Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

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Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

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Lembre-se disso nas próximas eleições...

05 dezembro 2007

Está na hora de limpar os estábulos de Áugias da nossa educação.
Para quem não sabe, a referência é ao herói mitológico grego Héracles ("A glória de Hera"), também conhecido por Hércules, e aos Doze Trabalhos impostos por Euristeu ao semi-deus.
"Héracles foi enviado para limpar os estábulos do rei Augias. Euristeu e seus cortesãos estouraram de riso ao pensarem nisso, pois os estábulos de Augias jamais haviam sido limpos. O excremento do gado e dos cavalos se amontoava tanto que o local estava coberto de esterco. - Ele não será capaz de olhar para o nariz depois de um ou dois anos carregando esterco, brincou Euristeu, - mesmo sendo filho de um deus. Ele nem vai querer usar mais o nariz! Mas Héracles não se intimidou. Quando chegou aos estábulos, disse ao rei Augias: - Ao anoitecer já terei terminado. A primeira coisa que Héracles fez foi abrir dois buracos nos muros do estábulo. Então desviou dois rios próximos para que passassem pelo meio dos estábulos e, em um dia, tinha varrido os estábulos, e os campos e vales estavam limpos novamente. Assim Héracles removeu as montanhas de esterco sem sujar nem suas mãos".
O Velhinho Rabugento, que por poucos anos teve uma grata experiência lecionando, não por conta do sistema educacional brasileiro, mas sim de seus alunos e alunas, concorda com o conteúdo do texto de Samuel Pfromm Netto (pedagogo, psicólogo, historiador e professor, aposentado, da USP), publicado na seção Opinião do Estadão online.
Já passou da hora de limpar os esterco dos estábulos de Áugias. Resta saber onde estarão os heróis e heroinas que se proporão a tal trabalho...
Educação em escombros Mauro Chaves acertou em cheio no alvo em seu artigo Por que educação é a tragédia nacional (24/11, A2). No grande mundo da indústria e do comércio, quando uma empresa vai mal ou falta qualidade aos seus produtos e serviços e os consumidores os rejeitam, os dirigentes da empresa são responsabilizados. Os gestores são substituídos. Trata-se de evitar que a casa caia, de corrigir estratégias, diretivas, rumos e procedimentos. Não é o que vem ocorrendo na macroempresa educacional brasileira. Herdeira de uma tradição balofa na qual imperam formalismos jurídicos, superficialidade e brutal ignorância dos fundamentos tanto científicos como práticos do fazer e do saber docentes, afundou-se mais e mais, nos últimos 40 anos, numa espécie de pajelança pedagógica, de "reflexões e ações" tisnadas de doutrinação político-ideológica anacrônica, submetida à imposição de modelos pedagógicos bonitos, mas que não funcionam, abandonados nos próprios países de origem. À balbúrdia conceitual e operativa se somam o palavreado oco e a desfaçatez, metidos todos numa espécie de dilúvio de insensatez e rebeldia romântico-doutrinária, sob as bênçãos do Ministério da Educação (MEC), das nossas universidades e dos órgãos governamentais ligados à educação. Nenhuma organização no mundo objetivo dos negócios, de produção industrial ou do comércio pujante de hoje em dia, seria capaz de sobreviver em meio a tantos disparates, a tanta incompetência provada e comprovada, tanta demonstração inequívoca do brutal despreparo dos seus responsáveis.
Leia a íntegra aqui.

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