Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

27 outubro 2008

Imagens e frase coerentes..."Só para lembrar, a Marta vai ganhar as eleições em São Paulo com os votos do povo da cidade"
presidente Lula, após reunião com o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, em Nova Delhi.(15/10/2008)"Nós temos que respeitar, porque foi a vontade expressa pelo povo"
presidente Lula, em seu programa de rádio 'Café com o presidente' (27/10/2008) "O PT não perdeu na capital. Deixou de ganhar, afinal, o governo não era nosso"
senador Mercadante, (26/10/2008)

Moral da Estória

26 outubro 2008

2º Turno: Vote com responsabilidade. Para rimar, lembre-se da REALIDADE!

25 outubro 2008

Se dependesse daqueles que sempre culpam a imprensa, estaríamos em 166º lugar... e olhe lá!
Fonte: Repórteres sem Fronteiras - Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2008

24 outubro 2008

Então, tá! Deve valer para todos ou só para um lado?
A matéria é do site da OAB, com um grifo nosso na afirmação do deputado Pompeu de Mattos:
Direitos Humanos da Câmara apóia ação da OAB pela punição dos torturadores
Brasília, 24/10/2008 - O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), manifestou solidariedade ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pediu, ao Supremo Tribunal Federal (STF), uma declaração formal de que a Lei da Anistia (6.683/79) não pode beneficiar os agentes da repressão política da ditadura militar.
"A lei não deve proteger quem cometeu crimes de sangue. Anistiar é reconhecer um crime cometido e dar reparo à vitima; então, a anistia é para a vítima, e não para o algoz", afirmou o deputado Pompeo de Mattos.
A OAB protocolou no Supremo, na terça-feira (21), Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 153) da Constituição na qual questiona a anistia aos representantes do Estado (policiais e militares) que, durante o regime militar, praticaram atos de tortura. (Com informações da Agência Câmara).
Comentário do Velhinho: O deputado Pompeo quer dizer que serão revogadas todas as homenagens e indenizações feitas para terroristas (e/ou seus descendentes) que participaram ou foram beneficiados (cúmplices) de seqüestros, assaltos a bancos e atentados que produziram feridos e mortos (inclusive por "justiçamento" de seus próprios companheiros)?
Mais ainda, que a Anistia não vale para aqueles que partiram para a luta armada, dispostos a matar ou morrer pela "causa", estejam hoje vivos ou mortos?
Sensatez, senhores. Se a fala do deputado Pompeo for válida, DEVE SER VÁLIDA PARA TODOS OS CRIMES DE SANGUE! Senão, é mero revanchismo com ranço totalitário que não cabe na atualidade.

23 outubro 2008

E a liquidez do Otário, como fica?A matéria está no Estadão online de hoje:
Governo zera IOF em empréstimo externo
Objetivo é ampliar oferta de moeda estrangeira, diz Ministério da Fazenda
BRASÍLIA - Diante da crise de liquidez internacional, o governo lançou mão de mais uma medida para diminuir os efeitos da turbulência sobre a economia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto reduzindo a zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de câmbio relativas a empréstimos externos e de aplicações de recursos nos mercados financeiro e de capitais.
"A medida tem como objetivo estimular a ampliação da oferta de moeda estrangeira, no atual contexto de forte retração das linhas de crédito internacionais", disse o Ministério da Fazenda em nota à imprensa. O IOF incidente sobre as operações de câmbio vinculadas as aplicações de investidores estrangeiros no Brasil atualmente é de 1,5% e nas de empréstimos externos é de 0,38%. A medida não atinge as operações em Bolsas que já têm alíquota zero para o tributo.
Comentário do Velhinho: Porque o Governo Federal não estende a isenção do IOF - que já existia para operações na Bolsa de Valores - para TODOS os correntistas pessoa física que continuam sendo achacados pelas inúmeras tarifas bancárias?
Por que não se criar, vá lá, uma Bolsa-IOF que não beneficie pessoas jurídicas?
Por que não reduzir impostos dos cidadãos, minimizando a busca de crédito bancário, hoje escasso, e se tentar aumentar o consumo? Menos imposto significa mais dinheiro no bolso do cidadão, ou não?
Seria porque é preciso manter o cidadão atrelado em dívidas, enquanto se socorre - com dinheiro público! - bancos e empresas que talvez estejam quebrando por má administração?
Cadê os "pais da pátria" para socorrer o povo?
Enquanto o Otário paga a conta...
Cai a ficha no Planalto...Lá no Congresso se preocupam...
Fo...

