Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

07 dezembro 2007

Afinal de contas, os senhores e senhoras são ou não Oposição?
O Velhinho encaminhou o e-mail abaixo para os Senadores do DEM e PSDB. Caso obtenha alguma resposta relevante, a postará também.

Prezados(as) Senadores(as) do DEM e do PSDB,
É na condição de eleitor e contribuinte, mas acima de tudo, brasileiro, que escrevo este e-mail.
O que vou expor, creio, é o pensamento de uma boa parte de outros brasileiros e brasileiras que nem faz parte da tão difamada "zelite", nem dos tão massacrados pobres (Um dia, alguém de coragem irá perguntar aos "salvadores da pátria" de plantão quem compõe, exatamente, essa tal elite e se ela representa a classe financeira, ou a política, ou o quê, bem como pedir explicações mais claras sobre o marco divisório entre classe média, pobres e miseráveis).
Acho que faço parte daquele segmento entre extremos conhecida por classe média. Já não sei ao certo.
A pergunta que dá título a este e-mail é significativa.
Entendo que, em um Estado Democrático de Direito, é salutar a existência de uma Oposição, não simplesmente para emperrar as atitudes dos que governam o País na Situação, mas para impedir desvirtuamentos, excessos que tendem a resultados aquém daqueles desejados e necessários para se criar as condições de cidadania exigidas na Constituição, em seu Art. 3º.
É certo que a alternância no comando do Governo pelos representantes dos partidos políticos é algo que não se pode abrir mão.
Também é correto afirmar que, os que estão como Situação no Governo irão procurar usar da própria estrutura do Estado para fazer valer suas convicções políticas e ideológicas.
Creio que também não incorreria em erro ao dizer que, independente de quem esteja na Situação, nem sempre suas propostas, caso aceitas in totum, venham a representar o melhor para o Brasil e para todos os brasileiros.
Sempre existe assuntos cuja pertinência é relativa.
Mário de Andrade, em Macunaíma, levou ao personagem principal o bordão "pouca saúde, muita saúva, os males do Brasil são".
Talvez seja importante uma revisão analítica dessa frase.
O Brasil, e por conseqüência os brasileiros, carece de Saúde.
O País, da saúde política que preserve suas Instituições sólidas, como se espera no Estado Democrático de Direito; os brasileiros, de um Sistema de Saúde de qualidade, à altura do que pagam os contribuintes.
Não temos nem um, nem outro, por conta das saúvas.
As saúvas estão, pouco a pouco, destruindo as Instituições e, atentem senhores(as) Senadores(as), que elas não tem nenhuma ideologia além daquela de se locupletar, de "se dar bem". Mas podem ser qualificadas pela corrupção, impunidade, malversação administrativa e do erário público, nepotismo, compadrio e muita, muita, muita hipocrisia por parte daqueles que ocupam cargos e funções no Poder do Estado, incluindo, por óbvio, os Três Poderes que são, na realidade, aquele primeiro.
E nesse ponto, senhores(as) Senadores(as), parte da responsabilidade lhes pertence.
Temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, contudo a contrapartida em serviços para a população deixa, de longe, a desejar.
O Estado é perdulário e a única alternativa para seus problemas de caixa é "apertar o cinto"... do povo! Com mais impostos!
As Leis, que os(as) senhores(as) são responsáveis por revisar e aprovar, assim o permitem. Os(As) senhores (as) são coniventes com tal situação.
É o caso da CPMF que, na origem, seria um tributo emergencial para tentar corrigir o Sistema de Saúde. Se transformou num meio cômodo de aumentar a arrecadação para o erário.
É sabido que tal tributo é injusto e inconstitucional, em especial pelo fator cumulativo, incidindo em toda a cadeia produtiva e afetando diretamente ao consumidor final que, ao retirar seu salário do banco, já paga a CPMF, para novamente a pagar em qualquer coisa que vier a adquirir, uma vez que estará embutida no preço final do produto ou serviço.
Mais ridículo é o custo político que irão assumir aqueles políticos que se dizem de oposição, ao votarem a favor desse imposto.
O eleitor e contribuinte está cada vez mais atento e esquecendo menos, é o que indicam as pesquisas de opinião.
Então, que o ônus político fique nas mãos de quem teve a iniciativa de propor a continuidade do imposto.
Afinal, o atual Governo já conta, em sua base aliada, com o número de votos necessários para a aprovação da CPMF; Não haveria necessidade de buscar apoio, quem diria?, da Oposição!
Essa é a perda política a curto prazo, que irá atingir não apenas parlamentares, como eventuais candidatos de seus partidos políticos nas próximas eleições.
A longo prazo, na hipótese que o próximo presidente da República venha a ser um representante do DEM ou do PSDB, existe alguma dúvida de quais partidos estarão na Oposição e batendo forte? Ainda mais que, se aprovada, a CPMF volta a ser extinta em 2011?
Em minha não muito esclarecida opinião, cada vez mais se estão utilizando dos ideais democráticos que permeiam nossa Constituição para aplicar, de forma aprimorada, aquele velho aforismo de Maquiavel: dividir para governar.
E mais uma vez, os que não compõem a base aliada não se comportam como Oposição.
O que ocorre?
Lembrem-se dos freios e contrapesos constitucionais para que o Poder do Estado permaneça representado de forma independente e harmônica dos Três Poderes!
Mais do que representar seus Estados, os parlamentares do Congresso Nacional representam o Brasil!
Somos uma Federação, somos divididos em Estados, cada qual com suas necessidades e expectativas específicas, mas, acima de tudo, somos uma Nação.
Não podemos, neste momento, nos dividirmos no interesse pessoal de cada Senador(a).
É hora de aumentar a Saúde e reduzir a Saúva, para minorar os males do Brasil.
Sou contra a CPMF e a favor de uma Oposição clara e lúcida, para o bem do Brasil!

Nenhum comentário: