Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

28 setembro 2007

Diz-me com quem andas, que te direi quem és...
O mérito da lembrança é de Reinaldo Azevedo.
É de pasmar. O presidente da República, Sr. Lula, o governador de São Paulo, Sr. José Serra, e o prefeito da cidade de São Paulo, Sr. Kassab, na inauguração da RecordNews, ao lado do, ãhn, Bispo Edir Macedo.
Vale a pena rever este vídeo da Globo, disponível no Youtube. Clique na imagem abaixo.
Pois é. Acredite quem quiser...
A matéria vem do Estadão on line:
"Lula demonstrou irritação ao dizer que 'não havia nenhum motivo para que o Senado derrubasse a medida provisória' e não precisa 'barganhar' para obter apoio no Congresso. Apesar disso, garantiu que encarava com 'naturalidade' a derrubada da MP. 'Então as pessoas precisam compreender apenas isso: quando um projeto chega ao Congresso, o Senado, a Câmara podem melhorar as coisas. Naquilo que eles pioram eu tenho o direito de veto. Portanto, para mim, isso é o exercício da democracia. É uma coisa que eu respeito', argumentou. 'Para mim essas coisas não são para deixar ninguém nervoso, irritado, achando que o mundo acabou. É um respiro mais forte que aconteceu e que vamos tomar as medidas cabíveis'."
Leia a íntegra aqui, se tiver interesse. Mas não deixe de ver a charges abaixo.
Nem há necessidade de comentar, só de aplaudir...
Somos das elites, sim

