Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

10 janeiro 2008

Quem são essas pessoas?
A situação dos chamados "morador de rua" não é novidade na cidade de São Paulo, nem deve ser nas grandes metrópoles, nem do Brasil, nem do mundo.
E o Estado, seja no nível federal, estadual ou municipal nunca consegue construir ações que, ao menos, minimizem o problema social.
Grosso modo são pessoas que migraram de outros municípios, outros estados e, às vezes, outros países.
Não conseguem emprego e sobrevivem da mendicância, quando não de pequenos crimes. São párias porque o Estado assim o quer, de um lado, e de outro porque existe a tendência do assistencialismo perpétuo.
Na marginalidade, nem conseguem ser favelados - outra aberração que o Estado mantém pela inação.
Alguns grupos são cooptados pelos chamados "movimentos sociais" e passam a praticar invasões em prédios, públicos ou privados.
A resposta dada pelo Estado e por partidos políticos é a mesma. Assistencialismo.
Não existe outra alternativa?
A matéria é do Estadão online:
73 famílias vivem em rua da Móoca
Após desabamento, grupo recusa albergue e improvisa acampamento
Setenta e três famílias estão morando nas calçadas das Ruas Dom Bosco e Lins, na Mooca, zona leste de São Paulo, há uma semana. Elas ficaram desabrigadas, depois que parte do teto de um galpão invadido por elas desabou na tarde do dia 1 º de janeiro. A Subprefeitura da Sé ofereceu aos moradores abrigo em um albergue, mas eles não aceitaram e optaram por montar suas "casas" nas calçadas da via.
A partir de hoje, a Secretaria Municipal da Habitação distribuirá, segundo a subprefeitura, uma verba de R$ 900 para que as famílias deixem as ruas e aluguem um imóvel. "No albergue eles não aceitam nossas coisas", reclamou Andrea Monteiro da Silva, de 22 anos, que morava no galpão há quatro anos.
Outras famílias também não foram para equipamentos da Prefeitura porque não quiseram deixar os pertences para trás. Então, elas montaram as residências improvisadas nas calçadas com pedaços de madeira. O "telhado" foi levantado com lonas azuis e verdes presas nas fachadas e postes.
A situação dos moradores é precária. Muitos estão, desde o dia do acidente, sem tomar banho. A cozinha e o banheiro são emprestados de bares próximos.
No dia 1º de janeiro deste ano, parte do teto do galpão abandonado desabou. Os moradores contaram que a sustentação do teto da estrutura era feita por quatro vigas de madeira, sendo que uma delas se rompeu antes do acidente. "Era para ter matado todo mundo", relembrou Andrea.
O imóvel está interditado. "Toda estrutura está danificada e pode desabar a qualquer momento", afirmou o coordenador de Ação Social e Desenvolvimento da Subprefeitura da Sé, Renato Barreiros. Ele contou que, antes de ser invadido, uma indústria têxtil e um estacionamento funcionaram no local. Na próxima sexta-feira, Barreiros vai recebe as 73 famílias desabrigadas para ver quais tipos de benefícios sociais os desabrigados poderão receber.

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