Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

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A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

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30 novembro 2007

FARC, Reféns, Narco-tráfico, Revolução, Poder. Existe algum valor moral nesse imbróglio?
A matéria está no Globo online:
Prova de vida
Exército colombiano encontra prova de que reféns das Farc estão vivos
A irmã de Betancourt dissee que, além da emoção, o vídeo deixou a família preocupada porque não é um vídeo em que ela fala muito animada, é mais uma foto, em que ela aparece triste, olhando para o chão
BOGOTÁ - O governo colombiano informou na madrugada desta sexta-feira a detenção de três membros das redes urbanas das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em Bogotá, que tinham em seu poder provas de vida, como vídeos e fotos, de um grupo de reféns da guerrilha, entre eles a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, seqüestrada em fevereiro de 2002, e três americanos.
Leia a íntegra, veja as fotos e vídeo, clicando aqui.
Comentário do Velhinho: As Farc, Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, surgiram em 1964. Para quem quiser conhecer sua história, contada por seus representantes, as Farc mantém um site (meio pesado, mas detalhado e cheio de ideologia) na web.
Um dos links do site é "solidaridad con los presos políticos".
Note-se que seus reféns, não são presos políticos. A estes não cabe solidariedade, nem menção no site como presos políticos.
O que são os reféns para as Farc? Mera moeda de troca, para a liberdade dos "verdadeiros" presos políticos, ou seja outros revolucionários.
São 40 anos de luta armada, sem que, nem o governo da Colombia, nem as Farc tenham posto um término na disputa, ou ganhando a guerra intestina ou acordando uma paz definitiva. Não haverá acordo satisfatório porque as Farc não irão depor armas, mesmo que um dia, eventualmente, cheguem ao poder.
Uma revolução que persiste por 40 anos, se tranformou em uma guerrilha alimentada pelo narco-tráfico, com milhares de vítimas inocentes na população da Colombia.
Narco-trafico este que tem intimidade com traficantes brasileiros, como Fernandinho Beira-Mar, e que causa milhares, se não milhões, de outras vítimas seja pelo consumo da droga (que muitos querem descriminalizar), seja por balas perdidas nos confrontos de traficantes entre si ou com a polícia.
Para um processo revolucionário, está bem claro, os fins justificam os meios. Esse aforismo não vale para o inimigo, só para os revolucionários.
O crime existe para quem detêm revolucionários, que em suas origens e pelas leis de seus países, se tornaram criminosos. Mas a Farc fazem reféns pessoas que não infrigiram as leis, não é crime.
Hoje se joga com o sentimento humanitário tanto de familiares dos reféns, como de colombianos, que devem estar fartos de tanta violência, e também para a população mundial. Serve até para dar ares "democráticos" a ditadores como Chávez e Fidel e para a guerrilha do narco-tráfico das Farc.
Mas onde está o sentimento humanitário das Farc, que não dão liberdade aos seus reféns?
Estão tentando colocar outro prócere da "democracia" na jogada, nada menos que o presidente Lula.
Ora, as Farc tem cadeira cativa no Foro de São Paulo. Se existe sentimento humanitário em tal Foro, bastaria um pedido para que libertasse os reféns. Mas como libertar a moeda de troca, sem mais valia, sem ganho político ou lucro financeiro? As Farc agem, e quem os aplaudem, de maneira criminosa, seja pela leis da Colombia, seja pela violação de tratados internacionais como a Declaração dos Direitos do Homem da ONU. E nem pensar de alguma organização que defenda os direitos humanos ir em socorro dos reféns das Farc. Refém das Farc é moeda de troca, não é ser humano.
A cobrança não vale para as Farc, só para aqueles que não são "revolucionários".
Quem defende o crime, aplaude o criminoso, favorece e enaltece a criminalidade, não faz apologia ao crime? E se isso ocorrer dentro do Brasil, não caberia ação da Justiça? E se quem o faz, exerce cargo público, eletivo ou de confiança, o Ministério Público não deveria se manifestar? E se tais ações afrontam nossa Constituição, nossos parlamentares não deveriam repudiar?
O tempora, O mores...

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