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19 julho 2009

Ah, los bolivarianos de mierda...
A matéria está no yahoo notícias:
Governo golpista rejeita acordo imediato para reempossar Zelaya
Sáb, 18 Jul, 08h08
Tegucigalpa, 18 jul (EFE).- O Governo Roberto Micheletti rejeitou hoje um acordo imediato para a restituição condicionada do líder deposto de Honduras, Manuel Zelaya, proposto pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias.
"Não vamos, por nenhum ponto, realizar nenhum acordo sem respeito a nossas instituições e sem respeito à Constituição da República", afirmou Vilma Morales, ex-presidente da Suprema Corte de Justiça e integrante da comissão de Micheletti no diálogo que acontece na Costa Rica.
Morales disse em conversa com uma emissora local que é preciso "ir discutindo ponto a ponto" e "é preciso analisar" tudo o que a proposta de Arias significa.
"Há diversos temas que são parte desse diálogo, como a antecipação das eleições e o retorno do presidente Zelaya", exemplificou.
Segundo ela, algumas reivindicações envolvem instituições do Estado hondurenho e, portanto, precisam de consultas com elas.
Ao se referir a alguns dos sete pontos da proposta de Arias, entre eles a restituição de Zelaya, explicou que a aplicação de uma anistia política compete só ao Parlamento hondurenho, e que a antecipação das eleições gerais é competência do Supremo Tribunal Eleitoral.
"Não podemos comprometer as instituições" sem antes consultá-las, porque "não é essa comissão que tem capacidade legal para decidir", comentou.
Morales esclareceu que segue "em curso o diálogo" e que "não há nenhum acordo sobre nenhum dos pontos", ao dizer que, após um recesso, a reunião com Arias e os representantes de Zelaya será retomada ainda hoje.
Comentário do Velhinho: Convenhamos que "acordo imediato" tem o mesmo sentido de "rendição incondicional". Se é aceito um acordo imediato, o princípio da negociação - onde as partes envolvidas cedem, cada uma, um pouco de suas intenções para um resultado aceitável para ambos os lados - deixou de existir.
Convenhamos também que não haverá acordos em pontos que as partes consideram inegociáveis.
Nesse imbroglio de Honduras, o presidente destituído constitucionalmente - sempre esquecem de mencionar a Constituição de Honduras! - pretende voltar ao cargo que ocupava e punir todos aqueles que contrariaram seus desejos bolivarianos de alterar cláusula prétea da Carta Magna daquele país. Na prática, caso isso fosse aceito pelo governo de fato e de direito, embora provisório, de Micheleti, seria como outorgar ao presidente destituído o direito não só de rasgar a Lei Maior de Honduras, mas também de queimá-la na Praça da Revolução (vide Revolução Francesa: Praça Luiz XV de Paris, atual Praça da Concórdia) Bolivariana.
Por outro lado, as forças constitucionalistas de Honduras, representadas por Micheleti, se dispõe a antecipar as eleições presidenciais previstas para o final de novembro, como forma democrática de, como dizem muitos demagogos, "ouvir a voz das ruas" através, vejam que absurdo, do voto; a única condição inegociável é o retorno do presidente destituído.
Se essas condições, de cada lado, são inegociáveis, resta saber o que se pode negociar.
Então, qualquer coisa poderia ser negociada, desde que o negociador, o senhor Arias, atual presidente da Costa Rica, os países membros da OEA e a imprensa que vira e mexe leva porrada dos amantes do bolivarianismo, aceitassem que a soberania de uma nação é traduzida por sua Constituição vigente.
Como esses bolivarianos totalitários pretendem se perpetuar no poder, somente aceitarão esse argumento depois de alterarem as Constituições de acordo com seus interesses. Somente aí é que elas seriam sagradas.
Caso esses doidivanas fossem honestos em seus discursos - bem, aí não seriam doidivanas, né? - iriam aceitar que não houve golpe de Estado em Honduras. Houve uma tentativa fracassada de golpe de Estado promovida pelo senhor Zelaya, que não superou as forças constitucionais.
As Forças Armadas hondurenhas NÃO deram golpe de Estado, mas cumpriram seu dever constitucional: defender a Constituição e Instituições democráticas de Honduras.
Se isso, que para o Velhinho é cristalino como água da fonte, fosse entendido, poderia estar se negociando a anistia política de Zelaya, o real golpista. Poderia estar se discutindo em que termos uma provável volta de Zelaya a Honduras poderia ocorrer, não como presidente, mas como cidadão comum. Ah, mas gente desse quilate de Zelaya não é comum, pois não?
É um criminoso que não se importa em incentivar a violência entre seu próprio povo, mesmo com o risco de que ocorram mortes.
Zelaya não está preocupado com o povo, com as Instituições ou com a Constituição de Honduras. Ele quer ser o "mi comandante" local, um "coroné" de chapelão.
É esse senhor que destila ódio e incentiva a violência. É esse senhor, para a vergonha de muitos brasileiros que prezam a democracia, que representantes do governo do Brasil tece loas.
Com isso, a América Latina volta àquela triste condição de América Latrina.
Existe razão para isso. Muita gente ainda acha que para se chegar e manter no poder, basta meter a mão na merda.
Deve ser por isso que evacuam pela boca. Se enganam pensando que nossos ouvidos são penicos.
Ok. Tem gente que gosta, fazer o quê? Gosto, não se discute!

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