Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

29 julho 2008

Utilidade Pública
(clique na imagem para ampliar)
Cena que todo Cidadão, Eleitor e Contribuinte gostaria de ver...
Lutar pela igualdade ou pela desigualdade? (II)
Outra pergunta que o Velhinho costuma fazer é:
Quem vai anistiar TODO o povo brasileiro, que continua a pagar conta hoje, das mazelas dos políticos de todos os tempos?
Até quando a população brasileira vai continuar sofrendo segmentação em minorias, tornando-nos de "iguais perante a lei" em desiguais, onde uns acabam tendo mais direitos que outros?
Até quando a qualificação em função de uma raça, religião, opção sexual, ou convicção filosófica e/ou política, será colocado à frente da condição de Cidadão Brasileiro?
Já não basta a segmentação entre "pobres e ricos". Parece que é necessário segregar entre brancos, índios, negros, orientais; entre católicos, cristãos, budistas, islamitas, candomblecistas, espíritas, umbandistas; entre homossexuais e heterossexuais e por aí vai.
Daqui a pouco, não duvidem, vão começar a segregar entre os "mais" brasileiros e os "menos" brasileiros; e a estes se atribuirá a pecha de traidores, de vilões e inimigos (do povo, do País, da "revolução do bichos" ou o que for considerado estampa de propaganda ideológica).
Pouco a pouco, estamos deixando de ser uma maioria de BRASILEIROS, para sermos uma maioria de minorias quaisquer.

O Velhinho recomenda a leitura do texto de Demétrio Magnoli, no Estadão on line:
Quinta-Feira, 24 de Julho de 2008
Visita à ''terra dos negros''
Demétrio Magnoli
Milton Gonçalves encarna um personagem protagonista na novela do horário nobre da Rede Globo. É uma boa notícia para todos os que apreciam a arte do grande ator. Devia ser motivo de celebração pelos grupos do movimento negro que apontam, com razão, a persistência de uma regra racial oculta na seleção de elencos no Brasil. Mas eles não gostaram, pois o personagem de Milton Gonçalves é um político corrupto. O deputado estadual José Candido (PT-SP) acusou o ator de prestar um "desserviço" ao movimento negro, passando "uma má impressão do negro à população". Se entendi direito, o corpo negro é imune à corrupção. Numa entrevista a este jornal, o ator não se limitou a responder a Candido, mas ofereceu uma aula singela. Disse ele: "Algumas coisas mudaram na minha cabeça" depois de visitar a África: "Descobri que não sou um negro brasileiro, mas um brasileiro negro. Descobri que não sou africano, sou brasileiro."
Leia mais aqui.
Lutar pela igualdade ou pela desigualdade?Quando se sofisma sobre os direitos constitucionais que pleiteiam a igualdade, será que não se pretende apenas fazer valer a desigualdade?
Há décadas que se desenvolve no Brasil as bandeiras das desigualdades de chamadas minorias.
Como linha de ação básica, se promove a discussão do que seria uma injustiça histórica de dada minoria, porém, sempre com os olhos da atualidade, muitas vezes sem considerar se no contexto histórico o fato em si representava ou não uma real injustiça ou o processo histórico de lutas e conquistas sobre a própria desigualdade.
Busca-se responsabilizar, no presente, com um interregno de décadas ou séculos, situações específicas de uma época e realidade passadas. Fala-se de seqüelas para as chamadas minorias que haveriam de se reparadas com condições monetárias ou com direitos que suplantam os direitos comuns, ao invés de se garantir para TODOS os brasileiros OS MESMOS DIREITOS.
Será que veremos o dia em que se tentará, em tribunais internacionais, exigir reparação direta de Portugal, França, Holanda, Inglaterra, Rússia e de alguns dos atuais países do Continente Africano - através de seus descendentes - uma "justa reparação" pela pela forma que contribuíram em todo o processo de formação do Brasil, desde a colonização?
E o caso isso viesse a ocorrer, será que haveria algum tipo de indenização?

Uma matéria do Globo on line com o título "Justiça quer confirmar se escolas ensinam cultura afro-brasileira", chamou a a atenção do Velhinho.
Conforme o texto da Lei 10.639/2003, o presidente da República sanciona que, nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
No
§ 1º, define-se o conteúdo programático que contempla o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional.
Pois bem. Por trás desta Lei, demagogicamente, está uma pseudo tentativa de valoração tanto de negros como dos afro-descendentes, tomando como estirpe original os escravos que para esta terra brasilis foram trazidos.
Demagógico, por que não foram todos os africanos tornados escravos pelos europeus; estes traficavam com escravos em África desde o século XII ou XIII, comercializando com... outros africanos de etnias diversas!
Sempre esquecem de informar que negros comerciavam seus escravos negros com os europeus brancos... por que será?

