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19 maio 2009

Quem não deve, não teme! (Pois a verdade prevalecerá...)O ditado popular é antigo e a moral intrínseca também.
Parece que nenhum político e nenhum governante, em especial, tem coragem moral e política para por em prática essa lição antiga.
Dá a impressão que TODOS DEVEM E TODOS TEMEM!
A matéria é do Estadão on line:
Governo usa força da maioria para segurar CPI da Petrobras
Planalto pretende minar oposição na comissão que investigará supostas irregularidades na estatal
Christiane Samarco e Eugênia Lopes - do Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Para comandar o rumo das investigações, o Planalto orientou sua bancada no Senado a "aparelhar" a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O governo pretende fazer valer a maioria folgada e minar a oposição na comissão que vai investigar supostas irregularidades na estatal e na Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Será uma briga de cúpula: os líderes dos partidos do governo e da oposição já estão se autonomeando para integrar a CPI. Os partidos governistas terão oito das 11 vagas de titular, cabendo à oposição apenas três indicações.
O primeiro embate entre aliados e adversários do Palácio do Planalto se dará em torno do comando da comissão. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro que quer um governista na presidência e outro na relatoria da CPI, quando taxou a oposição de "irresponsável" por ter tomado a iniciativa de criar uma comissão de inquérito contra a empresa que mais investe no País em meio à crise financeira internacional.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), foi o primeiro a pedir uma vaga na CPI. Ele procurou o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), ainda na semana passada, para oferecer seu nome. Correligionários de Renan acreditam que ele também se auto-indicará. O PMDB não mobilizou sua tropa e contatos no Senado para evitar a CPI. Na mesma linha, o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), já colocou seu nome à disposição da bancada.
"Vou trabalhar para que todos os partidos, inclusive a oposição, escalem a seleção para a CPI", afirmou Mercadante, ao defender que a comissão promova um "debate profundo" sobre as questões mais relevantes que afetam a estatal, como o marco regulatório da exploração do petróleo na área de pré-sal.
O primeiro-secretário, Heráclito Fortes, já pediu a Agripino que o indique para a CPI. O ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL) também manifestou interesse em participar.
Segundo o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), é "normal" que a oposição pleiteie um cargo estratégico no comando da CPI, seja a presidência ou a relatoria. Nesse caso, como a iniciativa de propor a abertura da comissão de inquérito partiu dos tucanos, o DEM está disposto a ceder a vez ao PSDB.
Agripino lembra que a presidência da CPI das Organizações Não-Governamentais (ONGs) coube ao DEM de Heráclito Fortes, autor do pedido de criação da comissão.

Escalação
A estratégia dos governistas começa a ser desenhada nesta terça-feira, 19, em uma reunião no Palácio do Itamaraty, coordenada pelo ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro (PTB). Até ontem à tarde já haviam sido escalados para esse encontro os líderes do PTB, Gim Argelo (DF), do PT, do PMDB e do governo. Ao mesmo tempo, o DEM reunirá sua bancada.
"A esta altura já é certo que a CPI será instalada", disse Agripino. Por isso mesmo, a reunião que seria útil para "tomar o pulso da bancada" vai acabar servindo para definir os nomes do DEM na CPI.
Os partidos têm de indicar seus representantes na comissão até a próxima terça-feira, dia 26. Diante do fato consumado da CPI, os governistas praticamente descartam a ideia de promover uma audiência pública para ouvir o presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli. "O sentido dessa audiência não está mais assegurado. Vou conversar sobre isso com os outros líderes", disse Mercadante, ao argumentar que a ida de Gabrielli ao Senado só faria sentido se ele pudesse esclarecer as dúvidas e evitar o inquérito.

Embates
Os governistas não se articularam em tempo hábil e de forma eficiente para impedir a criação da CPI da Petrobras. Para sorte do Planalto, a oposição também não se organizou - ao contrário, o que se viu nas últimas horas foi um embate entre o DEM e o PSDB que abalou ainda mais a relação entre os dois partidos, conflituosa desde fevereiro, quando democratas e tucanos também se enfrentaram na disputa pela presidência do Senado.
Nesse quadro, nem governo nem oposição acreditam que a CPI comece a funcionar efetivamente nesta semana. Antes disso, os dois lados terão de fazer ajustes internos, afinar o discurso e mobilizar seus aliados para a disputa no plenário da comissão. Os governistas precisam costurar um acordo em torno da escolha do presidente para que este, depois de eleito pelo plenário da CPI, possa indicar o nome do relator.

