Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

26 maio 2008

E as previsões vão se concretizando...
AS BAIXAS DAS FARC

Martín Sombra
27/2/2007
Autoridades prendem um dos mais antigos líderes da guerrilha

Negro Acacio
1/9/2007
Responsável pelo negócio das drogas, é morto pelo Exército

Martín Caballero
25/10/2007
Exército mata guerrilheiro acusado de extorsão, assassinato e seqüestro

Raúl Reyes
1/3/2008
Ataque aéreo em território equatoriano mata o número 2 das Farc

Iván Rios
3/3/2008
Foi morto por um camarada, que embolsou uma recompensa de US$ 2,7 milhões

Nelly Ávila
18/3/2008
Conhecida como ''Karina'', rendeu-se ao governo no domingo

Pedro Antonio Marin
Vulgo Manuel Marulanda Vélez, vulgo "Tirofijo"
26/03/2008
Morto por doença - câncer de próstata ou de ataque cardíaco (pouco importa; el cerdo se queda muerto!)

As FARC estão acabando, ainda bem!
Aos que desertarem e se entregarem para as forças legais democráticas da Colômbia, que a mão da Justiça lhes seja pesada.
Aos que tombarem nos confrontos com as forças legais democráticas daquele país, ou pelas mãos de seus "companheiros" terroristas, ou pela vontade da natureza, que seus nomes sejam lançados no monturo dos infernos e cobertos por esterco.
Quem sabe, ainda este ano, possamos postar o que hoje é mera previsão de obituário?

21 maio 2008

Enquanto isso, em um centro de controle de mísseis alhures...
Estória de terror 1
Estória de terror 2
Estória de terror 3
Estória de terror 4
Estória de terror, especialidade da base aliada...
Base do governo fecha acordo para recriar CPMF, diz líder
'Se queremos regulamentar a Emenda 29 precisamos adicionar fontes de receita', diz Maurício Rands
BRASÍLIA - A base aliada do governo fechou acordo nesta terça-feira, 20, para apresentar ao Congresso a proposta de recriação da CPMF na próxima semana, informou o líder do governo na Câmara, deputado Mauricio Rands (PE). Os governistas querem recriar a CPMF, exclusiva para a saúde, com alíquota de 0,1 por cento, o que, por cálculos da base, corresponderia a uma arrecadação de 10 bilhões de reais ano. Na manhã desta terça-feira, em Santos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o governo não tomaria a iniciativa de recriar a CPMF e transferiu ao Congresso a necessidade de encontrar fontes de receita para as novas despesas.
"Nós não queremos fazer jogo de cena. Como temos compromisso de garantir mais recursos para a saúde é preciso que tenham fonte identificada e permanente. Se queremos regulamentar a Emenda 29 precisamos adicionar fontes de receita", disse Rands, não descartando também a taxação extra sobre bebidas e cigarros.
Fonte: O Estadão online.
Comentário do Velhinho: Vão se catar, caríssimos (muito caros mesmo!) deputados! Retirem essa verba dos 20 bi que se pretende dispor para o tal Fundo Soberano e quando o País estiver realmente "ajeitadinho", como diria o presidente Lula, aí sim, pensem num Fundo que dê soberania para a população! Aprendam a cortar gastos ordinários, desses que forram os bolsos dos parlamentares, por exemplo. Acabem com a mamata dos cartões corporativos e com esses tais "gastos sigilosos" com o dinheiro alheio, isto é, o dinheiro do cidadão, eleitor e contribuinte. Comecem a legislar a favor do povo, sem demagogia, que esta é a OBRIGAÇÃO MAIOR de todos os senhores parlamentares.
E enquanto não se indeniza o povo...
Ao menos poderiam oferecer a contrapartida de qualidade, função dos impostos já pagos e não de novos impostos a serem criados...