Também se esquece que a África não é um país, mas um continente.
Parece que muita gente desconhece isso. Será mera ignorância dos bancos escolares?

Atualmente, constituem países no continente Africano:
África Meridional - África do Sul, Angola, Botswana, Comores, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Maurícia, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Zâmbia, Zimbabwe.
África Central - República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Chade, Congo. África Ocidental - Benin, Burkina Faso, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, São Tomé e Príncipe, Togo.
África Setentrional - Argélia, Egito, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental, Sudão, Tunísia. África Oriental - Burundi, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Quénia, Ruanda, Seychelles, Somália, Tanzânia, Uganda.
Sem contar que as línguas e dialetos são inúmeros, as etnias idem e sua população não é composta, historicamente, apenas de negros; brancos autóctones de origem grega e turca, malaios-polinésios e, claro, europeus, contribuíram ao longos dos séculos para a formação da atual população do continente africano.
Um universo cultural é enorme.

Quando vejo uma Lei e a Justiça querendo cobrar o "estudo da África e dos africanos", para em seguida especificar "a luta do negros no Brasil", me pergunto a quais países da África se referem.
Tradicionalmente, claro que por influência do sistema de educação europeu, a história da África esteve presente no currículo escolar, porém centrado no estudo da História Antiga, representada pela civilização egípcia. Creio que desde a proclamação da República, também se tratava da escravidão no Brasil, gradativamente se dando o peso necessário que essa migração forçada teve na formação de nosso povo e cultura.
A tradição historiográfica reúne, a grosso modo, os negros em dois grandes grupos étnicos: os bantos (ou bantus), da África equatorial e tropical, da região do golfo da Guiné, Congo e Angola, planaltos da África oriental e costa sul-oriental; e os sudaneses, predominantes na África ocidental, Sudão egípcio e na costa setentrional do golfo da Guiné; no século XVIII, em função da mineração, multiplicou a presença de grupos originários da Costa da Mina e de Angola; no século XIX, até 1850, entrou também um número considerável de bantos da costa de Moçambique.
Os africanos mandados para o Brasil pertenciam principalmente a dois grandes grupos: os oeste-africanos (antigamente chamados de Sudaneses) e os Bantu. Os bantu, nativos de Angola, Congo e Moçambique foram mandados em larga escala para o Rio de Janeiro, Minas Gerais e para a zona da mata do Nordeste. Os Sudaneses, nativos da Costa do Marfim e de influência muçulmana foram mandados em grande número para a Bahia. Outros grupos étnicos menores vindos da África são os Yoruba, Fon, Ashanti, Ewe e outros grupos nativos de Gana, Benim e Nigéria.
O Velhinho volta a
perguntar: Qual história da África e qual cultura se pretende ensinar?
Sem dúvida é importante para a cultura BRASILEIRA a contribuição que se originou daqueles africanos que foram escravizados, dos descendentes de escravos e de todo negro africano que para cá migrou (e continuam migrando) por livre vontade e como individuo livre.
É a cultura BRASILEIRA, se referenciando em todas as suas origens (grosso, modo de nossos silvícolas, européias, africanas e orientais), que deve se enaltecida, valorizada e estudada!
Mas parece que já há algumas décadas é vergonhoso se falar do Brasil, da forma como foi feita a colonização, de nossa Bandeira e até de nosso Hino Nacional.
O Velhinho também pergunta: do que deveríamos nos envergonhar?
E sempre encontra como resposta: de nossos políticos e da ignorância em que nosso povo é mantido.

Sempre tem um "pai-da-pátria" querendo estabelecer alguma verdade única para o povo.
E sempre há quem lhe dê ouvidos...

27 julho 2008

O limiar entre o Estado de Direito e o Estado Totalitário.O Velhinho imagina se está ouvindo um dos estertores da democracia, mas quer acreditar que é apenas ilusão - mais para pesadelo.
Quando o Ministro da Justiça nos diz que qualquer cidadão - suspeito de ser criminoso, ou o sendo, ou não - deve tomar cuidado ao usar um telefone, pois pode estar sendo "grampeado" (sofrendo escuta telefônica) legal ou ilegalmente, a sociedade deveria se perguntar:
Estamos vivendo num país regido pelo Estado Democrático de Direito ou em um que coteja o totalitarismo, sempre policialesco?

