Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

17 novembro 2008

Aposta errada! Ou, quem banca qual banco com o dinheiro do contribuinte...

08 novembro 2008

Pontos de vista...
É a melhor solução? O Velhinho acha que não.
A matéria é do Estadão Online.
Jobim: desapropriação para Congonhas é ônus do crescimento
Ampliação das pistas do aeroporto paulistano não é bem vista por moradores dos arredores di terminal aéreo
RIO - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nesta sexta-feira, 7, que as desapropriações previstas para a ampliação da pista do Aeroporto de Congonhas representam "o ônus do desenvolvimento". "Ou continuamos com algo em que não podemos otimizar a segurança, ou, se precisamos, é evidente que há sempre o sacrifício de alguns setores", declarou o ministro.
Segundo Jobim, a área a ser desapropriada ainda não foi definida. "As desapropriações dependem da necessidade da pista, e não está definido o nível de ampliação", disse. "O que acertamos com o governo de São Paulo definitivamente é que a ampliação da pista visa à segurança." O ministro não citou prazos. "Toda desapropriação cria problema. Isso é o ônus do desenvolvimento."
Jobim também afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "já decidiu" que o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, será privatizado. Segundo ele, o estudo sobre o modelo de concessão a ser adotado deverá estar concluído até abril. "Aí vamos caminhar para a privatização." O Aeroporto de Viracopos e a eventual construção de um novo aeroporto em São Paulo também deverão ser concedidos ao setor privado.
Sobre o posicionamento do presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), Sérgio Gaudenzi, que é contrário à privatização e na segunda-feira anunciou investimentos de R$ 600 milhões no Tom Jobim até 2010, o ministro declarou: "É uma decisão política que envolve o alto escalão do governo. O presidente já decidiu. Agora cabe às empresas se ajustarem a isso."
Comentário do Velhinho: Já passou da hora de desapropriar, mas o próprio aeroporto de Congonhas. Pergunte a qualquer morador do entorno do aeroporto. Afora a questão do ruído ensurdecedor das aeronaves, dois acidentes lamentáveis marcam a região: o primeiro com o avião da GOL e o segundo com o da TAM.
Ampliar a pista vai garantir que não ocorra mais nenhum acidente na região? O Velhinho acha que não.
Por qual razão ou interesse não transfere o aeroporto para uma região mais afastada da área urbana, onde se poderia ter grandes áreas de escape e, desde que se mantenha o controle, evitar a construção de moradias nas imediações?
Por que não transformar aquela área do aeroporto de Congonhas, por exemplo, uma grande centro cultural, num parque arborizado para uma cidade que carece de bosques?
Pode até ser que contribuiria para reduzir o trafego de veículos naquela área.
O custos seriam maiores? Quem é que paga mesmo a conta? De quem é o "ônus do crescimento"?
Acertou, nós pagamos o ônus, os Otários, ooops, digo o Povo, Eleitor e Contribuinte.
Então, sr. ministro de um governo democrático, não vale a pena ouvir o que a população do entorno do Aeroporto de Congonhas teria a dizer? Ou nessas horas é mais interessante não se consultar o povo?

06 novembro 2008

Agora é dar tempo ao tempo, para ver o que acontecerá...

04 novembro 2008

Enquanto isso, em mares nunca antes "neztepaiz" navegados...