20 maio 2008

E enquanto não se indeniza o povo...
Quem indeniza o povo?
O Velhinho, este meu alter ego, nasceu comigo em 1954. Nem eu, nem ele sabíamos da existência um do outro.
Em 1964, com 10 anos de idade, tampouco sabíamos da existência de algo chamado "esquerda" ou "direita". Mas se falava naquela época que havia pretensão de se instaurar o comunismo no Brasil.
E como o presidente da República, Jango, dava claros sinais de apoio à Rússia e Cuba - época da Guerra Fria - e no País aumentava o desemprego, a inflação e a carestia, juntou-se tudo e mais um pouco, resultando na Revolução (como querem alguns) ou Golpe (como querem outros) de 1964.
O garoto de 10 anos nem imaginava o que estava no porvir.
Nem o de 14 anos, quando em 1968 ficava claro no País que estávamos em um regime de exceção.
Mas, como diria o Capitão Nascimento, quem disse que a vida é fácil?
Sempre estudando em escolas públicas (afinal de contas, o pai era da Guarda Civil de São Paulo e somente conseguiu promoções trabalhando muito e estudando nas horas vagas, o salário não dava para bancar escolas particulares e mordomias outras), esse já rapaz começou a trabalhar em 1970 e passou a estudar à noite.
Poderia até não trabalhar, mas o mancebo queria por que queria um gravador de rolo, tipo Akai (alguém se lembra?)
O pai recomendou que fosse à luta e que do dinheiro ganho com trabalho honesto, uma parte ficaria sob guarda da mãe, para comprar o tal gravador. Era também uma oportunidade de aprender a lidar com o próprio dinheiro, manjam? Coisas que os pais costumavam se preocupar.
Dez meses depois, havia o suficiente para comprar o gravador, não um Akai, mas um mais modesto e barato, de marca GELOSO.
Nunca mais parou de trabalhar e de estudar.
Em 1974, quando entrou para a PUCSP, em História, começou também a trabalhar numa empresa (como se dizia à época) paraestatal, porque, afinal de contas, para encarar uma PUC tinha de trabalhar mesmo os que não nasceram em berço de ouro. Celetista, sem o abrigo do concurso público ou a mão de padrinhos.
Por conta das escaramuças entre o pessoal de "esquerda" e os de "direita", o estudante passou por poucas e boas. Desde intimidações de adolescentes que exigiam uma postura sinistra, ora a la Mao, ora a la Stálin, ora a la Gramsci, até uma fuga cinematográfica quando da invasão da PUCSP pela Policia Militar.
Em 1976, época do Ame-o ou Deixe-o (atualmente, o Lula é mais categórico: quem não quer o bem do Brasil, que vá embora!) bem que deu vontade, mas cadê a grana para a aventura?
Houveram muitas coisas negativas que marcaram profundamente a juventude do Velhinho. Muitas delas, devido a esse perrengue entre "esquerda" e "direita".
Em 1977 (não se tem como provar, mas é a minha versão), o estudante deixou um livro, exemplar único da biblioteca da PUCSP, para tirar cópia na xerox da empresa paraestatal, pois era muito concorrido e necessário para um trabalho da faculdade. Nunca mais o livro foi visto, desapareceu. Trata-se de "O Estado e a Revolução", de Lenin.
Pouco tempo após o sumiço do livro, veio a dispensa daquela empresa.
Durante algum tempo, e pode ter sido mera paranóia, houve a impressão de que alguém seguia o Velhinho. Nunca houve abordagem, mas era curioso como empresas que davam como certa a contratação, na hora "H", desistiam. Muito curioso.
Ainda assim, continuando a estudar, o Velhinho foi à luta. Até por birra, persistência, casmurrice.
E sempre se defrontando com os questionamentos, muitas vezes impertinentes, dos que se declaravam à "esquerda" ou "direita".
O Velhinho se tornou craque em andar na corda bamba.
Não confiava nem em uns, nem em outros.
Por conta disso, de não entregar a alma para uma determinada ideologia e a consciência para os seus apologistas, a carreira profissional foi prejudicada. Poderia ter sido melhor, mas a que preço???
O Velhinho sempre buscou seguir a Lei, herança familiar, valores bons que foram cultivados em casa.
Nos dias de hoje, vendo aqueles que pegaram em armas para "defender a democracia", dizendo ter "o apoio do povo" - não me iludo, quem pegou em armas não defendia a democracia, mas outro regime totalitário e o povo, ora, o povo não de outorga para os que pegaram em armas; quem assim agiu,o fez por conta e risco - sendo indenizados por seus feitos (terrorismo, assalto a bancos, assassinatos, seqüestros) e outros tantos que por escreverem o que queriam num regime de exceção, se sentiram prejudicados, hoje eu pergunto:
E quem indeniza o Velhinho, pelo que teve de passar pelas querelas desse povo matreiro de extremos opostos?
E quem indeniza o povo, que como o Velhinho passou por muitas e péssimas (poucas e boas não teria sentido), apenas por não querer escolher um lado, mas seguir vivendo da melhor maneira possível e de forma honesta?
Ao povo, Velhinho incluso, restou ser Contribuinte! O que paga as indenizações, o que paga aos governos de todos os tempos e recebe tão pouco em troca; e quando recebe, ou é superfaturado, ou é de qualidade duvidosa, ou vai custar mais um imposto a ser criado.
Nesses tempos de Anistia, quem anistia o Povo? Quem indeniza o povo?
Se esses valentes (e não me refiro àqueles que tombaram, à "esquerda" ou "direita" por conta dos excessos de ambas as partes) tivessem vergonha na cara, pediriam é desculpas por terem criado as condições que permitiram um regime de exceção no País e tudo o de ruim que isso representou.
Mas eles têm vergonha? Alguma vez tiveram?

