Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

08 janeiro 2008

O Judiciário também tem seus podres...
Deu no Consultor Jurídico:
Disque MP para matar
Quatro promotores mataram. Nenhum está preso
por Carlos Brickmann
São quatro casos de mortes envolvendo promotores públicos:
1 – Um assassinou a tiros a esposa grávida, tentou forjar um assalto, foi desmascarado, julgado e condenado, fugiu. Não se vê muito empenho para encontrá-lo.
2 – Um, na praia, durante o Réveillon, atirou em um jovem, matando-o, e feriu outro.
3 – Um, parecendo bêbado, guiando na contra-mão, atropelou e matou três pessoas.
4 – Um, reagindo a um assalto, matou o assaltante com dez tiros. A arma não era dele, nem poderia ser. É de uso exclusivo das Forças Armadas.
Nenhum está preso. Algumas perguntas:
1 – não se estará formando uma casta que, como os agentes secretos de Sua Majestade, têm licença para matar?
2 – que tipo de teste avalia o equilíbrio emocional de profissionais que, em casos de emergência, são capazes de dar dez tiros seguidos numa única pessoa?
3 - o promotor não é simplesmente um acusador. É o Fiscal da Lei, é a Justiça de Pé. Como se explica que um cavalheiro com essas atribuições prefira uma arma ilegal, mesmo tendo licença para usar uma legal?
Imagine o caro leitor que um cidadão, com arma ilegal, desse dez tiros num promotor que estivesse na motocicleta. Estaria solto? Não teria havido flagrante?
Sabemos, nós todos, que essa história de igualdade perante a lei não é lá muito verdadeira. Mas será preciso exagerar de tal maneira a desigualdade?
Em dúvida:
Os cursos de tiro em situação de combate ensinam os alunos a disparar rajadas curtas, de dois tiros, uma ou duas vezes. Ensinam como é que se mata e como é que se imobiliza. Os promotores, quando recebem licença para andar armados, participam de algum treinamento para utilizar corretamente as armas?
[Essa coluna é publicada às quartas-feiras no Diário do Grande ABC, Folha de Pernambuco, Correio Popular(Campinas), O Dia (Teresina) e no site www.brickmann.com.br]

Revista Consultor Jurídico, 8 de janeiro de 2008

Comentário do Velhinho: E como ficou o caso daquele juiz que matou um vigia no supermercado?

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