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08 maio 2009

Tungada na Poupança da Classe Média...
Matéria da Folha on line:
Lula quer que alteração na poupança atinja apenas grandes aplicadores
Em reunião com a equipe econômica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que a mudança que o governo fará não atingirá a grande maioria dos aplicadores, informa reportagem de Kennedy Alencar, publicada na Folha desta sexta-feira.
Segundo informou um auxiliar direto de Lula à Folha, o Planalto temia que uma mudança nas regras da poupança que atingisse a todos os aplicadores serviria de munição à oposição na reta final do governo e nas eleições de 2010.
A reportagem apurou que o governo cobrará IR (Imposto de Renda) da poupança a partir de um patamar alto de aplicação --ainda não definido, mas que, nas palavras de um ministro, deixaria isentos "mais de 95%" dos aplicadores. Segundo o Banco Central, menos de 4% dos poupadores têm mais de R$ 20.000.
O presidente pediu à equipe econômica que elabore uma proposta de corte de impostos nos fundos de investimento, cuja rentabilidade é influenciada pela queda dos juros básicos da economia, para evitar que grandes investidores migrem para a poupança.

Comentário do Velhinho: Em suas primeiras declarações, o presidente Lula se dizia preocupado com a migração para Caderneta de Poupança, de grandes investidores dos fundos de investimento, função do diferencial da taxa de juros dessas aplicações, mais favorável para a Poupança.
O governo iria tentar impedir a migração de milhões dos investimentos de risco do mercado financeiro - leia-se bancos - para a estabilidade de rendimento - embora pequeno rendimento - da Caderneta de Poupança.

Agora, o governo afirma que vai taxar uma parcela de poupadores que já estava na Caderneta de Poupança por não achar interessante correr riscos no mercado financeiro.
Ora, com certeza essa medida pode desestimular a migração dos investidores de fundos para a Poupança, mas PENALIZA aqueles poupadores que nunca aplicaram em outros tipos de investimento por conta do risco, embora a possibilidade de ganho fosse maior.
Essa atitude, mascarada pela dicotomia "pequeno e grande poupador" - numa alusão simplista e simplória a ricos e pobres - acaba sendo uma tentativa de forçar uma parcela de poupadores a migrar da Caderneta de Poupança para os fundos de investimento. E não apenas o contrário, como se dizia.
A proposta de se taxar a Caderneta de Poupança com imposto de renda vai alimentar a voracidade tributária do Estado, ao mesmo tempo que favorece o setor bancário com uma nova leva de investidores sem experiência e temeroso do mercado financeiro.
Dependendo do patamar a partir do qual se pretende taxar através do imposto de renda, digamos que seja, p. ex., a partir de 50 mil reais, valerá mais ao poupador prejudicado investir seu dinheiro suado na reforma de seu imóvel, quitar dívidas para se livrar de juros bancários, construir ou comprar um terreno, casa ou apartamento à vista.
E manter uma poupança pequena, livre de imposto de renda.
A propósito, sabe qual vai ser a classe social mais prejudicada? Como sempre, a classe média que de rica não tem nada.

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