18 maio 2008

Enquanto no Paraguai queimam nossa Bandeira, por aqui a estão virando pelo avesso e desbotando. E sem ninguém reclamar! Lamentável...
Medida provisória, diz o decano do STF, ministro Celso de Mello, é exceção e não regra
Data maxima venia, preclaro Ministro, a despeito da edição de Medidas Provisórias estar previsto na Constituição, na opinião deste escrevinhador não se trata de regra, nem de exceção, nem tampouco de excrescência. É meramente excremento dos constituintes que passou desapercebido e que já há muito anos fede para valer!
Consideremos que a M.P. venha a ser uma exceção, para ser utilizada em momentos excepcionais para o atendimento de despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública.
Ora, será que não existiria algum outro instrumento legal que permitisse ao Presidente da República, especificamente nesses casos, poder atuar frente ao momento de crise?
Com certeza, caso os constituintes fossem mais previdentes, seria possível; mesmo porque existem outras liberalidades na Constituição que permitem ao Presidente agir nesses momentos de crise aguda.
Contudo, ainda seguindo a letra da Lei Maior, a edição da M.P. de per si nada vale SEM A CORROBORAÇÃO E APROVAÇÃO dos valentes representantes do Povo, eleitos pelo Povo, no Congresso Nacional!
Então vamos combinar uma coisa: Os presidentes da República, desde a Constituição de 1988, usaram e abusaram da edição de Medidas Provisórias com a aquiescência, conivência e submissão do Congresso. Ponto.
Qual desses valentes representantes do Povo, que deveriam LEGISLAR ÚNICA E TÃO SOMENTE EM BENEFÍCIO DO POVO, irá propor uma PEC para se extinguir a edição de Medida Provisória que não seja apenas e tão somente em casos de guerra, comoção interna ou calamidade pública?
E quais desses valentes irão votar para a aprovação dessa PEC, mudando assim o texto constitucional?
Heim?
A matéria é do Estadão on line, seção Opinião.

