Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

31 março 2007

Falando nisso... (4)
Falando nisso... (3)
Falando nisso... (2)
Falando nisso... (1)
Democracia pressupõe a manutenção do Estado de Direito, pois não?

As colocações do senhor Cezar Britto, presidente nacional da OAB, são claras e objetivas.

Porém, cabe perguntar se vivemos um Estado de Direito ou um estado de impunidade e mazela lesa-pátria, diante do descalabro da corrupção na política, mensalões e mensalinhos, progressão do crime organizado sem resposta adequada do Estado, com o cidadão cada vez mais à mercê da voracidade fiscal do Estado (vide projeto de Lei sobre precatórios “ad eternum”, e a recente quebra de hierarquia militar sob os auspícios do Planalto.

De qualquer forma, embora o Velhinho acredite que se esteja subvertendo as Instituições sem que haja esclarecimento e reação da população, dos que juraram zelar pela continuidade da democracia e do Estado de Direito, muito menos da pífia atuação dos partidos ditos de oposição, ainda assim, vale a leitura do artigo retirado do site da OAB.

Artigo: Democracia com povo e sem golpe

Brasília, 30/03/2007 - O artigo "Democracia com povo e sem golpe" é de autoria do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, e foi publicado na edição de hoje (30) da Folha de S.Paulo:

"Em artigo publicado nesta Folha ("Tendências/Debates", 21/3) - o segundo em que se ocupa da proposta de reforma política encaminhada pela OAB ao Congresso Nacional -, o eminente cientista político Bolívar Lamounier, cujos méritos acadêmicos reconhecemos, comete ("data venia") algumas impropriedades, possivelmente decorrentes de leitura apressada.

Afirma que em nossa proposta, concebida sob a orientação do jurista e professor Fábio Konder Comparato -e aprovada pela unanimidade do Conselho Federal da OAB-, o presidente da República tem "a prerrogativa de convocar plebiscitos e referendos sem ouvir o Congresso Nacional".

Ora, é exatamente o contrário.

Leia mais aqui.

APAGOU 4
(uma alternativa, não?)

É, ué...

O Millor está coberto de razão...

EDITORIAL
A luta armada não deu certo e eles agora pedem indenização?
Então eles não estavam fazendo uma rebelião, mas um investimento.

Pinçado dos comentários de Cláudio Humberto

Tem político que não aprende...

Requião ridiculariza Apae

Ao inaugurar uma piscina no Colégio da PM, o governador maluquete do Paraná, Roberto Requião, afirmou que colocaria os soldados do Corpo de Bombeiros para nadar, mas sabia que eles ''perderiam fácil até para o pessoal da Apae'', referindo-se aos alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais. Ninguém achou graça. E os protestos já começaram.

Espelho embaçado

Contrário à redução da maioridade penal, o presidente Lula exaltou a própria ''perseverança'' como ''um exemplo'' para os jovens. Isto é, bastam força de vontade e nenhum estudo para ser presidente da República.

APAGOU 3
(mas o "ovo de Colombo" ainda ninguém colocou em pé; 6 meses e ninguém sabe o que realmente acontece no ar e nos aeroportos)
APAGOU 2
(com dia e hora marcada...)

30 março 2007

APAGOU
(ou greve é bom quando se faz contra os outros, não é?)
Jurisprudência do possível, será que vale para o contribuinte?

A matéria vem do site Consultor Jurídico e é recomendável a leitura.

Coloco, também, um dos comentários postados no site, para reflexão.

Lei do possível

Se Estado não pode cumprir obrigação, pode adiá-la

por Aline Pinheiro

Para o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, a lei tem de ser interpretada de acordo com o possível. É o chamado “pensamento jurídico do possível”, teoria usada pelo ministro para atender pedido do governo do Rio Grande do Sul, que requereu a suspensão de liminar que mandava o governo pagar o salário dos delegados do estado até o último dia útil do mês.

O pagamento integral dos salários dos delegados até o último dia útil do mês está previsto na Lei Complementar Estadual 10.098/94. No entanto, o governo estadual decidiu, neste mês, pagaria os salários da seguinte maneira: R$ 2.5 mil até o último dia útil do mês e o restante, até o dia 10 de abril. De acordo com o governo, era a única maneira de cumprir com as suas obrigações, devido à limitação do orçamento.

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Rio Grande do Sul (Asdep-RS) recorreu ao Tribunal de Justiça gaúcho, que garantiu, em liminar, o pagamento integral dos salários até o final do mês. O governo, então, levou o caso ao Supremo.

Ao analisar o pedido de liminar em Suspensão de Segurança, o ministro Gilmar Mendes reconheceu que o Supremo já declarou constitucional a Lei Complementar Estadual 10.098/94, que fixa a data limite para pagamentos dos salários dos servidores públicos. No entanto, observou que é preciso interpretar a lei de acordo com a realidade.

“É notório que a administração pública estadual não dispõe, neste momento, de recursos financeiros suficientes párea o cumprimento de todas as suas obrigações.” Portanto, para ele, a situação excepcional, aplicada apenas para o mês de março, justifica o descumprimento da lei.

“Não vislumbro afronta às garantias constitucionais em referência ou ao princípio da moralidade pública.” Ele ressaltou que o governo gaúcho não está se recusando a pagar a remuneração integral dos servidores, “apenas prorrogando parte desse pagamento até o dia 10 de abril por absoluta impossibilidade financeira”.

Leia a decisão

Comentário de um leitor

Esta decisão abre um precedente inédito na interpretação das Lei brasileiras. Se é "possível" interpretar a lei pelo "pensamento jurídico do possível", como é que que vamos interpretá-la quando um contribuinte alegar que somente poderá pagar os seus débitos para com o Estado (Federal, Estadual e Municipal) após o vencimento? Será possível aplicar nesse caso o que foi aplicado para favorecer o Estado?
Se o Contribuinte não tiver recebido de seus clientes o numerário suficiente para cumprir com suas obrigações tributárias, poderá apelar para o "pensamento jurídico do possível"?