João Mellão Neto

Se você se formou em alguma faculdade; se você, por acaso, aprendeu mais de um idioma; se você é um profissional liberal bem-sucedido ou ocupa um cargo elevado na empresa em que trabalha, cuidado. Esconda os seus diplomas no armário, jamais torne a usar os seus ternos sob medida e trate de comprar um carro velho ou popular. Demonstrar mérito ou ostentar sinais de prosperidade, no Brasil, agora é pecado. Essas coisas significam que você faz parte das nossas pérfidas elites e, portanto, carrega consigo grande parte da culpa pela miséria em que vive razoável parcela da população.
É curioso. Eu nunca interpretei o termo elite por um ângulo pejorativo. Ao contrário. Elite, para mim, sempre significou os melhores dentre os melhores em cada área. Há a elite dos empresários, como existe a elite dos médicos, a dos políticos ou a dos advogados. Com exceção de parcela da elite econômica, cujo patrimônio veio por hereditariedade, ninguém vem a ser reconhecido como membro de alguma elite se não demonstrar mérito, talento e empenho pessoal. São todos pessoas de peso, merecedoras da admiração geral. Ou, pelo menos, era assim até a chegada da companheirada ao poder, há quase cinco anos.
Confesso que não me surpreendi com essa total inversão de valores. Quando cursava a faculdade, em meados dos anos 1970, um dos mitos mais caros do pensamento esquerdista era o que pregava que todas as mazelas do Brasil eram culpa exclusiva de suas execráveis elites. O povo em geral, os cidadãos humildes, era puro de alma, solidário por natureza e sempre pronto a empenhar o melhor de si em prol da coletividade. Mas ele não tinha chance de fazê-lo porque as elites, egoístas e gananciosas, não lhe davam oportunidade. É mais ou menos a forma como os marxistas tradicionais idealizavam a classe burguesa. Elimine-se a burguesia e os seus valores, e a sociedade, quase que naturalmente, se tornará justa, fraterna, cooperativa e voltada para o bem comum.
Quatro décadas depois, mesmo com a utopia comunista já devidamente sepultada, alguns cacoetes do pensamento esquerdista ainda remanescem. Um deles é este da dicotomia entre um povo bom e generoso e uma elite perversa e individualista.
Todo raciocínio simplista é eivado de contradições. Os companheiros ainda não se deram conta de que, uma vez no poder - e com amplo controle sobre o Congresso -, são eles, agora, a elite política do País. E elite não no sentido de mérito, como referido acima, mas, sim, pelo fato de que são eles a classe dominante da Nação.
Embora execre as elites, essa gente, paradoxalmente, faz parte delas há muito tempo. Desde o final dos anos 70, são eles, incontestavelmente, que compõem a elite sindical do proletariado deste país. Sempre ocupando cargos na diretoria dos sindicatos, boa parte desse pessoal nunca trabalhou, de fato, no chão das fábricas. Além disso, em função de seus postos na burocracia sindical, eles sempre perceberam vencimentos integrais e gozaram de estabilidade absoluta no emprego, algo que nem os mais renomados membros das demais elites jamais ousaram sonhar. Paladinos dos miseráveis, pobres, por sua vez, eles nunca foram. Com salários nunca menores que o equivalente a sete ou dez salários mínimos, todos eles sempre lograram possuir casa própria e automóvel, o que os classificaria, no mínimo, como classe média.
Por que, então, esse ódio às elites e a tudo o que elas representam? Note-se aqui que o designativo elite não vale apenas para o topo da pirâmide social, mas abrange, também, toda e qualquer pessoa que demonstre auferir rendimentos acima da média, tenha algum estudo e cultue hábitos minimamente refinados.
A contraditória “elite antielites” que nos governa não se dá conta de que, se Lula pode dar-se ao luxo de distribuir o Bolsa-Família a 11 milhões de famílias, isso só é possível graças aos escorchantes impostos que as nossas odiáveis “elites” recolhem ao Tesouro. A carga tributária que incide sobre a classe média é proporcionalmente muito maior do que a do resto da sociedade.
Os petistas que me perdoem, mas eu sempre tive e terei orgulho de fazer parte dessas elites que eles tanto condenam.
São essas elites que formam o sal da terra de toda e qualquer sociedade. São elas que produzem riquezas, criam valor e fazem a economia andar. Devemos a elas o fato de, graças a sua especialização, a sociedade poder oferecer serviços de qualidade em todas as áreas do conhecimento. São elas que, pelo hábito de ler livros e jornais, compõem a opinião pública de uma nação.
Se o presidente Lula não quis estudar (tempo ele teve para isso), é um problema exclusivamente dele. Mas que não venha a nós fazer proselitismo de sua insuficiência acadêmica. Que não tente, por seu exemplo pessoal, influenciar os nossos filhos no sentido de que a indigência cultural é uma virtude e que o pouco saber é uma ferramenta útil para preservar a pureza e as boas intenções das pessoas.
Paralelos de obscurantismo, na História, nós só encontramos na Revolução Cultural chinesa, quando, a partir de 1964, Mao, em seus delírios, decidiu humilhar e “reeducar” todos os chineses que tinham um grau mínimo de instrução. O resultado, como era de esperar, foi desastroso. Após 14 anos, os mentores da tal “revolução” foram todos para a cadeia, Deng Xiaoping, com a inestimável ajuda dos antigos intelectuais, logrou reerguer a nação e a China, hoje, é o país que mais leva o ensino a sério e envia estudantes para aperfeiçoamento no exterior.
Somos elite, sim, sr. Lula, e com muito orgulho. Nós lutamos para chegar lá. Somos esforçados, esclarecidos e, sobretudo, independentes. É por isso que nós sempre relutamos em sufragar o seu nome. A nós nos repugna a idéia de alienar os nossos votos a troco de uma mesada de alguns poucos reais.

João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário
e ministro de Estado
E-mail: j.mellao@uol.com.br
Fax: (11) 3845 1794