E, ainda por cima, se paga através dos tributos aos que governam o País para que garantam as Instituições Democráticas e de Direito! Aliás, quem tem telefone - fixo ou móvel - paga em dupli ou triplicidade. E paga para ser... grampeado!?!?
É ou não um pesadelo?
O artigo abaixo, extraído do Estado on line, seção Opinião, merece ser lido para auxiliar na reflexão.
O reino da Grampolândia
Gaudêncio Torquato
No reino da grampolândia, o verbo ligar assim se conjuga: eu ligo, tu ligas, ele liga, nós ligamos, vós ligais e, depois de algumas contas telefônicas, somos todos grampeados. A generalização não é para menos. Quem grava conversas é a Polícia Federal (PF), que também é grampeada. Quem autoriza a escuta é juiz. Pois bem, magistrados da mais alta Corte do Judiciário garantem que também são espionados. Até Vavá, o irmão que o presidente Lula considera um ingênuo, foi flagrado com a boca na botija. Figuras de todos os naipes - juízes, empresários, banqueiros, políticos, doleiros - caem na rede. O grampo não é seletivo e desce a escada da fama para plugar mortais comuns. Zé liga para João, que se comunica com Antônio, que fala com Marcos. Na cadeia sociológica de grupinhos que se forma, simples ligantes se transformam em perigosos litigantes, envolvidos no contencioso formado pela aguerrida tropa da PF. Que é monitorada pela Agência Brasileira de Inteligência. Imagem tão canhestra lembra um cachorro agarrando o próprio rabo.
No exemplo do cachorro, a hipótese é de que o animal desconfie que o rabo não lhe pertence. Quer pegar o pedaço de outro. No caso da PF, a explicação aponta para uma arenga que vem lá de trás, com sopapos e refregas entre alas. Versões à parte, o que há é disputa por poder. Os núcleos de segurança são ninhos de cobras. Em outra frente, grupos do PT travam batalha esganiçada para expandir o domínio sobre a administração. O fortalecimento do núcleo mais próximo do presidente abre fissuras. Na perspectiva, os atores das bandas petistas divisam os horizontes eleitorais de 2010. As articulações de cunho político, como se pode inferir, acabam corroendo o tecido institucional. No Brasil é assim: o domínio pessoal invade o espaço público. As instituições se movem ao gosto (e humor) dos dirigentes.
Outro prisma para enquadrar a grampolândia diz respeito, agora, à manutenção do poder conquistado. Quem conseguiu capturar as estruturas de mando tem de lhes dar ampla visibilidade, no caso, plasmar o Estado midiático com seu lema: as aparências é que importam. O espetáculo comporta instrumentos, atores e uma liturgia carregada de símbolos, não esquecendo, claro, avançada tecnologia de gravação. Os nomes-fantasia são importantes para gerar empatia e chamar a atenção. Guardião, personagem orwelliano, por exemplo, é o nome do sistema de monitoramento telefônico da PF, capaz de controlar 3 mil linhas ao mesmo tempo. Quanto mais importante o figurão, maior audiência na mídia. Sedes lotadas querem dizer: "Ladrão é na cadeia, este governo, sim, arrebenta e prende." E haja fala de delegado, juiz, promotor. Mas juiz não deve falar só nos autos? Ah, isso é coisa do passado conservador. A fatura é extensa: em 2007, 409 mil linhas telefônicas foram interceptadas com autorização da Justiça. E de janeiro de 2003 a julho do ano passado, 6.256 pessoas foram presas. Imagem que chega às margens: a justiça chegou para todos. A polêmica se abre nos segmentos do meio. Manifestações contra e a favor de ministros e juízes se sucedem.
O debate escancara o estado da vida institucional, com suas feridas: a quebra da hierarquia, a exceção no lugar da regra, o desvio de funções, a anomia. Será o Brasil a democracia mais vibrante da América Latina? Ou será que, sob a fachada, não se esconde um Estado policialesco caminhando em trilha popularesca? Afinal, que leitura se pode fazer da brigalhada entre as forças de controle social e entre operadores do Direito? No meio dos destroços, distinguem-se a imaturidade das instituições, negligência, improvisação, desleixo, falta de atenção pelo dever, ausência do imperativo moral. Tia Zulmira, personagem do saudoso Stanislaw Ponte Preta, costumava alertar: o Brasil ameaça resvalar pelo "perigoso terreno da galhofa".
Não se pretende, aqui, desconsiderar nem mesmo diminuir o reconhecimento pelas operações da PF, cujos efeitos contribuem para reforçar os padrões éticos e morais da Nação. O estouro das fontes de corrupção será sempre aplaudido. Mas o arremate se faz necessário: sob a inspiração do Estado moral, espraia-se um divisionismo amoral. Veja-se o que ocorre às margens da Lei 9.296, que trata sobre o grampo. Ela prescreve essa conduta quando se constatam fortes indícios de materialidade e autoria do delito. O sigilo telefônico só pode ser quebrado quando a prova não puder ser restabelecida por outros meios de investigação.
Nos últimos tempos, porém, passou a ser medida preliminar, em vez de último recurso. A regra estabelece prazos de monitoramento das gravações, 15 dias com prorrogações de 30 dias. Mas os abusos se sucedem com a extensão indefinida dos prazos. Juízes dão permissões abusivas a pedidos de promotores. E os cuidados para não se cometerem injustiças? Interlocuções são, freqüentemente, desprovidas de contextos, interpretadas ao sabor e capacidade dos ouvintes. As partes pinçadas são editadas para comprovar teses previamente arrumadas. Ademais, os investigadores, ultrapassando os limites de relatórios factuais e conclusivos, apelam para juízos de valor, recheados de insinuações e especulações, em completa subversão do trâmite legal. A onda anárquica corre para os dutos de transbordamento. E, mais uma vez, o Estado midiático surge cheio de resplendor. As conversas entre grampeados nos horários nobres das TVs expandem a audiência, reforçando a estrutura mítica: "Enfim, o Brasil, agora, leva jeito." O princípio constitucional da presunção de inocência vai para o lixo. Pessoas com conversas gravadas, algumas alheias ao objeto central da investigação, são penduradas no cadafalso da execração pública e, de antemão, condenadas.
O grampo passou, no Brasil, a ser a estrela da temporada. Servindo de arma nas lutas pelo poder, a escuta telefônica desvia-se da função primordial, merecendo até do ministro da Justiça uma recomendação que soa como atestado da inversão de valores no País: todos precisam se acostumar à idéia de que estão sendo ouvidos.
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP e consultor político