Um alerta de Carlos Chagas

Está no site da Tribuna da Imprensa.

Antes que se pense que o jornalista faz a defesa dessa ou daquela ideologia, leiam e releiam o texto. A mensagem é que Soberania não pode ser negociada. Embora sempre exista a possibilidade de que o façam...

"Acorda, Lula!"

BRASÍLIA - A viagem do presidente Lula aos Estados Unidos, hoje, faz baixar a poeira rala da política interna e nos remete, outra vez, às relações com nossos irmãos do Norte. Não houve presidente brasileiro que deixasse de ver

momentaneamente estremecidas nossas relações com o governo de Washington.

Para ficar nos tempos modernos, Getúlio Vargas, em 1952, negou o envio de tropas brasileiras para a guerra da Coréia, sofrendo depois, coincidência ou não, pressão imensurável das multinacionais americanas pelo sacrilégio de haver criado a Petrobrás e estabelecido o monopólio do petróleo. Viu-se levado ao suicídio para não ser deposto quando tentava estabelecer a Eletrobrás e deixou invulgar protesto em sua carta-testamento, contra a ilimitada remessa de lucros para o exterior.

O general Eurico Dutra, apesar do "How tu you tu, Trumann", depois do "How do you do, Dutra", insurgiu-se quando os Estados Unidos impuseram ao Brasil trocar o crédito externo de que dispúnhamos, por conta da participação da Segunda Guerra, por bonecas de plástico, vitrolas, chicletes e geladeiras. Obteve pequeno sucesso através do recebimento de locomotivas e caminhões.

Juscelino Kubitschek favoreceu as multinacionais, mas em determinado momento rompeu relações com o FMI e preparou-se para o que desse e viesse. Veio pouca coisa, mas deu certo, dados os cinqüenta anos em cinco por ele estabelecidos, apesar das resistências lá de cima.

Jânio Quadros botou para fora de seu gabinete, no Planalto, o embaixador americano que veio protestar contra o reatamento de relações do Brasil com a União Soviética e contra a política externa independente. Riu muito quando o embaixador, desarvorado, em vez de sair pela porta principal, entrou sem querer no banheiro presidencial privativo e teve que esperar alguns minutos para escafeder-se.

João Goulart enfrentou pressão superior à desenvolvida contra Getúlio Vargas, por conta das reformas de base. Desapropriou empresas americanas, estimulado por Leonel Brizola. Acabou deposto por uma conspiração na qual Washington se envolveu até o pescoço, conforme depoimentos que hoje colocam o então coronel Wernon Walters no centro do furacão.

Mesmo no tempo dos militares anticomunistas, reagimos. O marechal Castello Branco negou-se a ceder tropas brasileiras para a guerra do Vietnã, não obstante as pressões. Costa e Silva, visitando a capital americana antes de tomar posse, botou o indicador na cara do embaixador Lincoln Gordon, então subsecretário de Estado para a América Latina, que pretendia impor a continuação de Roberto Campos no Ministério do Planejamento.

Exigiu que ele se retirasse da Blair House, dizendo: "Olha aqui, mister, quem vai mandar no Brasil sou eu!" E nomeou Delfim Neto para chefe da equipe econômica.

Mesmo Garrastazu Médici reagiu quando os Estados Unidos estimularam o governo argentino a opor-se à construção de Itaipu.

Ernesto Geisel não teve conversa: rompeu os acordos militares com os Estados Unidos e, pela vinda de Jimmy Carter a Brasília, determinou que nenhuma bandeira americana enfeitasse a Esplanada dos Ministérios, como era costume mesmo quando da visita de qualquer potentado africano.

João Figueiredo negou-se a trazer Roberto Campos de volta, quando da demissão de Mário Henrique Simonsen, e entregou outra vez o controle da economia a Delfim Neto. Resistiu às pressões.

Tancredo Neves era malandro, jamais bateu de frente com a política americana, enquanto primeiro-ministro e, depois, governador e senador, mas lembrava sempre Juscelino, para quem "eles eram eles, e nós, nós..." José Sarney iniciou a ferrovia Norte-Sul contra a opinião das multinacionais, e, mesmo Fernando Collor, introdutor da "modernidade", obrigou as montadoras a parar de fabricar "carroções" no Brasil e adotar as modernas técnicas que só aplicavam nas matrizes. Itamar Franco não quis conversa quando se falou na continuação das privatizações. Foi ridicularizado lá e cá, mas deixou o governo com 84% de popularidade.

Depois... Bem, depois, Fernando Henrique Cardoso foi o presidente mais elogiado por Washington e arredores, porque fez tudo o que seu mestre mandou. Entregou a maior parte do patrimônio público nacional às multinacionais, extinguiu direitos sociais aos montes, preparou a venda da Amazônia e tornou-se, até, comensal do presidente Bill Clinton.

Chegou o Lula. E o Lula vai outra vez aos Estados Unidos. Conseguirá reduzir as tarifas americanas ao ingresso do etanol brasileiro? Acreditará que o presidente George W. Bush vai mesmo abandonar o petróleo, fortuna dele, de sua família e de seus amigos, em troca do álcool que o Brasil produz e produzirá como ninguém? Ou acabará concordando em transformar o Brasil num imenso canavial, onde os americanos controlarão a produção, a comercialização, a distribuição e os lucros?

Com todo o respeito, se uma frase pode inserir-se no contexto, é: "ACORDA, LULA!"

Para quem não tem vergonha na cara, ser ridicularizado numa charge é café pequeno...
Essa vem do site Charge.com; Clique na figura e veja.

29 março 2007

Índices que não mostram a tragédia por trás dos números...
Programa de TV Pública
Crime de Racismo













O cidadão ou cidadã, em especial os que são representantes do Estado Brasileiro, precisam cuidar do que falam, sob pena de se sujeitarem à Lei.

