Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

27 julho 2009

O País das Bolsas Furadas e do PACquiderme emPACado...Político sobrevive de promessa e de esmola pagas a eleitores, geralmente com o dinheiro público.
É assim desde o tempo dos coronéis que criaram os currais eleitorais.
Opa! Pensando bem, CONTINUA ASSIM!
Os coronéis ainda existem, uns poucos que apresentam de chapelão aba larga à vista, outros tantos que envergam caros ternos de grife no Congresso Nacional, e muitos outros ainda, bem no estilo populista, que trocaram o chapelão por bonés e os ternos por camisetas, em geral na cor vermelha.
Mas o procedimento padrão continua: se mantém o curral eleitoral com esmolas pagas com o dinheiro dos contribuintes. Nada de efetivo muda na vida dentro do curral e a boiada, o alfeire, a récua, o ovil, o persigal segue seu destino de mascar a ração com o focinho abaixado.
Por essa e outras, é que começa a dar raiva pagar impostos...
O comentário é de Gilberto Dimenstein, na Folha de São Paulo on line:

Lula cria a Bolsa-Circo

Lula ajudou a dar o pão, ao ampliar (corretamente, diga-se), o Bolsa-Família. Agora, na reta final de seu governo, está querendo dar o circo, batizado de Vale-Cultura. É um risco de desperdício de bilhões que só explica pelo clima de eleições para agradar trabalhadores, artistas e empresários. No final, quem paga quase toda a conta é o contribuinte.
O empresário terá abatimento de imposto ao dar o Vale-Cultura para seus trabalhadores que, por sua vez, pagam a menor parte; o governo, ou seja, o contribuinte entra com o resto. É absolutamente previsível que o dinheiro público, tão escasso num país pobre e deseducado, vai acabar patrocinando shows e eventos populares, mas sem conteúdo educativo.
Participo da experiência batizada de Catraca Livre (www.catracalivre.com.br), um banco de dados sobre o que existe de graça ou a preço popular na cidade de São Paulo. É gigantesco o número de ofertas culturais de alta qualidade, mas com baixa frequência dos mais pobres o que já é um monumental desperdício.
Não é elitismo querer que dinheiro público não patrocine espetáculos de shows de música funk, sertaneja ou pagode. Ou que vá para autores de livros de autoajuda ou filmes de violência. Assim como obviamente, não tem nada de errado que as pessoas se divirtam como quiserem. E não temos nada a ver com isso.
Considero, sim, importantíssimo aumentar o repertório cultural do brasileiro.
O desperdício está no fato de que, se é para gastar esse valor, muito melhor seria deixá-lo nas mãos dos estudantes de escolas públicas, capacitadas a fazer a ponte entre a cultura e o currículo. Educação ficaria mais interessante e se formariam, de fato, plateias.

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.


Comentário da Fã Nº 1:
Tenha dó!
Definitivamente o sujeito entende que nosso dinheiro é capim!
E na mão dos estudantes? Só se for para pastar!

Comentário do Velhinho:
Se "nas mãos dos estudantes de escolas públicas" significar "nas mãos da UNE", o termo correto é Bolsa-Cala-a-Boca!, porque a UNE já pasta na mão do governo faz tempo.
Se este País e seus governantes fossem sérios, qualquer verba pública iria para fortalecer o básico: Saúde, Educação, Trabalho, Moradia, Segurança e Transporte.
Se essas necessidades básicas estivessem atendidas, alguém duvida que a Cultura não estaria mais prestigiada, como conseqüência natural do bem estar da população?
Pegue todo esse dinheiro público - que sai do bolso dos contribuintes - "investido" em ONGs, empréstimos e doações para outros países, do entreguismo por não cumprimento de acordos comerciais que sempre beneficiam os outros e não o Brasil, sem contar o tanto que se desvia em obras superfaturadas e falcatruas diversas. Tivesse essa grana sido empregada naqueles setores citados acima, será que existiriam coronéis e currais ainda?
E durma-se com um barulho desse...

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