20 julho 2008

O Aiyê ficou mais triste, mas com certeza o Orum está gargalhando e aplaudindo...
Dercy Gonçalves (1907 - 2008)



Para quem não conheceu e para quem não vai esquecer...







18 julho 2008

Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa


Liberdade Religiosa. Eu Tenho Fé!
O Rio de Janeiro é um estado de muitos credos, porém com uma só crença: o respeito ao direito sagrado de cada cidadão manifestar livremente sua fé, praticar seu culto e exercer plenamente sua religião. No entanto, este direito vem sendo seriamente ameaçado.

Ninguém será discriminado por sua crença religiosa. Eu tenho fé.
A intolerância religiosa vem crescendo em todo o país. Já foram registrados diversos casos de ataques às religiões de matriz africana, como a Umbanda e o Candomblé. Seus sacerdotes vêm sendo agredidos, sua religiosidade difamada em veículos de comunicação. Estudantes têm sofrido constrangimento e recebido ensinamentos com imposição curricular de outro credo. E até episódios extremos de vandalismo, invasão e demolição de templos, terreiros e casas-de-santo tornaram-se rotineiros.

Nenhuma manifestação religiosa será ofendida sem o devido
direito de resposta e punição. Eu tenho fé.

Para defender o direito pela liberdade de culto, organizações religiosas e da sociedade civil vão promover, no dia 21 de setembro, a Caminhada pela Liberdade Religiosa, na orla da praia de Copacabana. Esta iniciativa é uma resposta dos praticantes das religiões afro-brasileiras que, em conjunto com outros setores, vêm se mobilizar contra o fanatismo, o preconceito e a discriminação. A caminhada é um ato a favor da cidadania. É um movimento que acredita, como no tempo dos Quilombos, que o espírito de convivência pacífico e democrático pode ser incorporado pela população do estado do Rio.

Nós temos Fé!

Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro.
Domingo - 21 de setembro - 09 horas - Concentração Leme
Venha manifestar sua crença no espírito de convivência pacífica, democrática e cidadã do Rio de Janeiro.

17 julho 2008

Não é o que estão fazendo com nossas Instituições? Não é, não?

16 julho 2008

Pode parecer brincadeira, mas é sério demais...
Quando o Velhinho se refere ao Contribuinte, Eleitor, Cidadão como Otário, não é à tôa.
De forma paulatina e sistemática, nossas Instituições democráticas estão sendo corroídas e solapadas, de dentro para fora.
O Executivo arrotando poder em cima de Medidas Provisórias que pouco têm de urgência e relevância.
O Legislativo virando um Baazar onde tudo se vende e se compra.
Agora, o Judiciário que já pecava pela morosidade especialmente quando um cidadão interpela o Estado (vide precatórios, por exemplo), agora começa a chafurdar em chicanas.
E quem paga a conta de tudo isso?
É! O Otário, digo, o Contribuinte, Eleitor e Cidadão...
Adianta ranger os dentes?
As eleições estão logo aí. Alguma coisa vai mudar para melhor?