Evita o trabalho de explicar que focinho de porco não é tomada.

O Velhinho Rabugento ainda defende que para crimes comuns, não deveria haver foro de prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado. Basta de impunidade!

Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

(...)

IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Lei N° 7716, alterada pela Lei N° 9459, de 13 de maio de 1997

(...)

Artigo 20 - Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Pena - reclusão de um a três anos e multa.

O Recanto do Velhinho Rabugento adverte:

Como queríamos demonstrar

O relato foi extraído do site de Cláudio Humberto (e agora retirado devido a ação judicial em trâmite) e tem tudo a ver com a postagem abaixo, A Lei, ora, a Lei...

Itamaraty 'adverte' agressor

Um diplomata, supostamente acusado de agredir mulheres, recebeu apenas ''pena de advertência'' do corregedor do Itamaraty, por supostamente ter espancado a ex-namorada residente em Assunção (Paraguai), onde ele supostamente serviu como chefe de gabinete do embaixador. Uma suposta sindicância teria concluido que o diplomata teria infringido a lei que exige de diplomatas ''comportamento correto e decoroso na vida pública e privada'', mas, corporativista, apenas o advertiu.

Pobres mulheres

O corregedor do Itamaraty, supostamente compreensivo com o colega acusado de espancar mulheres, supostamente alega ''sigilo'' e teira silenciado sobre o assunto.

Impunidade

O diplomata supostamente  teria se envolvido em outros casos de violência. Uma ex-namorada de Brasília supostamente teria reagido e supostamente teria o ferido a faca, no ano de 2003.

Por gosto

A amena portaria do corregedor do Itamaraty cita exames que atestam a ''sanidade mental'' do diplomata supostamente agressor. Ou seja, ele sabe o que faz. Por suposição, é claro.

A Lei, ora, a Lei...






O Globo - Rio - Página 16

Deu tudo errado

Andarilho acha dinheiro falso, briga e acaba preso

Aloysio Balbi

CAMPOS. Uma briga de três andarilhos na manhã de ontem, na BR-101, em Campos, chamou a atenção de patrulheiros rodoviários, que decidiram intervir na confusão. Os patrulheiros em um primeiro momento pensaram que os três estavam disputando uma gorjeta, mas ficaram surpresos quando viram que eles estavam brigando por R$ 4.734 mil em notas de R 10. A surpresa aumentou quando os policiais desconfiaram que o dinheiro era falso, o que foi constatado pela Polícia Federal de Campos.

O dinheiro falso foi encontrado por Jonata Lopes da Silva, de 23 anos, em um lixeira no Posto Flexa, na BR-101. Estava dentro de uma bolsa. Generoso, Jonata deu uma nota de R$ 10 a Silvio César da Silva e outra a Eduardo da Silva. Os dois perceberam que Jonata tinha mais dinheiro no bolso. Confirmada a suspeita, iniciou-se uma briga.

— Eu não sabia que o dinheiro era falso, senão nem pegava. Os outros cresceram o olho e partiram para cima de mim — disse o andarilho Jonata, que vive de biscates.

Juntamente com os outros dois, ele foi detido e levado para a Delegacia da Polícia Federal de Campos. Os três foram enquadrados no Artigo 289 do Código Penal por crime de transportar e usar moedas falsas, podendo ser condenados a penas que variam de três a 12 anos de prisão. Todos foram levados para o Presídio Carlos Tinoco, em Campos.

Comentário do Velhinho: Enquanto isso, os que transportam dinheiro verdadeiro, não contabilizado, seja em cuecas, malas ou maletas, como recebimento por “serviços” prestados ou a prestar ou para pagar dossiês ou informações (ir)relevantes de desafetos políticos, continuam rindo do povo brasileiro, de cada eleitor e contribuinte. É a boa (para alguns) e velha (para muitos) Justiça PPP (para pobre, preto e puta). Parte das risadas ecoa nas ante-salas do Senado, da Câmara dos Deputados e daqueles que detêm a possibilidade do foro privilegiado ou impunidade “paralamentar”, sob os auspícios do TSJ que nada mais faz, é claro, do que cumprir a Lei.

Outra parte das risadas ecoa dos privilegiados economicamente. Pode ser meramente um sentimento do Rabugento, mas justamente esses cidadãos que dispõem do foro privilegiado, aparentemente, também dispõem de recursos financeiros privilegiados.

Outro sentimento do Rabugento: os que dispõem de recursos financeiros privilegiados pode contratar o tempo de mais e melhores advogados para escarafunchar a colcha de retalhos da Legislação, incluindo Acórdãos e Jurisprudência, para que se protele ou ludibrie a ação da Justiça.

Caímos, de novo, na máxima da “Revolução do Bichos” de Orwell.

“Todos os animais são iguais, porém os porcos são mais iguais que os outros”.

Será que tais privilegiados não são os que compõem a tal “zelite”, sempre falada e nunca clamanete identificada?

A Lei, ora, a Lei...

E durma-se com um barulho desse...

Quem votou contra a CPI do Apagão. Quer saber?

Extraído do blog do Reinaldo Azevedo.

Aqui estão os 308 contra a CPI. Vamos espalhar os nomes Brasil afora

Muito bem. Vejam abaixo os 308 patriotas que votaram contra a CPI do Apagão Aéreo. Qual é a sua tarefa, leitor amigo? Copiar esta lista, colar, botar no OrKut, no e-mail da namorada, do namorado, do ficante, do amigo, da amiga, do/a amante, do inimigo também. Imprima. Se for viajar, leva junto umas 20 cópias. Distribua àqueles que estiverem sofrendo com você nas filas, na sala de embarque, na poltrona ao lado. Quem puxa a lista do boicote à investigação? O PT. Vejam ali: 77 votos contra a CPÌ. Depois, vem o PMDB, com 65. Faça com que esta lista se multiplique em milhões de listas Brasil afora.

