a falar porque ouvimos demais, foi um inferno na nossa vida, só trazendo desgraça, dá vontade de castrar quem fala em recadrastamento.
Pra encurtar a história, descobriram que a sobrinha também não era filha nossa, e desconfiaram que a gente não tem a idade que disse que tinha, e no fim das contas cortaram a bolsa-escola e a bolsa-idoso, a gente ficou só com a bolsa-família, que não dá pra sustentar uma família, a não ser que a família trabalhe.
Mas a gente perdeu o jeito e o gosto pra trabalhar.
Um vizinho puxou energia de um poste, e nós puxamos do vizinho, pagando uma micharia, porque ele não paga nada mesmo.
Agora a gente achou uma antena num lixo rico, e o vizinho garante que, com ela, a gente pode pegar um punhado de canal.
Por isso a gente precisa trocar o burro por uma televisão, dessas grandes, pra não cansar a vista, e a carroça pode ir de lambuja.
Parece que com mais uns anos a gente pega de volta o bolsa-idoso, porque envelhecer a gente vai sempre envelhecendo, né.
Por isso também precisa aproveitar a vida, que é uma só, e diz que agora tá passando uma novela que é um estouro.
Não, o burro não tem nome. Nunca botamos nome nele, a gente chamava ele de Burro.
Burro pra cá, burro pra lá. Agora, adeus, burro, que a gente precisa aprumar a vida. Ainda se existisse bolsa-burro, a gente continuava com ele, mas assim não, a corda já tá muito comprida e às vezes enrola, dá um trabalho danado desenrolar.
Adivinha quem é o Eleitor, digo, Otário que PAGA o Bobo da Corte?
Definição de Precatório: Ignomínia; estado onde a Justiça inexiste.Brilhante o artigo publicado no Estadão on line, seção Opinião, de hoje.
Parte da proposta de transparência, via internet, dos pedidos de vista praticados no STF, para chegar no maior exemplo em que a Justiça falha, vergonhosamente, no "dar a cada um o que é seu".
Surgirão homens e mulheres decentes no Judiciário ou no Legislativo, que obriguem o Executivo a cumprir com as decisões exaradas pela Justiça a favor das pessoas que moveram ação contra o Estado e ganharam, enquanto elas estão vivas? Ou a Justiça somente continuará a ser feita para os filhos, netos e bisnetos dessas pessoas - quando houverem?
Os representantes dos Executivos Estaduais dizem não haver verba suficiente para o pagamento dos precatórios. Será que um sequestro judicial das verbas de publicidade, por exemplo, não auxiliaria o caixa destinado para tais pagamentos?
Até quando se permitirá tal ignomínia?

Pedido de vista

Com certeza o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, quando propôs a seus pares que fosse colocada na internet a relação de processos cujos julgamentos estão paralisados por pedidos de vista, tinha dois objetivos em mente: o primeiro teria sido buscar maior celeridade nas decisões, visto que a crônica morosidade na prestação da tutela jurisdicional, que tem levado a situações profundamente injustas - pois Justiça que tarda é Justiça que falha -, é a queixa básica da sociedade em relação a esse essencial Poder de Estado. Se a mais alta Corte de Justiça é emperrada em seus trâmites, certamente todo o sistema judiciário o será.

O segundo motivo - que também diz respeito ao prestígio da Justiça - é o da necessidade de sua transparência. De há muito se fala em "caixa-preta" do Judiciário, como se este fosse integrado por um grupo de iniciados cheios de segredos indecifráveis para o comum dos cidadãos. A criação da TV Justiça, pela qual os julgamentos do Supremo são transmitidos para a população - afora as matérias e debates sobre temas relacionados aos procedimentos judiciais -, já significou um avanço no caminho da transparência da Justiça. Sem dúvida, o uso da internet para esclarecer a opinião pública sobre as razões dos atrasos no andamento dos processos - e o pedido de vista é um fator preponderante de procrastinação - seria mais um grande avanço no rumo salutar dessa transparência.