Comentário do Velhinho:
O sistema democrático brasileiro oferece uma dialética que nem sempre é aceita pelos políticos, nem por aqueles considerados "de direita" ou "de esquerda", do "do centro".
Um dos intrumentos onde o exercício dessa dialética é possível e praticável, reside na figura da Comissão Parlamentar de Inquérito.
Esqueçam por um momento as facções políticas, quem é oposição ou situação.
Uma CPI é criada para verificar alguma denúncia de irregularidade na gestão pública.
Como para ser criada aCPI depende de votação de um número considerável de parlamentares, nunca deveria ser considerada como uma ação irresponsável, como alude o senhor presidente da República, porquanto é responsabilidade não só da oposição, mas de todos os políticos envolvidos na gestão pública, gerir os recursos públicos (leia-se O DINHEIRO ARRECADADO POR NOSSOS TRIBUTOS!) de uma forma honesta, transparente e positiva para o País.
SE QUEM TEM A RESPONSABILIDADE DESSA GESTÃO ESTIVER AGINDO DE FORMA HONESTA, TRANSPARENTE E POSITIVA PARA O PAÍS, NENHUMA CPI IRÁ PROVAR O CONTRÁRIO!
Não é lógico afirmar isso?
Os demagogos de plantão com certeza dirão algo como: "Ah! Mas as CPIs acabam se transformando em entraves políticos que ameaçam a própria gestão de quem governa no momento. Elas são criadas para atrasar importantes ações que beneficiariam milhões de brasileiros necessitados, por isso devem ser combatidas e impedidas por todos os meios!"
Ocorre que esse discurso só serve para quem está na situação. Se estiver na oposição, o discurso é outro, também justificado como benefício para milhões de brasileiros necessitados.
Contudo, se aquele ditado popular vingasse entre a variada cepa política, aí sim o resultado seria benéfico para TODA A POPULAÇÃO BRASILEIRA.
Se QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME, porque impedir uma CPI?
O QUE SE TERIA A ESCONDER?Convenhamos. Uma CPI é proposta sempre por uma oposição contra quem é ou foi situação.
Então, caso nossos políticos tivessem realmente coragem moral e política, permitiriam que a mesa da CPI fosse composta UNICA E EXCLUSIVAMENTE pela OPOSIÇÃO!
Qual o benefício disso? Está na cara!
Se a SITUAÇÃO tem absoluta certeza da lisura de sua gestão pública, NUNCA A OPOSIÇÃO encontrará irregularidades!
A SITUAÇÃO NÃO DEVERIA DIFICULTAR O ACESSO A INFORMAÇÕES, NEM A CONVOCAÇÃO DE QUEM QUER QUE SEJA, ENVOLVIDO NO PROCESSO DE GESTÃO DA COISA PÚBLICA.
Isso agilizaria o trâmite da CPI, de um lado, e o resultado SEMPRE seria benéfico para a SITUAÇÃO.
Vejamos. Caso a CPI demonstre que as dúvidas sustentadas para sua criação não eram procedentes, comprovaria que a OPOSIÇÃO ESTAVA EQUIVOCADA!
Depois de duas ou três CPIs comesse tipo de resultado, a SITUAÇÃO poderia explorar politicamente o fato de estar fazendo uma BOA GESTÃO, mesmo fiscalizada ferrenhamente pela OPOSIÇÃO! Vejam que ganho político!
Todavia, caso a OPOSIÇÃO comprovasse irregularidades na gestão da coisa pública, a SITUAÇÃO teria oportunidade de corrigir o que está errado ou substituir quem agiu errado. Embora possa parecer uma perda política a curto prazo, a SITUAÇÃO GANHARIA A LONGO PRAZO, tendo como resultado uma gestão pública melhorada e ainda podendo levantar a bandeira da ética ao reconhecer e CORRIGIR desvios!
SÓ QUE OS POLÍTICOS ESTÃO SEMPRE CERTOS, NÃO É? O ERRADO É O OUTRO!
Depois ainda tem gente que se pergunta porque a classe política é tão mal vista pelos brasileiros, eleitores e contribuintes.
Fácil de responder! ELES NÃO SE DÃO O RESPEITO!

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