PT
Adão Pretto (RS)
Andre Vargas (PR)
Angela Portela (RR)
Angelo Vanhoni (PR)
Anselmo de Jesus (RO)
Antônio Carlos Biffi (MS)
Antonio José Medeiros (PI)
Antonio Palocci (SP)
Assis do Couto (PR)
Beto Faro (PA)
Carlos Abicalil (MT)
Carlos Santana (RJ)
Carlos Wilson (PE)
Carlos Zarattini (SP)
Chico DAngelo (RJ)
Cida Diogo (RJ)
Dalva Figueiredo (AP)
Décio Lima (SC)
Devanir Ribeiro (SP)
Domingos Dutra (MA)
Dr. Rosinha (PR)
Edson Santos (RJ)
Eduardo Valverde (RO)
Elismar Prado (MG)
Eudes Xavier (CE)
Fátima Bezerra (RN)
Fernando Ferro (PE)
Fernando Melo (AC)
Gilmar Machado (MG)
Guilherme Menezes (BA)
Henrique Afonso (AC)
Henrique Fontana (RS)
Iran Barbosa (SE)
Iriny Lopes (ES)
Janete Rocha Pietá (SP)
Jilmar Tatto (SP)
João Paulo Cunha (SP)
Jorge Bittar (RJ)
José Airton Cirilo (CE)
José Genoíno (SP)
José Guimarães (CE)
José Mentor (SP)
José Pimentel (CE)
Joseph Bandeira (BA)
Leonardo Monteiro (MG)
Luiz Bassuma (BA)
Luiz Couto (PB)
Luiz Sérgio (RJ)
Magela (DF)
Marco Maia (RS)
Maria do Carmo Lara (MG)
Maria do Rosário (RS)
Maurício Rands (PE)
Miguel Corrêa Jr. (MG)
Nazareno Fonteles (PI)
Nelson Pellegrino (BA)
Nilson Mourão (AC)
Odair Cunha (MG)
Paulo Pimenta (RS)
Paulo Rocha (PA)
Paulo Rubem Santiago (PE)
Paulo Teixeira (SP)
Pedro Eugênio (PE)
Pedro Wilson (GO)
Pepe Vargas (RS)
Praciano (AM)
Reginaldo Lopes (MG)
Ricardo Berzoini (SP)
Rubens Otoni (GO)
Sérgio Barradas Carneiro (BA)
Tarcísio Zimmermann (RS)
Vaccarezza (SP)
Vander Loubet (MS)
Vicentinho (SP)
Vignatti (SC)
Virgílio Guimarães (MG)
Zezéu Ribeiro (BA)

PMDB
Acélio Casagrande (SC)
Alberto Silva (PI)
Alexandre Santos (RJ)
Aníbal Gomes (CE)
Antônio Andrade (MG)
Antonio Bulhões (SP)
Asdrubal Bentes (PA)
Bel Mesquita (PA)
Bernardo Ariston (RJ)
Carlos Alberto Canuto (AL)
Carlos Bezerra (MT)
Carlos Eduardo Cadoca (PE)
Celso Maldaner (SC)
Colbert Martins (BA)
Darcísio Perondi (RS)
Edinho Bez (SC)
Edio Lopes (RR)
Edson Ezequiel (RJ)
Eduardo Cunha (RJ)
Elcione Barbalho (PA)
Eliseu Padilha (RS)
Eunício Oliveira (CE)
Fátima Pelaes (AP)
Fernando Diniz (MG)
Flaviano Melo (AC)
Flávio Bezerra (CE)
Francisco Rossi (SP)
Geraldo Pudim (RJ)
Hermes Parcianello (PR)
Íris de Araújo (GO)
João Magalhães (MG)
João Matos (SC)
Joaquim Beltrão (AL)
Jurandil Juarez (AP)
Laerte Bessa (DF)
Leandro Vilela (GO)
Lelo Coimbra (ES)
Leonardo Quintão (MG)
Luiz Bittencourt (GO)
Marcelo Castro (PI)
Marcelo Guimarães Filho (BA)
Marcelo Itagiba (RJ) - Abstenção
Maria Lúcia Cardoso (MG)
Marinha Raupp (RO)
Moacir Micheletto (PR)
Nelson Bornier (RJ)
Olavo Calheiros (AL)
Osmar Serraglio (PR)
Osvaldo Reis (TO)
Paulo Henrique Lustosa (CE)
Paulo Piau (MG)
Pedro Chaves (GO)
Pedro Novais (MA)
Professor Setimo (MA)
Reinhold Stephanes (PR)
Rocha Loures (PR)
Saraiva Felipe (MG)
Solange Almeida (RJ)
Tadeu Filippelli (DF)
Valdir Colatto (SC)
Vital do Rêgo Filho (PB)
Waldemir Moka (MS)
Wilson Santiago (PB)
Zé Gerardo (CE)
Zequinha Marinho (PA)

PP
Afonso Hamm (RS)
Aline Corrêa (SP)
Antonio Cruz (MS)
Benedito de Lira (AL)
Carlos Souza (AM)
Ciro Nogueira (PI)
Eduardo da Fonte (PE)
Eliene Lima (MT)
Eugênio Rabelo (CE)
George Hilton (MG)
Gerson Peres (PA)
João Leão (BA)
João Pizzolatti (SC)
José Linhares (CE)
José Otávio Germano (RS)
Lázaro Botelho (TO)
Luiz Fernando Faria (MG)
Márcio Reinaldo Moreira (MG)
Mário Negromonte (BA)
Nélio Dias (RN)
Nelson Meurer (PR)
Neudo Campos (RR)
Pedro Henry (MT)
Rebecca Garcia (AM)
Renato Molling (RS)
Ricardo Barros (PR)
Roberto Balestra (GO)
Roberto Britto (BA)
Sandes Júnior (GO)
ão Ses (RJ)
Vadão Gomes (SP)
Vilson Covatti (RS)
Waldir Maranhão (MA)
Zonta (SC)