22 outubro 2008

Um recado para o presidente da OAB
"Não há dúvida de que a Lei de Anistia cumpriu seu papel e nós devemos cumprir o nosso: punir quem matou e torturou." (Do presidente da OAB, Cezar Britto, ao pedir ao Supremo Tribunal Federal que a Lei de Anistia não seja usada para beneficiar torturadores do regime militar)
Recado do Velhinho: Apenas por questão de lógica e de Justiça, Sr. Cezar Brito, outro pedido deve ser exarado por suas mãos: pedir ao Supremo Tribunal Federal que puna quem matou e torturou - e não os premie com homenagens e/ou ressarcimentos! - aqueles que optaram por pegar em armas contra o Estado, logo nos primeiros anos do regime militar, bem como aqueles que praticaram seqüestros - que é uma forma de tortura! -, assaltos a bancos e que instigavam a revolta armada.
Esses também são criminosos! Ou não?
Será que as ações violentas daqueles que pegaram em armas,bem como de seus cúmplices e apoiadores, não propiciaram os excessos - que não deveriam ocorrer - praticados por parcela de servidores públicos que os combatiam?
Desde quando que assassinato e justiçamento, seqüestro e cárcere privado, assalto e porte ilegal de arma, atentado a quartéis, unidades policiais e serviços públicos são justificáveis diante do ordenamento jurídico?
Este questionamento não representa uma dúvida razoável?
Representando, somos forçados a nos remeter ao princípio de Direito que serve para ambos os lados, onde se assassinou e torturou de alguma forma: in dubia pro reu.
Como presidente da OAB, o senhor deveria defender que a Justiça se faça para todos aqueles que, por seus atos e intenções, provocaram a morte, a tortura física e/ou psicológica, o cárcere privado ilegal e, claro, crimes de assalto e seqüestro.
Ou todos são iguais perante a Lei, ou se coteja outra forma de totalitarismo, assim como a hipocrisia.

21 outubro 2008

Políticos. Uma profissão sem ética. O povo os elege e vira refém. Nenhum Código de Defesa do Consumidor protege o Eleitor, nenhuma polícia do mundo nos resgata de suas garras.
A propósito, o Velhinho recomenda para que assistiu Zeitgeist, que assista a continuação: Zeitgeist Addendum. Ao final, algumas opções para se pensar.

14 outubro 2008

O fino humor espanhol...
Toledo (Espanha) - Presidente Lula ao lado da estátua de ''Don Quijote de la Mancha'' no museu de Santa Cruz Foto: Ricardo Stuckert/PR
E ninguém percebeu a fina ironia do presidente espanhol, Zapatero, que concede a Lula o Prêmio Internacional Don Quixote de la Mancha.
Tivesse o apedeuta um pouco de leitura, talvez viesse a recusar a honra.
Ainda se o prêmio viesse nominado como Miguel de Cervantes y Saavedra, vá lá!
Mas Don Quixote, o cavaleiro da triste figura???
Ora, no conto Don Quixote era louco, não distinguia as pessoas, para o bem ou para o mal.
O que temos é um don quixote (é, minúsculo mesmo!) tupiniquim às avessas.
Da pobreza para a elite e riqueza, que nos palanques despreza.
Mas só nos palanques; sua mansão em S. Bernardo do Campo, ao que parece já está garantida.
Sabemos até quem é seu fiel escudeiro Sancho Pança. Quem mais a não ser Marco Aurélio Top-Top Garcia (Epa, lembrou do Zorro, não é?)
Resta saber quem faz o papel de Rocinante, que o Velhinho espera não ser o povo brasileiro.
Estranho Brasil, não tão estranha Espanha.
Em eleições, os candidatos deveriam...
Se já tiveram experiência na administração, mostrar o antes e o depois de sua passagem no cargo público - Números sobre o erário e obras efetivamente realizadas.
Se não, deveriam apresentar seus projetos e expectativas de mudanças, com as devidas projeções numéricas.
Respeitar sempre a Lei e falar de processos administrativos ou judiciais que já transitaram em julgado até a última instância, que digam respeito a si mesmo ou ao candidato concorrente.
O que passar disso, no campo administrativo é brincar de faz-de-contas com promessas e ilusões; no campo pessoal, é levantar suspeitas comportamentais ou calúnias, injúrias ou difamações sobre fatos nos quais a Justiça não se pronunciou. Pura estupidez.
Na tentativa de diminuir a imagem do concorrente, aquele que ataca demonstra um caráter pouco confiável.
Uma pena que os políticos não optem por seguir o bom senso, mas sugestões rasteiras dos chamados marqueteiros.
Dizer que uma peça publicitária de campanha foi a público sem o conhecimento do candidato, equivale à demonstração de falta de controle da própria campanha política.
Se falta competência para administrar uma campanha política, sobrará para administrar a coisa pública?
DU-VI-D-O-DÓ!
Campanha de Marta acusa mídia de insinuar sobre propaganda
Nota repudia o que chama de 'insinuações' da campanha da petista na TV que questiona estado civil de Kassab
SÃO PAULO - A campanha da candidata do PT à Prefeitura de S.Paulo, Marta Suplicy, divulgou nota nesta segunda-feira, 13, repudiando o que chamou de "insinuações" da mídia sobre a propaganda na TV levada ao ar pelo PT no último domingo. "A equipe de marketing, ao perguntar sobre o estado civil do candidato Gilberto Kassab, em meio a uma série de outros questionamentos, apenas defendeu o legítimo direito do eleitor conhecer, em todos os aspectos possíveis, a história de quem se apresenta para governar a maior cidade do País", disse.
A nota assinada pelo coordenador Carlos Zarattini repudiou, "veementemente, as insinuações que alguns veículos têm feito a respeito".
"O candidato Gilberto Kassab dedica-se, em sua campanha, a esconder sua trajetória e companhias, seus compromissos e lealdades, vendendo gato por lebre ao eleitor", afirma o comunicado. Segundo o coordenador-geral da campanha de Marta, o prefeito de São Paulo esconde a condição de "filhote do malufismo, de braço direito do ex-prefeito Celso Pitta, de integrante do partido mais conservador do País".
Diz ainda o texto que Kassab "esforça-se para iludir os paulistanos com promessas falsas, jogando para debaixo do tapete seus próprios atos como governante". "As insinuações absurdas e cínicas sobre invasão de privacidade do outro candidato são inaceitáveis", afirmou Zarattini, na nota, ressaltando que a candidata do PT à Prefeitura de São Paulo "foi vítima constante do preconceito e da intriga, patrocinados, ironicamente, pelos mesmos setores que hoje apóiam Kassab".
'A decisão é do marqueteiro', diz Marta sobre propaganda
Em sabatina, petista admite que não viu propaganda que questiona vida pessoal e passado de Kassab
SÃO PAULO - A candidata do PT à Prefeitura de S. Paulo disse nesta segunda-feira, 13, que a decisão de retirar do ar propaganda na TV que questiona a vida pessoal de Gilberto Kassab não compete a ela e sim, a seu marqueteiro, João Santana. "Isso não compete a mim, tirar a propaganda da TV. A condução da campanha da TV o marqueteiro conduz, ele faz", disse em sabatina do jornal Folha de S.Paulo.
A petista disse que não chegou a ver a propaganda e foi avisada. "A decisão está na mão do marqueteiro, como Kassab disse que a dele também. Eu nem ouvi, eu soube, eu não vi a propaganda. Eu não sabia que ia para o ar", admitiu.
Marta disse ainda acreditar que não há insinuações de homossexualismo na campanha na TV. "É uma pergunta como outra qualquer". E completou ao insistir no discurso de que é importante discutir a vida pessoal do candidato porque isso também é política. "Tudo é política".
A propaganda da petista que começou a ser exibida no domingo questiona o eleitor se ele conhece o passado político e pessoal de Kassab e perguntando se ele é casado ou tem filhos.