Fonte: Estadão online

27 setembro 2007

O que pega é a qualidade do parlamentar (ou, no caso, paralamentar!) e não o Congresso...
Como assim, não confiam no Congresso?
O Velhinho costuma ler toda madrugada a Tribuna da Imprensa online.
Claro que sempre podemos concordar ou discordar com opiniões e matérias publicas. Faz parte da democracia, pois não?
E o Velhinho faz esta postagem para discordar, não da matéria em si mas da manchete da matéria: "Maioria dos brasileiros não confia no congresso".
Ora, se a maioria dos brasileiros não confiasse no Congresso, ou seja, no Senado e na Câmara dos Deputados, como explicar as últimas votações dos parlamentares que compõem o Legislativo?
Não haveria sentido em obter votos para senadores e deputados federais, caso a maioria do brasileiros não acreditassem na Instituição.
O que está por detrás dessa manchete?
Fica-se com a impressão de que melhor seria sem o Congresso.
Será que já não basta as vezes em que o Congresso Nacional foi fechado ou engessado pelo totalitarismo de ocasião que reinava? É preciso, como sugere membros do PT, por exemplo, que se extingua o Senado? Ora, bolas, por que então já não tentar um golpe contra as Instituições da República e se fechar as duas Casas de vez?
Quem quer isso?
Acho que uma manchete mais correta para a matéria poderia ser:
"A maioria dos brasileiros não acredita nos políticos que compõem o Congresso"
Ou ainda:
"A maioria dos brasileiros não confiam nos parlamentares que elegeram para o Senado e a Câmara dos Deputados".
Afinal de contas, não é o Poder Legislativo que quebra o decoro, que não cassa seus pares e muito menos entra em barganha com o Poder Executivo para a aprovação de medidas provisórias e PECs. São os senhores(as) Senadores(as) e Deputados(as) Federais. Nem todos, é claro. Hão aqueles que se dão o respeito. Poucos, mas esses existem, sim.
Quanto a matéria em si, desde sempre o Velhinho desconfia de pesquisas que projetam uma tendência para uma população de 189.799.962 de brasileiros, baseada num universo de meros 2.011 entrevistados, por não corresponder, necessariamente, a uma verdade.
Não conheço a pesquisa, o que e como foi perguntado e, principalmente, como foram acessados esses 2.011 pesquisados.
Mas uma coisa é certa. Se existe uma má imagem do Senado ou da Câmara, no entendimento do Velhinho, deve-se única e exclusivamente à ação equivocada ou omissão de parlamentares, os quais não merecem o voto (de confiança) que lhes foi dado pelo eleitor.
Que nas próximas eleições se mudem tais parlamentares através das urnas!
Na realidade, é justamente a imagem desse tipo de parlamentar que acaba por enxovalhar uma Instituição como o Poder Legislativo, a ponto de surgir manchetes como essa, ou, ainda, de um partido político sugerir a extinção do Senado.
Óbvio que o Velhinho pode estar equivocado. Mas o momento é de atribuir responsabilidade (culpa atribui o Poder Judiciário) a quem de direito e preservar as Instituições que são a base de nossa democracia. Que pode não ser a melhor do mundo, mas é a que temos e antes com ela que sem democracia alguma.
E durma-se com um baita barulho desse...
Tribuna da Imprensa online
27/09/07
Maioria não confia no Congresso
SÃO PAULO - Não confiam na Câmara dos Deputados 83,1% dos brasileiros e não confiam no Senado 80,7%, revela pesquisa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que reúne cerca de 15 mil juízes em todo o País. O estudo mostra que a maioria maciça (94,3%) considera que político processado na Justiça não pode disputar eleição.
Apenas 4,3% aprovam essa situação, que não é vetada pela legislação eleitoral, exceto nas ações julgadas definitivamente e, ainda assim, quando a penalidade é aplicada expressamente em sentença. A pesquisa intitulada "Imagem das Instituições Públicas Brasileiras" será divulgada hoje, em Brasília.
Em audiência pública, a Comissão de Legislação Participativa e a AMB vão promover um debate no plenário 3 da Câmara, anexo II. A pesquisa foi encomendada pela AMB à Opinião Consultoria, com apoio do Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Brasília (UnB).
Realizada em agosto, antes da votação a portas fechadas que livrou da cassação o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a consulta foi feita a 2.011 pessoas em todo o País, de diferentes profissões e segmentos da sociedade civil.
Do universo de entrevistados, 20,3% são servidores públicos, 37% funcionários de empresas do setor privado e o restante empresários, industriais, comerciantes, autônomos e donas de casa. 45,6% são mulheres e 54,4% homens. O levantamento, segundo a AMB, busca avaliar a confiança dos brasileiros nas instituições e órgãos públicos. Questões sobre a imagem do Judiciário também constam da pesquisa, além de outros temas, como foro privilegiado, a luta contra a improbidade, reforma política e confiança nos políticos.