03 novembro 2008

XÔ, RAÚL!!!
O que segue abaixo, na íntegra, foi retirado do site de Reinaldo Azevedo, publicado no dia 03/11/08, 06:29 h.
O Velhinho concorda que não se pode enaltecer assassinos e regimes assassinos, em especial aqueles em que a democracia é travestida por um continuísmo ditatorial.
É algo daquelas coisas que não se quer para nossas vidas. Não querendo se conviver com uma ditadura assassina, por coerência, não se pode acolher e aceitar representantes da mesma.
O REGIME CARIDOSO DE RAÚL CASTRO, O CONVIDADO DE LULA. MOBILIZE-SE! Com vocês sabem, o facinoroso Raúl Castro, ditador de Cuba, será recebido com pompa por Luiz Inácio Lula da Silva no dias 26 e 27 de dezembro, em Salvador. Ele participará da cúpula (!?) da América Latina e do Caribe sobre integração e desenvolvimento. Reunião em que Raúl é recebido como pessoa respeitável está desmoralizada de saída. É um ditador desprezível. Na tirania que comanda, substituindo Fidel, o irmão moribundo que o diabo insiste em recusar, a divergência política é punida com a masmorra e, se preciso, com a morte sem julgamento. A “revolução” tem “autoridade”, acreditem, para execuções sumárias.
E o que vocês vêem acima é uma delas. Na primeira foto, o capitão Garcia Olayón é fuzilado em Santa Clara, que estava sob o comando de Che Guevara, o Porco Fedorento. Depois, um dos líderes revolucionários, René Rodriguez Cruz, arremata a obra com tiro na cabeça da vítima. Reparem o ar de compenetrado progressismo do assassino.
Enviem mensagens para o Movimento Nacional pelos Direitos Humanos repudiando a presença do assassino Raúl Castro em solo brasileiro. O e-mail é este: mndh@mndh.org.br.
O Porco
Como vocês sabem, o diretor Steven Soderbergh fez dois longas metragens sobre a vida de Che Guevara, interpretado pelo ator Benício Del Toro, que andou falando bobagens pelos cotovelos a respeito da personagem — a da vida real. Bem, para que não se esqueça a obra desse valente, realizada em conjunto com Fidel e Raúl, cumpre lembrar os milhares de mortos e exilados da dita “revolução”. Mas quero “homenagear” os filmes com a lista de pessoas que Guevara executou pessoalmente ou que foram mortas sob o seu comando direto:
Executados pessoalmente por Che em Sierra Maestra entre 1957 e 1958:
1. Aristio - 10-57
2. Manuel Capitán - 1957
3. Juan Chang - 9-57
4. “Bisco” Echevarría Martínez - 8-57
5. Eutimio Guerra - 2-18-57
6. Dionisio Lebrigio - 9-57
7. Juan Lebrigio - 9-57
8. El ” Negro ” Napoles- 2-18-57
9. “Chicho ” Osorio - 1-17-57
10. Un maestro no identificado (“El Maestro”) - 9-57
11-12. Dos hermanos, espías del grupo de Masferrer -9-57
13-14 Dos campesinos no identificados-4-57
Executados pessoalmente por Che ou sob suas ordens durante seu breve comando em Santa Clara (entre os dias 1º e 3 de Janeiro de 1959)
1. Ramón Alba - 1-3-59**
2. José Barroso- 1-59
3. Joaquín Casillas Lumpuy - 1-2-59**
4. Félix Cruz - 1-1-59
5. Alejandro García Olayón - 1-31-59**