13 outubro 2008

E no Brasil, ainda temos pela frente 2009 e 2010!
O pior é que se errou três vezes consecutivas, na reeleição de Fernando Henrique, na eleição e reeleição de Lula. Lástima!
Marta, Kassab e Cazuza...
O Velhinho é leitor cotidiano de Reinaldo Azevedo.
A postagem abaixo, transcrita na íntegra, vem do blog dele, postada hoje, às 17:15 h.
Irretocável, Reinaldo demonstra sem precisar desenhar, que a segmentação do cidadão em "minorias" úteis se tornou um método.
Tal qual uma laranja, a "minoria" só é útil enquanto render suco; ao virar bagaço é jogada ao lixo por quem que a manipula ideologicamente.
Alma fascista
Qual é a coisa mais detestável na visão de mundo dos petistas? Eles não reconhecem individualidades. Eles respeitam, por exemplo, mulheres, negros ou gays? Ah, sim: desde que “a” mulher, “o” negro e “o” gay sejam militantes de uma causa, integrem uma corporação, pertençam a um grupo. O sujeito só ganha direito à respeitabilidade se for membro de uma coletividade e se subordinar, claro, às regras do partido. Foi assim que Dona Marta Suplicy se tornou, no Brasil, uma espécie de porta-voz dos direitos civis dos homossexuais. Era, de fato, um engodo. Agora, se preciso, ela apela à discriminação mais odienta, usando tal condição como xingamento, pouco importando se o alvo da agressão é ou não o que ela diz ser. Abro parênteses:
Parênteses
Vejam como são as coisas... O PT estava na oposição em 1988. Era considerado a grande esperança — não mais por mim, já fazia tempo!!! — de justiça social e de respeito às diferenças. O roqueiro Cazuza, já perto do fim, expressava uma opinião um tanto desoladora do país na música O Tempo Não Pára:
“Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro,/
Transformam o país inteiro num puteiro/
Pois assim se ganha mais dinheiro...
A tua piscina tá cheia de ratos/
Tuas idéias não correspondem aos fatos/
Há, no que vai acima, a ingenuidade que combina com o rock, o que não quer dizer que não se diga um tanto de verdade.
Volto
Indivíduos não têm importância para o petismo. Uma pessoa só ganha direito à existência se pertencer a uma categoria. A pessoa é negra? Há que ser um “negro profissional”, assumir o discurso do “oprimido” e ver o mundo a partir dessa ótica. O PT lhe cassa o direito de ser, digamos assim, um humano “neutro”, comum, sem uma causa — como é a maioria de nós.
De fato, no mundo dos petistas, não há pessoas, mas grupos com demandas. É a sociedade organizada em corporações — sejam as de ofício, sejam as de supostas máculas sociais. O PT tem, em suma, uma alma fascista.
Vinte anos depois
Passaram-se vinte anos desde aquela música de Cazuza. O PT está no poder. Então já se pode cantar, agora que eles MUDARAM O MUNDO:
“Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro,/
Transformam o país inteiro num puteiro/
Pois assim se ganha mais dinheiro...
A tua piscina tá cheia de ratos/
Tuas idéias não correspondem aos fatos...
Bem ou mal, eu e Marta Suplicy pertencemos à mesma espécie, não é? Sinto por ela a vergonha que lhe é impossível sentir por si mesma.