Nível de confiança
Apenas 12,5% confiam na Câmara, 14,6% no Senado. Uma minoria não soube avaliar: 4,4% no caso da Câmara, 4,7% com relação ao Senado. A série de questionários abordou outros aspectos de interesse público, como o nível de confiança do País na Polícia Federal e se a população acredita efetivamente que a corrupção pode ser combatida.
A pesquisa incluiu avaliação sobre imprensa, prefeitura, governo estadual e federal, Juizado de Pequenas Causas, Supremo Tribunal Federal, juízes, Poder Judiciário, Justiça Eleitoral e do Trabalho, PF, Forças Armadas, partidos, políticos, Câmara Municipal, Câmara dos Deputados e Senado.
Na apresentação de hoje, o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Rodrigo Collaço, e os professores Ricardo Caldas e Robson Pereira, da UnB, farão uma análise dos resultados da abordagem. A metodologia será apresentada por David Lima, da Opinião Consultoria, responsável pela execução do trabalho.

Debate
Deputados vão participar de um debate sobre os fatores que mais afetam a imagem do Legislativo, do Judiciário e do Executivo. Para o professor Caldas, a pesquisa contribui para a discussão da desgastada imagem das instituições públicas.
A AMB não quis, desta vez, limitar o rol entrevistados a seus filiados, que são exclusivamente magistrados. Em 2006, a entidade fez uma pesquisa entre os juízes e concluiu que 98,5% da toga considerava que "a ação nefasta e endêmica da corrupção" na administração pública era a maior causa da estagnação do País.
Dos magistrados, 95,4% defenderam a atualização da tipificação dos crimes eleitorais como forma de evitar a reedição do mensalão no Congresso. Naquela ocasião, foram ouvidos 3 mil juízes. O levantamento teve coordenação da socióloga Maria Tereza Sadek, que é pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP).