Há uma outra razão, porém, para que a ideia de Gilmar Mendes seja de grande oportunidade: a Lei nº 11.280, sancionada em 16 de fevereiro de 2006 - portanto, há três anos -, determina que o juiz que pedir vista do processo terá de trazê-lo de volta para julgamento da turma em no máximo dez dias. Caso o processo não seja devolvido nem for solicitada a prorrogação do prazo pelo juiz, o presidente da turma ou câmara de julgamento deve requisitar a ação e reabrir o julgamento automaticamente, na sessão seguinte. Indaguemos agora: os ministros do Supremo estarão obedecendo a este dispositivo legal?

Geralmente os casos polêmicos acabam sendo paralisados por pedidos de vista, sob a alegação, dos ministros, de que precisam refletir melhor sobre a questão. Isso ocorreu por ocasião do julgamento sobre o aproveitamento das células-tronco embrionárias e na questão, ainda sub judice, da definição do futuro da reserva indígena Raposa Serra do Sol. O fato é que a proposta do presidente do STF facilitaria o controle - por parte da opinião pública - dos pedidos de vista naquela Corte, mas criaria um certo constrangimento aos ministros que pedem vista e demoram meses para devolver o processo para que o julgamento tenha prosseguimento. Ressalve-se apenas a hipótese de a procrastinação poder dever-se à demora da reentrada do processo em pauta, mesmo que o juiz que pediu vista já o tenha devolvido em tempo.

Infelizmente os outros ministros do Supremo não acataram a sugestão do presidente da Casa. Assim, continuará difícil para a população entender, mesmo sabendo que determinadas questões são por demais complexas e exigem maior tempo de estudo e reflexão - como as duas aqui mencionadas -, como uma única pessoa, com todas as qualificações que possua um magistrado da mais alta Corte de Justiça do País, possa atrasar indefinidamente o desfecho de um processo judicial, do qual às vezes depende a sorte de uma pessoa, de uma família ou de uma empresa.

Não há como deixar de entender que a condição de "dar a cada um o que é seu", na qual se fundamenta a tutela jurisdicional do Estado, é indissociável da tempestividade com que se efetiva a decisão judicial. Uma sentença demasiadamente demorada, mesmo se calcada em princípios e fundamentos absolutamente corretos, terá poucas condições de ser, realmente, justa. Nisso o exemplo mais dramático - e às vezes trágico - é o que costuma ocorrer com os chamados precatórios, em que a Justiça dá ganho de causa a pessoas que esperaram uma sentença favorável a vida inteira, mas não estão mais vivas quando lhes chega o momento da vitória judicial: não há mais a quem a Justiça "dar o que é seu".

14 fevereiro 2009

Clube dos 16%
O Velhinho faz parte do Clube, sem dúvida alguma.
E você, faz parte também? Ou é do Clube dos 84%?
Só para fins estatísticos, deixe sua declaração na área de comentários, informando a qual Clube pertence.
Comentários abaixo da linha da inteligência serão barrados, é claro. hehehehe
O texto é de Mauro Chaves e foi publicado no Estadão on line, seção Opinião, de hoje.

Clube dos 16%

Art. 1º: Fica constituída, com a denominação acima, a sociedade civil sem fins lucrativos, cuja finalidade é a de se recusar a aceitar o que dizem ser o pensamento dominante de 84% da população do País.

Art. 2º: Os integrantes desta entidade esclarecem que jamais foram entrevistados por qualquer instituto de pesquisa de opinião nem conhecem quem quer que seja que já tenha sido entrevistado por algum instituto de pesquisa de opinião ou já tenha ouvido falar da existência de alguma pessoa que já tenha sido entrevistada por algum instituto de pesquisa de opinião, que tenha manifestado sua opinião de aprovação a quem anunciam como detentor de 84% de opinião favorável da população.