11 julho 2008

O que é feito do Concurso Público?
Cargos públicos não eletivos deveriam ser preenchidos por concursos públicos. Ponto.
A falta de competência administrativa em prever - e prover - necessidades de aumento do quadro de funcionários de um órgão público acabou sendo encoberta pelo que se chama de "situações emergenciais" ou "contingências preementes" levando nossos legisladores a aprovar leis que permitem, em última instância, tanto o nepotismo, quanto o compadrio, como o leilão político do cargo público; cargo esse que será ocupado, via-de-regra, por um não concursado - praticamente um cargo de confiança - pago com o dinheiro dos contribuintes.
Existem até alguns momentos onde esses movimentos de legislar em causa própria costumam ocorrer. É quando se aproxima um período eleitoral. E tenta-se dar as mais nobres justificativas para o ato de se criar a lei que permite o já tradicionalmente chamado "trem da alegria".
Quando essas excrescências ocorrem nas Casas Legislativas, ou no Executivo ou no Judiciário - porque elas ocorrem -, o Velhinho pergunta aos seus botões se não estão conseguindo, cada vez mais, transformar tais Instituições em lupanares como a casa de Maria Joana do Canto.
Mas na casa de Maria Joana do Canto ( ou seria Geane Mary Corner?) não é preciso de concurso público. Basta aumentar a clientela que a dona do prostíbulo sai à cata de novas "atrações".
Depois, nossos parlamentares se perguntam: Nossa imagem perante o povo está desgastada por quê?
A matéria é do Estadão online. Com grifos no texto original, mais comentários entre parênteses em azul do Velhinho. (Em tempo, também o Velhinho se pergunta quando o Estadão vai começar a publicar, novamente, Os Lusíadas de Camões...)
Senado cria trem da alegria que custará mais de R$ 11 milhões
Mesa decide abrir vagas para assessores, que terão salário de R$ 9,97 mil; ninguém assumiu autoria do projeto
Em pleno período eleitoral, o Senado autorizou os 81 parlamentares e 16 líderes e integrantes da Mesa Diretora a preencher mais um cargo comissionado de assessor técnico. As 97 vagas são as mais "caras" da Casa entre os não concursados, com salário de R$ 9,97 mil. Só que, como todos os gabinetes já dispõem de seis assessores deste nível, o cargo, que pode ser dividido por quatro (ou seja, 388), termina virando um ótimo atrativo para empregar indicados de amigos eleitoralmente influentes. (Opa, aumentou a clientela! Vamos procurar novas "atrações")
A Mesa Diretora tomou a decisão na última quarta-feira. O novo assessor técnico aumentará a despesa anual do pessoal ativo - hoje de R$ 1,46 bilhão - em mais de R$ 11 milhões. O gasto no período com aposentados é de R$ 600 milhões. (Mixaria. O trouxa do contribuinte paga! Afinal, não ha nada mais importante para se investir essa grana...)
Ninguém assumiu a paternidade pelo aumento das despesas. O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), disse que não só se manifestou contra o aumento, como até fez uma advertência sobre a inconveniência disso. Foi voto vencido, afirmou. O primeiro-secretário, Efraim Morais (DEM-PB), não foi localizado em nenhum de seus telefones. Segundo sua assessoria, ele estava "na fazenda, no sertão". (Ué? Não tem teste de DNA?)
O diretor-geral, Agaciel Maia, atribui o crescimento da despesa à relação que existe entre Câmara e Senado. Ou seja, quando a Câmara aumenta a verba, o Senado sente-se obrigado a criar um cargo correspondente a essa elevação da despesa. ("sente-se obrigado" é bem diferente de estar obrigado; já o Contribuinte otário, este sim, é obrigado a pagar a conta e não chiar)
Os senadores Álvaro Dias (PSDB-PR) e César Borges (PR-BA), respectivamente segundo vice-presidente e terceiro secretário, dizem ter ouvido de Efraim a explicação de que foram os líderes que pediram a criação de mais um cargo.
Os líderes negam. "Negativo, foi uma decisão da mesa", alegou o líder do DEM, José Agripino Maia (RN). Segundo ele, a abertura de mais uma vaga nos gabinetes chegou a ser conversada - e derrubada - há cerca de três meses. Os líderes do PMDB, Valdir Raupp (RO), PSDB, Arthur Virgílio (AM), e PSB, Renato Casagrande (ES), negam igualmente responsabilidade pelo aumento. (E um tentando jogar a responsabilidade no outro, fogem todos da responsabilidade de impedir a obscenidade)
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) contou que o assunto surgiu em maio, mas que na ocasião Garibaldi disse que o aumento de gasto não seria concretizado. "Pensei que o assunto estava morto", alegou Simon, que disse que pedirá a retirada do aumento. (Papai, quando me pegava em falta e eu respondia com um "pensei...", me emendava com: "de pensar, morreu um burro do seu tamanho...")
"Fui contra o valor, tudo que foi decidido não contou com a minha aprovação", insistiu Garibaldi. "É que o Senado, na verdade, não está precisando criar mais cargos, há outras prioridades. Pega mal, não vai ser bem entendido, nem assimilado." (Ah, vá! Sério???)
PRIMEIRO-SECRETÁRIO
Há sete meses no cargo, esta é a segunda vez que o presidente do Senado é derrotado pelo primeiro-secretário, tido hoje como um homem poderoso. Foi Garibaldi, por exemplo, quem patrocinou o cronograma de concursos públicos para atrair cargos técnicos no processo legislativo. O ato, segundo pessoas próximas do presidente, foi "rasgado" por Efraim, que optou por favorecer no concurso funções alheias às necessidades básicas da Casa, como editores de TV, produtor multimídia, de infografia, de marketing e produtor de pesquisa e opinião.
Efraim Filho - filho do primeiro-secretário - aparece no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como beneficiário de uma doação feita em 2006 pela chefe de gabinete de seu pai, Mariângela Cascão Pires Albuquerque. Os R$ 30 mil foram destinados à campanha vitoriosa à Câmara.
Eleito para o primeiro mandato, Efraim Filho afirmou que a doação - cerca de dois meses do salário da funcionária - se deve "a uma relação de confiança que foi construída". O deputado disse que conhece Mariângela desde que ela começou a trabalhar com o seu pai.
Segundo ele, o fato de ela ser servidora não a "inibe de participar de doação de campanha política". (Ou seja, não importa qual o penico usado, a obra fede; não tem quem limpe o penico? Será que ainda surgirá no cenário brasileiro um partido político de valor e políticos idem?)

