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18 agosto 2007

Derretendo Mantega para ver do que é feito...
A matéria foi recolhida da Tribuna da Imprensa online e pode ser lida, na íntegra, aqui.
O Velhinho selecionou algumas pérolas para comentar.
Reforma tributária vai ao Congresso em setembro
"A filosofia do governo vai no sentido de redução da carga tributário sobre a produção e o consumo, mas limitar a carga criará mais constrangimentos ao setor público", ressaltou [o ministro].
Comentário do Velhinho: "Constrangimentos ao setor público" é uma piada. De mau gosto. O setor público não fica nem um pouco constransgido em meter a mão no bolso dos contribuintes, em especial assalariados e APOSENTADOS, retribuindo com serviços públicos que sempre deixam a desejar em eficiência, eficácia e qualidade. Ou alguém acredita, por exemplo, que não se precise varar madrugadas para pegar senha de atendimento no INSS e SUS? E ser atendido a toque de caixa? Ou da falta de medicamentos, muitas vezes por desvios dos mesmo ou das verbas? E nem sequer falamos de Segurança, Transporte, Moradia e Emprego. Senão...

Segundo Mantega, o aumento da arrecadação a partir de tarifas é nocivo à produção, mas pode ser positivo quando, por exemplo, gera empregos. Neste caso, o ministro citou aumento de arrecadação por conta do aumento de trabalhadores com carteira assinada.
Comentário do Velhinho: O busilis, senhor ministro é o QUANDO GERA EMPREGOS. Até parece que o senhor não sabe que para se gerar MAIS empregos é NECESSÁRIO haver postos de trabalho novos. Toda a vez que leio que no mês "tal" a indústria ou o comércio contrataram mais, sempre me pergunto QUANTO ELES DEMITIRAM. Há que se levar em conta que as indústrias e bancos apostam na automação e formas de administração para REDUZIR postos de trabalho e folha de pagamento. Quantas novas fábricas foram criadas e quantas fecharam as portas? E no comércio, como é?

Mantega, discordou dos conselheiros do CDES, que pediram a redução da CPMF, como forma de reduzir a carga tributária. Mantega disse que o governo concorda sobre a necessidade de redução de tributos. Mas admitiu que não pode diminuir todos, porque isso provocaria um desequilíbrio fiscal.
Comentário do Velhinho: E o desequilíbrio fiscal constrangeria o governo? Faltaria dinheiro para se torrar em cargos públicos não concursados? Em obras superfaturadas? Em propaganda do Governo? Aliás, Governo precisa fazer propaganda para quê? A melhor propaganda é constatada pelo serviço prestado, que não é lá essas coisas diante da carga tributária que pagamos. E ainda tem ministro que reclama que ganah pouco!!!

O ministro disse, então, que prefere manter a CPMF da forma que está (0,38%), e desonerar a folha de pagamentos.
Comentário do Velhinho: Todo e qualquer imposto aplicado para a indústria, o comércio e empresas de prestação de serviços, acaba sendo transferido para o consumidor final que é, adivinhe quem?, o povo! No frigir dos nossos ovos, quem paga todos os impostos é o povo! O Velhinho DUVIDA que a redução de tributos na folha de pagamentos irá reduzir o valor dos produtos finais. Mas pode aumentar a margem de lucros da empresas.

Na sexta reunião sobre reforma tributária realizada com o CDES, Mantega afirmou que tem gente "que faz da CPMF um cavalo de batalha". Mas, o tributo, criado para custear as despesas de saúde e previdência é utilizado para esse fim.
O ministro detalhou: dos 0,38% da alíquota, 41% vão para o Fundo Nacional de Saúde, 21% para a previdência; 19% para o Fundo de Pobreza e o restante para a DRU. "A CPMF vai toda para programas sociais. E já é dividida com os estados, por conta do fundo de pobreza. Nada fica com a União", argumentou.
Comentário do Velhinho: Tá. Então, senhor ministro, o senhor poderia mostrar para a população qual a verba anual e mês a mês que o governo destinou para a Saúde e o quanto se arrecadou anualmente e mês a mês com a CPMF e o quanto dessa arrecadação foi para a Saúde nos últimos, digamos, três (3) anos? Se acaso a arrecadação superar em algum mês a verba que o Governo destinou para a Saúde, o senhor pedirá exoneração do cargo que ocupa?

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