PR
Aelton Freitas (MG)
Chico da Princesa (PR)
Dr. Adilson Soares (RJ)
Giacobo (PR)
Gorete Pereira (CE)
Homero Pereira (MT)
Inocêncio Oliveira (PE)
João Carlos Bacelar (BA)
João Maia (RN)
Jofran Frejat (DF)
José Carlos Araújo (BA)
José Rocha (BA)
Léo Alcântara (CE)
Lincoln Portela (MG)
Lindomar Garçon (RO)
Lucenira Pimentel (AP)
Luciano Castro (RR)
Lúcio Vale (PA)
Marcelo Teixeira (CE)
Maurício Quintella Lessa (AL)
Maurício Trindade (BA)
Milton Monti (SP)
Neilton Mulim (RJ)
Nelson Goetten (SC)
Sandro Mabel (GO)
Sandro Matos (RJ)
Tonha Magalhães (BA)
Valdemar Costa Neto (SP)
Vicente Arruda (CE)
Vicentinho Alves (TO)
Wellington Fagundes (MT)
Wellington Roberto (PB)

PSB
Ana Arraes (PE)
Ariosto Holanda (CE)
Átila Lira (PI)
Beto Albuquerque (RS)
Djalma Berger (SC)
Dr. Ubiali (SP)
Eduardo Lopes (RJ)
Fernando Coelho Filho (PE)
Givaldo Carimbão (AL)
Janete Capiberibe (AP)
Laurez Moreira (TO)
Lídice da Mata (BA)
Manoel Junior (PB)
Marcelo Serafim (AM)
Márcio França (SP)
Marcondes Gadelha (PB)
Maria Helena (RR)
Mauro Nazif (RO)
Ribamar Alves (MA)
Rodrigo Rollemberg (DF)
Valadares Filho (SE)
Valtenir Luiz Pereira (MT)

PDT
Arnaldo Vianna (RJ)
Barbosa Neto (PR)
Brizola Neto (RJ)
Dagoberto (MS)
Davi Alves Silva Júnior (MA)
Dr. Basegio (RS)
Giovanni Queiroz (PA)
João Dado (SP)
Julião Amin (MA)
Manato (ES)
Marcos Medrado (BA)
Miro Teixeira (RJ)
Paulinho da Força (SP)
Pompeo de Mattos (RS)
Reinaldo Nogueira (SP)
Sebastião Bala Rocha (AP)
Sérgio Brito (BA)
Severiano Alves (BA)
Sueli Vidigal (ES)
Vieira da Cunha (RS)
Wolney Queiroz (PE)

PTB
Armando Abílio (PB)
Armando Monteiro (PE)
Arnon Bezerra (CE)
Augusto Farias (AL)
Ernandes Amorim (RO)
Frank Aguiar (SP)
Jackson Barreto (SE)
José Múcio Monteiro (PE)
Jovair Arantes (GO)
Luiz Carlos Busato (RS)
Paes Landim (PI)
Paulo Roberto (RS)
Pedro Fernandes (MA)
Ricardo Izar (SP)
Sabino Castelo Branco (AM)
Sérgio Moraes (RS)

PC do B
Aldo Rebelo (SP)
Alice Portugal (BA)
Chico Lopes (CE)
Daniel Almeida (BA)
Edmilson Valentim (RJ)
Evandro Milhomen (AP)
Flávio Dino (MA)
Jô Moraes (MG)
Manuela D'Ávila (RS)
Osmar Júnior (PI)
Perpétua Almeida (AC)
Renildo Calheiros (PE)
Vanessa Grazziotin (AM)

PAN
Cleber Verde (MA)
Jurandy Loureiro (ES)
Silas Câmara (AM)
Takayama (PR)

PSC
Deley (RJ)
Eduardo Amorim (SE)
Filipe Pereira (RJ)
Hugo Leal (RJ)
Mário de Oliveira (MG)
Ratinho Junior (PR)

PMN
Fábio Faria (RN)
Francisco Tenorio (AL)
Sergio Petecão (AC)
Silvio Costa (PE)
Uldurico Pinto (BA)

DEM (PFL)
Cristiano Matheus (AL)
João Bittar (MG)
Lael Varella (MG)
Roberto Magalhães (PE)

PPS
Airton Roveda (PR)
Alexandre Silveira (MG)

PSDB
Silvio Lopes (RJ) PV Fábio Ramalho (MG) PTC Carlos Willian (MG) PHS Felipe Bornier (RJ) PRB Léo Vivas (RJ) Sem partido Damião Feliciano (PB) Juvenil Alves (MG)

28 março 2007

Sacos a escolher! Tem para governantes e representantes eleitos do povo, para a Educação, Saúde e Segurança, para a impunidade "paralamentar", para o descalabro dos impostos... Enfim, sacos não faltam. Já a vergonha na cara...















PS: Nos comentários de um blog (creio que foi no do Noblat), escreveram uma sugestão para uma nova Constituição com apenas dois Artigos. Era algo mais ou menos assim:
1 - Todo cidadão brasileiro tem direito a ter vergonha na cara.
2 - Revogam-se as decisões em contrário.
Será que pegaria?
É mole, ou quer mais?












O Brasil é abundante em Leis inócuas, irrelevantes, contraproducentes, inoportunas e equivocadas.
Responsabilidade? Boa parte da Câmara de Deputados (incluam-se os Estaduais e Vereadores) que ao invés de aprimorar para melhor servir ao povo e ao País, entendem ser esta a forma de "apresentar serviço". E justificar o título merecido de erróis e a merreca em subsídios percebidos e auto-aprovados. Outra parte da responsabilidade é nossa, eleitores, que acreditamos em sacripantas e a eles entregamos nosso voto e nossas calças. E ainda por cima, não os cobramos por suas ações e nem os responsabilizamos. E só ver quem se re-elegeu no último pleito.
O Velhinho exagera? Leiam a matéria abaixo e reflitam...