Art. 3º: Os integrantes desta entidade aqui manifestam, claramente, sua adesão ao critério da valorização pelo mérito.

Art. 4º: Por critério da valorização pelo mérito aqui se entende o crescimento, o desenvolvimento e a elevação geral de padrão de existência da pessoa humana que decorra, fundamentalmente, do reconhecimento ao esforço de seu aprendizado e consequentes resultados.

Art. 5º: Os integrantes da entidade aqui constituída se recusam a aceitar o critério de cotas, de qualquer espécie, que substitua o mencionado critério de valorização pelo mérito, seja para ingresso em instituições de ensino, empresas estatais ou entidades de qualquer esfera da Administração Pública.

Art. 6º: Os integrantes da entidade aqui constituída são contrários à distribuição de quaisquer tipos de Bolsas que não sejam, exclusivamente, de estudo.

Art. 7º: Os integrantes da entidade aqui constituída não acham que é preconceito exigir preparo das pessoas públicas, especialmente daquelas que detêm as maiores responsabilidades de comando.

Art. 8º: Os integrantes desta entidade consideram que um alto dirigente público tem de possuir um acervo de conhecimentos suficiente para que não tenha de "comer pela mão" de subordinados - inclusive divergentes entre si - ou se submeter às pressões dos lobbies, cujos interesses frequentemente em nada se assemelham aos interesses da coletividade sobre a qual atuam.

Art. 9º: Os integrantes desta entidade não acham que é possível governar "de ouvido", tomar decisões com base apenas no que lhe cochicham os oportunistas, os áulicos ou os que ainda não se libertaram de um ideologismo rançoso, que só sobrevive graças ao sentido folclórico ou museológico que ainda mantém no mundo contemporâneo.

Art. 10º: Os participantes desta associação consideram que não deve haver vergonha ou sentimento de culpa pelo fato de se usar o vernáculo corretamente, observando-se a topologia pronominal, os tempos verbais e respeitando-se a exigência básica do vocábulo no plural, qual seja, a adoção da letra "s" ao final da palavra.

Art. 11: Os integrantes desta entidade não se sentem diminuídos pelo fato de eventualmente terem estudado em boas escolas e universidades, pois acreditam que isso, em vez de significar insulto pessoal aos que não tiveram a oportunidade de fazê-lo, lhes pode representar um desafio à busca de oportunidades semelhantes, pelo esforço redobrado do aprendizado, com o que tantos já cresceram, acima de todas as expectativas, próprias e alheias.

Art. 12: Por valorizarem o esforço pessoal do aprendizado e do trabalho é que os participantes desta associação não concordam com que grandes empresas façam negócios com filhos dos homens públicos mais poderosos, dando-lhes uma participação excepcional - que em nada corresponda às aptidões consignadas em seus respectivos currículos -, assim caracterizando um escandaloso tráfico de influência.

Art. 13: Os integrantes do clube ora constituído não concordam que tenham sido jogadas para debaixo do tapete todas as falcatruas do tipo mensalão, "recursos não contabilizados", sanguessugas, valeriodutos, dólares na cueca e catrevagens assemelhadas.

Art. 14: Os participantes desta associação consideram que também as famílias de pessoas brancas, heterossexuais e capazes de prover o sustento com o próprio trabalho devem ser julgadas normais, sem sofrer qualquer tipo de discriminação por suas opções.

Art. 15: Os membros do Clube constituído pelo presente instrumento consideram que são legítimos a posse e o desfrute de propriedades que eventualmente possuam, assim como julgam correta a oposição que façam a esbulhos que lhes pratiquem militantes de movimentos sociais de sem-terra.

Art. 16: Os integrantes do presente sodalício se recusam a participar de passeatas "pela paz", quando essas se realizam em razão de crimes horripilantes, especialmente os praticados contra jovens e crianças, visto que não é "paz", e sim punição rigorosa que merecem os facínoras que os cometeram, além do fato de os direitos humanos de suas vítimas também deverem ser respeitados.