6. Héctor Mirabal - 1-59
7. J. Mirabal- 1-59
8. Felix Montano - 1-59
9. Cornelio Rojas - 1-7-59**
10. Vilalla - 1-59
11. Domingo Alvarez Martínez 1-4-59**
12. Cano del Prieto -1-7-59**
13. José Fernández Martínez-1-2-59
14. José Grizel Segura-1-7-59** ( Manacas)
15. Arturo Pérez Pérez-1-24-59**
16. Ricardo Rodríguez Pérez-1-11-59**
17. Francisco Rosell -1-11-59
18. Ignacio Rosell Leyva -1-11-59
19. Antonio Ruíz Beltrán -1-11-59
20. Ramón Santos García-1-12-59
21. Pedro SocarrásS-1-12-59**
22. Manuel Valdés – 1-59
23. Tace José Veláquez -12-59**
**Che ordenou a pena de morte antes de deixar Santa Clara
Execuções documentadas na prisão Fortaleza de la Cabaña, sob o comando de Che, entre 3 de Janeiro e 26 de novembro de 1959
1. Vilau Abreu - 7-3-59
2. Humberto Aguiar - 1959
3. Garmán Aguirre - 1959
4. Pelayo Alayón - 2-59
5. José Luis Alfaro Sierra - 7-1-59
6. Pedro Alfaro - 7-25-59
7. Mriano Alonso - 7-1-59
8. José Alvaro - 3-1-59
9. Alvaro Anguieira Suárez – 1-4-59
10. Aniella - 1959
11. Mario Ares Polo- 1-2-59
12. José Ramón Bacallao - 12-23-59**
13. Severino Barrios - 12-9-59**
14. Eugenio Bécquer - 9-29-59
15. Francisco Bécquer - 7-2-59
16. Ramón Biscet– 7-5-59
17. Roberto Calzadilla - 1959
18. Eufemio Cano - 4-59
19. Juan Capote Fiallo - 5-1-59
20. Antonio Carralero - 2-4-59
21. Gertrudis Castellanos - 5-7-59
22. José Castaño Quevedo - 3-6-59.
23. Raúl Castaño - 5-30-59
24. Eufemio Chala - 12-16-59**
25. José Chamace - 10-15-59
26. José Chamizo - 3-59
27. Raúl Clausell - 1-28-59
28. Angel Clausell - 1-18-59
29. Demetrio Clausell - 1-2-59
30. José Clausell-1-29-59
31. Eloy Contreras- 1-18-59
32. Alberto Corbo - 12-7-59**
33. Emilio Cruz Pérez - 12-7-59**
34. Orestes Cruz – 1959
35. Adalberto Cuevas – 7-2-59**
36. Cuni - 1959
37. Antonio de Beche - 1-5-59
38. Mateo Delgado-12-4-59
39. Armando Delgado - 1-29-59
40. Ramón Despaigne - 1959
41. José Díaz Cabezas 7-30-59
42. Fidel Díaz Marquina – 4-9-59
43. Antonio Duarte - 7-2-59
44. Ramón Fernández Ojeda - 5-29-59
45. Rudy Fernández - 7-30-59
46. Ferrán Alfonso - 1-12-59
47. Salvador Ferrero - 6-29-59
48. Victor Figueredo - 1-59
49. Eduardo Forte - 3-20-59
50. Ugarde Galán - 1959
51. Rafael García Muñiz - 1-20-59
52. Adalberto García 6-6-59
53. Alberto García - 6-6-59
54. Jacinto García - 9-8-59
55. Evelio Gaspar - 12-4-59**
56. Armada Gil y Diez y Diez Cabezas- 12-4-59**
57. José González Malagón - 7-2-59
58. Evaristo Benerio González - 11-14-59
59. Ezequiel González-59
60. Secundino González - 1959
61. Ricardo Luis Grao – 2-3-59
62. Ricardo José Grau - 7-59
63. Oscar Guerra – 3-9-59
64. Julián Hernádez -2-9-59
65. Francisco Hernández Leyva – 4-15-59
66. Antonio Hernández - 2-14-59
67. Gerardo Hernández - 7-26-59
68. Olegario Hernández - 4-23-59
69. Secundino Hernández - 1-59
70. Rodolfo Hernández Falcón – 1-9-59
71. Raúl Herrera -2-18-59
72. Jesús Insua-7-30-59
73. Enrique Izquierdo- 7-3-- 59
74. Silvino Junco – 11-15-59