12 outubro 2008

11 outubro 2008

Lembram que a crise não iria chegar no Brasil? Pois então...Sexta-feita, 10/10/2008, parte da manhã
Presidente Lula vê Natal extraordinário para o Brasil Crise que ameaça as economias do mundo não deve atrapalhar Natal dos brasileiros A crise econômica que ameaça as principais economias do mundo não deve atrapalhar o Natal dos brasileiros. A afirmação é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concedeu nesta sexta-feira (10) a primeira entrevista coletiva de um presidente da República para portais de Internet.Sexta-feita, 10/10/2008, parte da tarde
Lula modera o discurso e pede que brasileiro só compre o necessário SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terminou a sexta-feira, com um discurso um pouco menos otimista do que no início do dia. - Ninguém precisa deixar de comprar, mas compre somente o necessário, o que o salário permite - disse Lula, no encerramento de um discurso para grandes empresários e autoridades do governo americano na tarde desta sexta-feira.
Como assim, preconceito?Esse é nosso presidente fazendo aquilo que aprendeu a fazer desde o tempo em que foi metalúrgico e nunca mais parou de, ahrãm, trabalhar.
Em um palanque ou carro de som é que sua verdadeira vocação aparece.
Lula diz que Marta é vítima de preconceito
Presidente participou de ato com evangélicos e disse que objetivo de governar é priorizar quem mais precisa
SÃO PAULO - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pediu nesta sexta-feira,10, durante evento com evangélicos em São Paulo que a candidata do PT à Prefeitura, Marta Suplicy, seja eleita e avaliou que ela tem sido "vítima de preconceito". "Estou convencido de que esta mulher sofreu uma campanha de preconceito nessa cidade justamente pelas coisas boas que fez", atacou Lula, reforçando que ele próprio foi vítima de preconceito diversas vezes em sua vida.
Comentário do Velhinho: Mas a pergunta continua. Preconceito? Será que o preconceito existe por que ela é branca e veio de família de posses?
Será por que ela, com um patrimônio declarado ao TSE de mais de 10 milhões de reais, ou seja, é rica e por ter também se formado em psicologia, pertença à elite? Como é mesmo? Essa elite branca que está aí há 500 anos?
Ou será que não esqueceram as taxas criadas em seu governo e o pouco que progrediu a cidade?
Como também não esqueceram o famoso - mas lamentável e sarcástico - "relaxa e goza"?

Afinal de contas, o que essa mulher fez por São Paulo para que esse povo preconceituoso e ingrato não a tenha elegido prefeita já no primeiro turno?
Porque foi o que o presidente da República falou: O povo de São Paulo foi preconceituoso ao não votar em Marta.
É bom os eleitores de São Paulo mostrar nas urnas quem é que tem razão.

09 outubro 2008

Crise? Que ou qual crise?
(ou como a canalha costuma dizer: "Isso é intriga da oposição, que baba de ódio porque o país está perfeitinho...")

07 outubro 2008

Quando o Velhinho fala que falta vergonha na cara...
Se o fato envolvesse o réles funcionário público "Zé das Couves", além de estar curtindo uma cana dura, já teria sido exonerado do serviço público. Ou não?
Em decisão do ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi concedida uma liminar devolvendo a vitaliciedade ao promotor Thales Ferri Schoedl, contrariando decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que havia decidido pela retirada do direito, além de exonerá-lo do cargo.
Veja os detalhes aqui e aqui.
E no Rio de Janeiro, Jesus tinha um plano (divino) para o candidato...