26 setembro 2007

Senadores(as), a CPMF é uma VERGONHA! O que se faz para aprová-la, é INDECENTE! (XÔ, CPMF!!!) - (2)
Será que o SERASA aceita colocar o Estado como mau pagador?
Deveria, no mínimo, por uma questão de isonomia.
Quando o Estado usa desse expediente para garantir que o cidadão e contribuinte venha a pagar suas dívidas de tributos, sem que esteja esgotado o amplo direito de defesa do contribuinte perante a Justiça, o cidadão e contribuinte que tem o Estado como devedor, por exemplo, em precatórios já transitados em julgado e não recebe, também deveria ter o mesmo direito. E a ação do SERASA e das instituições financeiras deveriam ser coerentes com ambas as partes. Não recomendar e nem oferecer crédito para nenhum dos maus pagadores.
E o Estado É mau pagador.
A matéria é do Estadão on line.
"A inclusão dos devedores da União em sistemas de proteção ao crédito alcançará todas as dívidas superiores a R$ 1.000 e não será limitada à Serasa. O governo também vai disponibilizar a lista de quem não paga tributos ao SPC e à Equifax, empresas que já pediram acesso aos dados, segundo o procurador-geral da Fazenda Nacional, Luís Inácio Adams."
"Para Adams, não há coação, mas o uso de instrumento legal para agilizar as cobranças. 'O sistema [de proteção ao crédito] induz ao pagamento e à regularização [fiscal]. O que não posso é admitir uma situação em que o contribuinte deve, não nega e não paga'."
Leia a íntegra aqui.
Verdade, senhor Adams? Mas o senhor pode admitir a situação em que o Estado deve, não nega e não paga, não é mesmo? E se comparar o poder do Executivo e do contribuinte para mover e manter uma ação na Justiça por anos a fio, também existe uma diferença, pois não? O contribuinte só conta com sua fonte de rendimento e precisa contratar advogados para tais ações. O Estado tem recursos e advogados - até procuradores - bancados, que ironia, com o dinheiro de tributos que saem... dos contribuintes! E o Judiciário, também é pago igualmente pelo contribuinte.
E o SERASA? Quem é que paga ao SERASA para existir? São 57 instituições financeiras, sendo as principais: Banco Itaú, Unibanco, Bradesco, Banco Alvorada, HSBC e ABN Amro Real.
São essas atitudes que levam ao sentido, para o cidadão comum, eleitor e contribuinte, de que o Estado não está a serviço da população, e sim, que a população é um refém do Estado que paga seu resgate diariamente e durante toda a sua vida. Às vezes, até depois da morte.
E durma-se com um barulho totalitário desses...
Senadores(as), a CPMF é uma VERGONHA! O que se faz para aprová-la, é INDECENTE! (XÔ, CPMF!!!)
Agora a Casa do Povo é a praça pública?
Gostaria de saber quais são as regras para se visitar o Senado e a Câmara do Deputados, ambas compondo o Congresso Nacional que, no entender do Velhinho, é a Casa do Povo.
Pelo povo são eleitos representantes das duas Casas.
Por óbvio, deve ser proibido visitar essas Casas Legislativas em trajes de banho. Pode ferir, ãhn, o decoro de alguns parlamentares.
Invadir, já sabemos que é permitido, inclusive com direito a quebra-quebra e discurso de lideranças, conforme praticado pelo MSLT. Alguém está sendo processado pelos danos causados?
Agora, leiam este trecho de matéria da Tribuna da Imprensa online de hoje:
"À tarde, a presidente nacional da juventude do PSDB, Kamyla Castro, que circulava pelo Senado com uma camiseta preta com os dizeres, em branco, 'Fora Renan', foi convidada a se retirar da Casa pelo chefe da segurança, Pedro Ricardo de Araújo.
Ele solicitou que a jovem o acompanhasse para prestar esclarecimentos. Kamyla, no entanto, buscou refúgio na liderança do PSDB no Senado. Segundo Araújo, o tipo de manifestação feita pela tucana não é permitido na Casa.
'Essa foi uma manifestação de desapreço. E aqui não é permitida nem de apreço nem de desapreço', afirmou o chefe da segurança. 'Ela terá de ser ouvida e não pode ficar aqui. Isso aqui não é praça pública', avisou."
O Velhinho não gosta muito de determinadas posturas, em especial de parlamentares do PSDB. Sim, existem os que tentam fazer oposição, mas fica a impressão que esqueceram o que é ser da oposição.
Por outro lado, a jovem Kamila não estava liderando uma marcha da juventude do PSDB para invadir ou tumultuar os trabalhos do Senado. Não estava discursando aos brados contra Renan Calheiros. Estava, simplesmente, usando uma camiseta onde se lia "FORA RENAN". Não tinha o direito? Será que se o Lobão, com sua camiseta "PEIDEI, NÃO SEI QUEM FUI" tratamento de Kamila, se viesse a visitar o Senado? DUVI-D-Ó-DÓ!.
E que estória é essa de "prestar esclarecimentos". A jovem Kamila cometeu crime? Representava alguma ameaça real à integridade física dos Senadores e Senadoras?
A propósito, que algum Senador ou Senadora me responda: O Senado é ou não é um prédio público, cuja construção e manutenção é paga com dinheiro público, que por sua vez vem dos bolsos dos contribuintes, ou seja, do povo? E quem paga o salário do chefe de segurança do Senado? Não é o povo? Então, o Senado não é público? O povo deve ficar na praça pública, que seria o seu lugar?
Quem sabe os senhores senadores não se sensibilizem com a atitude e fala do chefe da Segurança, o senhor Pedro Ricardo Araújo, e o convidem a se juntar ao povo, pondo-o no ôlho da rua?
Ah, bem. É funcionário público. Antes de pô-lo no ôlho da rua cabe um processo administrativo. Algo precisa ser feito, senhores(as) Senadores(as).