Art. 17: Entendem os membros deste Clube que é uma aberração os criminosos cumprirem só um sexto de suas penas e a legislação brasileira se assemelhar a apenas três outras do mundo - da Venezuela, Colômbia e Guiné - ao estabelecer a responsabilidade penal dos facínoras somente quando estes completem 18 anos de idade, antes do que só podem receber "medidas socioeducativas" por suas atrocidades.

Art. 18: Os integrantes desta sociedade consideram Oscar Niemeyer o talentoso artista que faculta a presença de pessoas dentro de suas esculturas - chamadas de prédios -, mesmo que estas lá se sintam desprovidas de serviços não escultóricos, próprios das necessidades da natureza humana.

Art. 19: Os membros da associação ora constituída declaram ódio ao BBB.

Art. 20: Este Clube entra em funcionamento na presente data.

Mauro Chaves é jornalista, advogado, escritor, administrador de empresas e pintor. E-mail: mauro.chaves@attglobal.net

13 fevereiro 2009

Pouco aprendizado e NENHUMA evolução...
No mundo...
E no Brasil!
Estado Laico e Dizimista??? Só podia ser no Brasil!!! O Velhinho pede ajuda ao pessoal do Direito.
Essa lei é constitucional?
Onde está a laicidade do Estado?

LEI nº 8.664 DE 27 DE JANEIRO DE 2009.
"Dispõe sobre a criação do Dia Municipal do Dizimista e ofertante no Município de Belém, e dá outras providências".
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM,
Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM, estatui e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica criado com méritos na cidade de Belém, capital do Estado do Pará, o Dia Municipal do Dizimista e do Ofertante cristão consciente, a comemorar no dia 18 de maio de cada ano.
Art. 2º VETADO
Art. 3º Estabelece que no decorrer das comemorações referidas ao evento, seja divulgado em alto e bom som o que está escrito da Bíblia Sagrada no livro de Malaquias cap. 3 vol. 10, que diz: "Trazei todos os dízimos à Casa do Tesouro para que haja mantimento na minha casa...", e também o que está escrito no mesmo livro no cap. 3 vol. 18: "Então vereis a diferença entre o que serve a Deus e o que não o serve..."
Art. 4º. Ficará por conta e responsabilidade das emissoras de comunicação ligadas ou pertencentes às igrejas cristãs, a divulgação dos ensinamentos abaixo relacionados:
§ 1º Conscientizar a membrasia das igrejas cristãs em geral;
§2º Aconselhar e disciplinar a igreja a respeito do assunto;
§3º Estimular o povo cristão mostrando a necessidade da prática de ofertar e dizimar por parte do cidadão, praticante ou não.
Art. 5º As igrejas cristãs ficam com a missão de encorajar o povo a praticar a entrega ou devolução de dízimos e ofertas como prova da obediência no que ensina a Constituição divina, a "Bíblia Sagrada", a palavra de Deus que é o bálsamo para o coração da família.
Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
PALÁCIO ANTONIO LEMOS, 27 DE JANEIRO DE 2009
DUCIOMAR GOMES DA COSTA
Prefeito Municipal de Belém
Fonte:
Diário Oficial do Município de Belém

03 fevereiro 2009

Sobre um porco assassino e um bezerro desmamado...
O primeiro a dar a dica foi o Coturno Noturno, ontem. Hoje, o Reinaldo Azevedo.
Como certas coisas devem ser divulgadas à larga, o Velhinho contribui.
Imperdível essa entrevista onde Benicio del Toro é confrontado com a realidade e se torna um bezerro desmamado.
Como vocês sabem, o ator protagonizou o porco assassino Ernesto "Che" Guevara em filme que foi lançado dias atrás em Miami.
Porcos assassinos, narco-traficantes, terroristas estão sendo transformados em heróis, despudoradamente. E há quem os amem...