06 outubro 2008

Enquanto isso em Peruíbe...
Um candidato a prefeito foi impugnado pela Justiça Eleitoral e abdicou, quer dizer, renunciou; contudo, a filha do candidato teve tempo de entrar na disputa, mesmo sem fazer campanha.
Os votos que seriam para o papai, foram para a filhinha, que se vier a ser empossada (nunca se sabe se a Justiça não anulará a eleição, né?) vai governar com o programa do papai.
Ou será que o papai vai governar à sombra?
Fica então uma singela homenagem a essa festa, não sabemos se tão democrática assim...
E agoraaaaaa com vooooocêsssssss... O SEGUNDO TUUUURNNOOOOO!
Rumos da democracia
Stephen Kanitz faz, em sua coluna da última edição de Veja (Nº2081), uma sugestão para avaliarmos eventuais benefícios da democracia negativa existente em empresas de capital aberto, de forma a agregar algumas mudanças ao regime de Estado Democrático e de Direito brasileiro.
A primeira probabilidade de mudança diz respeito aos votos branco e nulo, que deveriam ser considerados como uma rejeição às candidaturas apresentadas para qualquer cargo eletivo.
É algo que faz muito sentido, em especial se viesse junto com o voto facultativo, o qual pode igualmente significar aquela rejeição citada.
As eleições seriam mais honestas para os eleitores e candidatos se ambos tivessem a percepção de quem optou por não votar em determinada candidatura e a forma escolhida para determinar a rejeição.
A possibilidade real da convocação de novas eleições, caso a totalidade dos votos computados não atingissem 50% mais 1 do total de eleitores, faria com que partidos políticos e candidatos agissem de forma mais séria, antes e depois de eleições.
Entretanto, a possibilidade de restringir o acesso a cargos do Executivo apenas a quem possuísse mestrado em administração - e no caso, administração pública - é, no meu entender, equivocada por contrariar a própria democracia. Aliás, é inconstitucional.
Admitindo-se tal tese, forçosamente haveria de se admitir, também, que qualquer candidato às instâncias do Legislativo deveriam possuir, no mínimo, formação em Direito.
Nesse caso, não haveria necessidade de eleições. Bastaria que os cargos ora eletivos viessem a ser preenchidos através de concurso público, no regime da C.L.T. com contrato de trabalho por tempo pré-determinado e sujeitos a demissão a qualquer tempo.
Passaríamos da democracia para a ditadura tecnocrata.
Talvez uma alternativa mais razoável seja a revisão do sistema presidencialista confrontado com o parlamentarista, a implantação do voto distrital, a redução do número de vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores, bem como uma redução dessa miríade de partidos políticos a, no máximo, cinco grandes partidos com correntes ideológicas afins.
Seria necessário um amplo debate público e provavelmente um plebiscito, uma vez que dificilmente nossos parlamentares, de livre e espontânea vontade, nunca admitirão tamanha reforma política, contrária aos seus próprios interesses de poder e de seus partidos políticos.
Ou seja, haveria de ser uma iniciativa realmente popular, do cidadão, como convém a uma democracia.
A dura realidade que emperra a consecução desta alternativa está justamente em outras matérias que a revista Veja tem se debruçado: o sistema de ensino brasileiro e a educação de qualidade.
Há muito tempo atrás, Pelé quase foi linchado por declarar que o brasileiro não sabia votar. Será que ele não tinha razão?
E será que essa contrapartida do Estado (o sistema de ensino e as políticas de educação) não vem sendo desprestigiada propositalmente, de uma forma quase criminosa, há décadas, justamente para manter a maior parte da população brasileira numa ignorância do poder real do voto?

É algo a se questionar também.
(clique na imagem para ampliar)

05 outubro 2008

Há os que votam assim...E os que fazem a coisa certa!

04 outubro 2008

Irmão mais novo que falta com o respeito ao irmão mais velho, merece o quê? Afagos?
O presidente do Equador, Rafael Correa - outro candidato a tiranete bolivariano - acredita que é peitando seu "irmão mais velho" (definição dada pelo presidente Lula ao comparar o Brasil e alguns países da América Latina) que se consegue seus objetivos políticos e econômicos.
O pior é que ao tomar essa atitude, apenas segue o exemplo do proto-ditador Chávez e de seus outros títeres, Evo (I)Morales e Fernando Lugo que pintam e bordam sobre a soberania do Brasil e acordos comerciais legais.
Pior ainda que o Brasil, através do presidente Lula e do Itamaraty, dá razão a essa corja e se põe de quatro, à disposição para ser cavalgado.
Definitivamente, faltam valores morais, caráter e ética nessa relação entre irmãos onde o que impera é o desrespeito.
Uma vez que o Brasil, na opinião do presidente Lula, é auto suficiente em tudo, tem a economia mais blindada do mundo, o sistema de saúde perfeitinho, um sistema educacional que avança a olhos vistos, abundam empregos e oportunidades de trabalho para todos, a segurança pública está estabilizada e a infraestrutura, através dos vários PACs, avança a passos largos, será que não é chegada a hora de largar a mão de afagar esse pivetes sem-vergonhas e deixar eles se virarem sozinhos?
Ao invés de esperar que outra empresa brasileira seja expulsa e expropriada, ainda mais uma Petrobrás, não está na hora de denunciar os contratos comerciais em tribunais internacionais para recuperar o que o povo brasileiro pagou e investiu?