25 setembro 2007

Não é por acaso que os Bancos lucram tanto...
E o Governo, que quer tutelar o cidadão até no que deve debater ou não, nem tenta controlar o assalto ao bolso do consumidor. Aumentar o rendimento da poupança, nem pensar. Acabar com a CPMF, então, é pecado. É mole ou quer mais, cidadão, eleitor, contribuinte?
A matéria é do Globo online.
"Pelas projeções, um consumidor que usar R$ 1.000 de seu limite do cheque especial (a modalidade de crédito mais cara, com taxa anual média de 139,5% ou 7,55% ao mês), depois de um ano, estará devendo ao banco R$ 2.395. Por outro lado, se aplicar os R$ 1.000 na poupança, o investimento de maior segurança e, portanto, o de menor rendimento, ele terá ao fim de um ano R$ 1.075, estimados o rendimento médio de 0,60% ao mês (7,5% ao ano). Com isso, o valor pago pelo devedor é 1.760% maior do que a remuneração do dinheiro aplicado na poupança".
Leia a íntegra aqui.
É uma VERGONHA, senhor ministro Paulo Bernado! (XÔ, CPMF!!!)
Velhinho´s Believe it or not...(36)
Parodiando a marca registrada de Robert Rypley, o Velhinho começará a destacar frases, senão fantásticas, ao menos um tanto surreais.
Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, ontem em Curitiba: "Não podemos generalizar, mas não tem dúvida de que por trás do clamor que a sociedade faz para que se baixe a carga tributária, é evidente que tem o movimento político para desestabilizar as contas do governo e conseqüentemente tentar prejudicar o presidente Lula ou coisa parecida; e não tem dúvida de que tem também a parcela daqueles que sonegam e que vêem a CPMF com ódio porque é uma espécie de dedo-duro da sonegação".
Disse ainda não existir barganhas do Governo para a obteção da aprovação da CPMF: "Quem está falando isso é o pessoal da oposição, principalmente o PSDB e o PFL, que agora se chama DEM. Mas eles inventaram essa CPMF. Não sei se eles fizeram essas barganhas quando criaram e renovaram por três ou quatro vezes a CPMF, mas eu posso dizer que nós não estamos fazendo nada que possa envergonhar o País".
"A discussão que temos de fazer é como podemos aproveitar o momento positivo de crescimento econômico e fazer um movimento de redução gradativa da carga tributária"
"É uma cobrança que a sociedade faz, de maneira justa, e o governo aceita esse debate".
Fonte: Tribuna da Imprensa online.
Comentário do Velhinho: Então, senhor ministro, a Sociedade clama e quem comanda esse clamor é algum movimento político para desestabilizar o Governo? Quando o PT era oposição e Lula não era presidente da República, a população também clamava pela redução de tributos e contra a CPMF. Então, naquela época, algum movimento político manipulava a Sociedade e tentava desestabilizar o Governo?
E essa estórinha da carochinha de que, além de algum movimento político, existe também o movimento de sonegadores tão poderoso que é capaz de influenciar na opinião da Sociedade? Dedo-duro da sonegação? Verdade? Pois bem, preclaro ministro, desde que foi implantada a CPMF, quantos foram os sonegadores detectados através desse tributo e que estão puxando cana dura? Quem são eles? Algum deles costuma carregar dólares ou euros na cueca, ou guardar 300, 500, 800 mil reais - ou mais - em dinheiro vivo nos colchões e paredes de suas residências, ao invés de depositar em cadernetas de poupança e aplicações financeiras legais? Como é que o dedo duro da CPMF não foi capaz de apontar com presteza para os recursos não contabilizados manobrados por Marcos Valério e Delúbio Soares? Como não detectou a dinheirama que chegou às mãos do Roberto Jefferson? Como não impediu o depósito de pagamento em contas no exterior de Duda Mendonça? São esse sonegadores a que o senhor ministro se refere? E eles estão na cana dura? Tiveram seus bens penhorados para ressarcir a sonegação realizada?
E quem é o senhor, senhor ministro, para querer impor para a Sociedade o que deve ou não ser discutido? A Sociedade, caso o senhor não tenha percebido e nem tenha material para sabê-lo, está cansada da alta carga tributária. E a grande maioria da população não pode sonegar simplesmente porque tais tributos ou estão embutidos nos custos de produtos e serviços, ou são retirados na folha de pagamento, ou da conta bancária. Não se paga boleto à parte desses tributos, senhor ministro, para que se possa sonegá-los.
O debate que o governo não aceita é a da extinção da vergonhosa CPMF que tributa em cascata o mesmo dinheiro que passa pela conta corrente de vários contribuintes. Nem é caso de bi-tributação, mas de multi-tributação.
O governo precisa desse dinheiro do resgate da CPMF, mantendo os contribuintes como eternos reféns do Estado, caso contrário não consegue governar? Verdade? Isso não é, na realidade, acomodação do Governo que prepara um orçamento contando com o ovo no fiofó da galinha? Por que o Governo não tenta economizar e cuidar melhor da fiscalização do erário público, em vez de simplesmente aumentar a carga tributária?
Se ainda houvesse retorno de qualidade e em quantidade suficiente para os cidadãos na contraprestação de serviços em Saúde, Educação, Transporte, Moradia e Segurança, ninguém, senhor ministro, reclamaria dos tributos.
Se o seu problema é a sonegação, proponha uma aliquota de, por exemplo, 0,05% para a CPMF e, com certeza, ela será aprovada e a Sociedade até engolirá.
Se o seu problema e obter 38 bilhões em recursos para programas sociais, proponha ao Governo o corte de despesas supérfluas e melhor controle dos gastos públicos.
Mas não queira defender o indefensável, senhor ministro.
E durma-se com o barulho de um Governo desse...