75. Enrique La Rosa- 1959
76. Bonifacio Lasaparla- 1959
77. Jesús Lazo Otaño -1959
78. Ariel Lima Lago – 8-1-59- (Menor)
79. René López Vidal -7-3-59
80. Armando Mas – 2-17-59
81. Ornelio Mata- 1-30-59
82. Evelio Mata Rodriguez- 2-8-59
83. Elpidio Mederos -1-9-59
84. José Medina -5-17-59
85. José Mesa 7-23-59
86. Fidel Mesquía Díaz 7-11-59
87. Juan Manuel Milián - 1959
88. Jose Milián Pérez – 4-3-59
89. Francisco Mirabal – 5-29-59
90. Luis Mirabal - 1959
91. Ernesto Morales - 1959
92. Pedro Morejón – 3-59
93. Carlos Muñoz M.D.- 1959
94. César Nicolardes Rojas- 1-7-59
95. Víctor Nicolardes Rojas- 1-7-59
96. José Nuñez – 3-59
97. Viterbo O’Reilly – 2-27-59
98. Félix Oviedo – 7-21-59
99. Manuel Paneque – 8-16-59
100. Pedro Pedroso – 12-1-59**
101. Diego Pérez Cuesta - 1959
102. Juan Pérez Hernández – 5-29-59
103. Diego Pérez Crela - 4-3-59
104. José Pozo – 1-59
105. Emilio Puebla – 4-30-59
106. Alfredo Pupo – 5-29-59
107. Secundino Ramírez – 4-2-59
108. Ramón Ramos - 4-23-59
109. Pablo Ravelo Jr. – 9-15-59
110. Rubén Rey Alberola – 2-27-59
111. Mario Risquelme – 1-29-59
112. Fernando Rivera – 10-8-59
113. Pablo Rivero- 5-59
114. Manuel Rodríguez – 3-1-59
115. Marcos Rodríguez -7-31-59
116. Nemesio Rodríguez – 7-30-59
117. Pablo Rodriguez – 10-1-59
118. Ricardo Rodriguez – 5-29-59
119. Olegario Rodriguez Fernández-4-23-59
120. José Saldara – 11-9-59
121. Pedro Santana – 2-59
122. Sergio Sierra – 1-9-59
123. Juan Silva – 8-59
124. Fausto Silva – 1-29-59
125. Elpidio Soler- 11-8-59
126. Jseús Sosa Blanco – 2-8-59
127. Renato Sosa- 6-28-59
128. Sergio Sosa – 8-20-59
129. Pedro Soto – 3-20-59
130. Oscar Suárez – 4-30-59
131. Rafael Tarrago – 2-18-59
132. Teodoro Tellez Cisneros- 1-3-59
133. Francisco Tellez-1-3-59
134. José Tin- 1-12-59
135. Francisco Travieso -1959
136. Leonrardo Trujillo – 2-27-59
137. Trujillo - 1959
138. Lupe Valdéz Barbosa – 3-22-59
139. Marcelino Valdéz – 7-21-59
140. Antonio Valentín – 3-22-59
141. Manuel Vázquez-3-22-59
142. Sergio Vázquez-5-29-59
143. Verdecia - 1959
144. Dámaso Zayas -7-23-59
145. José Alvarado -4-22-59
146. Leonoardo Baró- 1-12-59
147. Raúl Concepción Lima - 1959
148. Eladio Caro – 1-4-59
149. Carpintor - 1959
150. Carlos Corvo Martíenz - 1959
151. Juan Guillermo Cossío - 1959
152. Corporal Ortega – 7-11-59
153. Juan Manuel Prieto - 1959
154. Antonio Valdéz Mena – 5-11-59
155. Esteban Lastra – 1-59
156. Juan Felipe Cruz Serafín-6-59**
157. Bonifacio Grasso – 7-59
158. Feliciano Almenares – 12-8-59
159. Antonio Blanco Navarro – 12-10-59**
160. Albeto Carola – 6-5-59
161. Evaristo Guerra- 2-8-59
162. Cristobal Martínez – 1-16-59
163. Pedro Rodríguez – 1-10-59
164. Francisco Trujillo- 2-18-59
** Che ordenou a execução, mas ela se efetivou depois que ele havia deixado o comando
O New Yor Times da época noticiou outras 15 execuções, mas se desconhecem os nomes das vítimas. Cuba, no entanto, é um país amigo dos revanchistas brasileiros, como sabem.