Até quando essa permissividade, senhor presidente?
A matéria é do Globo online:
Presidente do Equador ameaça nacionalizar petrolíferas
QUITO (Reuters) - O presidente do Equador, Rafael Correa, ameaçou neste sábado nacionalizar e expulsar do país as companhias petrolíferas privadas, caso elas não aumentem a produção nas áreas concessionadas na região amazônica.
A advertência do presidente foi feita logo após ele ter obtido o amplo apoio dos equatorianos para implementar uma nova Constituição, que aumenta o controle estatal na economia, reforça seus poderes e autoriza a reeleição imediata.
"Não brinquem com fogo. Ou aumentam a produção ou vão ter que deixar o país. Invistam, aumentem a produção ou vão embora", disse Correa em seu programa de rádio semanal, ao se referir às principais petrolíferas que operam no território andino.
Correa ameaçou também a Petrobras com a estatização das jazidas da empresa por conta da demora da companhia em transferir para o controle estatal o bloco 31, localizado nas imediações do Parque Nacional Yasuní, um dos mais importantes do país, e que ainda não foi explorado.
"Chegamos a um bom acordo e estão demorando. Se levarem muito mais tempo, vou nacionalizar e expulsá-los do país", acrescentou o presidente.
A petrolífera brasileira e o governo acordaram no mês passado a transferência para controle estatal do bloco petrolífero, em uma negociação global que impulsiona Correa a trocar a modalidade contratual das atuais companhias sócias a meras operadoras das áreas de concessão.
Enquanto isso, a Petrobras analisa subscrever diretamente o contrato de prestação de serviços.
Correa disse que as petrolíferas reduziram os níveis de produção em cerca de 13 por cento, devido a suspensão dos investimentos à espera das decisões do governo e do referendo sobre a nova Constituição.
O Equador produz cerca de 500 mil barris de petróleo diários, incluindo a produção da estatal Petroecuador e das companhias privadas.
Tá, tá! Os candidatos são um lixo, as promessas continuam promessas, ficha-suja se candidata, a lei eleitoral mais complica do que explica, o voto é obrigatório, não existe voto distrital...
Mas o que você quer, Otário(a)?
Ainda assim foram os políticos que elegemos no passado - inclusive no passado recente! - que fizeram tudo isso!
Então, vamos tentar votar de forma consciente. Quem sabe damos sorte na loteria?

02 outubro 2008

E o Otário que já paga para não ter o direito, pagará mais ainda...
Votar não é ainda um direito pleno, mas financiar campanha política deve se tornar a mais nova obrigação. Essa é a visão do Sr. Ayres Brito. Estamos bem arranjados!