24 setembro 2007

PAC deveria ser PAQ... de PAQUIDERME...(lembra melhor o "elefante branco")
O Velhinho já sabe em quem NÃO vai votar...
Ao menos, caso a Sra. Dilma venha a se candidatar ao cargo de presidente da República.
A fala dessa senhora lembra muito a de um ex-ministro e a do próprio atual presidente Lula.
É carregada da arrogância de que acredita SER o poder e não ESTAR no poder, bem como um tanto megalônoma.
A matéria é do Estadão on line, com comentários intercalados.
Dilma Rousseff: Ministra rebate críticas à execução dos programas do PAC e defende um orçamento específico para as reguladoras
Ribamar Oliveira
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, considera que "chegou a hora" de discutir um "orçamento específico" para cada agência reguladora. Em entrevista ao Estado, logo após o segundo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Dilma manifestou-se favorável à autonomia financeira das agências e disse que, em todas as instâncias do governo, está defendendo "um aumento da transferência de recursos" para elas.
A ministra não aceita a crítica de que a execução orçamentária do PAC está baixa e diz que o governo também foi obrigado, nos últimos anos, a fazer várias correções em programas que encontrou. A seguir, trechos da entrevista.

Estamos em setembro, faltam apenas três meses para o fim do ano e o governo só empenhou 45% dos investimentos previstos no PAC e menos de 10% de pagamentos. É uma execução baixa.
Não concordo. Ao contrário, estamos acelerando o PAC. A cada quadrimestre, o PAC tem uma aceleração quase exponencial. Nós saímos do nada. Além de construir projetos em algumas áreas, que simplesmente não existiam, tivemos de fazer um conjunto de correções nos últimos anos.
Comentário do Velhinho: Pode até não concordar, direito da Ministra. Mas são fatos que não se pode contestar, apenas tentar explicar ou justificar. Mas o Velhinho gostaria de saber, com a comprovação numerica, qual dos PAC ou quais itens do PAC tem uma "aceleração quase exponencial"? Na realidade, o que quer dizer exatamente isso? Onde estão os resultados práticos dessa afirmação?
E essa absurda retórica demagógica de que "Nós saimos do nada"? Nós, quem, cara-pálida? Quer dizer que não houve maquilagem de projetos de governos anteriores, que sofreram correção, e foram juntados no tal PAC? Tenha dó, ministra. O PAC é uma costura parecida com o Bolsa-Família, que agregou num só programa, outros programas de governos anteriores. Por que falar a verdade dói?

O que se diz é que os empresários não entraram para valer no PAC por faltar estabilidade nas regras e marcos regulatórios adequados.
Eu acho estranhíssima essa história. Estive, recentemente, com empresários espanhóis e italianos. Eles acham que o Brasil está estável. Eu gostaria de saber que instabilidade é essa a que você se refere e onde ocorre. Quero saber onde foi desrespeitado algum contrato ou onde manipulamos ou modificamos regras estabelecidas. Eu, enquanto estive no Ministério de Minas e Energia, honrei todos os contratos. Aliás, fui responsável pela estabilidade do mercado atacadista de energia que, até eu chegar, não funcionava.
Comentário do Velhinho: Em outras palavras, nunca antes "neztepaiz" se teve uma estabilidade no mercado atadista de energia, desde o tempo de Cabral (o Pedro Álvares, não o Sérgio), por conta disso, só agora os empresários espanhóis e italianos acreditam que o Brasil esteja estável, embora alguns empresários brasileiros e que aqui vivem discordem, e tudo se deve a essa sumidade de ministra. Sei.