08 julho 2008

Cadê o restante??? Não tem mais não???
Quem gosta de viver na lama são os porcos. Ou não?
E o Velhinho adianta que não tem nada contra os porcos ou quem os crie; criar porcos é uma profissão honesta. Assim como quem recolhe lixo; Lixeiro é uma profissão honesta. Assim como quem, vá lá, meta a mão na merda ao cuidar de esgotos; são profissionais honestos.
A dificuldade é quando a lama, o lixo e a merda estão nas mãos de políticos, daqueles que conquistaram a confiança do povo que os elegeu. Até poderiam ter sido criadores de porcos, lixeiros ou quem limpasse e consertasse esgotos e profissionais honestos. Tal honestidade deveria se refletir na função pública.
Porém, a realidade nos mostra que não é bem assim que ocorre.
Nossos parlamentares do Congresso Nacional deveriam estar mais preocupados com a Casa do Povo em que exercem seus mandatos; deveriam estar mais zelosos para que a lama, o lixo e a merda de políticos nem tão íntegros, nem tão probos, nem tão honestos quanto deveriam o ser, carregam para dentro do recinto.
Não deveria haver nem conivência, nem conveniência em se acobertar imundícies.
Como legisladores, nossos parlamentares estão deixando a desejar por não endurecerem a lei, de forma a impedir que esse tipo de pessoas continuem a enganar a população. O custo político é pesado para os próprios parlamentares, pois a sujeira que outros levam, contamina todo o Legislativo.
E mesmo que se faça uma faxina, sempre fica o cheiro.
Está na hora do povo começar a cobrar, novamente, os parlamentares para que eles façam o que é de seu mister.
Zelar pela Instituição do Poder Legislativo pela autoridade que o povo concedeu e não deixar uma partícula de lama, lixo ou merda que possa vir a macular a probidade que Senadores e Deputados devem ter.
O artigo abaixo foi retirado da Folha de Londrina, com acesso através de cadastro no site.
Impugnação de candidato ‘ficha suja’
Para exercer o poder em nome do povo, deve o candidato gozar de uma vida pregressa irrepreensível
A sociedade organizada, por intermédio do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - assim como da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da OAB e de algumas entidades associativas (Magistratura Nacional; Ministério Público) - tem preconizado a impugnação de candidatos ao pleito eleitoral que apresentem vida pregressa maculada (ficha suja), por falta de condição subjetiva (moral) para pleitear um mandato eletivo. Alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (entre eles, seu presidente), manifestaram-se contrários a este movimento moralizador, supostamente porque se estaria em desconformidade com o princípio da presunção da inocência garantido pela Constituição Federal.
É importante enfatizar, entretanto, que além destes ministros estarem prejulgando um fato jurídico que deverão, em breve, julgarem, o que os torna impedidos de virem a participar do julgamento, esquecem-se que a República Federativa do Brasil é constituída de um Estado de Direito democrático (artigo 1º, caput da CF), cujos conceitos exigem que apenas pessoas com uma vida pregressa imaculada, bem conceituada, possam pleitear um cargo eletivo.
Com efeito, a expressão República denota a constituição de um regime político em que aquele que exerce um mandato eletivo representa o povo e decide em seu nome, fazendo-o com responsabilidade, honestidade e probidade. O povo, assim, exerce o poder de forma indireta, por meio de seus representantes, mandatários do real titular do poder - o povo.
O ser Democrático de um Estado significa que o povo, sendo o destinatário do poder político, participa, de modo regular e baseado em sua livre convicção, do exercício do poder (voto, referendo, etc., são expressões desta participação), podendo e devendo exigir, de seu candidato, uma vida íntegra e absolutamente compatível com a moralidade e probidade.
Para exercer o poder em nome do povo, deve o candidato gozar de uma vida pregressa irrepreensível, de um comportamento ético e social que autorize inferir, já no registro da candidatura, que o candidato administrará os bens públicos com responsabilidade, notadamente porque a coisa pública é, por definição constitucional, do povo (res publica). Não é razoável que uma pessoa possa, séria e efetivamente, pleitear um cargo público que exige o compromisso de que administrará a coisa pública com zelo, responsabilidade e moralidade, mas seja possuidor de inúmeras ações penais ou civis contra os valores que deverá, no exercício da função, resguardar (crimes contra a Administração Pública; Ações de Improbidade Administrativa).
Observe que qualquer cargo público exige, de seus candidatos, vida pregressa absolutamente inquestionável, notadamente porque a própria Constituição Federal determina aos agentes públicos comportamento exemplar, já que estabelece no artigo 37, caput, que a Administração direta ou indireta de quaisquer dos poderes da República deverá observar os princípios da legalidade, moralidade, e impessoalidade. O próprio Supremo Tribunal Federal já considerou constitucional a investigação da vida pregressa do candidato ao cargo público, o que, por raciocínio paralelo, também se aplica ao candidato ao cargo eletivo.
Anote-se, outrossim, que o próprio artigo 14, § 9º da Constituição Federal preceitua que lei complementar deverá considerar a vida pregressa do candidato, para estabelecer hipóteses de inexigibilidade, o que autoriza afirmar, com absoluta segurança, que o próprio legislador constituinte admitiu a vida anteacta do candidato como importante fator que deslegitime sua candidatura, caso seja ímprobo ou imoral para exercer tal mister.
Portanto, deve o povo, único e exclusivo titular do poder, mobilizar-se, para demonstrar ao Presidente do Supremo Tribunal Federal que, na verdade, está interpretando a Constituição Federal em desconformidade com o princípio Republicano e da moralidade, que são reais regras limitadoras ao pleito eleitoral, nos termos dos artigos 1º; 14, § 9º; artigo 37, caput, todos da Constituição Federal.
RENATO DE LIMA CASTRO é promotor de Defesa do Patrimônio Público de Londrina
Renato de Lima Castro