Presidente do TSE defende voto facultativo no Brasil
Em entrevista a programa da TV Brasil, Ayres Britto defende também financiamento público de campanha
BRASÍLIA - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, defendeu nesta quarta-feira, 1, em entrevista ao Programa 3 a 1, da TV Brasil, que o voto no País deixe de ser obrigatório futuramente, condicionado à maior consolidação da democracia e da justiça social. A entrevista completa será exibida a partir das 22h pela emissora.
"Eu entendo que temos um encontro marcado com esse tema no futuro e a legislação consagrará, como em outros países, a voluntariedade do voto. O eleitor comparecendo porque quer participar efetivamente do processo eleitoral e se engajando nas campanhas com mais conhecimento de causa e determinação pessoal", disse Britto.
"Como rito de passagem, a obrigatoriedade do voto deve permanecer ainda por mais tempo. Até que a democracia se consolide e que a economia chegue mais para todos", ressaltou.
Na entrevista, Ayres Britto também reiterou posicionamento favorável ao financiamento público de campanha, como solução mais viável para evitar que o poderio econômico prevaleça sobre as qualidades políticas de cada candidato.
"Um dos fatores de desequilíbrio na campanha é o abuso do poder econômico, que tende a prosperar enquanto não houver financiamento público", assinalou.
Segundo o ministro, tanto o caixa um (doações recebidas e declaradas) quanto o caixa-dois (utilização de recursos não contabilizados) estimulam uma situação imprópria para o exercício dos mandatos públicos pelos candidatos.
"Quando não se tem financiamento público exclusivo, os candidatos resvalam para o caixa-dois. E o caixa-dois se tornou, à margem da lei, uma práxis. Significa um financiamento de campanha por quem não pode aparecer, que tende a financiar a campanha como um investimento, um capital empatado, que precisa de retorno, de ser remunerado", argumentou Britto.
"Sou contra também o caixa um. O candidato já é eleito comprometido com os seus financiadores e, para fazer o capital retornar às fontes, vai negociar com concessões, permissões, dispensa de licitação, subfaturamento e até corrupção. Isso abate numa só cajadada os princípios da legalidade, da moralidade, da impessoalidade, da publicidade, porque tudo ocorre debaixo dos panos, e o princípio da eficiência administrativa", concluiu o ministro.
O Programa 3x1 é apresentado pelo jornalista Luiz Carlos Azêdo. Participaram da entrevista com o presidente do TSE, como convidados, o cientista político Renato Lessa e o analista de pesquisas Antônio Lavareda.
Comentário do Velhinho: Um presidente do TSE pode ter sua opinião, é claro. Mas deveria ponderar sobre a conveniência de externá-la.
A decisão de tornar o voto facultativo, portanto um direito pleno, não é da competência do TSE. É do povo.
Curioso é que o povo pode, através do voto obrigatório, escolher seus representantes no Congresso Nacional, porém não lhe é permitido - ao Povo! - decidir, vá lá, através de um plebiscito, se prefere o voto obrigatório ou o facultativo.
Nessas horas, o povo não tem ainda - para os "pais da pátria" - o discernimento para decidir o que é melhor para... o povo!
O mesmo vale para o financiamento público da campanha política. Financiamento público quer dizer, pago com os tributos que recaem no lombo do povo!
Não existe nada errado no financiamento privado. O que não se consegue ter são regras claras e a competente fiscalização sobre tal financiamento. Então, para resolver um problema de ineficácia e ineficiência administrativa, creditam ao povo - o Otário de sempre! - o pagamento também essa conta. Como se já não pagássemos o horário de propaganda política "gratuito"!
Democracia, Sr. Ayres Brito, é o Estado tutelar cada vez menos o povo, mas manter controle dos mecanismos democráticos para que não sejam burlados! É também uma forma de contrapartida em serviços para a população pelo muito que o Estado tributa na forma de impostos, taxas e contribuições.
Os otários não são tão otários assim, não é?
Da democracia ao totalitarismo?
Um bom artigo para reflexão.
Do valor de artigos exóticos
Demétrio Magnoli
Quando Tarso Genro ordenou a captura e deportação dos pugilistas cubanos, nos Jogos Pan-Americanos de 2007, converteu-se em herdeiro político legítimo de Alfredo Buzaid, seu antecessor no Ministério da Justiça nos tempos de Garrastazu Médici.
Não há surpresa na sua iniciativa de suprimir do projeto de lei destinado a frear a farra dos grampos uma cláusula que protegia o direito jornalístico de divulgar o conteúdo de escutas vazadas de investigações policiais.
Nem na sua negativa em admitir a intenção do governo de restringir a liberdade de informar. Afinal, ninguém esqueceu que o ministro do Arbítrio substituiu, ex post facto, o termo de deportação dos pugilistas por um documento de repatriamento.

Genro não está só na ofensiva liberticida. O ministro Nelson Jobim defendeu em depoimento ao Congresso a criminalização da divulgação de escutas pela imprensa e articulou com seu colega Franklin Martins, o ministro da Verdade Oficial, a retirada da cláusula de proteção do trabalho jornalístico.
Os três se alinham com o presidente da República, que explicou: "Liberdade de imprensa não pode pressupor que alguém possa roubar informações, e elas possam ser divulgadas sem que a pessoa que tenha roubado seja punida."

A frase de Lula só aparentemente carece de sentido. Um dos deveres clássicos da imprensa é precisamente "roubar informações" de interesse público e divulgá-las, mas o presidente sabe que, no caso, não há nenhum "roubo": são os autores de escutas - legais ou ilegais - que as vazam, e nem sempre primariamente para jornalistas.
Atrás da esperteza presidencial se esconde uma doutrina sobre a função da imprensa. Referindo-se ao episódio do grampo no presidente do STF, Gilmar Mendes, Lula descerrou o véu: "Era fácil encontrar quem fez o grampo se o jornalista que fez a matéria dissesse quem é o cara."

Pouco importa, aqui, que nem sempre o jornalista saiba "quem é o cara". Lula está dizendo que, em nome do bem público, a imprensa deve estabelecer uma parceria com o Estado.
É precisamente esta doutrina que fundamenta a criminalização da divulgação de escutas. A tríade de ministros em revolta anticonstitucional almeja transformar a imprensa em linha auxiliar da polícia, impondo aos jornalistas, sob as penas da lei, a missão de ocultar informações "sensíveis". Nem o presidente nem seus auxiliares parecem interessados no fato óbvio de que a ruptura do sigilo da escuta não se dá na hora da publicação de seu conteúdo, mas antes, quando arapongas a serviço de interesses criminosos põem os grampos em circulação numa rede mais ou menos ampla.
Entretanto, ao tentarem manietar a imprensa, eles prestam um favor inestimável à indústria da chantagem, assegurando que as informações com as quais opera transitarão numa esfera restrita, fora do conhecimento do grande público.