Furor legislativo

Deputados abusam da criatividade na para propor leis

por Aline Pinheiro

O ano de 2006 terminou na Câmara dos Deputados com, pelo menos, uma pérola. Um projeto de lei pretendia criar um critério inusitado para a remissão de penas: a doação de órgãos. Para um rim doado, tantos dias a menos de cadeia, e assim por diante. A legislatura acabou, projetos travados como o da doação de órgãos para diminuir a pena foram arquivados, mas nem por isso os deputados deixaram a criatividade de lado.

De janeiro deste ano até a última quinta-feira (22/3), 551 projetos de lei já deram entrada na Câmara. Desses, 23 vieram do Senado. Os outros 528 acabaram de sair do forno: dois deles vieram do Executivo, um do Superior Tribunal de Justiça e um do Supremo Tribunal Federal. O resto é obra dos ilustres deputados.

Leia mais aqui.

Parece brincadeira...
Miguel Paiva e a ação do tempo (ou o tempo de ação?)...

27 março 2007

A charge diz tudo...
Para não dizer que não falei... dos estudantes!

(Publicado no jornal O Globo, 27/03/07, página 10)
Enquanto isso, na terra da fantasia...
Ah! A Justiça...

Urge e ruge que se faça um plebiscito-questionário com algumas perguntas pertinentes para o povo brasileiro. Coisas simples, como “O voto deve ser obrigatório?”, “Cargos eletivos, juizes, parlamentares, devem ter foro privilegiado para crimes comuns?”, “O salário dos ocupantes de cargos eletivos, juizes, parlamentares, ministros deve ser superior a 10 salários-mínimos?”, “O número de representantes, tanto no Senado como na Câmera, deve ser superior a dois (02) por Estado brasileiro?”, e outras tantas, igualmente interessantes. Mas um questionamento deveria ser obrigatório: “Você confia na Justiça brasileira?”.

A matéria abaixo é em homenagem aos que se batem no e pelo Direito.

O Globo – 27/03/07 – Página 7

Luiz Garcia

Decisões longevas, vidas curtas

Para pessoas simples, o mais alto tribunal de um país — o Supremo Tribunal Federal, no caso do Brasil — deveria julgar apenas questões transcendentais ligadas à Constituição federal.

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26 março 2007

URGENTE!!! Planalto ocupado por americanos!!!
Boas novas?
Barão de Itararé


















Apparício Torelly, (o "Barão de Itararé), que também usou o pseudônimo de "Apporelly", era gaúcho de Rio Grande, nascido em 29/01/1895. Estudou medicina, sem chegar a terminar o curso, e já era conhecido quando veio para o Rio fazer parte do jornal O Globo, e depois de A Manhã, de Mário Rodrigues, um temido e desabusado panfletário. Logo depois lançou um jornal autônomo, com o nome de "A Manha". Teve tanto sucesso que seu jornal sobreviveu ao que parodiava. Editou, também, o "Almanhaque — o Almanaque d'A Manha". Faleceu no Rio de Janeiro em 27/11/71. O "herói de dois séculos", como se intitulava, é um dos maiores nomes do humorismo nacional.

Grande novidade!
Idiotas que tratam o povo com imbecilidade

Se um dia os termos “direita, esquerda e centro”, considerando-se a política, encontrou um contexto que os validasse, na atualidade serve apenas para desvendar egos megalomaníacos com propensão a deixar ditadores (ditos do socialismo ou capitalismo) saírem da toca.

Essa foi a conclusão que adveio, enquanto o Velhinho lia a mais nova ação do presidente(?) Chaves, na Venezuela.

Tempos atrás, o Velhinho escrevia que isso iria dar em merda. Já está dando e a latrina vai ficar pior.

Não importa qual ideologia sirva de bandeira para os candidatos a ditadores, donos de poder, “otoridades”.

As promessas empenhadas perante o povo, via-de-regra não são cumpridas e a História (com “H” maiúsculo, para denotar a importância) é abundante em seus registros.

Apenas se dá o mínimo necessário (aquilo que os que detêm, ou pensam deter o poder, acreditam necessário), mas não se permite a dignidade e o direito à vida, ao trabalho e à paz a todos. Sempre haverá “inimigos” do Estado ou dos ditadores envernizados por ideologias idiotas.

O povo continuará sendo massa de manobra para aqueles.

Espero, sinceramente, que essa onda fique distante do Brasil. Já temos problemas demais na Colônia, problemas que nos bastam.

Chávez anuncia desapropriação de 330 mil hectares de terras na Venezuela

CARACAS - O governo venezuelano anunciou neste domingo a desapropriação de 330.796 hectares de propriedades privadas que serão destinadas à criação de gado. O comunicado foi feito pelo presidente Hugo Chávez em seu programa dominical de radio e televisão "Alô Presidente". De acordo com o governo, as terras pertencem a 29 grandes proprietários.

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E depois dizem que a Justiça é para todos...
Do site de Cláudio Humberto

Dona Ana e seu ex-marido

Deslumbrada com o poder, a governadora petista do Pará, Ana Júlia Carepa, que nomeou sua cabeleireira e sua esteticista como "assessoras", fez mais: colocou três irmãos em cargos de destaque e fez do ex-marido Marcílio Monteiro (aquele que se enrolou em um escândalo no Ibama) a figura mais poderosa do governo, como secretário de Projeto Estratégicos. Também pendurou no bolso do contribuinte um primo e até um ex-cunhado.

Comentário do Velhinho: Como ainda não nasceu político sério e nem foi criado partido político igualmente sério (e como tudo indica que o De Gaule tinha razão), para este e outros casos dos últimos anos, vale aquele ditado: “Quem nunca comeu mel, quando come, se lambuza”. Infelizmente, que paga a conta é o otário, digo, o palhaço, digo, o eleitor.

Olhem a continuação...

