Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

11 julho 2009

E "o cara" ainda leva prêmio...
Depois, ainda se queixa da imprensa que, por não ser crítica, acaba sendo a maior porta-voz do adesismo do "cara".
Claro que o Velhinho pode estar equivocado em sua leitura, contudo parece que recebemos três ou quatro bobagens na mesma matéria da Reuters, publicada pelo Yahoo notícias. Vejamos a matéria em itálico, entremeada com os comentários do Velhinho em fonte normal.
Lula defende uso de energia nuclear pelo Irã com fins pacíficos
Sex, 10 Jul, 07h18
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu na sexta-feira o uso de energia nuclear com fins pacíficos pelo Irã, segundo informações veiculadas no site da Presidência na Internet.
Estados Unidos, Israel e outros países acusam o Irã de tentar obter armas nucleares, o que os iranianos negam. Segundo Teerã, o país tem como objetivo o uso da tecnologia para a geração de energia.
"O que eu quero, na verdade, é que o Irã pense sobre armamento nuclear aquilo que pensa o Brasil e aquilo que faz o Brasil. Ou seja: você pode manusear energia nuclear, desde que seja para fins pacíficos", disse Lula a jornalistas na cidade italiana de L'Aquila, onde o presidente se reuniu com líderes de países desenvolvidos e em desenvolvimento.
O presidente disse que gostaria de viajar a Teerã e espera uma visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, a fim de aprofundar as relações bilaterais.
Comentário do Velhinho: O presidente Lula pode querer e não querer muita coisa, é um direito dele. Isso não quer dizer que seus desejos venham a ser satisfeitos por outros que têm seus próprios desejos, ainda mais se os outros forem presidentes de outras nações. Afinal de contas, como representantes máximos de nações, os presidentes costumam fazer valer a soberania nacional de seus países. O presidente Lula pode querer que o presidente nem tão democrático do Irã, ou o ditador da Coréia do Norte utilizem a energia atômica para fins pacíficos. Já esses presidentes não titubeiam em alardear seus interesses no uso bélico da energia atômica. E eles alardeiam! Então, em que acreditar? No desejo do presidente Lula, ou na intenção declarada daqueles outros portentosos defensores pacifistas da "democracia"?

Lula elogiou a ideia italiana de aumentar o número de países que se reúnem periodicamente para debater os rumos da economia mundial, fazendo com que o G14 substitua o G8. No entanto, destacou que o G20 tem maior representatividade.
"Eu acho que quanto mais países participarem, mais a gente tem chance de evitar erros nas nossas decisões. Eu acho que o G20 é uma boa pedida para resolver o problema da crise econômica e acho que nós precisamos mantê-lo reforçado", argumentou.
Segundo ele, os líderes que se reuniram na Itália estão relativamente otimistas quanto à conjuntura econômica global.
"Acho que o pior já passou na maioria dos países", disse. "Os países emergentes estão em uma situação mais confortável."
Lula ressaltou que há divergências nas negociações de um acordo para combater o aquecimento global. Para ele, é preciso combinar mecanismos de sequestro de carbono com medidas de redução de emissão de gases que causam o efeito estufa.
"Se ficar apenas o pagamento pelo sequestro de carbono, o que vai acontecer? Os países ricos, como têm dinheiro, vão continuar emitindo gases de efeito estufa e vão pagar para os outros sequestrarem", afirmou, ponderando que existe vontade política para a construção de um entendimento.
Comentário do Velhinho: O presidente Lula também pode achar muita coisa sobre a estabilidade ou não da economia. O Velhinho se habituou a achar o contrário do que diz o presidente: quando ele disse que a Saúde Pública estava quase perfeitinha, o Velhinho tinha certeza de que estava - e está! - sofrível, muito aquém do que os brasileiros pagam por ela em tributos; quando ele disse que o Brasil não seria atingido pela crise econômica, o Velhinho teve certeza que a crise estava chegando; quando ele exortou o povo a consumir mais - e se endividar! - o Velhinho pensou em comprar somente o essencial e evitar o supérfluo e as dívidas; quando ele defende a "democracia" do orangotango Chávez, o Velhinho percebe um totalitário em ascensão; logo, quando ele acha que o pior da crise econômica já passou, o Velhinho acredita que ainda sentiremos os efeitos por muito tempo.
Já na "análise" presidencial do efeito estufa, o que dizer? Dá a impressão que os emissores de Carbono são apenas os países ricos, quando se sabe que todos os países contribuem para a emissão de Carbono, apenas que, quanto mais industrializados, maior a emissão. O que dizer do seqüestro do Carbono? "Ô, mano! Vamos ali na esquina providenciar um seqüestro do Carbono, porque seus pais pagarão o resgate"? Quase ninguém no mundo sabe, não é?, que os processos do chamado seqüestro do Carbono (conceito colado na Conferência de Kyoto,em 1997) podem ocorrer de forma natural e artificial; e que a artificial ainda está em fase de pesquisa e análise por conta de efeitos colaterais indesejados. O processo mais em voga está centrado no plantio de novas florestas ou no replantio de manutenção das florestas existentes, além de se reforçar que na agricultura deveria se utilizar mais a velha estratégia de "rotation" dos latifúndios. Logo, essa tese de "pagar pelo seqüestro, mano!" é meia verdade. Ou meia mentira.

Lula evitou falar sobre a crise do Senado, e sinalizou que a recondução do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, ao cargo pode demorar.
"Essas coisas, às vezes, levam dias, levam meses. Se fosse fácil, já tinham resolvido. Aliás, se fosse fácil não tinha nem acontecido. Essas coisas são complicadas mesmo", comentou.
Comentário do Velhinho: Realmente, são complicadas. Seriam mais fáceis caso o adesismo e a conveniência de certos governantes não quisessem prevalecer sobre as Constituições ou leis de cada país. O que complica é o oportunismo, não é verdade?

Nenhum comentário: