Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

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21 julho 2009

O retorno do totalitarismo megalômano...
Se perguntarem quais foram os dois grandes nomes de megalômanos do século XX, possivelmente os nomes lembrados serão o de Hitler e Mussolini, ambos governantes totalitários e populistas.
Em seus discursos, sempre estavam certos e demonizavam eventuais opositores, recorriam ao incitamento da violência, organizavam milícias (é, militante existe desde priscas eras!), cultuavam a própria imagem como se fossem semi-deuses, uma vez que os deuses, na opinião deles, estavam ao seu favor ou ao seu mando.
A História é recheada desse tipo de líderes que, usam da demagogia para se manter no poder, em geral à custa do sangue de seu povo.
Aliás, o sangue do povo "escolhido" - aquele que, cegamente, acredita no arauto de si mesmo - serve como bucha de canhão para confrontar opositores sempre demoníacos. Se morrerem, viram mártires da "causa".
Uma vez que o poder do megalômano esteja consolidado numa tirania ou ditadura (à direita ou à esquerda, ambas não prestam!), aumentam as perseguições para colher, literalmente, o sangue dos opositores.
Neste século XXI, nazismo e fascismo deram lugar ao Bolivarianismo.
Existe muita semelhança.
O proto-ditador exemplar é o Chávez, aquele que só considera golpe de Estado quando ele próprio não o articula. Ele é um ungido de Deus e tem o Jesus Revolucionário ao seu lado.
Chávez já fez suas crias. Evo Morales, Rafael Correa, Fernando Lugo e, agora mais declaradamente, Maunel Zelaya.
Uma das coisas que os une, além da ideologia bolivariana, é o tráfico de drogas.
Esses senhores são frutos podres do Foro de São Paulo e mantém uma tendência totalitária, populista e megalômana.
Demonizam, incentivam à violência - e por extensão a morte do povo que pretendem governar, são fanfarrões, cultuam a própria imagem como semi-deuses e, claro, Deus os apóia.
Tem gente, muita gente, que os seguem sem pestanejar.
A grande ironia é que se dizem - e acreditam! - democratas.
Ditadores, fascistas, preconceituosos e demônios são os outros, claro.
Os outros instilam ódio, eles nunca.
A América Latina está cada vez mais se transformando em latrina, lodaçal do populismo de sempre, da pobreza de sempre, dos coronéis de sempre.
Mudam as moscas, mas a merda é a mesma.
Segue matéria da Folha on line,com destaques em negrito do Velhinho:

Zelaya diz que guerra civil já começou em Honduras e anuncia retorno
da Efe, em Buenos Aires
da Folha Online

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, afirmou nesta terça-feira que "a guerra civil já começou" no país e que está disposto a enfrentar as ameaças de prisão do governo interino em uma entrada "apoteótica" na capital Tegucigalpa.

"Estou iniciando meu retorno. Farei [o retorno] a partir de quarta-feira por qualquer ponto fronteiriço que tem Honduras com Guatemala, El Salvador ou Nicarágua", afirmou Zelaya, em entrevista publicada pelo jornal argentino "La Nación".

Zelaya não quis dar muitos detalhes sobre sua volta ao país por temer uma cena como a do último dia 5 de julho, quando anunciou seu retorno, de avião, a Tegucigalpa. O Exército, a mando do governo interino de Roberto Micheletti, ocupou a pista do aeroporto internacional e impediu a aterrissagem do avião Falcón, emprestado pelo governo venezuelano.

No dia, manifestantes que aguardavam a volta de Zelaya tentaram invadir a pista e foram reprimidos pelos Exército. O confronto deixou dois manifestantes mortos, embora o governo tenha negado qualquer disparo por parte da polícia.

As declarações polêmicas de Zelaya seguem o fracasso da segunda rodada de negociação por uma solução à crise causada por sua deposição, em 28 de junho passado. A delegação de Zelaya aceitou a proposta de sete pontos do mediador, o presidente da Costa Rica, Oscar Arias. O plano, que incluía a restituição de Zelaya em um governo de reconciliação, foi rejeitada pela delegação de Micheletti.

Zelaya afirmou que respeitaria, contudo, o prazo de 72 horas pedido por Arias para tentar retomar o diálogo.

"O povo hondurenho está se movendo até as fronteiras para que, quando se cumprir o prazo de 72 horas, possamos entrar por qualquer lugar, apenas Deus pode impedir meu regresso. Eu posso assegurar que Deus não está com os golpistas, está do nosso lado", disse Zelaya.

"Minha entrada em Tegucigalpa vai ser apoteótica. [...] Qualquer um em Honduras pode ver que o enfrentamento já começou, essa guerra civil", afirmou, acrescentando que "há sangue escorrendo sobre a memória dos golpistas".

O presidente deposto ressaltou, contudo, que "há sempre uma janela aberta" para uma saída negociada ao conflito. Ele disse não acreditar, porém, que o governo interino vá ceder já que são parte de "uma oligarquia que explorou este país por décadas e não está pensando em ceder agora esse poder que ganhou de forma violenta".

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