Renda familiar

Ana Júlia Carepa nomeou os irmãos Luiz Roberto na secretaria de Saúde, José Otávio na secretaria de Esporte e Artur na Assembléia Legislativa.

Arrumadinho

A governadora do Pará nomeou o ex-cunhado Maurílio Monteiro secretário de Indústria e Comércio e ainda arranjou um cargo para sua ex-mulher.

Olha a turma

Joana Pessoa, ex-mulher do ex-cunhado, é secretária particular de Ana Júlia Carepa. A CPI da Biopirataria encontrou R$ 2 milhões em suas contas.

Dr. Otoridade

Luiz Otávio Carepa (profissão: irmão da governadora do Pará) exige na Secretaria de Esporte, na qual é adjunto, que o chamem de "doutor". Ou...

Comentário do Velhinho: É mole ou quer mais?

25 março 2007


Como diria a Fã Nº 1, melhor poetar... Então, relembremos um tango fenomenal, atualíssimo. Seu autor: Enrique Santos Discépolo, nascido no bairro porteño del Once, Argentina, em 27 de março de 1901, e morreu em 23 de dezembro de 1951. Deleitem-se...

Cambalache

Que el mundo fue y será una porquería, ya lo sé,
en el quinientos seis y en el dos mil también;
que siempre ha habido chorros,
maquiávelos y estafáos,
contentos y amargaos, valores y dublé.
Pero que el siglo veinte es un despliegue
de maldá insolente ya no hay quien lo niegue,
vivimos revolcaos en un merengue
y en el mismo lodo todos manoseaos.

Hoy resulta que es lo mismo ser derecho que traidor,
ignorante, sabio, chorro, generoso, estafador.
¡Todo es igual, nada es mejor,
lo mismo un burro que un gran profesor!
No hay aplazaos ni escalafón,
los inmorales nos han igualao...
Si uno vive en la impostura
y otro afana en su ambición,
da lo mismo que sea cura,
colchonero, rey de bastos,
caradura o polizón.

¡Qué falta de respeto, qué atropello a la razón!
¡Cualquiera es un señor, cualquiera es un ladrón!
Mezclaos con Stavisky van don Bosco y la Mignon,
don Chicho y Napoleón, Carnera y San Martín.
Igual que en la vidriera irrespetuosa
de los cambalaches se ha mezclao la vida,
y herida por un sable sin remache
ves llorar la Biblia contra un calefón.

Siglo veinte, cambalache, problemático y febril,
el que no llora no mama y el que no afana es un gil.
¡Dale nomás, dale que va,
que allá en el horno te vamo a encontrar!
¡No pienses más, tirate a un lao,
que a nadie importa si naciste honrao!
Si es lo mismo el que labura
noche y día como un buey
que el que vive de las minas,
que el que mata o el que cura
o está fuera de la ley.

XÔ, CENSURA!!!

Querem calar os jornalistas amapaenses

Carta Aberta à População

ABSURDO 1: O SENADOR JOSÉ SARNEY

Durante a campanha eleitoral do ano passado, a jornalista Alcinéa Cavalcante publicou no blog alcinea.zip.net, um dos mais acessados no Amapá, uma nota sobre José Sarney, que concorria a um novo mandato de senador pelo Estado. Um internauta acessou o blog e deixou um comentário afirmando que José Sarney fede, fede muito. Que fique bem claro: o comentário foi lançado por um internauta, um leitor, não pela jornalista. Mesmo assim, o blog foi censurado e retirado do ar pelo provedor, no caso a UOL. Como se não bastasse, Alcinéa Cavalcante foi indiciada pela Polícia Federal e está respondendo a processo por injúria, calúnia e difamação.

ABSURDO 2: O DESEMBARGADOR HONILDO AMARAL

Censurada e vendo a sua liberdade de expressão cerceada, Alcinea Cavalcante lançou um novo blog, o alcineacavalcante.blogspot.com. Operando no novo endereço virtual, a jornalista ousou publicar a fotografia de um prédio que está sendo construído (suntuoso para os padrões amapaenses) pelo desembargador Honildo Amaral de Mello e Castro no centro de Macapá, mais precisamente na esquina da rua São José com a avenida Coriolano Jucá. O jornalista Correa Neto, outro profissional dos mais respeitados da imprensa amapaense, reproduziu a fotografia em seu blog (correaneto.com.br) e fez alguns comentários a respeito da grandiosidade do prédio em questão, argumentando que os recursos investidos na construção são incompatíveis com os ganhos do desembargador Honildo Amaral. Detalhe: o nome do proprietário está estampado, para que todos leiam, na placa da construção. Sentindo-se ofendido, o desembargador decidiu processar Correa Neto e Alcinéa Cavalcante por injúria, calúnia e difamação.

OS DONOS DO PODER QUEREM CALAR OS JORNALISTAS

Ações judiciais desta natureza (entendemos como assédio judicial) confirmam que a situação está ficando insustentável para os jornalistas amapaenses. Tudo indica que os donos do poder estão decididos a estabelecer uma indústria da indenização, firmada em perseguições e represálias a jornalistas. Não se pode mais denunciar ou noticiar nada. O profissional que ousar cumprir o seu papel de jornalista está sujeito a ser processado. É um absurdo o que está acontecendo. É cerceamento da liberdade de pensamento e expressão, coisa que não se vê no restante do país – um prejuízo ao estado democrático e de direito, diriam senadores e desembargadores comprometidos com a democracia.

A situação é greve e causará sérios danos aos profissionais de imprensa - e o pior deles é a intimidação. Vamos acionar o Congresso Nacional, o Tribunal Superior Eleitoral, o Conselho Nacional de Justiça e, se preciso for, a Anistia Internacional, para garantir a liberdade de imprensa e o direito da sociedade à informação. Processar Alcinéa Cavalcante e qualquer outro jornalista é pisar na história da imprensa do Amapá, uma história que independe de desembargadores e de senadores importados.