O STF e o uso abusivo das Mps
Um dia depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter decidido por 6 votos contra 5 que medidas provisórias destinadas a liberar créditos extraordinários podem ser baixadas apenas para o atendimento de despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública, conforme prevê o artigo 62 da Constituição, o presidente Lula assinou duas novas MPs criando despesas e as divulgou numa edição extra do Diário Oficial que circulou na quinta-feira.
As MPs destinam recursos a mais um plano de reestruturação de cargos e salários do funcionalismo público, aumentando de R$ 3,4 bilhões para R$ 10,96 bilhões o limite de gastos com a folha de pagamento da União. Será beneficiado 1,5 milhão de servidores.
A iniciativa de Lula surpreendeu os meios jurídicos e levou a oposição a se recusar a votar as 13 MPs que estão trancando a pauta do Senado. Alguns parlamentares classificaram a iniciativa do Palácio do Planalto como “afronta” à mais alta Corte do País e o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio, criticou o que chamou de “esperteza”do governo, ao destinar os recursos para reajuste de servidores, colocando-os contra quem votar pela rejeição da medida. Os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Mário Couto (PSDB-PA) afirmaram que o presidente pode gerar uma crise institucional se não retirar as duas MPs. E até um parlamentar governista, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), sugeriu prudência ao governo.
Tão grave quanto o desrespeito à decisão do Supremo foi o argumento invocado pela Casa Civil para justificar a publicação das duas MPs. Segundo assessores da ministra Dilma Rousseff, as MPs já estavam assinadas antes da sessão do Supremo, na quarta-feira. A estratégia de divulgá-las às pressas, por meio de uma edição extra do Diário Oficial, configura o que os juristas chamam de chicana. Mais acintosa ainda foi a declaração do advogado-geral da União, José Antonio Dias Tófolli. “A decisão do STF não proíbe o presidente da República de editar novas MPs de crédito extraordinário, se ele entender que a questão é relevante e imprevisível”, disse ele. “O presidente tem o poder de editar MPs, as partes interessadas, de propor ações e o Supremo, de julgar. É assim que funciona”, concluiu.
Não é. O que o chefe da AGU não compreendeu é que, quando o Supremo julga, todos - inclusive o presidente da República - têm de respeitar a decisão. “A decisão vale daqui para a frente”, disse o presidente do Supremo, ministro Gilmar Ferreira Mendes, após lembrar que o presidente da República está proibido de editar MPs que criem despesas fora das hipóteses previstas pela Constituição.
O STF foi taxativo ao afirmar que, ao recorrer abusivamente às medidas provisórias para decidir matérias corriqueiras e autorizar créditos extraordinários, que nada têm de urgência e relevância, o governo vem desrespeitando sistematicamente a Constituição e desfigurando o Orçamento-Geral da União devidamente aprovado pelo Poder Legislativo.
Medida provisória, diz o decano do STF, ministro Celso de Mello, é exceção e não regra. Ou seja, deve ser utilizada com prudência e moderação por parte do chefe do Executivo. No entanto, afirma o ministro, “o excesso de MPs que os sucessivos presidentes editaram, inclusive o atual, transformaram o que deveria ser prática extraordinária em exercício ordinário”. Para se ter idéia da importância e do alcance da decisão do Supremo, entre 2007 e 4 de abril de 2008 foram editadas 23 MPs de liberação de créditos extraordinários, no valor total de R$ 62,5 bilhões, o que corresponde a 10% do Orçamento-Geral da União. No ano passado, o volume de gastos criados por MP cresceu quase 100%. E, dos R$ 16,6 bilhões destinados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em 2007, R$ 11,6 bilhões vieram de créditos extraordinários. “Tem-se na prática um verdadeiro orçamento paralelo”, concluiu Mello.
Ao fechar as portas para esse tipo de “esperteza”, coibir o uso abusivo das MPs e preservar a competência legislativa do Congresso, o Supremo Tribunal Federal buscou restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e assegurar o cumprimento da Constituição. Esse é o principal significado de sua decisão e ao governo resta acatá-la.
E os serviços que o Estado deveria oferecer ao POVO, ó...
XÔ, IMPOSTO! NÃO ACABA MAIS, É???
É o que no dá, não ter Educação de Qualidade PARA TODOS!!!
Sou contra leis raciais no Brasil!
O Velhinho anda sumido, pois a cada dia que passa anda difícil de digerir tanta malandragem, descaso e politicanalha que ocorre como nunca antes "neztepaiz".
Ainda assim, seguimos atuando de outras formas.
Contudo, no momento faz-se necessário a presente postagem de um e-mail encaminhado à Câmara dos Deputados, que segue abaixo.

Senhores(as) Deputados(as),

Sempre procurei agir contra preconceitos, na forma que se apresentam, sejam raciais, religiosos, de opções quanto a sexualidade ou ideológicos.
Venho, como cidadão, eleitor e contribuinte, me posicionar contrário à aprovação de leis raciais no Brasil.
Sou contrário às chamadas cotas raciais para universidades, pois a solução não está no acesso à Academia, mas sim em uma política de Ensino Público de qualidade para todos os cidadãos brasileiros, independente de cor da pele, crença religiosa ou condição financeira ou social.
Todos sabemos que o acesso aos bancos de uma Universidade nunca foi, não é e nem será para todos os cidadãos de qualquer país, regido por qualquer sistema político; somente os que mais se dedicarem nos estudos, considerando-se um bom sistema educacional para todos, é que o conseguirão.
Nosso sistema educacional é injusto, não porque segrega o negro, mas porque segrega a maioria da população da classe média e os pobres, que não tem condição de bancar professores e escolas particulares onde o ensino, via-de-regra, é de qualidade superior ao da escola pública.
A votação, prevista para os próximos dias, de projeto de lei sobre o sistema de cotas raciais deve ser REJEITADA.
Não importa a cor de nossa pele, somos todos da RAÇA HUMANA! Estamos no século XXI e não no XVI.
Caso venha a ser aprovada pelos senhores(as) Deputados(as), contribuirá mais para segmentar a união de um povo rico em sua diversidade cultural, do que para reparação de eventual prejuízo.
Como representantes do POVO BRASILEIRO, eleitos num regime Democrático e de Direto, cabe aos senhores(as) Deputados(as) a tarefa de legislar para TODOS OS BRASILEIROS e não para parcela da população definida seja pela cor de sua pele, seja por suas crenças religiosas, seja por suas opções sexuais, seja por seu pensamento ideológico.
Não sejam submissos a interesses outros que não este: SERVIR AO POVO BRASILEIRO, COMO UM TODO!

Para saber mais, leia aqui o documento "Cento e treze cidadãos anti-racistas contra as cotas raciais".
Para mandar seu protesto para a Câmara dos Deputados, copie e cole os endereços aqui.