Você pode denunciar crimes de PRECONCEITO RELIGIOSO no Rio de Janeiro

Você sofre agressão, perseguição, coação ou qualquer ameaça por motivo religioso?

Denuncie através do site http://www.policiacivil.rj.gov.br na aba "DENÚNCIA"

Não é preciso se identificar!

A Constituição da República Federativa do Brasil determina, em seu Art. 5º, inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Seja Cidadão, defendendo seus direitos! Denuncie crimes de preconceito religioso!

Você também é uma vítima da CORRUPÇÃO!
Lembre-se disso nas próximas eleições...

09 fevereiro 2007

O que importa? Para quem importa?
No meio dos PAC e POC da vida, do renascimento do populismo festivo - com tendências ditatoriais - na América Latrina, digo, Latina, de deputados tomando posse sob o pito do Sr. Clodovil, de Rebelos e Chinaglias, de disputas sobre salários e benesses extravagantes num País onde boa parte da população se lasca para pagar impostos (caros impostos!), de mensaleiros e sanguessugas, de fantasmas que assombram por anistia de cassação, no meio de tanto adubo natural que a política nos fornece, duas coisas chamaram a atenção do Velhinho: A indignação de membros do Judiciário por se sentirem obrigados a (pasmem!) cumprir a Lei, submetendo-se a teste psicológico para obter porte de arma e o descontrole emocional do Prefeito de São Paulo ao agredir com atos e palavras um cidadão que protestava contra o governo municipal.
Por que chamou a atenção? Porque algumas pessoas neztepaís se sentem acima da Lei; porque qualquer membro do Judiciário é, antes de qualquer coisa, um cidadão como qualquer outro e deve se submeter à Lei; porque deveria se criar uma Lei, válida para qualquer cargo eletivo, em que uma pessoa só pode ser candidato se também se submeter a um teste psicológico, com periodicidade anual. Não importa se vereador, deputado estadual ou federal, prefeito, governador ou presidente da República, se o indivíduo não tem condições psicológicas de lidar com adversidades, pouca condição terá para participar adequadamente de algum cargo de representação popular.
Se o uso indevido de uma arma pode levar a morte ou ferimentos em alguém, ainda não se deram conta de que maus representantes, desses aí, eleitos pelo povo, usando indevidamente o poder que lhes é concedido podem levar à morte centenas ou milhares de pessoas durante a sua legislatura, simplesmente porque não solucionam os problemas de segurança pública, de falta de emprego, de saúde pública, de educação, de moradia, dessas coisinhas bestas que são direitos constitucionais do povo brasileiro.
Oras, mas o que isso importa? Quem se importa?
































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