O fascínio pela arapongagem atingiu um ápice histórico, algo que diz volumes sobre a putrefação das instituições. São, no Brasil, 407 mil escutas legais, numa orgia patrocinada pela perigosa associação entre juízes e policiais. Quantas são as escutas clandestinas, mas conduzidas por agentes públicos?
Entre os cidadãos, muitos crêem ingenuamente que a destruição em massa da privacidade serve à finalidade de combater a corrupção. Mas o aterrador é constatar a difusão da leniência - ou, no limite, de uma nítida fé liberticida - entre os que, por dever de ofício, deveriam saber mais.

O historiador Boris Fausto escreveu neste espaço que "os fins não justificam os meios", mesmo porque estão entrelaçados, mas abriu uma janela de tolerância em nome do imperativo de "combater o mundo submerso".
Os colunistas Fernando de Barros e Silva e Marcelo Coelho, da Folha de S.Paulo, preferiram atirar naqueles que recordam o valor de artigos exóticos como as liberdades individuais. O primeiro, em linguagem reminiscente das ditaduras salvacionistas, sugeriu que os princípios democráticos servem "para preservar privilégios e perpetuar a impunidade". O segundo, num exercício de delinqüência intelectual, decretou que "uma autoridade grampeada é uma autoridade mais transparente, mais submetida ao controle da sociedade".
Os católicos buscam a salvação pelas obras e os protestantes, pela fé. Coelho propõe a salvação pela polícia, que parece figurar na sua mente como o equivalente da "sociedade".

Os agentes que escutam nas fímbrias das linhas telefônicas não são, jamais, os ouvidos da "sociedade" - e, no Brasil de hoje, nem sequer podemos ter a certeza pouco tranqüilizadora de que são os ouvidos do Estado.
O "mundo submerso", esquece-se com freqüência, não é um universo apartado do mundo oficial, nem do subconjunto dele que é o mundo policial. Mas como é possível esquecer isso quando a guerra empresarial pelo controle do setor de telefonia vinca os altos círculos da elite política e se refrata indiretamente numa Polícia Federal em via de balcanização?

"Quem não deve não teme", diz o ditado de quem não teme pois não sabe o que deve temer. O sigilo telefônico, como o bancário, não nasceu para proteger criminosos, mas para restringir o poder de um "mundo submerso" imbricado no mundo oficial. O seu sentido de fundo é garantir aos cidadãos e, inclusive, a autoridades a possibilidade de desafiarem os governantes, mesmo quando têm segredos profissionais ou pessoais valiosos - e até se cometeram ilegalidades. A liberdade de informar tem um sentido paralelo.
O chão sobre o qual se ergue é formado pela desconfiança na sabedoria do governo - isto é, de qualquer governo. O paradigma de Lula, e de seu cortejo de ministros, é o inverso. Eles desconfiam da sabedoria dos cidadãos e preconizam a salvação pelo Estado.
A liberdade do araponga e a censura à imprensa formam as faces complementares de sua teoria da comunicação social.

Não seria tempo de incorporar uma Primeira Emenda à nossa Constituição?
Demétrio Magnoli é sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP.
E-mail: demetrio.magnoli@terra.com.br

Comentário do Velhinho: E é bom que se fique atento. Ainda vão propor uma nova Constituição por conta de acochambramentos realizados à socapa, na surdina, na elaboração da Carta Magna. Houve aquele caso do mea culpa de Jobim, atual ministro (como pode não ter vergonha???) que inseriu no texto constitucional algo que não havia sido votado e agora a mais recente revelação.
Quem paga o pato? Bingo! O otário de sempre...
Um governo que sabe o que fala... fala... fala... fala... fala...

01 outubro 2008

Complementando......os expurgos de Lênin e Stálin, o apoio inicial ao nazismo, a invasão da Tchecolosváquia e da Polônia pela Alemanha Nazista e a URSS de Stálin, a invasão do Tibet pela China de Mao, a Guerra Fria, o terrorismo de direita e de esquerda, as ditaduras de direita e de esquerda, o populismo de direita e de esquerda, a ditadura em Cuba, as Farcs e os narcotraficantes em geral, a bipolarização entre capitalismo e comunismo/socialismo, o descaso com a educação, o aparelhamento ideológico da educação, todas as formas de preconceito, Putin, Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, 2º ou 3º mandato, recursos financeiros não contabilizados, dólares na cueca, corrupção, falta de vergonha na cara... e por aí vai.