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amapá / Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará / Federação Nacional dos Jornalistas / Sindicato dos Servidores Públicos Federais / Sindicato dos Bancários Pará/Amapá / Sindicato dos Urbanitários / Conlutas / Associação dos Moradores do Jardim Felicidade I / Associação de Mulheres Empreendedoras / Associação Amapaense de Escritores / Articulação de Mulheres do Amapá.

Dizem que um dia o "homem" mudou... mas são Estórias que o povo conta...(4)
O tempo e a falta de vergonha na cara...

O texto do Veríssimo é bom, mas o Velhinho faz um pequeno reparo ao final.

O Globo – 25/03/07 –Página 7

O tempo brasileiro

VERISSIMO

Collor corrigiu Marx: a história não se repete como farsa, se reinventa como farsa.

No Brasil, o tempo é um revisor camarada.

Cada nova versão da nossa história é mais benevolente do que a anterior. O tempo brasileiro é conciliador, não guarda rancor. Na verdade, não guarda nada. Quanto mais distante fica no tempo, menos conta o fato. O fato é neutralizado pelo tempo. Emasculado, como um gato.

Quando finalmente desaparece por completo no grande sumidouro da memória nacional, pode ser recriado à vontade. O Collor decretou que sua deposição foi uma farsa. Ninguém o contradisse. Faz tanto tempo. Quem se anima a mergulhar no sumidouro para resgatar uma verdade hoje irrelevante? E, mesmo, o cara já não pagou pelo que fez (segundo ele, nada) com quinze anos de ostracismo? O tempo brasileiro, cedo ou tarde, inocenta todo mundo. É só esperar a sua vez.

Essa garantia tácita de absolvição é um velho hábito do nosso patriciado. Nunca na história do país, mesmo com as oligarquias se entredevorando pelo poder e querendo a ruína do inimigo, alguém caiu totalmente em desgraça no Brasil. Desgraça profunda, irrecuperável, de se trancar no quarto e receber comida em marmita por uma portinhola, pelo resto da vida. O tempo brasileiro sempre assegurou a remissão.

E aí estão vilões do passado represtigiados, corruptos repaginados, banidos reeleitos e ninguém envergonhado. Collor chegou à presidência como símbolo de combate à corrupção, saiu da presidência como símbolo da hipocrisia do poder e volta como símbolo da inconseqüência de tudo isto.

O que só prova o que ele disse, se não a intenção do que disse. Tudo é uma farsa.

É de ver se daqui a quinze anos (eu não vou mais estar aqui, mas podem me contar depois) Lula e os escândalos do seu governo terão a mesma deferência que o tempo brasileiro dá ao nosso patriciado.

Acredito que sim. Se há uma coisa evidente nesse segundo mandato que começa é a disposição do Lula de se legitimizar como um membro confiável do clube que manda, com direito a todos os seus privilégios e regalias. Inclusive os do estatuto que trata do perdão implícito da História, não importa o que ele faça.

Comentário do Velhinho: Xi, Verísssimo, nem precisou esperar quinze anos. A maioria do eleitores não só esqueceu, como também aprovou os escândalos e o governo (?) de Lula. Haja vista o resultado das urnas na última eleição. Quer mais? Aguarde a próxima frase fatal: “Nunca na estória deztepaíz...”

“Deixa o homem enrolar, gente!”

Recomendo a leitura.

O Globo – 25/03/07 –Página 7

Esquentando os motores

JOÃO UBALDO RIBEIRO

A gente deve sempre evitar atitudes precipitadas. É o que penso, neste início de outono tão pouco outonal (o mundo vai acabar, mas depois eu falo nisso outra vez), porque meu primeiro e insensato impulso foi juntar-me ao crescente coro dos que se impacientam porque o governo, apesar de o presidente ter tomado posse em janeiro, ainda não começou, e cada passo para a frente é seguido de dois para trás. Pois é, quase entro nessa, mas aí, lendo os jornais, vendo os noticiários de tevê e observando outros sinais, chego à conclusão de que se trata de visão errada e, o que é pior, entortada pela má vontade.

Leia a íntegra aqui.

E o palhaço, quem é?
Erróis... (Não, não escrevi errado. São erros e como roem, os danados!)

24 março 2007

XÔ CPMF!!!
Tem tudo para dar certo. Quer saber mais? Clique na imagem...

Depois aproveite e assine também o abaixo assinado.

Quem sabe nos livramos dessa praga permanente?
Maioridade ou Impunidade penal???
Dizem que um dia o "homem" mudou... mas são Estórias que o povo conta...(3)
Programa do Lu...(em breve na TV governamental, mais próxima de você)

23 março 2007

Se herói rende, eleitor é rendido...
A verdade, nua e crua...
Nunca deixaremos de ser Colônia, enquanto permitirmos nos tratarem como Colônia.
Herói rende...
Brasil Bunda ou Bundões do Brasil?

Leiam o texto sem sacanagem – ta bom, sejam sacanas! – e reflitam...

Arthur Dapieve – O Globo – Segundo Caderno - Página 6

Ô terrinha

Qual o lugar do Brasil em Gaia?

Em 1979, o químico e médico inglês James Lovelock sistematizou em livro uma hipótese que vinha desenvolvendo desde a década de 60, quando trabalhou para a Nasa. “Gaia: um novo olhar sobre a vida na Terra”, este o título, em linhas gerais postulava que o planeta inteiro deveria ser pensado como um único organismo vivo, composto pelas interações entre atmosfera, oceano, geologia, animais e vegetais. Era a Hipótese de Gaia.

Segundo Lovelock, porém, um dos elementos da biomassa — o homem — havia se tornado um predador tão insaciável dos outros seres vivos e dos recursos naturais que estava colocando em risco a sobrevivência não apenas de determinadas espécies, mas da própria Terra. Embora tais conjecturas tivessem antecedentes históricos, num primeiro momento elas foram ou ignoradas ou até ridicularizadas pela comunidade científica.

Leiam até o fim, vale o esforço.