A senhora é identificada pelo mercado como a principal opositora, no governo, ao fortalecimento das agências reguladoras.
Qual você acha que é a melhor agência? Eu acho que é a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Eu acho que dei uma grande contribuição para a Aneel ser o que é.
Comentário do Velhinho: Será que a Aneel pode ser tomada como base para as demais agências reguladoras? Pode ser. Mas deve-se lembrar que a criação da Aneel data de dezembro de 1996 e foi regulamentada em outubro de 1997, no governo anterior à "era Lula". De lá para cá, não ocorreu em seus regulamentos nenhuma mudança significativa que possa ser atribuída à ministra da Casa Civi, que esteve ministra de Minas e Energia entre 2003 e 2005. Qual teria sido essa tal "grande contribuição", dada à Aneel, alardeada pela ministra Dilma?

Por que a senhora foi contra o projeto do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), apoiado pelo senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que constitucionaliza as agências?
Sou contra a visão que o PSDB tem de agência. O PSDB, ao não fazer planejamento, porque achava que o livre mercado dava conta do riscado, e ao perceber, depois do apagão, que tinha de planejar, tentou transferir do Ministério de Minas e Energia para a agência o poder de fazer política e fazer planejamento. Por convicção, acho que em mercados imperfeitos, como são os de energia, petróleo, telecomunicações e transportes, as agências são imprescindíveis.
Comentário do Velhinho: Será que a ministra Dilma não entendeu a pergunta? Quais seriam os óbices da ministra com relação ao projeto? O que o projeto tinha de ruim para ser rejeitado? Ou o Velhinho entendeu corretamente que a Ministra foi contra o projeto apenas por ter sido apresentado pelo PSDB? E se o projeto pretendia a constitucionalização das agências, onde contraria a tese da ministra de que as agências são imprescindíveis?

Por que, então, aquele projeto que regulamenta as agências reguladoras não anda (está na Câmara dos Deputados desde 2004)?
Há uma divergência sobre quem representa o poder concedente. Para nós, é a União e seus ministérios. Isso não significa que a agência não regule. Sou a favor da autonomia das agências, da separação de orçamentos. Em todas as instâncias do governo eu tenho defendido o aumento da transferência de recursos às agências. Eu acho que chegou a hora de discutir um orçamento específico para cada agência. Em 2003, 2004 e 2005 não tinha a menor chance. Agora tem.
Comentário do Velhinho: O que mudou, ministra, entre 2003 a 2005 e 2006 a 2007? E qual é a divergência acerca do poder concedente? Como assim?

Chance para que elas tenham autonomia financeira?
Acho que elas têm de ter autonomia financeira. E não vejo nisso um grande problema. Mas a lei precisa prever que elas terão de seguir as diretrizes e o planejamento definido pelo poder concedente, que é o presidente da República.
Comentário do Velhinho: Ah..., acho que entendi. Isso quer dizer que não se quer dar oportunidade do equilíbrio entre os Três Poderes, não é verdade? Nem de fiscalização das Agências pelo Congresso Nacional. Agora sim, está explicado. Mas isso, preclara ministra, não é la muito democrático, não é verdade? Ou a convicção da ministra sobre democracia é outra?
A CPMF nossa de cada dia... (XÔ CPMF!!!)

23 setembro 2007

A Humanidade perdeu mais um grande artista. Morreu Marcel Marceau"Um dos mais famosos mímicos do mundo, o francês Marcel Marceau morreu neste domingo, aos 84 anos. O anúncio foi feito pela família do artista, que não precisou as circunstâncias nem o local de sua morte.
Nascido no dia 22 de março de 1923, em Estraburgo, no leste da França, Marceau extraiu durante décadas gargalhadas e lágrimas do público, por meio de sua arte silenciosa, e ficou conhecido pela criação, em 1947, do personagem “Bip”.
A Companhia Marcel Marceau, única no mundo na arte de fazer mímica durante nos anos 50 e 60, se apresentou nos principais teatros da França e do mundo."
Fonte: G1.
"O silêncio não tem limites. Para mim, os limites são postos pelas palavras". Marcel Marceau
Clique aqui para ver imagens de Marcel Marceu no YouTube.
Por falar em circo e ética...(2)