Estas informações estão no livro Cuba: El costo humano de la revolución social, de Armando Armando Lago e no Archivo cuba: www.cubaarchive.org, uma iniciativa da FREE SOCIETY PROJECT Autoriza-se sua reprodução desde que se informe a procedência

01 novembro 2008

O que se diz e o que se deve entender...
As palavras de Dilma sobre a Lei de Anistia...
No site da Tribuna da Imprensa de hoje, 01/11/2008, o Velhinho encontrou esta matéria:
Crime de tortura é imprescritível, diz Dilma
BRASÍLIA - Em meio às divergências no governo sobre tortura durante o regime militar (1964-1985), a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem que não cabe à Advocacia Geral da União (AGU) opinar sobre a ação do Ministério Público (MP) de São Paulo, que defende a punição de ex-comandantes militares acusados de crimes contra a humanidade. Numa entrevista pela manhã à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), antiga Radiobrás, ela considerou como "cidadã" que o crime de tortura é "imprescritível". "Acho que não cabe à AGU se posicionar sobre isso, mas sim ao Judiciário", afirmou.
Leia a íntegra clicando aqui.
Entretanto, em matéria do Estadão on line de 16/08/2008, o que se lê é:
Dilma diz que Lei de Anistia fica como está
Ministra e ex-guerrilheira sugere "não mexer com o passado"
Em reunião a portas fechadas com deputados distritais e dirigentes da cúpula do PT no Distrito Federal, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que o partido não deve encarar as Forças Armadas com ressentimento. Dilma não citou o ministro da Justiça, Tarso Genro, que há duas semanas entrou em rota de colisão com os militares ao pregar a punição de torturadores da ditadura (1964-1985), mas garantiu que o governo não tentará rever a Lei de Anistia, de 1979.
Segundo relato de participantes do encontro, a ministra sugeriu "não mexer com o passado" e propôs "olhar para o futuro".
Dilma se equivocou em sua declaração mais recente, uma vez que a AGU não emitiu opinião, mas um parecer técnico baseado nos códigos jurídicos em vigor no Brasil, dentro da função administrativa que compete ao órgão, de defender a União nas lides jurídicas.
Quem se "posiciona" é o Ministro da Justiça Tarso Genro e o Sr. Vanucchi (este está se propondo demitir caso a AGU não reveja seu parecer).
Essa atitude do Sr. Vanucchi, aliás, é no mínimo curiosa, para não dizer inconseqüente. Quem esse senhor pensa que é para pautar um órgão da União que não está subordinado, muito menos submisso às opiniões do Sr. Vanucchi?
Lula faria um bem para o país, convidando-o a se retirar de suas funções, pois o Sr. Vanucchi está colocando na berlinda o próprio presidente da República. Claro que se for algo de compadrio, nada ocorrerá, não é mesmo?
O Velhinho continua a questionar se um seqüestro praticado por um terrorista no passado, não é TAMBÉM um tipo de tortura para o seqüestrado, uma vez que impedido da sua liberdade, na maioria das vezes vendado ou encapuzado para não reconhecer seus seqüestradores e sempre com sob ameaça de morte.
Sem contar, é claro, os crimes de assassinato - incluindo o chamado "justiçamento" - que estão bem além da tortura.
Convenhamos. Ambos os lados cometeram excessos e quem os cometeu foi anistiado pela Lei. Caso a Lei de Anistia viesse a ser revista, tal revisão deveria abranger TODOS os crimes cometidos naquela época, independente de motivações, políticas ou não.
Contudo, mesmo que houvesse a possibilidade de revisão dessa Lei - e não há! - o resultado não teria efeito por que "não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal", "bem como a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu" (CRFB de 1988,Art. 5º, Incisos XXXIX e XL).
Parece que nem Dilma, nem o ministro Tarso, nem o Sr. Vanucchi conhecem ou aceitam nossa Constituição, apenas o resto do Brasil e a AGU.