Perguntar não ofende...
Essa matéria é do Estadão online:
PF propõe RG digital para combater fraudes
SÃO PAULO - Cerca de 10% de 160 milhões de carteiras de identidade que circulam no Brasil são falsas. São 16 milhões de documentos frios que seguem ativos, em parte, devido à negligência das famílias e dos cartórios em dar baixa em casos de morte, mas principalmente por golpistas da Previdência, eleitores fantasmas e estelionatários em geral. Agora, o Instituto Nacional de Identificação (INI), da Polícia Federal, elaborou um modelo de documento que será debatido hoje num seminário em Brasília. O evento reúne especialistas em identificação e autoridades como o vice-presidente José Alencar e os ministros da Justiça, Tarso Genro, da Defesa, Nelson Jobim, e da Previdência, José Pimentel.
O encontro é preparatório para a aposentadoria da velha carteira de identidade no Brasil. Projetado com alta tecnologia digital de segurança, o novo documento começa a ser distribuído em janeiro e se chamará Registro Único de Identidade Civil (RIC). Será sofisticado e praticamente imune a fraudes. "Os benefícios são incontestáveis para a economia e o combate ao crime", diz o diretor do Instituto, Marcos Elias de Araújo.
Hoje, cada Estado produz o seu modelo de identidade e não há um cadastro nacional que impeça duplicidade de registros. A PF já encontrou pessoas com mais de 20 carteiras de identidade, de Estados diferentes.
Nos próximos dias, o governo vai regulamentar o RIC, criado por projeto de lei em 1997. A migração será obrigatória - mas o prazo para isso será de até nove anos. O projeto do RIC prevê fundos complexos e efeitos ópticos especiais, além de chip que armazenará os dados do cidadão. "Será altamente seguro", disse o diretor, ressaltando que o RIC terá impacto na segurança bancária.
O Velhinho pergunta: Já que vão criar um documento único de identidade, com banco de dados nacional; já que esse documento terá chip de memória, portanto sofisticado; já que existem outros tantos documentos ligados ao cidadão (carteira de reservista ou dispensa de incorporação, titulo de eleitor, carteira de motorista); POR QUE NÃO AGREGAR EM UM ÚNICO DOCUMENTO TODOS OS DEMAIS? Quem sabe não facilitaria também a vida do cidadão? Ou essa iniciativa é apenas para facilitar o controle do Estado?

04 julho 2008

O vídeo que TODOS (e o Velhinho também) esperavam!

Assim, cai por terra qualquer dessas sugestões mequetrefes de que o governo da Colômbia, através do seu presidente Uribe, tenha "negociado" a libertação dos reféns com as FARC. Por terra? Não. Na lama mesmo, lugar onde Chávez, Morales, Correa e o Coma-andante Fidel chafurdam como espécimes de fuça-e-ronca que são. Também sobre lama para todos aqueles, aqui no Brasil, que se declaram "neutros", mas francamente a favor das FARC.
FARC. Esse bando de assassinos, bandidos, terroristras e narco-traficantes está com as horas contadas...

01 julho 2008

Obviedade...
Um bom uso para o "bafômetro"...
De sensibilidade o presidente entende. Nada a ver com eleições. Quem acredita?Como qualquer político, as falas do presidente da República são eivadas de contradições e que boa parte da população não percebe. A oposição, se é que realmente existe, não faz a lição de casa e continua a posar de vilã.
Quer dizer então, que criticar o reajuste bolsa família é falta de sensibilidade? E o que foi o veto presidencial ao aumento para os aposentados naquele caso da MP 288? Sensibilidade demais?
É de ranger os dentes!
A primeira matéria é do Estadão online:
Lula nega que reajuste de 8% do Bolsa-Família seja eleitoreiro
No rádio, presidente afirma que aumento do benefício acima da inflação se deve à crise dos alimentos
SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seu programa semanal de rádio, Café com o Presidente, negou que o aumento médio de 8% - acima da inflação - nos benefícios do Bolsa-Família seja eleitoreiro. Lula afirmou que a razão do reajuste foi o aumento do preço dos alimentos. "[O cálculo] foi feito pelo Ministério do Desenvolvimento Social. E aqueles que falaram que era eleitoreiro são pessoas que me parece que perderam a sensibilidade", afirmou Lula, nesta segunda-feira, 30.
"Nós entendemos que a parte mais pobre da população, que ganha uma ajuda para comprar comida para levar para casa e sustentar a família merecia que a gente fizesse a reposição inflacionária", disse o presidente. Segundo Lula, o governo aceitou reajustar o benefício porque tem dinheiro suficiente no orçamento para tal.
O presidente disse ainda que o governo pretende continuar aumentando o benefício. "Na medida em que puder reajustar mais nós vamos reajustar mais fortemente porque os que recebem o Bolsa-Família são a parte mais pobre da população e nós precisamos cuidar dessa gente com muito carinho", disse.

Para lembrar o caso dos aposentados, segue a matéria do site Milênio:
Aposentados ficam sem reajuste. Lula rebate crítica
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o aumento de 16,67% das aposentadorias maiores do que um salário mínimo. A correção havia sido incluída pelo Congresso Nacional na Medida Provisória (MP) 288, que elevou o salário mínimo de R$ 300,00 para R$ 350,00 a partir de 1.º de abril. A MP aprovada pelo Congresso, foi sancionada e publicada ontem no Diário Oficial da União.
Já se antecipando às críticas da oposição, Lula as classificou de "politiqueiras". O presidente afirmou que não é de seu interesse saber se essa decisão trará ou não problemas em sua campanha para a reeleição. "O que interessa é o problema do Orçamento, que já enfrenta um rombo muito grande", afirmou. "Não havia previsão orçamentária para esse reajuste. Eu não posso ser irresponsável", afirmou o presidente, ao final do almoço oferecido ao presidente de Gana, John Agyekum Kufuor, no Itamaraty.
Leia mais clicando aqui.

E para saber como está HOJE, basta ler esta notícia do O Globo online:
Projeto que estende reajuste aos aposentados do INSS depende de acordo
BRASÍLIA - O presidente de Câmara, Arlindo Chinaglia, disse nesta quinta-feira que ainda não existe previsão para votação do projeto que estende o aumento do salário mínimo a todos os aposentados e pensionistas da Previdência Social. Segundo Chinaglia, além da regulamentação da Emenda 29, a prioridade é votação da reforma tributária.
- Isso vai depender de acordo do Colégio de Líderes - disse Chinaglia.
O líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS) alega que o aposentado do governo Lula melhorou seu poder de compra, mas que o governo não tem "saúde financeira na previdência" para reajustar o salário de todos os aposentados.
- Nosso governo tem uma posição sobre isso, nos queremos fortalecer a previdência pública e queremos garantir aumentos maiores, um pouco além da inflação, para os que ganham um salário mínimo - disse Fontana.

E aí? Dá para acreditar que em ano de eleições certas "bondades" não sejam eleitoreiras?